A Páscoa anda uma barra, no melhor dos sentidos. No rastro de doces vindos do Oriente Médio que viraram febre na internet, como a barra de chocolate recheada no estilo Dubai, que rendeu mais de 1,6 milhão de exibições no TikTtok, as confeitarias investem nos tabletes bem recheados.
No caso dos orientais, onde a Fix Dessert Chocolatier virou uma sensação a nível mundial com seus recheios, é notável a presença do pistache, que também está por todos os cantos nas confeitarias brasileiras, ao lado do Knafeh, sobremesa oriental feita com camadas finas de massa filo, aquela do tipo cabelinho de anjo, que empresta uma bela crocância aos recheios chocólatras.
No Café Cultura, é lançamento novo a barra de chocolate com recheio de pistache (R$ 32,00), inspirada no chocolate de Dubai que viralizou. Ela é feita com chocolate meio amargo, reheio de pistache e massa filo. @cafecultura
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Café Cultura: pistache e massa filo com inspiração em Dubai./Divulgação
Biscoitos e oleaginosas também garantem aquele ‘croc’ na mordida, assim como os caramelos irresistíveis. A Dianna Bakery preparou sua barra de chocolate (R$ 39,00) com casquinha de chocolate meio amargo envolvendo um recheio de praliné de amendoim, caramelo salgado e ganache de chocolate meio amargo. @diannabakery
E a Gamô Confeitaria, por sua vez, tem barras como a Nuts (R$ 25,00), que combina chocolate meio amargo e um mix de nuts; e a Biscoff (R$ 30,00), preparada com chocolate branco assado e biscoito estilo belga Biscoff. @gamoconfeitaria
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A Brigaderia, marca do grupo Cacau Show, capricha na coleção de Páscoa com barras como as recheadas com creme de frutas vermelhas (R$ 72,90), ou caramelo e flor de sal (R$ 72,90). @brigaderiaoficial
Dom Casero: recheio de caramelo no envelope de carta./Divulgação
E a Dom Casero traz na Cartinha Feliz de Páscoa uma barra de chocolate ao leite com recheio de caramelo (R$ 39,90), numa embalagem em formato de envelope de carta. @domcasero
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Enquanto o mundo negocia um acordo entre os dos países, a paz entre Rússia e Ucrânia foi selada em Ipanema. Famosa pelo bolo russo, que conquistou o título de melhor bolo no VEJA RIO COMER & BEBER 2024, a confeitaria O Medovik agora traz um bolo ucraniano para os cariocas conhecerem.
O Kiev, receita que combina camadas crocantes de merengue com nozes assadas e trituradas, intercaladas com creme charlotte amanteigado e aerado, enriquecido com conhaque e cacau, faz tanto sucesso que até mesmo os russos continuam se rendendo a ele. “Um amigo acabou de voltar da Rússia e disse que é quase impossível passar por uma confeitaria sem ver alguém se deliciando com ele”, comenta a sócia-fundadora Raissa Copola.
A origem do bolo tem diferentes versões, mas há um consenso: ele se tornou uma espécie de moeda valiosa. Devido a sua generosa quantidade de creme à base de manteiga e oleaginosas nos discos de merengue, o bolo remetia a um símbolo de prosperidade socialista da antiga URSS no qual Rússia e Ucrânia faziam parte.
Para experimentar essa iguaria que une ucranianos e russos os cariocas podem passar na loja em Ipanema – Rua Visconde de Pirajá, 156, sobreloja 203. O valor da fatia é R$ 30 e o bolo inteiro, sob encomenda, sai por R$ 330.
A região do Douro, em Portugal, é uma das mais fascinantes entre todas aquelas que produzem vinho no mundo. Foi a primeira a receber uma demarcação, em 1756, relacionada à qualidade do cobiçado vinho do Porto, estilo fortificado que só pode ser feito ali, às margens do rio Douro. Tem uma imensa diversidade de castas autóctones, variedades que se desenvolveram ali e raramente são encontradas em outros lugares do mundo. E é lá, também, que estão alguns dos vinhedos mais antigos do planeta. Nas palavras de quatro dos principais produtores, é uma região que tem o “luxo do tempo”.
Tomás Roquette, da Quinta do Crasto, Francisco Olazabal, da Quinta do Vale Meão, José Teles, da Niepoort, e João Álvares Ribeiro, da Quinta do Vallado, estiveram no Brasil nesta semana para mostrar como o Douro é capaz de produzir não apenas grandes vinhos, mas principalmente vinhos longevos.
