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Hospitalidade em xeque: cadê os bons profissionais?

Não é de hoje que observo um aumento significativo na ausência de mão de obra boa, gentil e eficaz quando o assunto é atendimento. Está cada dia mais difícil contratar um garçom, barman, cozinheiro, atendente de loja, receptivo de hotel, caixa, e tantos outros profissionais que atuam no mercado intitulado de serviços. Numa cidade turística como o Rio de Janeiro, essa situação é quase caótica. A reclamação é unânime e pertinente. O que está acontecendo com esses profissionais? Por que está tão difícil encontrar um profissional qualificado? Essas e outras tantas indagações eu me faço há tempos. Tenho observado uma mudança no comportamento dos profissionais que atuam nessa área. Não é à toa que, aqueles profissionais mais qualificados, comprometidos e engajados com a profissão, estarem surfando uma onda de prosperidade, mas esses, estão cada dia mais raros de encontrar e contratar.

Mas antes de começarmos uma análise mais profunda, onde busquei respostas em fontes que atuam diretamente com o problema, precisamos entender as funções desempenhadas nas distintas áreas de atuação quando o assunto é SERVIÇO. Considera-se profissionais desta área todo e qualquer agente que desempenha as dezenas de funções a seguir: barman, garçom, cumim, auxiliar de serviços gerais (ASG), cozinheiro, chapeiro, atendente de caixa, auxiliar de bar, gerente, sub gerente, chefe de fila, vendedor de loja, recepcionista, concierge, enfim, toda e qualquer pessoa que, direta, ou indiretamente TRABALHE com atendimento ao público. Este setor, é vital para uma economia como da nossa cidade. O turismo carioca arrecada bilhões de reais todos os anos. Do carnaval ao Revellion, a cidade dorme e acorda dependendo destas sifras para funcionar. Mas como pode um dos setores mais importantes da economia, sofrer com a falta de mão de obra qualificada? A resposta pode até parecer obvia, mas é preciso uma reflexão bem profunda nessa engrenagem.

Inteligência emocional

Conversando com a empresária Fernanda Chastinet, apaixonada pelo desenvolvimento de pessoas, ela descreve que uma equipe dos sonhos dá trabalho. “Investimento, treinamento, manutenção, regras, processos, flexibilização, inteligência emocional, conquista, são alguns movimentos fundamentais para se ter um melhor desempenho”. Mesmo assim, segundo a educadora, quando tudo está fluindo algo acontece na vida de um dos membros do time, “E aí, vamos tudo de novo”, brinca. Bacharel em hotelaria internacional, a empresária relembra quando começou suas atividades no Copacabana Palace, berço do serviço de luxo e de hospitalidade. “Eu tinha 17 anos quando fui estagiária do Copacabana Palace, foi lá, que eu comecei a me questionar porque estabelecimentos que possuem serviço e atendimento não podiam ter um atendimento de excelência como o que eu fazia naquele hotel?”, relembra. Segundo ela mesmo relata, a passagem pelo hotel estrelado, abriu muitos questionamentos que mudaram sua percepção de mundo. “Por que aquele tipo de serviço só fazia parte de estabelecimentos de luxo? Por que todos não podiam dar e receber um atendimento extraordinário? Porque dar tão pouco, por que se contentar com tão pouco?”, observou.

Atualmente a empresária possui uma empresa de desenvolvimento de pessoal, e já capacitou mais de 3.800 profissionais para atenderem bem seus clientes, usando métodos e ferramenta hospitalidade, hotelaria de luxo, somadas as técnicas da inteligência emocional. “Acredito ser capazes de revolucionar o atendimento do Brasil. Basta que todos entendam que hospitalidade, educação e boa vontade estejam alinhados com empresas resilientes, que acreditem e celebrem vitórias, mesmo as mais pequenas”. Atualmente a empresária leva ensinamentos de qualidade para qualquer profissional ou empresa interessada, através de suas mídias sociais. “hospital, restaurantes, shopping center, eventos, spa, clínicas de estética, restaurantes, onde estiver uma pessoa trabalhando com vendas ou serviços é fundamental um treinamento de desenvolvimento humano, educacional e de atendimento”. Para a educadora, o fundamental se resume em uma palavra: Encantamento.

 

Educação, tempo e remuneração

Há tempos que ouço que estamos passando por uma crise, muitos amigos, empresários, gestores e líderes desse mercado me falam que ofertam empregos, mas não existem pessoas querendo trabalhar, o que será que está acontecendo?

 As pessoas marcam a entrevista e não aparecem. Iniciam o emprego e depois de um ou dois dias, dizem que ficaram muito tempo em pé, que foi muito corrido, que andou muito, ficou muito cansado. Em paralelo a isso, como contrapartida, observo que muitos empresários investem em arquitetos, obras, marketing, redes sociais, assessoria de imprensa e não investem em treinamentos, em quem vai representar seus sonhos, sua marca, seu produto, quem vai atender e passar tudo o que foi planejado para o cliente.

