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Rota das especiarias no Salí

O mar é o condutor das viagens mediterrâneas do chef Ricardo Lapeyre no Salí, nova empreitada do cozinheiro no Leblon. Para iniciar, a seleção de charcutaria é de alto nível e pede-se consulta diária aos garçons. No cardápio de uma página, porém sortido, é certeira a aposta nas lambretas e nos mexilhões cozidos em caldo intenso e servidos com batatas fritas e maionese de pimenta sriracha (R$ 68,00). Já nos finalmentes, a baclava (R$ 36,00), doce árabe folhado, ganha toque de mestre: tem chocolate branco no recheio. Há um bem-humorado altar em homenagem à salicórnia, plantinha salgada de regiões costeiras que nomeia a casa, e um bar de coquetelaria autoral e sofás que descontrai o ambiente.

Rua Dias Ferreira, 78, Leblon, ☎ 2512-6526 (90 lugares). 17h30/0h (sex. e sáb. 12h/1h; dom. 13h/23h; seg. 18h/0h).

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Cirandaia é cantinho para relaxar entre sabores artesanais em Botafogo

Para além do clichê, a imagem da flor que nasce no cimento vem à cabeça quando a gente deixa a movimentada calçada da Rua Voluntários da Pátria para entrar no Cirandaia, com seu charmoso mezanino com abajur antigo, cadeiras de design e parede em cobogó. A casa tem quitutes caseiros como o obrigatório pão de queijo (R$ 9,50), que ganha recheio de catupiry com melado (R$ 14,50). A fatia do bolo de cenoura é coberta com ganache de chocolate e café (R$ 16,00), e a bebida de grãos moídos na hora chega em métodos como o Chemex (R$ 25,00, serve dois). Para fomes maiores destaca-se o sanduíche de lombo defumado com queijo de coalho crocante, maionese da casa, picles de cebola-roxa e rúcula (R$ 39,00), tudo ao som da boa MPB.

Rua Voluntários da Pátria, 416, Botafogo, ☎ 3798-8376 (23 lugares). 8h/18h (sáb. 9h/13h; fecha dom.).

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Doce influencer de Nova York para o Sova

A cada nova fornada, o gostosão não dura mais do que dez minutos na vitrine do Sova, em Copacabana. O mesmo também ocorre mundo afora desde que a versão “gringa” explodiu no TikTok. No Café Lafayette, em Nova York, ele foi batizado de Supreme, mas por aqui atende como NY Roll (R$ 14,00), versão preparada com semelhante sucesso. Em linhas gerais, é um croissant cilíndrico, com massa maturada por 72 horas, que a deixa com nova consistência e maior crocância. Assada até ficar dourada e caramelizada, é então recheada de forma generosa com as opções de cremes: confeiteiro clássico, chocolate ou pistache. Periga até esquecer de fotografar.

Rua Xavier da Silveira, 34, Copacabana, ☎ 2147-7158 (37 lugares). 8h/22h (sex. e sáb. até 23h).

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Um brinde ao cinema no Liz Cocktails & Co

“Nós sempre teremos Paris”, diz Rick (Humphrey Bogart) a Ilsa (Ingrid Bergman) em Casablanca (1942), onde brindam com o coquetel french 75 (R$ 37,00) enquanto os alemães invadem a França. A frase está na nova carta do Liz Cocktails & Co, que traz doze filmes onde coquetéis clássicos aparecem, servidos por aqui na versão original e na releitura da casa. O mixologista Tai Barbin ilustra a relação com fotos, descrições e até os trailers em QR code. O french citado, feito com brandy, triple sec, espumante e limão-siciliano, ganha a versão as time goes by (R$ 41,00), de vinho verdejo, espumante e especiarias. Já o white russian (R$ 39,00), de O Grande Lebowski, com vodca, licor de café e creme de leite, é transformado no the dude (R$ 41,00), de rum branco, pasta de amendoim, licor de café, creme de leite e paçoca. Todos valem o ingresso.

Rua Dias Ferreira, 679, Leblon, ☎ 98224-3611 (53 lugares). 17h/1h (dom. até 0h; fecha seg. e ter.).

