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Quem é o dono da CrowdStrike, empresa responsável por apagão global

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George Kurtz, CEO da CrowdStrike, empresa global de segurança cibernética responsável pelo apagão cibernético global desta sexta-feira (19), ficou cerca de US$ 250 milhões (R$ 1,375 bilhão) mais pobre – ou 7,5%.

No ranking anual de 2024 da Forbes, ele foi apontado como a 1.033ª pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna avaliada em US$ 3,1 bilhões (R$ 17,05 bilhões). 

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Após a pane em sistemas da Microsoft provocada por uma atualização do Falcon Sensor, produtor da empresa de cibersegurança, Kurtz aparece como o 1.073º bilionário do mundo. 

George Kurtz, CEO da CrowdStrike, ficou US$ 250 milhões mais pobre nesta sexta-feira após apagão global provocado por sua empresa de cibersegurança (Foto Katie Falkenberg/Los Angeles Times via Getty Images)

A perda de riqueza do bilionário reflete a queda no valor de mercado das ações da CrowdStrike (CRWD) na Bolsa de Nova York. Nas negociações antes da abertura do pregão regular, as ações da empresa chegaram a tombar mais de 20%. 

Perto do fechamento da sessão, a queda havia sido reduzida para pouco mais de 10%. Desde o IPO da empresa, o preço das ações aumentou a uma taxa média anual de 39%, passando de US$ 64 (R$ 352) para US$ 343 (R$ 1.886,50).

A empresa, com sede em Austin (Texas, EUA), abriu capital na bolsa norte-americana em 2019. Desde então, a receita acumulada em 12 meses da CrowdStrike até o final de abril aumentou a uma taxa média anual de 62%.

Em quatro anos, o faturamento médio passou de US$ 300 milhões (R$ 1,650 bilhão) para US$ 3,3 bilhões (R$ 18,15 bilhões), segundo dados da Macrotrends. Durante esse período, a margem líquida da companhia passou de -44,4% para +4%.

Pedido de desculpas

Em entrevista à rede americana NBC, o CEO da CrowdStrike, George Kurtz, fez um pedido de “profundas desculpas” pelo problema causado. 

em uma postagem no seu perfil no X, antigo Twitter, Kurtz afirmou que a empresa estava trabalhando para a retomada dos sistemas de clientes impactados pelo defeito encontrado em um conteúdo de atualização para o sistema Windows. Porém, ele ressaltou que a origem do problema já havia sido solucionada. 

“Este não é um incidente de segurança ou ataque cibernético. O problema foi identificado, isolado e uma correção foi implementada”, afirmou Kurtz.

Quem é George Kurtz?

Nascido em Nova Jersey (EUA), Geroge Kurtz tem 53 anos, é casado e tem dois filhos, com quem mora em Paradise Valley (Arizona). Antes da CrowdStrike, Kurtz fundou a empresa de tecnologia de segurança Foundstone, em 1999, que foi adquirida pela McAfee em 2004.

Depois, em 2011, ele fundou a CrowdStrike com Dmitri Alperovitch que, posteriormente, deixou a empresa. Kurtz é especialista em segurança, autor, empreendedor e palestrante, com mais de 30 anos de experiência no mercado de segurança.

Bacharel em Contabilidade pela Seton Hall University, ele já foi Diretor de Tecnologia Mundial (CTO) e Gerente-geral da McAfee. É autor do best-seller “Hacking Exposed 7: Network Security Secrets and Solutions”.

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Família Safra chega a acordo sobre herança bilionária do banqueiro

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A família Safra anunciou nesta sexta-feira (19) a resolução das disputas com Alberto Joseph Safra, um dos filhos do banqueiro Joseph Safra e Vicky Safra.

Alberto havia contestado o testamento do pai em um tribunal de Nova York em agosto de 2021. Ele alegava que Joseph, que lutava contra o mal de Parkinson nos últimos anos de sua vida, havia sido influenciado a mudar seu testamento em 2019 – e as alterações teriam deixado o filho fora da partilha. “Após esclarecimentos, entendi que não houve irregularidades, e que o patrimônio do Sr. José foi devidamente distribuído de acordo com seus desejos”, declarou Alberto em comunicado divulgado pelo banco.