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 Ter a equipe dos sonhos dá trabalho.  É fundamental que o empresário inclua no investimento da empresa o treinamento e a capacitação da equipe, cada empresa é única, por mais que colaboradores passem por boas empresas isso não quer dizer que o que funciona lá funcionará aqui. Esse investimento é essencial para o sucesso de uma empresa. Não existe receita de bolo. Cada um tem que fazer sua parte.

 O colaborador deve estudar o que foi ensinado, cumprir com o combinado com a empresa, estar comprometido a entregar o que for solicitado, e claro buscar novos conhecimentos para que ele possa se destacar e crescer dentro do negócio.

 A chave do negócio é investir em pessoas. Quanto cada empresa investe em seus colaboradores?

Se encontrar bons colaboradores está difícil porque não os treinar, mantendo-os motivados, engajados, trazendo ainda mais resultados e clientes satisfeitos? Não é difícil, basta querer, ou, pedir ajuda de profissionais como Fernanda, por exemplo. Com certeza, será um investimento e não um GASTO, como a grande maioria descreve tal contratação.

Plano de Carreira

Outra fera neste assunto é talentosa Bruna Guedes. Atualmente ela está à frente da gerência operacional do grupo Arpoador, mas iniciou a carreira em 2006 na Suíça onde formou-se  em Hotel Management pela Swiss Hotel Management School. Trabalhou em hotéis de luxo de grande porte na Suíça, China e Singapura. Após essa vivência no exterior, voltou para o Rio e já esteve atuando no Copacabana Palace, rede Accor, Yoo2 Rio e recentemente assumiu o Grupo Arpoador. “Hotelaria não é para todos e como diz um amigo meu: “não basta servir, tem que sorrir”, brinca. Especialista em hotelaria, Bruna descreve os maiores desafios no serviço do ramo hoteleiro.

“O perfil comportamental vai além do que está escrito no CV ou do que é dito pelo candidato. Contratar profissionais alinhados com as expectativas da empresa não é uma tarefa fácil e por isso testes de competências e perfil comportamental são uma mão na roda para a decisão final.”, avalia. Remuneração compatível seria o segundo maior desafio. As empresas precisam constantemente revisar o plano de cargos e salários. Outro ponto citado pela especialista, diz respeito a cultura interna. “Achar candidatos que tenham compatibilidade com a cultura e missão da empresa. Candidatos que tenham a ambição de crescer e se desenvolver dentro da empresa”. Bruna afirma que “empresas estão preocupadas em preencher vagas e não reter talentos. Falta o feedback real para o colaborador e o pensamento de ser um pool de talentos e não somente contratação de pessoas prontas de imediato”, desabafa.

A grande questão aqui é simples de entender: cada um deve, ou deveria, fazer sua parte. O colaborador entender que sua missão é encantar, vender, servir e tornar a experiência do cliente a mais incrível possível. O empresário, por sua vez, dar todas as ferramentas para que tais objetivos sejam passados de forma clara, objetiva e que, nesta salada toda, ainda desenvolver um plano salarial/carreira compatível da realidade, com todo e qualquer plus possível, resiliência, paciência e interesse. A missão parece impossível, e sabemos que no mundo dos negócios nem sempre a groselha é saborosa, porém, tudo é possível quando se quer fazer a diferença, lá ou cá!

Cheers

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Confrarias de vinho devem dar prazer aos consumidores, não limitá-lo

O prazer anda de mãos dadas com o conhecimento, pelo menos para os seres racionais e dotados de alguma inteligência, e não poderia ser diferente com os vinhos. O conhecimento nasce da curiosidade, do respeito e, claro, da vontade de ampliar o próprio prazer. Um ambiente propício para se conhecer mais sobre os vinhos são as confrarias. Elas aliam a possibilidade de apreensão de novas experiências com o, salutar e desejável, convívio social, que leva à troca de experiências e impressões. O foco no prazer é essencial pois, se assim não for, qualquer confraria, ou proposta de se reunir em volta do vinho, tornar-se-á chata, maçante mesmo. Mariana Bertoul, em excelente trabalho acadêmico publicado na Rev. Adm. UFSM, Santa Maria, v. 10, número 2, bem coloca: “O prazer no sentido de relaxamento, de estar de bem com a vida, da alegria de curtir aquele momento especial, que é o de degustar um bom vinho. É importante salientar que esse prazer não está ligado ao efeito do álcool, mas sim, na sutileza do sabor, do aroma e de toda a magia relacionada ao vinho. Além disso, o vinho representa um elemento benéfico, saudável e até terapêutico. O vinho está diretamente relacionado a bons momentos, ou seja, momentos de prazer. Além disso, o vinho pode ser percebido como um símbolo de alegria e felicidade, salientando que este sentimento de bem estar inicia antes mesmo de seu consumo.” Nesta esteira, a confraria, local, etéreo ou não, onde os comensais se reúnem para degustar, conhecer e discutir o vinho, tem que ser um lugar guardado sob a áurea do prazer. 