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Ribolla ou Robola? Nomes são parecidos, mas uvas brancas têm diferenças marcantes

Uma das castas brancas da Itália mais prestigiadas é a Ribolla (ou Ribolla Gialla), que, pouco depois da Pinot Grigio, nos oferece os brancos mais famosos e acessíveis da “Bota”, especialmente dos vinhos que vêm do norte do país. A Ribolla Gialla é muito cultivada na região de Friuli Venezia Giulia, nordeste italiano e, em menores proporções, na Eslovênia, onde é conhecida como Rebula. No Friulli, como em outras regiões produtoras, essa uva possui Denominações de Origem na Itália, na área de Friuli Colli Orientali. A primeira evidência documentada de um vinho feito de Ribolla Gialla remonta a 1409, quando, durante um banquete em honra do Papa Gregório XII, um vinho elaborado com essa variedade foi servido. Suas bebidas apresentam acidez elevada e alta intensidade aromática, que pode destacar pêssego, maçã, abacaxi, floral e toque cítrico.

A uva Ribolla Gialla produz vinhos brancos encantadores. Gialla significa amarela em italiano, uma referência à coloração que a uva adquire quando madura. Por muito tempo, erroneamente, pensou-se que a casta era originária da Grécia, especificamente da Cephalônia. Entretanto, a Ribolla e a Robola são castas diferentes, em que pese a similaridade do nome e algumas características de ofato e paladar. Enquanto a Ribolla tem sua origem na Eslovênia, que faz divisa com a região de Friuli, onde essa casta é conhecida como Rebula e é bastante cultivada — sendo a estrela dos vinhos Brisko, de Goriska Brda —, a Robola  é uma variedade de uva branca grega cultivada principalmente na ilha jônica de Cephalonia, como expus acima. Pela visão grega, historicamente, pensava-se que a videira era da mesma variedade da Ribolla, uva de vinho do Friuli, retro mencionada e que foi trazida para o nordeste da Itália por mercadores venezianos que negociavam com a Cefalônia no século XIII. No entanto, o perfil de DNA no século XXI lançou dúvidas sobre essa teoria e, hoje, a Robola é classificada pelo Vitis International Variety Catalog (VIVC) como uma variedade separada. Em suma: a casta Ribolla, italiana, não tem relação de origem com a Robola, grega.

Na Grécia, ao longo dos anos, Robola foi conhecido sob uma variedade de sinônimos, incluindo Asporombola, Asprorobola, Asprorompola, Robbola, Robola Aspri, Robola Kerini, Rombola, Rombola Aspri e Rompola. Na Cefalônia, as vinhas de Robola aproveitam os caracteres dos fartos solos calcários da ilha. A videira amadurece precocemente e pode produzir vinhos de alta acidez, com níveis fenólicos significativos. Os vinhos feitos com esta uva tendem a ser secos, de corpo médio, com uma nota distinta de limão. De acordo com o especialista em vinhos Oz Clarke, os vinhos Robola também podem ter caráter duro, algo adstringente, ainda que de leve. Podemos afirmar que os vinhos italianos da Ribolla têm caráter mais aveludado, cítrico intenso, acidez marcante e bons para serem bebidos jovens; já os vinhos gregos da Robola são mais longevos, minerais, intensos e complexos, com um leve cítrico e alguma madeira; são mais herbáceos. 

É possível, por aqui, encontrarmos vinhos das castas Ribolla e Rebola. Sugiro os que seguem, até para uma comparação. Da Ribolla Gialla, sugiro o Cormons Collio Ribolla Gialla, que é bem agradável, alegante, com frutas cítricas, e o Tenuta Malucelli Ribolla Gialla Esseza, ótimo para harmonizar com frutos do mar (em especial peixes brancos e vieiras). Da Grécia, em primeiro lugar, recomendo o espetacular Theotoky Cuvée Spéciale, de complexidade única, proveniente de vinhedos sustentáveis e que, a despeito de ser austero, tem elegância ímpar. De lá, também sugiro o Gentilini ‘Wild Paths’ Robola of Cephalonia, mais simples, mais acessível e mais gastronômico, quando jovem. Quem quiser provar um vinho nacional da casta Gialla, sugiro o Villaggio Conti Ribolla Gialla, da Serra Catarinense, que, levemente frutado, acompanha bem peixes, frutos do mar e até alguns risotos ou uma moqueca não muito picante. Seja qual for a origem, são vinhos que merecem atenção e bem apropriados ao clima brasileiro, especialmente litorâneo. Salut!