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Nos termos do acordo, o empresário “se desinvestirá de seus interesses no Grupo J. Safra e perseguirá seus interesses empresariais através da ASA”, gestora da qual é fundador. “Estou feliz por deixar esse assunto para trás.”

Os termos financeiros e outras condições do acordo não foram divulgados. As partes também concordaram em encerrar todos os processos judiciais e arbitrais pendentes em todas as jurisdições.

Em uma declaração conjunta, Vicky Safra e todos os seus filhos disseram: “Estamos satisfeitos em deixar esse assunto para trás e reafirmar nossos laços familiares. A resolução que alcançamos nos permitirá perseguir nossos respectivos interesses empresariais de maneiras que ajudem a garantir que o sucesso de cada membro da nossa família seja motivo de satisfação compartilhada.”

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A origem da fortuna dos Safra

Joseph Safra morreu em dezembro de 2020, aos 82 anos, e deixou uma fortuna de US$ 16 bilhões para os seus herdeiros. Sua esposa, Vicky Safra, e os filhos do casal ocupam a posição 98 da lista de bilionários da Forbes, com fortuna estimada em US$ 19,1 bilhões na tarde desta sexta-feira (19).

Joseph herdou em 1955 o banco fundado pelo pai, Jacob (1891-1963), e assumiu a liderança dos negócios ao lado dos irmãos, Edmond e Moise. Depois da morte de Edmond (1999), o bilionário comprou a participação de Moise, em 2006, por um valor não revelado.

O bilionário tinha investimentos imobiliários em algumas das principais metrópoles ao redor do globo e era dono, ao lado do bilionário José Cutrale, da gigante Chiquita Brands, maior produtora de bananas do mundo.

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China enfrenta excesso de soja conforme pico da temporada de exportação dos EUA se aproxima

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Soja sendo carregada em caminhão

A China está enfrentando um excesso de oferta de soja, conforme as importações em níveis recordes aumentam os estoques em um momento em que a demanda por ração animal continua fraca, com os preços de produtos como o óleo de soja e o farelo de soja devendo cair ainda mais.

O excedente de soja também ameaça reduzir o apetite da China por importações no período de setembro a dezembro, o pico da temporada de comercialização dos grãos dos EUA, pressionando ainda mais os preços que já estão perto das mínimas de quatro anos, disseram traders e analistas.

“O principal problema é que a demanda por produtos de soja não está aumentando”, disse um trader de Cingapura de uma empresa internacional que administra fábricas de processamento de sementes oleaginosas na China. “As margens de esmagamento estão sob pressão devido às enormes chegadas de grãos.”

Os grãos de soja são processados para produzir farelo de soja, um ingrediente rico em proteínas usado para alimentar o maior rebanho de porcos do mundo na China, e óleo de soja, que é usado principalmente para cozinhar.

O crescimento econômico mais lento na China, que consome quase metade da carne suína do mundo, está prejudicando a demanda por carne.

As importações de soja da China em julho, principalmente do Brasil, provavelmente atingirão um recorde de alta devido aos preços mais baixos e à perspectiva de Donald Trump voltar à presidência dos EUA e reacender os atritos comerciais, disseram os traders.

“A demanda de carne suína da China não é forte”, disse Pan Chenjun, analista sênior de pecuária do Rabobank em Hong Kong. “Os preços da carne suína subiram muito, mas isso não se deve tanto à melhora da demanda; deve-se principalmente ao fato de haver uma oferta restrita de suínos.”

Os criadores de suínos estão reduzindo o tamanho do rebanho de porcas, de acordo com uma diretriz do governo para conter o excesso de capacidade, e atrasando o abate para vender com pesos maiores.

A produção de carne suína da China no segundo trimestre caiu em relação ao ano anterior, segundo dados oficiais, enquanto o rebanho de suínos caiu para 415,33 milhões de cabeças no segundo trimestre, de 408,5 milhões no trimestre anterior.

A referência do farelo de soja de Dalian perdeu quase 8% em três semanas, enquanto o óleo de soja caiu cerca de 4% na semana passada.