Posto isso, vamos a prática. Ao criar uma confraria é necessário estabelecer-se alguns critérios mínimos: escolher a finalidade, que pode ir da mais lúdica (simplesmente reunir amigos) à mais acadêmica (conhecer as mais profundas sutilezas do vinho); da mais informal (aquela que não se preocupa com a rigidez das liturgias) à mais austera (aquela que estabelece regras de seleção, abertura e serviços do vinho). Pode-se selecionar confrades sem qualquer requisito de conhecimento prévio ou outros que já tenham intimidades com os vinhos… e por aí afora. Pessoalmente, não consigo ver o vinho como algo formal, austero e rígido; penso que regrar demais o vinho (e seu consumo) é como se se limitasse o prazer. Traga isso para outros focos de prazer da vida, do cotidiano, que será mais fácil entender como uma confraria rígida, austera e formada de “gente iniciada” será chata e entojada. Ai fico com o enófilo em detrimento ao “connoisseur” que, via de regra, é um chato que passa a vida toda impondo regras e querendo ditar condutas, considerando-se o “senhor do saber”. O vinho é para dar prazer e não para limitá-lo, portanto, ao organizar uma confraria, não se torne escravo do vinho, mas sim seu consumidor, que tem por propósito absorver conhecimentos que ampliem seus horizontes, seus prazeres, e não que os limite. Nada que castra leva ao crescimento, à amplitude.

As relações de dominação não são bem-vindas à natureza humana e, em dado momento, levam o ser a uma reação de libertação ou melancolia. Não permita que o vinho, esta bebida tão nobre, cheia de história e prazerosa seja diminuído, limitado e aviltado pela imposição de regras despropositadas. Estar no entorno de uma mesa, com bons amigos, boa comida e uma taça de vinho é um momento de magia e congraçamento; é uma oportunidade de união e trova, ao mesmo tempo, e não pode, por um lado, ser banalizada e nem, por outro lado, ser pedante e castradora. Saiba escolher os comensais, os temas e os ritos. Uma degustação de Malbecs autoriza um churrasco e a descontração; já uma degustação de Bordeaux com mais de trinta anos pode pedir alguma introspecção e uma comida mais delicada; entretanto, nenhuma das duas comporta regras de dominação e limitação do prazer. Escolher temas é um caminho seguro para uma imersão de conhecimento. O tema pode estar no vinho, na mesa ou na ocasião. Exemplifico: “vinhos brancos argentinos”, “vinhos que acompanhem bem uma Lasagna” ou “vinhos para ouvir jazz”… Tudo é válido quando o foco orbita entre o conhecimento e o prazer. E, insisto, afaste-se dos “chatos do vinho” como forma de proteger seu prazer, não há nada mais desagradável do que um “eno-chato”, este só serve para aumentar a distância entre a taça e sua boca. Salut!

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vinho – Jovem Pan
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Dinner in The Sky: tudo que você precisa saber sobre o jantar nas alturas

A temporada carioca do jantar no céu começa nesta quinta (1), com a mesa pendurada a 50 metros de altura sobre a Baía de Guanabara. O projeto Dinner in the Sky funcionará até 18 de dezembro no Aterro do Flamengo, com as famosas refeições e coquetéis que rodam o mundo sobre cartões postais de cada cidade contemplada.

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Criada e produzida pela Benji Fun, na Bélgica, a plataforma possui certificação de segurança do TÜV (Technischer Überwachungsverein), um dos mais rigorosos da categoria, e será instalada na varanda da casa de shows Vivo Rio. A mesa suspensa pelo guindaste tem lugar para 22 participantes, em assentos equipados com cintos de segurança. No centro, um chef e seus assistentes preparam os pratos e bebidas para as experiências que têm duração entre 40 a 70 minutos, dependendo do formato.

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Apesar do nome do evento citar apenas o jantar, a paisagem diurna também será oferecida entre as cinco opções gastronômicas. Os preços variam de acordo com a escolha da refeição e do dia, e incluem bebidas alcoólicas ou não: R$ 350 a R$ 400 no café da manhã ou brunch; R$ 400 a R$ 440 para o almoço (entrada, prato principal e sobremesa); R$ 350 a R$ 420 no coquetel; R$ 450 a R$ 500 no esquema sunset; e R$ 600 para o jantar especial (entrada, prato principal e sobremesa).

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O Dinner in the Sky existe em mais de 70 países e atua nas principais cidades do mundo como Dubai, Las Vegas, Paris, Bruxelas, Atenas, Londres, Shanghai, Tokio, São Paulo e Rio. Já passaram pelo menu nas alturas chefs do primeiro time mundial como Massimo Bottura, Virgílio Martinez e Joel Robuchon, e os brasileiros Rodrigo Oliveira, Flávia Quaresma e Guga Rocha, entre outros.