Juntos, os quatro formam os Douro Boys, grupo formado em 2003 com o objetivo de fomentar a produção de vinhos de mesa tintos e brancos secos. Hoje, com tantos vinhos do Douro disponíveis nas prateleiras dos mercados e adegas, não parece uma façanha tão grande. Mas durante séculos a região foi conhecida pelo vinho do Porto, estilo fortificado e doce. Mais do que isso, queriam transformar a região do Douro em referência internacional.
Os Douro Boys, grupo de produtores que passaram a divulgar o Douro para o mundo-/Divulgação
Em Portugal, passaram a produzir grandes vinhos, sempre feitos com castas autóctones. O vinho que leva o nome da Quinta do Vale Meão, por exemplo, é feito no vinhedo original em que era produzido o hoje lendário Barca Velha. A Quinta do Crasto produz os espetaculares Vinha da Ponte (feito a partir de um vinhedo muito antigo de apenas 2 hectares) e o Maria Teresa (feito em um vinhedo muito antigo, mas bem maior, uma verdadeira raridade). A Quinta do Vallado faz o Reserva Field Blend, uma surpreendente mescla de variedades locais. Segundo João Alvares Ribeiro, a vinha é um terroir próprio, dada suas características únicas. E a Niepoort produz o ícone Batuta, outro field blend (ou seja, uma mistura de castas do próprio vinhedo) de grande elegância e complexidade.
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Passaram também a viajar o mundo levando seus vinhos na bagagem. Foram para Alemanha, Suíça, Polônia, Angola, Estados Unidos, China, Japão e outros destinos. O trabalho deu resultados. Individualmente, as vinícolas envolvidas expandiram seus negócios. De acordo com um relatório interno, cada produtor tem de duas a sete vezes mais mercados do que tinha em 2002. Também ajudaram a reforçar o potencial do Douro como uma das grandes regiões vitivinícolas do país.
Os Douro Boys já estiveram aqui antes, em 2011 e depois em 2012, todos juntos, como parte dessa turnê de divulgação do vinho duriense. Depois, voltaram apenas individualmente, para promover os lançamentos de suas próprias vinícolas. Fazia tempo que não se reuniam por aqui. Dessa vez, trouxeram na bagagem 26 vinhos, alguns bastante antigos. “Foi um pesadelo logístico, como podem imaginar”, disseram.
Apresentaram uma Masterclass chamada “Luxury of Time“, ou seja, “luxo do tempo”. O objetivo era mostrar tanto vinhos jovens, como os quatro rótulos frescos, de 2023, que reforçam a capacidade do Douro de produzir grandes brancos, quanto vinhos mais velhos. A Quinta do Vallado, por exemplo, trouxe um Vallado Tinto, vinho de entrada, vendido por aqui abaixo dos R$ 200, da safra 2010. Sem passagem por barrica, mostrou muita vivacidade, apesar dos sinais de evolução. Outros, como o Maria Teresa, ícone do Crasto, da safra 2019 ainda estão muito jovens, mas mostravam enorme potencial.
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Trouxeram também algumas garrafas de vinho do Porto, já que todos produzem grandes rótulos dentro do estilo. É surpreendente ver como são longevos e mantém vivacidade e potência após tantos anos. Um vinho da safra de 1987, por exemplo, ou um Tawny 50 anos (cujo blend, de acordo com a legislação, precisa ter, na média, 50 anos) mostram enorme complexidade.
Além dos trabalhos individuais de cada vinícola, os quatro produzem rótulos exclusivos Douro Boys, em tiragens extremamente limitadas. Cada enólogo seleciona alguns de seus melhores vinhos e o blend é feito em conjunto. As garrafas são leiloadas e tornam-se itens de colecionador.
Nesta quinta-feira, 27, o quarteto está no Rio de Janeiro para apresentar a mesma Masterclass.