As margens de esmagamento, em território negativo desde o início de junho, caíram ainda mais neste mês. Os processadores de sementes oleaginosas no centro de Rizhao estão perdendo mais de 600 iuanes por tonelada, a maior queda desde fevereiro.

Desde fevereiro, cerca de 9,68 milhões de toneladas de soja importada foram colocadas em leilão pela Sinograin, a armazenadora estatal, mas apenas 2,08 milhões de toneladas, ou 21%, foram compradas por esmagadoras, de acordo com cálculos da Reuters baseados em anúncios de leilões e relatórios de analistas.

No ano passado, cerca de 27% da soja oferecida em leilão foi vendida e as taxas de participação também foram maiores, disse Darin Friedrichs, cofundador da Sitonia Consulting, sediada em Xangai.

“É muito difícil ser otimista porque, em praticamente todas as proteínas, os preços estão baixos e a demanda está fraca. Os consumidores não estão realmente querendo gastar dinheiro”, acrescentou.

Em seu último relatório, o Ministério da Agricultura da China previu que o consumo de soja em 2024/25 cairia para 114,56 milhões de toneladas, em comparação com a estimativa de 115,24 milhões de toneladas durante o ano comercial de 2023/24, que termina em setembro. [/CASDE]

A soja de referência de Chicago, que caiu um quinto em 2024, pode enfrentar mais ventos contrários com as expectativas de fraca demanda chinesa e maior produção dos EUA. [GRA/]

O Brasil ultrapassou os EUA como o principal fornecedor de soja da China, respondendo por 70% das importações.

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Colheita de café no Brasil avança rapidamente e chega a 74%, diz Safras

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Os cafeicultores brasileiros continuaram a colher a safra 2024/25 em ritmo acelerado devido ao tempo seco, atingindo uma estimativa de 74% da safra em 16 de julho, disse a consultoria Safras & Mercado nesta sexta-feira (19).

O ritmo de colheita está acima dos 66% colhidos na mesma época do ano anterior e está bem acima da média de cinco anos de 70% para esta época do ano.

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Frutos de café robusta

A colheita do café robusta foi 92% concluída, acima da média de longo prazo de 87% para o período, mas os resultados foram piores do que o esperado anteriormente, o que levou a consultoria a reduzir sua visão para a produção de robusta no Brasil em mais de 2 milhões de sacas na quinta-feira (18).

A consultoria estimou que 65% das lavouras de café arábica já foram colhidas, superando também a média de cinco anos de 61%.

O analista de café da Safras, Gil Barabach, disse que os dados confirmam a expectativa de encerramento antecipado da colheita de café no Brasil neste ano.

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Porco à moda asiática nos cardápios

Filho de pai japonês e mãe chinesa, o chef nova-­iorquino Sei Shiroma dedica parte do menu do Suibi (Rua Dias Ferreira, 45, Leblon) aos noodles. Destaque para o kimchi ramen, que chega à mesa com barriga de porco, ovo marinado, kimchi e a massa num saboroso caldo apimentado (R$ 69,00).

Si-chou
<span class=”hidden”>–</span>Rodrigo Azevedo/Divulgação

União do chef Elia Schramm, do Babbo Osteria, e do restaurateur Menandro Rodrigues, do Haru Sushi, o Si-chou (Rua Barão da Torre, 72, Ipanema) oferece entradas como o bao bun: o porco vem empanado e guarnecido de kewpie, tonkatsu, sunomono e wasabi no pão cozido no vapor (R$ 28,00, a unidade).

Càm O’n Thai Food
<span class=”hidden”>–</span>Eduardo Guedes/Divulgação

Melhor asiático na última edição do prêmio Comer & Beber, o Càm O’n Thai Food (Rua Visconde de Caravelas, 111, Humaitá) está com o cardápio reformulado. Entre as criações recém-chegadas da chef Ana Carolina Garcia, o porco vermelho thai é servido com sticky rice, folhas frescas e molho de pimenta seca com pó de arroz jasmim tostado (R$ 68,00).