Para mais informações e compra de ingressos, acesse o site oficial do evento.

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Veganos no Rock: as opções saudáveis e sem carne no cardápio do festival

As chamadas proteínas “plant based”, em produtos que imitam textura e sabor das carnes tradicionais, porém constituídos industrialmente de vegetais, estarão presentes para os públicos vegano e vegetariano no Rock in Rio, mas as opções não param por aí. Há pedidas com substância e sem carnes, leite ou derivados em todas as áreas de alimentação do festival – incluindo gratas surpresas no Espaço Favela.

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No balcão da Incrível, a linha de alimentos à base de plantas da Seara, há fish and chips (sem peixe) com molho de wasabi (R$ 18,00), kibe com geleia de hortelã (R$ 16, cinco unidades), e empanados de frango (sem frango) com molho dijon e melado (R$ 16,00). E na área Rock District, o Açougue Vegano marca presença com suas já conhecidas coxinhas de jaca, além das verdes de espinafre (R$ 13,00).

Açougue Vegano: tem coxinha de espinafre e de jaca no espaço onde carnes não entram//Divulgação

Os hambúrgueres da linha Incrível podem ser encontrados no Bob’s, que apresenta o double veggie, com dois hambúrgueres e queijo, em combos como o que traz dois sanduíches e dois chopes de 400 ml por R$ 74,00.

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No Espaço Favela, que contará com os quitutes de 21 empreendedores em gastronomia de 18 comunidades do Rio, além das bandas e artistas, os vegetarianos podem pedir petiscos como o quibe de shitake defumado do Arte Taste Gastronomia, vindo de Colégio, na Zona Norte.

+ Os preços de tudo que terá para comer e beber no Rock in Rio

No Pote Bem Estar, de Rio das Pedras, que trabalha utilizando a totalidade dos alimentos, de forma sustentável, o carro-chefe é o sanduíche vegano de carne louca, feita a partir de casca de banana, com chips de banana verde e molho à base de biomassa. E o tentação tropical é um bolinho feito com banana verde, casca da banana e especiarias. O Regado a Sabor, direto do Morro da Babilônia, oferece o dadinho da sorte, versão vegana do dadinho de tapioca com leite de coco e amendoim.

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Para vegetarianos que comem queijo, as esfihas também são opções no festival. O Nasaj oferece a de queijo (R$ 12,00), e o Arabad’s, localizado no Gourmet Square, tem no cardápio a de mussarela (R$ 15,00). A pipoca do Cinemark, é bom lembrar, estará presente em opções como a grande na manteiga (R$ 25,00) ou com chocolate (R$ 30,00), além do balde rock in rio (R$ 55,00), que pode vir com dois refrigerantes em lata (R$ 70,00).

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Ninguém dorme: Rock in Rio terá refil de café grátis do começo ao fim

Cafeína não há de faltar para manter acesa a chama do rock (e do pop, e do trap, e do axé, e do pagode…). Apesar da presença de uma famosa bebida energética em lata que é patrocinadora do Rock in Rio, o bom e velho cafezinho, uma das maiores paixões líquidas do Brasileiro, será servido à vontade durante as mais de 500 horas de músicas previstas para o evento que começa nesta sexta (2), na Barra da Tijuca.

+ Rock in Rio econômico: a lista com as comidinhas mais baratas do festival

A marca 3 Corações, patrocinadora do evento, venderá a R$ 10 um copo térmico preto com o slogan: we are café. O refil será gratuito enquanto durar o festival que abre, em seu palco principal, com o peso de bandas como Sepultura, Gojira, e Iron Maiden.

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O reabastecimento estará disponível nos estandes da marca nos espaços Rock District e Rota 85. Para quem vai a mais de um dia na festa da música, basta guardar o copo e pedir mais um cafezinho, por favor. E tome rock and roll all night.

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Comer & Beber – VEJA RIO
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O Fenômeno Fénix

Garrafa do Vinho Fénix, produtor Prior Lucas.

Como um verdadeiro Fénix esse vinho especial traz em seu nome uma analogia perfeita à ave mitológica Fénix, ao qual aproveito para convidar você leitor para fazer uma reflexão sobre a vida e seus ciclos, sobre a esperança num futuro melhor, sobre recomeços, sobre o fato de que em muitos momentos precisamos dar a volta por cima em situações adversas, mas sobretudo a reutilização de inúmeros materiais na cadeia produtiva do universo dos vinhos, que vão desde recuperação de vinhas abandonadas, reformas e reparos de barricas esquecidas, reuso de garrafas de vidro e a utilização de materiais de fácil reciclagens nas embalagens e rótulos. Todos esses detalhes importantes estão dentro do projeto do vinho Fénix do produtor Prior Lucas.