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vinho – Jovem Pan
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O que experimentar no Hatch, novo japonês de requinte em Botafogo

O sobrenome atesta, de fato, a qualidade do novo restaurante japonês que merece a visita no 5ª piso do Botafogo Praia Shopping, centro comercial que se remodela e sobe alguns degraus na direção do requinte. O Hatch traz a assinatura do empresário Marcel Nagayama, terceira geração da família criadora, em São Paulo, do sofisticado Naga, que há dez anos se posiciona como um dos melhores e mais caros do gênero em seu endereço carioca do Village Mall.

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A nova casa, porém, encontra o equilíbrio não apenas no cardápio, entre aquilo que pede tradição e o que merece a modernidade – uma característica dos bons japoneses mundo afora -, mas na relação entre a qualidade e o preço. O DNA Nagayama promete e realiza uma experiência superior, mantendo cifras atraentes. A começar pela possibilidade de se beber uma taça de vinho a R$ 20,00, e saquê japonês a R$ 25,00, brindes certamente democráticos.

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O ambiente ainda não ganhou seu “prato principal”, na forma de uma senhora vista aberta para a enseada de Botafogo e a Baía de Guanabara, que vai chegar dentro de poucos meses, quando o shopping terminar a ampla reforma em curso na fachada. Mas o salão comprido com longo sofá (e uma tomada carregadora de celular disponível para cada mesa), entre galhos secos e pedras nas paredes, sugere harmonia, com a cozinha toda aberta por trás dos sushimen que trabalham no balcão.

Mas vamos ao que se provou, na degustação comandada pelo próprio Marcel, sobre o cardápio assinado pelos chefs Thiago Maeda e Marcelo Shinohara. No início, o shake nuta (salmão) e o maguro nuta (atum), ambos a R$ 35,00, trouxeram fatias seladas dos peixes com pingo de gema curada na extremidade, e molho adocicado de missô no centro de cada peça.

E os guiozas robustos (R$ 35, cinco unidades) exibem o charme de uma “telha” crocante de massa por cima, para se comer de preferência com as mãos, em recheios de cogumelos, ou suíno com copa lombo e nirá. As tsukemono (R$ 15,00, cada cumbuca) valem a atenção do freguês, e que abram-se os paladares às conservas caseiras de tradição nipônica, variando em sabores como beterraba, broto de bambu e gengibre.

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Salão ganhará ao fundo uma parede de vidro com vista da Baía de GunabaraTomás Rangel/Divulgação

A noite seguiu com o excelente usuzukuri de piraúna (R$ 45,00, em 12 cortes), em corte perfeito, regado em ácido e fresco molho ponzu, e temperado à moda “secreta” da casa. No meio do percurso, o chef Shinohara compareceu à mesa para trazer fatias de sashimi de buri fresquíssimo e bem apresentado (R$ 17,00, três unidades), exemplo de produtos da pesca de arpão que chegam periodicamente à cozinha.

Presentes em duplas ou séries, vieram peças destacadas como o salmão maçaricado com gema de codorna e molho de trufas feito na casa; o roll de camarão crocante e robusto com salmão por fora; e o imperdível sushi de lula em corte que faz o molusco “derreter” na boca, levando toque da erva shiso. No cardápio, há opções de combinados como o misto (R$ 169,00, 30 peças), especial para duas pessoas com 12 sashimis, 6 sushis, 8 rolls e 4 bateras.

O menu executivo oferece opções como a fórmula de R$ 79,00, que inclui uma salada, um tataki de salmão, e um combinado de 12 peças variadas como hot roll, batera de salmão e uramaki spicy.