Tartare de atum com creme de burrataBruno Calixto/DivulgaçãoRisoto de abóbora com queijo de cabra, rúcula e semente de girassolBruno Calixto/Divulgação
Bife Wellington com salada verde e risotoBruno Calixto/DivulgaçãoSalada NiçoiseBruno Calixto/DivulgaçãoSalmão curadoBruno Calixto/Divulgação
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Dezoito anos passam voando, ainda mais dentro da cozinha, onde tudo parece andar a passos galopantes, num ritmo acelerado. Há 18 anos, quando o Brasil passou a ouvir dizer da chef carioca Roberta Ciasca e o Leblon já dava os primeiro sinais de polo cultural e gastronômico, Manoela Zappa dava as primeiras pitadas do que viria a ser um marco na história da culinária brasileira: a criação do prosa na cozinha, nome sugerido pela irmã, minha colega de boas mesas e amiga jornalista Carol Zappa. “A intenção era transformar a cozinha em algo maior, no sentido de ser um espaço que agregue todos, em qualquer assunto possível”, conta Manu, que responde a cinco perguntas da coluna sobre o aniversário da marca.
Que tal antes do Prosa?
Fui morar em Londres e trabalhei por dois anos na cozinha do Hilton. Quando voltei, fui pra São Paulo, e minhas amigas começaram a pedir umas dicas e umas aulas. As meninas do Rio ficaram com ciúmes; então comecei a ficar na ponte aérea. Morava 15 dias em SP e 15 no Rio, onde dava aulas na casa da minha mãe, que ficava sem jantar, esperando o que sobraria das aulas (risos).
Que tal já com o Prosa?
Dava aulas na minha casa em SP e, no Rio, na casa da minha mãe. No início, eram recém-casadas que queriam aprender a fazer uma receita ou outra. Com o passar do tempo e com a gastronomia cada vez mais em alta, mais e mais gente foi chegando, até que tive que alugar um espaço só pra gente. Com isso, eu já não conseguia mais fazer aulas todos os dias e comecei a convidar os chefs amigos, e o Prosa passou a ser uma vitrine para novos talentos e também para quem já tinha seu nome feito no mercado.
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Em que o Prosa te situou como chef?
A ideia do nome foi da minha irmã, Carol Zappa, também para associar a cozinha a outras formas menos óbvias de entretenimento, já que partimos da premissa de que gastronomia é cultura. O Prosa me reafirmou que a cozinha pode e deve ser um lugar para todos, e que cozinhar não é um bicho de sete cabeças. Um dos nossos maiores trunfos é desmistificar a culinária. Estar na cozinha passa a ser prazeroso e enriquecedor, onde a família ou o casal se reúne. Isso, por si só, é um momento de prazer e afeto.
Qual salto de 18 anos para cá?
Começamos apenas com aulas, e hoje o Prosa é um hub gastronômico. A gente faz eventos, jantares, feiras, encontros, viagens, ações em barco, shows, encontros, buffets e tudo o que possa ser feito através do eixo central da gastronomia.
Que tal a maioridade? Qual o sabor dos 18 aninhos?
Todos os principais chefs, restaurantes e produtores do Rio de Janeiro já passaram pelo Prosa. Além disso, importantes produtores de vinhos naturais do mundo estão sempre por aqui, para degustações, aulas ou jantares harmonizados.
Depois da abertura, em 2024, da cervejaria Vírus, instalada no casarão de número 55, o projeto da Rua da Cerveja se fortalece com mais duas inaugurações. A Rua da Carioca recebe nesta semana a Martelo Pagão e a Piedade, nos números 74 e 76, que começam a funcionar na quinta (27), em evento aberto a partir das 18h.
A Martelo Pagão se destaca pela produção de hidromel, além das cervejas, e tem petiscos típicos de botequim como pastéis e coxinhas. A cervejaria Piedade tem defumados de fabricação própria e 17 torneiras para cervejas. Haverá DJs e dose dupla de chope pilsen na casa, até as 19h, durante a inauguração.
O projeto Rua da Cerveja é parte da Reviver Centro, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, que prevê subsídios e apoio ao comércio. Os novos inquilinos receberão até R$ 200 mil, além de subsídio de R$ 75,00 por metro quadrado, até o limite de R$ 15 mil, ao longo de 30 meses, prorrogáveis por mais 18.
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“Vinhos são eternos”, ouvi de um professor antes de uma degustação emblemática. Será que eles são tão eternos quanto os diamantes do famoso filme do James Bond? Uma vez aprovada pelos paladares mais exigentes, a bebida resistiria ao tempo, feito um imutável monolito etílico? Os vinhos que recebiam 100 pontos do ilustríssimo crítico americano Robert Parker nos anos 1990 receberiam a mesma pontuação hoje?