1. Recuperação de Vinhas Abandonadas

A história do vinho Fénix começa bem antes da sua vinificação na adega, iniciou com um grande desafio que foi recuperar parcelas de vinhas abandonadas no distrito de Coimbra, situação cada vez mais comum em que pequenas áreas de vinhas são deixadas de lado por diversos motivos. As causas como falta de mão de obra, desestímulo de baixo retorno produtivo e de investimento, idosos proprietários de vinhas e que não possuem mais condições físicas de cuidá-las e também em alguns casos por jovens descendentes de terras e que não desejam continuar mais a tradição familiar. O produtor Rui Lucas aceitou o desafio e vem fazendo um excelente trabalho em parcelas abandonadas e que geraram literalmente frutos abençoados, provavelmente temperados com o seu próprio suor que foi a matéria-prima do vinho Fénix. Um encantador “feel blend” feito na própria vinha com Rabo de Ovelha, Bical, Arinto, Maria Gomes, Cercial e outras castas em pequeninas quantidades.

2.Restauro de Barrica Abandonada

Barricas deixadas de lado por quase duas décadas ganharam uma nova roupagem depois de um excelente restauro solicitado pelo produtor a uma empresa especializada em tanoaria com excelência J. Dias & Ca, SA . As madeiras presentes são os tampos de Mogno (Swietenia macrophylla) e as aduelas de Macacaúba (Platymiscium ulei Harms) ambas muito resistentes ao ataque de fungos e de cupins. Numa barrica desta de 1000 litros o vinho estagiou parcialmente durante 9 meses.

3.Reuso de Garrafas de Vinhos

Dentre as adversidades atuais na cadeia produtiva do vinho sem dúvida está a dificuldade em adquirir alguns insumos como as garrafas de vidro. Dentro desta problemática o produtor Rui Lucas do vinho Fénix decidiu inovar e começar a reutilizar garrafas de vidro de vinho. Começou coletando em alguns restaurantes na redondeza e a história começou a se propagar e na atualidade até consumidores estão lhe entregando garrafas usadas, as quais ele faz uma higienização adequada e criteriosa para depositar o néctar tão especial Fénix.

4.Material Reciclado dos Rótulos

Escolher materiais de rótulos de vinhos não é algo simples, o produtor tem que levar em consideração uma série de variáveis como marca, arte gráfica, posicionamento de imagem, mensagem ao consumidor, dentre tantos outras coisas. Neste vinho Fénix a principal preocupação do produtor foi escolher um material que fosse reciclado e que comunicasse ao consumidor todo o contexto da história deste vinho tão especial “Reused Bottle Edition“. Em seu verso o produtor deixou um espaço em branco para que os consumidores possam deixar mensagem à ele, detalhe interessante que o aproxima da ponta do consumo.

5.Partilha de Prova

Com uma aspecto convidativo, de cor amarelo com laivos dourado e com a presença de lindas lágrimas, o vinho Fénix no primeiro momento já convida para uma bela viagem. Ao nariz nota-se uma complexidade e elegância com notas de frutas cítricas como lima, toranja, limão, notas discretas de lácteos e baunilha. Em boca a acidez é viva e marcada, uma envolvência que a preenche toda e que diz que o vinho é bem gastronômico. Apresenta um fim de boca longo. Um vinho que com certeza tem muito para evoluir em garrafa e com ótima capacidade de longevidade, mas que já está pronto para o consumo, adorei harmonizá-lo com umas sardinhas portuguesas assadas.

Harmonização de Sardinhas Assadas e o vinho Fénix ( Produtor Prior Lucas )

6.Produtor Rui Lucas

De jeito simples e com um enorme carisma, Rui Lucas, produtor dos vinhos Prior Lucas, vem construindo a sua história desde 2013 no mundo dos vinhos. Produz várias referências de vinhos já com muita aceitação e sucesso no mercado como o espumante Baga-Bairrada rosé, o espumante Falala, o espumante Dominical, os vinhos Habemus e agora atingiu um grande sucesso de críticas da imprensa especializada e também de consumidores exigentes com o vinho Fénix, um verdadeiro fenômeno, merecidamente pelo belo néctar de Baco e também por toda a história que carrega em sua garrafa. Parabéns e bem haja !

Desejo ainda mais sucesso ao projeto Fénix, que terá mais novidades em breve e boas provas à você leitor!

https://priorlucas.pt
Travessa dos Troviscais AZ3, 3020-886 Souselas, Coimbra – Portugal
40.296863, -8.417809
(+351) 919 195 577
invinopriorlucas@gmail.com

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Mundo dos Vinhos por Dayane Casal
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Rock in Rio econômico: a lista com as comidinhas mais baratas do festival

Desde que começaram a ser publicados os preços dos comes e bebes no Rock in Rio, pipocaram as primeiras postagens nas redes sociais com reclamações. Porque barato, barato mesmo, sejamos sinceros, está difícil achar no atual momento inflacionário dentro ou fora da Cidade do Rock. Mas vamos com calma, e passando o olho pelos cardápios selecionamos algumas comidinhas até R$ 20,00, ou um pouco mais em combos que podem ser uma boa solução para comer e beber.