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Já falamos que o shopping vertical de Botafogo passa por uma guinada na gastronomia, certo? Além do Hatch, aportaram nos últimos meses casas como a Mamma Jamma e a Ogro Steaks, de Jimmy McManis, além do concorrido terraço onde o Brewteco serve sua vasta coleção de cervejas e petiscos. Muito além da praça de alimentação.

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Kim Korean Food abre loja na Lapa com direito a menu executivo oriental

Sucesso na feira Junta Local e outros eventos de rua, assim como o delivery que entrega iguarias como um delicioso kimchi de feitura clássica – falamos aqui do tradicional fermentado picante de vegetais -, o Kim Korean Food agora é restaurante, com pequeno salão de azulejos brancos e mesas de madeira aberto na Rua Gomes Freire, 176-C, na aquecida região do Centro-Lapa.

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A casa fica na mesma calçada do Armazém Senado, levando um oriente coreano de sabores marcantes e fortalecendo o polo criado por endereços como o Lilia, o Labuta e o Braseiro Labuta. À frente do negócio estão Martin Kim, filho de pai coreano que levou influências urbanas às receitas de família, e a mulher, Priscila Lima, também cozinheira.

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O cardápio está sempre mudando e há fórmulas executivas de entrada e principal por cerca de R$ 55,00, além de itens como o frango frito no estilo coreano, em molho de shoyu adocicado de laranja e gengibre (R$ 56,00); as kimchi balls (R$ 30,00, três unidades), que são bolinhos de arroz picante de kimchi com porco; e o samgyeopsal (R$ 25,00), barriga de porco na pimenta gochujang.

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O restaurante funciona de terça a sexta, das 11h30 às 18h; e sábado, das 12h às 19h (horário também do feriado do dia 21/04).

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No Prosa na Cozinha, chef Vladimir Reis ensina os segredos do dim sum

O chef Vladimir Reis, do bar chinês Dim Sum, um acontecimento em vila do Largo do Machado, vai pela primeira vez ensinar suas receitas, nesta quinta (20), no Prosa na Cozinha, casa no Horto sob o comando da cozinheira e curadora Manu Zappa.

Na ocasião, o chef Vladmir vai ensinar cinco receitas de dim sum, entre eles alguns sucessos do restaurante, como o Dim Sum de Porco e o Baozi de Porco, feitos na vaporeira, e o Dim Sum Imperial, feito com massa frita e recheio de camarão, feijão mungo, alga wakame e especiarias.

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A aula começa às 20h. O número de lugares é limitado e as reservas podem ser feitas pelo telefone (21) 99777-2585. O Prosa fica na Rua Alberto Ribeiro, 26, Horto.

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O menu:

– Shāomai
Dim sum de arroz recheado com copa lombo suíno glaceado e 5 tipos de especiarias

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– Har gow
Dim sum de arroz recheado com camarão, broto de bambu e hoisin

– Baozi
Dim sum de arroz recheado porco desfiado, sementes e ostras

– Rambutan
Dim sum de trigo recheado com tofu defumado, acelga, hijiki

– Imperial
Dim sum de trigo recheado com camarão, bok choy, feijão mungo e wakame

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Viva São Jorge: feijoadas e festas para celebrar o dia do Santo Guerreiro

Domingo é dia 23, data para acender as velas em homenagem a São Jorge e aproveitar as feijoadas que fazem a festa por toda cidade. Seguindo a tradição, o Bar do Zeca Pagodinho prepara mais uma edição festiva nas unidades de Vogue Square, ParkJacarepaguá, Flamengo e Nova Iguaçu, das 13h às 18h. A feijoada tem cardápio assinado pelo chef Toninho Momo, que oferece acompanhamentos como arroz branco, torresmo, couve fatiada, linguiça, farofa da casa e rodelas de laranja. A celebração vai contar com apresentações especiais para animar o público, como Paulão 7 Cordas, Robinho, DJ Alex Filho, Kiki Marcellos, Nando do Cavaco, Vitor Rodrigues e Grupo 100%. No Vogue Square (Av. das Américas, 8585, Barra, tel.: 3030-9097) haverá open Bar com cerveja, chope, refrigerante, água e suco, até as 18h, incluído no preço da feijoada com bufê completo. Os preços são de R$ 350,00 (1º lote, 200 unidades), e R$ 450,00 (2º lote, 400 unidades). Até 15 anos paga 50% dos valores. Vendas online pelo site: bardozeca.soudaliga.com.br.