Hachiko
<span class=”hidden”>–</span>Rodrigo Azevedo/Divulgação

Com três décadas de história no Rio, o Hachiko (Travessa do Paço, 10, Centro) acaba de contratar a experiente chef Ana Zambelli para modernizar o cardápio. Entre as novidades está a suculenta barriga de porco cozida no missô, com abóbora-japonesa e molho hoisin, levemente adocicado (R$ 69,00).

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Nam Thai
<span class=”hidden”>–</span>Fred Bailoni/Divulgação

Há mais de 20 anos, o chef David Zisman apresenta os múltiplos sabores da culinária tailandesa em seu Nam Thai (Rua Rainha Guilhermina, 95-B, Leblon). É sucesso o gaeng moo tai po, curry vermelho tailandês de picância média que leva folha de limão kafir, leite de coco e espinafre (R$ 73,80).

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Zuza Fish Bar leva o mar ao Flamengo

O chef Christopher Zuza é categórico: faz questão de utilizar apenas frutos do mar do nosso litoral — diariamente, ele recebe pescados frescos, que transforma em petiscos e pratos de dar água na boca. É imperdível o seu torresmo de lula, temperado com páprica defumada e maionese de polvo (R$ 42,00), mas quem prefere os crus pode ficar com o ceviche nikei de atum, com cebola-roxa, pimenta dedo-de-­moça, coentro e chips de batata-doce (R$ 48,00). Se a fome estiver grande, a seção de principais tem risoto de camarão ao bisque de crustáceos (R$ 62,00). Dono de uma história de 16 anos em Búzios, o chef decidiu que os cariocas merecem um Zuza Fish Bar para chamar de seu, mas avisa que quem manda no cardápio é o mar.

Rua Marquês de Abrantes, 1-A, Flamengo (40 lugares). 18h/23h (dom. 12h/17h).

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Paola Carosella e a multiplicação das empanadas

A massa fica tostadinha, os recheios têm ingredientes cuidadosamente selecionados e o fechamento é feito manualmente. Recém-chegada ao Rio, a La Guapa, marca de empanadas criada em São Paulo há dez anos pela chef e apresentadora de TV Paola Carosella, logo caiu no gosto dos cariocas, que fazem fila atrás do típico salgado argentino vendido na loja de Copacabana, aberta no mês passado. Além de um segundo endereço em Botafogo, a grande novidade, planejada especialmente para os cariocas, é um quiosque na orla de Ipanema, previsto para agosto. “Estamos superempolgados com esse projeto, que tem a cara do Rio de Janeiro”, revela o administrador e sócio Benny Goldenberg, frisando que essa será a primeira loja da La Guapa na praia.

A marca, que conta hoje com mais de 35 endereços, instalados também em outras cidades, como Brasília, Campinas e Belo Horizonte, foi fundada em 2014 pela dupla já com o intuito de ser um negócio escalável, que pudesse estar presente em diversas regiões do país. Em 2020, o fundo Concept Investimentos passou a fazer parte da sociedade, com um aporte de 50 milhões de reais que impulsionou a expansão da rede. O objetivo é audacioso: dobrar o número de lojas até o final do ano que vem, chegando a oitenta pontos pelo Brasil. Para isso, tudo é feito na fábrica central, localizada na Zona Oeste de São Paulo, com capacidade para produzir por mês cerca de 600 000 unidades do salgado, que são congelados e enviados para as lojas, todas elas próprias, já que a rede não tem (e não pretende ter) franquias.

Plano de expansão: La Guapa planeja chegar a oitenta lojas até o fim do ano que vem
Plano de expansão: La Guapa planeja chegar a oitenta lojas até o fim do ano que vemDivulgação;/Divulgação

Mesmo com a produção já em larga escala, o preparo das empanadas conserva etapas artesanais. Cada um dos treze sabores fixos tem seu formato e seu “repulgue” específico. “Repulgue é a palavra que usamos em espanhol para definir o jeito como se fecha uma empanada. Repulgar é como costurar a empanada”, explica Paola, ex-jurada do MasterChef, da Band, e hoje à frente de seu programa no GNT. Segundo a cozinheira, o quitute não representa apenas seu país de origem, e sim vários países da América Latina que têm empanadas como parte da culinária local. A mais clássica, que ocupa o primeiro lugar no cardápio da La Guapa, é a salteña, cuja receita original nasceu na região noroeste da Argentina, próxima do Chile, da Bolívia e do Paraguai, e que vem recheada de carne refogada, azeitonas, ovo caipira e batata cozida.