+ Os preços de tudo que terá para comer e beber no Rock in Rio

No Bob’s, por exemplo, uma boa pedida para um casal é a combinação de dois sanduíches com dois refrigerantes de 350 ml por R$ 68,00. O hambúrgueres envolvidos são os big rocks, com dois andares e dois hambúrgueres, queijo e o molho conhecido do big bob. De R$ 20,00, na lanchonete, o milk shake grande é uma opção.

Um dos estandes mais concorridos do festival, o Big Daddy’s tem opções de espetinhos como os de carne ou frango, e também salsichão de 150 gramas, todos os itens citados a R$ 17,00. Um espetinho com chope Heineken sai a R$ 30.

+ Retomando turnê, Justin Bieber pede banheira de gelo no Rock in Rio

Pedidas substanciosas e calóricas (sim, você vai precisar de calorias), os bacon hits são novidades de R$ 20,00 criadas pela Seara que trazem sete fatias crocantes de bacon servidas com diversas opções de molhos e coberturas. O cliente pode montar seu pedido ou apostar numa das sugestões do cardápio. O mexican sour, por exemplo, vem com geleia de pimenta jalapeño, sour cream, e farofa de nachos. E a porção que leva a assinatura do chef Claude Troisgros tem molho de queijo gruyère, raspas de limão siciliano, chocolate ruby e lascas de queijo parmesão. Essa alimenta, hein?

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A pipoca, vendida no estande da Cinemark, sai por R$ 20,00 na versão salgada média, a mais barata. Com o acréscimo de refrigerante em lata, sai por R$ 25,00. E os snacks são petiscos sempre mais em conta para tapear a fome, a exemplo das batatas Lay’s ou Ruffles (R$ 7,99, saco de 80 gramas). Na área doce, há balas Fini (R$ 5,79, ou três saquinhos por R$ 11,99), e biscoito Negresco (R$ 8,00, 120 gramas), disponível também na versão Negresco Cookie (R$ 4,00, 60 gramas).

As esfihas prometem fazer sucesso também ao som de grandes artistas do mundo inteiro. No Nasaj, as de carne ou queijo saem a R$ 12,00. E no Arabad’s, localizado na requintada área Gourmet Square, há sabores como carne, frango, mussarela, e calabresa com mussarela a R$ 15,00. O combo de quatro esfihas e uma Coca-Cola custa R$ 54,00.

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Vegetarianos e veganos também tem boas opções dentro do teto estipulado, e o Açougue Vegano terá coxinhas de jaca ou espinafre a R$ 13,00. No balcão da Incrível, a linha de alimentos “plant based” da Seara, encontram-se petiscos que imitam as proteínas animais, só que feitos de vegetais, caso do fish and chips com molho de wasabi (R$ 18,00) e do kibe com geleia de hortelã (R$ 16, cinco unidades).

Vale a lembrança, as bebidas são tabeladas na Cidade do Rock. Há refrigerantes como Coca-Cola, Fanta e Sprite (R$ 9,00, 350 ml); água mineral (R$ 6,00, 300 ml); Matte Leão (R$ 9,00, 300 ml); suco Del Valle (R$ 9,00, 300 ml), Red Bull (R$ 12, 250 ml; e o chope Heineken (R$ 15,00, 400 ml).

Vai um cafezinho? Então se prepare. A 3 Corações, patrocinadora do evento, venderá a R$ 10 um copo especial com refil de café grátis, em promoção válida nos sete dias de rock. Para ninguém pensar em dormir.

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Vindimas – Ciclo da Videira

Imagem de vindimas em Souselas (Coimbra-Portugal)

É chegada a hora tão esperada pelos produtores de uvas destinadas a produção vínica, a hora de vindimar suas frutas após um ano de imensos trabalhos percorrendo todo o ciclo da videira até a sua finalização. A escolha do dia de vindimar não depende de um fator só, mas de diversos parâmetros de avaliação nos bagos, condições meteorológicas, organização da logistica nas vinhas e nas adegas e no manejo de tudo que envolve esse momento.

Imagem pedagógica que mostra desde a floração até o cacho de uva formado e maturado.

O bago de uva tem em sua composição mais macro 3 partes e que apresentam propriedades bem distintas: a polpa, a semente ou grainha e a película ou pele.
A polpa é a maior parte do bago e nela estão a água, os açúcares, os azotos e a maioria dos ácidos. As sementes podem variar em quantidades, tamanhos e em morfologia conforme o tipo da casta, são ricas em taninos e em óleos. Na película concentram-se a “pruína”, e nela as leveduras tão essenciais para o processo de fermentação alcoólica, compostos corantes como as antocianas e compostos aromáticos também estão presentes na pele.