+ Pé na jaca: costelas e “podrões” se destacam na programação do feriado

Ventos do Nordeste sopram para São Jorge na rede de restaurantes Encontro Nordestino (Loja de Copacabana na Av. Atlântica, 1936, tel.: 97711-9977), que aposta na Sertãojoada (R$ 34,90, individual, e R$ 68,90, para dois): feijão preto com temperos nordestinos, arroz branco, farofa de alho, couve refogada, torresminho e laranja. O prato será servido durante o feriado, no período do almoço (das 11h às 16h), tanto na unidade de Copacabana, em frente à praia, como nas casas de Duque de Caxias, São João de Meriti, Guadalupe e Cabo Frio.

Bar do Adão: pegada clássica e carnes nobres na redeEduardo Almeida/Divulgação

No Bar do Adão (loja de Copacabana na Rua Duvivier, 101, tel.: 3208-3911), a feijoada do dia 23 traz carne seca, costela, lombo e calabresa, além de arroz, farofa de alho, couve refogada na manteiga, torresmo e laranja. O preço da feijoada para duas pessoas é a partir de R$ 89,90, com versões individuais a partir de R$ 45,90.

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Comida boa, samba de primeira e solidariedade, com feijoada gratuita. Esses são os ingredientes da tradicional festa beneficente do Beco do Rato (Rua Joaquim Silva, 11, Lapa, tel.: 2508-5600 / 97968-3670), no Dia de São Jorge, com ação para as pessoas em situação de rua e de vulnerabilidade. Em média, são doados 1000 kits com um prato de feijoada, uma bebida e uma sobremesa, além de roupas, sapatos e brinquedos arrecadados. A casa abre às 12h, e quem comanda a roda é o bamba Marquinho Sathan, às 18h30. Kako Chocolata faz o samba de abertura, às 16h. A feijoada é servida de forma gratuita aos clientes, e o valor do kit para doar é de R$ 35,00, com uma quentinha de feijoada, uma bebida e uma sobremesa.

Vizinhando: rodas de samba animam o público nas casas./Divulgação

No Vizinhando (loja de Botafogo na Rua Nelson Mandela, 100, lj 124, tel.: 99235-5140), o domingo traz feijoada com arroz branco, farofa, couve, torresmo e laranja, que pode ser individual (R$ 44,90) ou para dois (R$ 89,90), com opção da caipirinha da casa (R$ 20,00). Nas unidades de Vila Isabel, Méier e Botafogo ocorrerá uma roda de samba para animar o público.

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Famosa pelos festivais que movimentam o comércio local, o Cadeg (Rua Capitão Félix, 110, Benfica) está mobilizando pela primeira vez seus restaurantes para promover a Feijoada de São Jorge. Onze estabelecimentos vão oferecer o famoso prato que já se tornou tradição para os devotos do santo, cada um em seu estilo. A imagem do santo guerreiro ficará em um altar adornado de flores, e a loja Mercado da Fé, de artigos religiosos, abrirá no dia para atender os fiéis. Participam da festa os restauantes: Corujão, Empório Quintana, Gruta, Costelão, Barsa, Brasas, Espetáculo, Cucina, Riachão, Boteco Português, e Bora BBQ.

O hotel Hilton Barra (Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1430, Centro Metropolitano, WhatsApp.: 96738-7848) preparou eventos para todos os dias do feriado, de rodízio de pizzas a happy hour com pista de dança e DJ, mas é no domingo que o restaurante Abelardo vai abrir para o bufê de feijoada, com entradas e sobremesas, chopes e bebidas não alcoólicas inclusas, a R$ 149,00 por pessoa. Crianças de 6 a 11 anos pagam metade do valor, e menores de 6 não pagam.