Tenho minhas dúvidas e o movimento de alguns produtores reforçam essa suspeita. São vinicultores que acreditam que o sucesso do passado não garante a medalha de ouro da permanência do produto no topo das preferências. É uma turma que, em nome da busca incessante pela atualidade, não tem medo de renovar algo considerado extremamente bom, quase perfeito. São produtores corajosos que levam a sério a máxima cunhada pelo escritor italiano Giuseppe di Lampedusa (1896-1957), segundo a qual “para seguir fazendo o mesmo, tudo precisa mudar”.
Um exemplo de quem aceitou de renovar para dar conta do desfio de melhorar ainda mais o que já é ótimo é o da centenária vinícola espanhola Marquês de Murrieta. Nessa incansável busca pela excelência, os responsáveis por ela simplesmente tiraram do mercado uma das joias da coroa da empresa, o Gran Vino Pazo Barrantes, 100% Albariño, deixando cerca de 100 países órfãos.
Essa autêntica revolução começou com um freio no volume da produção do vinho. Depois disso, mudaram a garrafa, atualizaram estudos sobre o solo e o resultado foi a safra 2019, que tive a oportunidade de provar recentemente em degustação na Casa La Pastina, em São Paulo. Deu para atestar no paladar que o esforço foi bem-sucedido. O Gran Vino Pazo Barrantes 2019 mostrou-se um branco fresco, complexo e com um preenchimento de boca inigualável.
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OS SEGREDOS DE RIOJA
Nessa busca por atualidade, o parisiense Artur de Lencquesaing teve um papel fundamental. O francês faz parte da oitava geração de produtores de vinho em Bordeaux, proprietários do Château Pichon Longueville Comtesse de Lalande. Lencquesaing saiu de casa para estudar finanças em Hong Kong, teve um wine club em Xangai e trabalhou por oito anos no grupo Louis Vuitton Moët Hennessy (LVMH), responsável por algumas das marcas mais caras de desejadas de vinho do mundo.
Muito antes de se ligar profissionalmente à Murrieta, o que ocorreu em 2019, o profissional já tinha uma curiosa história pessoal relacionada a essa vinícola. Certa vez, quando quis impressionar a sogra, deixou de lado a opção francesa mais óbvia. No caso, seria um Château Pinchon, o rótulo que, segundo uma outra máxima do mundo dos vinhos, é o ideal para pedir a esposa em casamento ou fechar um grande negócio. Contrariando o senso comum, Lencquesaing levou para a ocasião um Marquês de Murrieta. Com o quarto filho prestes a nascer, ele hoje dirige a empresa responsável pelo surgimento de uma das regiões vinícolas mais importantes e peculiares do mundo.
O diretor da vinícola, o parisiense Artur de LencquesaingDivulgação/VEJA
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A trajetória da vinícola Marquês de Murrieta se confunde com a história de Rioja, região norte da Espanha, responsável por vinhos que por vezes seguidas são eleitos os melhores do mundo pela prestigiada publicação norte-americana Wine Spectator e que recebem 100 pontos de críticos como James Suckling e Robert Parker. Rioja tem a Denominação de Origem mais antiga da Espanha, possui cerca de 600 vinícolas, 14.800 viticultores, em cerca de 5.000 quilômetros de terra e o maior parque de barricas do mundo.
Nesse terroir único marcado pelos climas Atlântico e Mediterrâneo, o peruano Luciano Francisco Ramón Murrieta fundou sua vinícola usando técnicas que levou de Bordeaux. O seu primeiro vinho, do lendário vinhedo Igay, foi produzido em 1852. Recebeu o título de nobreza do rei espanhol Amadeo de Sabóia e tornou-se marquês por ter estabelecido naquele país o conceito de “château”, que consiste em ter na mesma propriedade as vinhas e a vinícola. Descendentes do marquês conduziram a vinícola até 1983, até que a família Cebrián-Sagarriga assumiu o controle em 1983. Atualmente, Vicente Sagarriga, atual Conde de Creixell, e sua irmã Cristina, são responsáveis por uma incansável e perceptível busca pela perfeição.