O produtor, o enólogo ou o winemaker avaliam o bago de forma sensorial na vinha e também coletam amostras para avaliação laboratorial, onde se verifica diversos parâmetros como níveis de açúcar, níveis de ácidos sobretudo o ácido málico e o ácido tartárico, compostos fenólicos e aromáticos para decidir a partir desses dados se a vinha já pode ser vindimada com relação ao vinho a que se pretende produzir, pois para nível de exemplo, para se produzir vinhos espumosos se deseja que o bago apresente mais ácidos, para produzir vinhos colheita tardia se deseja uma sobrematuração das uvas com níveis de açúcar maiores para se ter maior açúcar residual no vinho e para os vinhos tranquilos requerem equilíbrio de todos os parâmetros. Abaixo uma imagem com a representação esquemáticas de como se comportam os bagos desde a floração até a fase da vindima que dura em média 120 dias.

Imagem pedagógica exposta no WOW sobre a fase de maturação dos bagos de uva.

Iniciar a vindima e coletar cacho bem formados e sadios é uma grande satisfação e de uma certa forma recompensador à alma do produtor que trabalhou o ano inteiro para isso, podendo colher uma excelente matéria-prima para produzir vinhos com qualidade.
Como forma de uma atenção e alerta a algo que tenho visto com bastante preocupação é que muitos pequenos produtores de uva muitas vezes nem sabem bem o preço que irão conseguir receber com seus frutos entregues as cooperativas ou a outros grandes produtores, pois a cada ano os custos com todos os insumos vêm se elevando e não se elevam os preços proporcionalmente pelo que lhes pagam, causando na atualidade um desmotivação neste setor e consequentemente abandonos das vinhas e atividades.

Como todo setor produtivo e econômico há inúmeros desafios a serem transpassados e tenho certeza que o setor vitivinícola também está em constante transformação mediante a tantos cenários diferentes que vem acontecendo a nível global. Que a cada nova safra a esperança de dias melhores possa habitar no coração dos que lavoram a terra e tiram dela frutos maravilhosos.

Finalizo este artigo com o poema ” Vindima” da poetisa Clarinda Henriques. Desejo excelentes vindimas a todos os produtores e fantásticas provas aos amantes dos vinhos.

POEMA " VINDIMAS"

Andamos a fazer a vindima
Foi todo o dia a apanhar
Veio-me à cabeça um poema
Para as uvas homenagear

Viva a uva tão amarela
O sol lhe deu a aquela cor
Tão doce, pura e tão bela
Glorifica a paz e o amor

E a uva preta e morangueira
É da que mais eu vindimo
Tem um sabor bem á maneira
Ninguém tomba com o seu vinho

Fernão Pires é da natureza
Também tenho no meu quintal
É só para comermos à mesa 
Que aroma tão bom, é divinal 

Termino o que aqui versejei
Com uma grande tristeza
A abelha asiática comeu
Toda a uva de ir à mesa
Fonte:

Mundo dos Vinhos por Dayane Casal
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Menu Vipão: o que será servido no camarote premium do Rock in Rio

O buffet Capim Santo é o responsável pela gastronomia da área vip do Rock in Rio. No cardápio estarão as receitas leves de uma culinária tropical brasileira adotada por Morena Leite.

A chef, além de sua equipe tradicional, levará um grupo de 20 alunos da unidade carioca do Instituto Capim Santo – iniciativa que promove capacitação e formação de jovens em situação de vulnerabilidade. Essa turma do Instituto será mentorada por 10 formandos da Le Cordon Bleu e do curso de Gastronomia da Universidade Estácio de Sá. “A ideia é conectar e criar vínculos entre essas pessoas que vão começar a atuar no mercado”, afirma a chef.

No menu, crudo de banana da terra com tucupi doce, salada de melancia com queijo de cabra e hortelã, ceviche de peixe branco com coco fresco e palmito pupunha, penne ao molho de limão cravo. Merece destaque para a parceira feita com a Slow Bakery, que fornecerá focaccia com capim santo desenvolvida especialmente para a ocasião.

Para garantir a qualidade e o sabor, estão escaladas 80 pessoas, só na cozinha, que irão preparar cerca de 50 toneladas de comida para 7000 pessoas por dia.

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Os preços de tudo que terá para comer e beber no Rock in Rio

É básico: roqueiro vazio não para em pé. Para encarar as muitas horas seguidas de música e diversão, é preciso comer e beber (com responsabilidade na cerveja, para os maiores de idade). O Rock in Rio contará com diversos espaços de alimentação para agradar a públicos distintos, com novidades saborosas. Seguem sugestões e preços de algumas das marcas que estarão presentes na Cidade do Rock.