Vegan Vegan: feijoada vegana e o Samba das MulheresTomás Velez/Divulgação

Veganos também tem vez nos encontros de ritmo e sabor, e o Vegan Vegan (Rua Hans Staden, 30, Botafogo) faz sua primeira Feijoada de São Jorge e Ogum. No dia 23, das 13h às 16h, a casa oferecerá um bufê de feijoada pelo preço fixo de R$ 90,00, além de promover dose dupla de caipirinha (R$ 27,00 – 2 doses) e o drinque Chuva Carioca (R$ 26,00 – 2 doses), feito com chá mate com limão siciliano, água gasosa e cachaça prata Quero Chuva. Tudo ao som do Samba de Mulheres, roda feminina. A Feijoada Light acompanha arroz integral biodinâmico e cogumelo shitake, com tofu fresco e defumado, farofa crocante e couve refogada no alho. Reservas antecipadas pelo telefone (21) 2286-7078.

Nusa: feijoada saudável à base de planta leva diversos legumesNigo Furtado/Divulgação

Saborosa versão alternativa é também opção no Nusa, em Ipanema (Rua Vinicius de Moraes, 129, tel.: 3228-3562), onde a Feijoada Vegana (R$ 45,00) é preparada à base de feijão preto, tofu defumado, abóbora cabotiá, cenoura, batata baroa, brócolis, pimentão vermelho e brotos. Para acompanhar tem arroz branco, couve refogada e farofa crocante de castanha.

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Já na Seedz (Av. Ataulfo de Paiva, 1292-B, Leblon, tel.: 99265-3623), a feijoada (R$ 49,00) plant based é preparada com cogumelo paris, tofu defumado, cenoura e abóbora, vem acompanhada de arroz integral, farofa crocante de bacon vegano, couve refogada e laranja fresca.

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Pé na jaca: costelas e “podrões” se destacam na programação do feriado

A Feira Nacional do Podrão chega à 10ª edição, marcada para os próximos dias 21, 22 e 23 de abril (de sexta a domingo), das 14 às 22h, no estacionamento do Shopping Aerotown Power Center, na Barra da Tijuca (Av. Ayrton Senna, 2.541). Com entrada gratuita, o evento contará com cerca de 30 expositores de lanches de rua consagrados. Estarão presentes “podrões” como os donuts de coxinha; o cachorro-quente prensado a metro; a torre de churros; o sorvete na chapa; a pizza de hambúrguer; e a barca de açaí, entre outros. A Feira terá uma programação de música com DJ e apresentações da Banda Netos de Dona Neves, além do cantor Rayan Alves. As crianças terão área recreativa e supervisionada por uma equipe de recreadores. Haverá barraquinha de algodão doce e brinquedos como touro mecânico, tobogã, discoplay, jacaré inflável, cama elástica e pula-pula inflável.

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Em São João de Meriti, o Shopping Grande Rio realizará o 1º Festival de Costela e Chopp da Baixada Fluminense, de 20 a 23 de abril, no estacionamento. A entrada é gratuita e a programação terá apresentações musicais ao vivo de artistas locais. Cerca de 30 estações com chefs especializados vão oferecer a costela preparada de diversas formas. Vai ter costela de chão, costela no bafo, costela cozida, pastel de costela, coxinha de costela, sanduíche de costela, feijoada e baião de dois. Para acompanhar haverá uma diversidade de chopes artesanais e drinques, com doces caseiros, churros, sorvetes, algodão doce e outras opções de sobremesa. O espaço infantil diverte os pequenos com brinquedos infláveis e pula-pula. O evento ocorre na quinta-feira, das 17h às 22h, sexta e sábado, das 12h às 22h, e domingo, das 12h às 21h.

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Em Nova Iguaçu, município vizinho, a 3ª edição do Festival Comida di Rua será realizada no Shopping Nova Iguaçu, de quinta-feira (20) a sábado (22), das 14h às 23h, e no domingo (23), das 14h às 22h. O evento de gastronomia popular e entrada gratuita terá barracas e trucks com quitutes como a Batata de Marechal, o Acarajé da Lenaide, de dois quilos, e o cachorro-quente de um metro.

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