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Quem assiste aos vídeos da chef em seu canal do YouTube ou acompanha seu perfil nas redes sociais (Paola é um verdadeiro fenômeno digital, com mais de 5,3 milhões de seguidores só no Instagram), sabe que ela defende o uso de insumos sustentáveis e procura atender a pessoas com restrições alimentares. Naturalmente, esse ideal é replicado nas empanadas. Há recheio de galinha caipira livre, opção vegana e valorização de ingredientes brasileiros, a exemplo do palmito pupunha, do requeijão de corte e da goiabada cascão. A chef gosta de chamar as unidades da La Guapa de cafés, já que “não são restaurantes, nem lojas, são espaços bonitos e amáveis onde as pessoas podem passar e pegar ou se sentar a qualquer hora do dia”. Nas paredes, um único lembrete: “se hacen con las manos, se comen con las manos”.

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Mazé leva inspiração futurista a Copacabana

A movimentada Rua Ronald de Carvalho, em Copacabana, agora tem mais um ponto pronto para o agito. Trata-se do Mazé, novo bar do influenciador Matheus Costa. Na direção oposta dos botequins tradicionais que estão espalhados pelo bairro, o espaço tem decoração futurista, iluminação de LEDs coloridos e cantinhos instagramáveis. Opções como os tiraditos de gorgonzola, feitos com massa artesanal, queijo gorgonzola, gergelim e cebola caramelizada (R$ 34,00), estão no cardápio criado pela chef Vivi Cabral, que já passou pelo Mr. Lam. Na carta de drinques, de autoria do mixologista português Rafael de Matos, se destaca o refrescante passion luxe, com vodca, maracujá, água de coco e ingrediente secreto da casa (R$ 39,00).

Rua Ronald de Carvalho, 275, Copacabana, 96762-7153 (70 lugares). 18h/0h (sex. a dom. 17h/1h).

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Ceviche RJ aporta no Flamengo com seus clássicos

Desde 2017 na Arnaldo Quintela, rua em Botafogo eleita recentemente uma das mais descoladas do mundo, o Ceviche RJ acaba de aportar no bairro vizinho com a segunda unidade. A empreitada do peruano Victor Lau Torres, que preza por produzir receitas tradicionais em ambiente sem firulas, conquistou clientela assídua com seu ótimo custo-benefício. Destaque total para ele, o ceviche clássico, feito com pescado do dia, cebola-roxa, coentro e pimenta dedo-de-moça, e servido com leite de tigre, batata-doce e milho (R$ 43,00). Também é carro-chefe o lomo saltado, tiras de filé-mignon salteadas na cebola-roxa, tomate e coentro, acompanhado de arroz e batata frita (R$ 52,00).

Rua Senador Vergueiro, 44-A, Flamengo (60 lugares). 18h/23h30 (sex. até 0h30; sáb. 12h/0h; dom. 12h/22h30; fecha seg.).

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Do sashimi ao churrasco no Meio Dia de Botafogo

Exalando informalidade, mesas grandes com bancos comunitários estão dispostas na calçada, convidando os clientes a sentarem-se juntos enquanto experimentam o enxuto menu do Meio Dia, que vai do sanduba a pratos mais substanciosos. Mesclando referências desde a infância no interior de Goiás até passagens por restaurantes em Nova York e Tóquio, o chef Fred Motta está no comando da nova empreitada, onde o cardápio varia conforme o dia. De terça a sexta, podem pintar sugestões de peixes, como o chirachi, com arroz de sushi, furikake e sashimis (R$ 89,00). Já no fim de semana, é a vez do bbq: o brisket sampler vem com fatias de carne defumada, mac’n’cheese e bolinhos de batata por R$ 79,00. Se quiser levar seu vinho, não tem taxa de rolha, mas lembre-se de carregar as taças, pois o bar não dispõe delas.

Rua Real Grandeza, 74, Botafogo (30 lugares). 12h/22h (sáb. e dom. até 18h; fecha seg.).

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