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Bob’s

A lanchonete criou diversos combos para duas ou três pessoas, como o que leva dois hambúrgueres duplos big rock (ou dois hambúrgueres duplos rock cheddar), mais dois chopes (R$ 74,00), com versão vegetariana no mesmo preço. Há outras opções como o combo de dois big rocks com dois red bulls (R$ 72,00), ou dois refrigerantes (R$ 68,00).

Hambúrgueres: vários combos foram criados para grupos no Rock in Rio//Reprodução

Domino’s

A marca terá pizzas brotinho de queijo ou pepperoni (R$ 40,00)

+ O que terá para comer e beber no espaço gourmet do Rock in Rio

HNT

A rede de frango frito vai levar ao festival o sanduba rock, com três filés crocantes, queijo e molho barbecue (R$ 30,00); e combos do sanduíche acompanhado de Red Bull (R$ 40,00), ou acompanhados de batata frita e refrigerante em lata (R$ 45,00). O baldinho rock tem cinco filés crocantes, batata frita e molho (R$ 40,00), e há opção vegetariana com dez empanados sabor frango, batata frita e molho (R$ 45,00).

HNT: rede de frango frito marca presença com baldes e sanduíches//Divulgação

Big Daddy’s

A grande loja terá opções como os espetinhos de carne ou frango (R$ 17,00); sanduíche de carne com queijo cheddar e barbecue (R$ 33,00); e combo de dois espetinhos com bebida (R$ 40,00).

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Seara: marca terá criação de Claude Troisgros com fatias de bacon//Divulgação

Seara

Como novidade, a marca estará apresentando os exclusivos bacon hits (R$ 20,00), um conjunto com sete fatias crocantes de bacon e diversas opções de molhos e coberturas à escolha do cliente. Há sugestões para lá de criativas como a do chef Claude Troisgros: molho de queijo gruyère, raspas de limão siciliano, chocolate ruby e lascas de queijo parmesão. O mexican sour é opção de cobertura com geleia de jalapeño, sour cream, e farofa de nachos.

Pipoca

A Pipoca do Cinemark estará presente em opções como a grande na manteiga (R$ 25,00) ou com chocolate (R$ 30,00), além do balde rock in rio (R$ 55,00), que pode vir com dois refrigerantes em lata (R$ 70,00).

Pipoca: balde especial do Cinemark promete fazer sucesso na festa da música//Reprodução

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Cheia de Graça

A marca especializada em pão com linguiça, polenta e açaí, oferece pedidas como o glorioso: linguiça na baguete e molho à base de bacon, maionese, mostarda e limão (R$ 29,00, ou R$ 30 com acréscimo de polenta).

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Cheia de Graça: casa traz linguiças dentro ou fora do pão, e polentas//Reprodução

Banana Food

Anunciando alimentação saudável, a loja tem itens como salada de carne ou frango desfiado com macarrão, alface, cenoura, alho-poró, mussarela, limão, crouton, bacon e molho da casa (R$ 29,00).

Açougue Vegano

O estabelecimento vai com sua famosa coxinha de jaca, ou espinafre (R$ 13,00), e sanduíches como o vegan melt (R$ 35,00), feito com hambúrguer de shitake, queijo cheddar de cenoura, e molho de cebola no shoyu.

Açougue Vegano: coxinhas de jaca e espinafre estarão à disposição para quem não come carne//Reprodução

Nasaj

A loja de comida árabe comparece com kebab de kafta, queijo, molho e alface (R$ 29,00), e esfihas de carne ou queijo (R$ 12,00).

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Vulcano

Famosa pelos sanduíches bem servidos, a marca vai com o vulcano muuu (R$ 30,00), de costela bovina desfiada na cerveja e mel, queijo meia cura maçaricado, geleia e crispy de cebola no pão de batata doce. As onion rings saem a R$ 20,00, ou R$ 10,00 no combo.

Vulcano: sanduíches gratinados com queijo estão no cardápio do rock/VXF/Reprodução

Kit Kat

A marca de chocolates tem espaço de 117 metros quadrados, em frente ao palco Sunset, onde fará ações diversas e venderá dois sabores criados com exclusividade para o Rock in Rio: Tequila Sunrise e Sex on the Beach. As barras de 11,6 gramas não possuem teor alcoólico e têm preço sugerido de R$ 3,20.

Snacks

O festival venderá snacks como batatas em saco Lays ou Ruffles (R$ 7,99), e balas Fini (R$ 5,79, ou três saquinhos por R$ 11,99).

Três Corações

O café oficial da Cidade do Rock terá copos exclusivos com refil da bebida (R$ 10,00).

Bebidas

Na Cidade do Rock são tabeladas bebidas como refrigerantes Coca-Cola, Fanta e Sprite (R$ 9,00, 350 ml); água mineral (R$ 6,00, 300 ml); Matte Leão (R$ 9,00, 300 ml); suco Del Valle (R$ 9,00, 300 ml), Red Bull (R$ 12, 250 ml; e o chope Heineken (R$ 15,00, 400 ml).

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Comer & Beber – VEJA RIO