Os vinhos da Murrieta já foram muito comparados aos de Bordeaux, quando queriam lhe atribuir qualidades, como no caso do Gran Reserva 2015, que é elaborado somente em safras excepcionais, 80% Tempranillo, 9% Graciano, 9% Mazuelo e 2% Garnacha, com envelhecimento de 27 meses em barricas de carvalho americano e mais 36 meses em garrafa. Com o passar dos anos, a percepção de delicadeza de seus blends como o Marqués de Murrieta 2020 (um D.O.C Rioja, 82% Tempranillo, 8% Graciano, 7% Mazuelo, 3% Garnacha, com 21 meses de passagem em barricas de carvalho americano) fizeram com que passassem a ser comparados a Borgonha, região centro-leste da França, onde é produzido o lendário Romanée-Conti. “Hoje, temos a certeza e convicção que não há comparação, somos Rioja, temos um vinho que recebeu por 18 vezes 100 pontos, como Castillo Igay. A Espanha tem gastronomia e cultura únicos e inigualáveis, temos humildade, mas cada vez mais confiança na qualidade que nos posiciona entre os melhores do mundo”, contou-me Lencquesaing.
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O castelo da vinícola é um dos edifícios industriais mais antigos da Europa e tornou-se museu em 2019. Os vinhedos são centenários e os tintos só são colocados no mercado com média de 10 anos de envelhecimento, sempre produzidos em escala limitada. Tudo isso gera desejo e valor: o mais simples custa cerca de R$ 500 e aqui no Brasil o mais caro gira em torno de R$ 15.000, todos trazidos pela World Wine.
Como todo mercado de vinhos de alta gama, que tem os Estados Unidos como principal comprador, os responsáveis pela vinícola estão apreensivos agora com a ameaça do presidente americano Donald Trump em tarifar em 200% os rótulos europeus. A saída que já está sendo posta em prática é repartir ao máximo a distribuição. “Para diminuir a dependência dos Estado Unidos, passamos fazer abertura de novos pequenos mercados. Assim, caso a tarifa se confirme não seremos prejudicados”, explicou Lencquesaing. Hoje, 35% da produção da vinícola permanece na Espanha, o que é uma política deles, depois segue para os Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e Suíça, como principais compradores. Agora, Nepal, Marrocos e Turquia fazem parte da distribuição nos vinhos, somando 102 compradores da Murrieta pelo mundo.
Mais forte do que qualquer estratégia para não sofrer com a ressaca das políticas de Trump, há a confiança de que os investimentos feitos na vinícola para atualizar os produtos vão manter sempre em alta o interesse pelos rótulos da Murrieta. “Na hipótese de entrada em vigor das tarifas, sinto mais pelo intercâmbio cultural riquíssimo que certamente será interrompido”, disse Lencquesaing.
Afinal, os diamantes engarrafados da Murrieta seguem cada vez mais frescos e preciosos.
O vinho praticamente durante toda a sua história foi e é um produto econômico importante mundialmente, sobretudo para os países e regiões produtoras, fazendo parte de forma significativa da sua matriz econômica e sendo um relevante combustível social. Em visita in loco ao sítio arqueológico Areni-1-Cave na Armênia pude constatar com meus próprios olhos que naquele lugar há 6.100 anos já produziam vinho não só para o consumo e oferendas aos deuses, mas como produto econômico valioso para trocas comerciais, escrevi um outro artigo Especial Armênia que você pode ler posteriormente para entender melhor este relato histórico.
De modo geral as pessoas associam os profissionais envoltos do setor do vinho de forma muito simplista, mas quando destrinchamos todos que de forma direta ou indireta contribuem com a cadeia econômica do vinho, podemos estar falando de centenas de profissionais diferentes que atuam desde a instalação dos vinhedos, produção da uva e do vinho, sua distribuição e a sua comercialização até a chegada na taça do consumidor final, gerando valor econômico-social notório por muitas camadas da sociedade.
Implantação dos Vinhedos
Escolher o melhor local de implantação dos vinhedos, trabalhar a terra, escolher plantas e clones adequados, decidir qual o melhor sistema de condução da Vitis conforme a condição do terroir são algumas importantes atividades que os produtores de uva, os engenheiros agrônomos e técnicos em viticultura desenvolvem. Mas para terem os vinhedos de fato iniciando o seu ciclo vegetativo muitos outros profissionais passam por este estágio como as empresas e técnicos de máquinas agrícolas, profissionais que instalam as estruturas dos sistemas de condução da planta, empresas viveiristas produtoras de clones, mão de obra que atuam plantando cada videira, dentre muitos outros.
Produção da Uva
Após a compra das Vitis viníferas e essas estarem devidamente plantadas, inicia-se uma longa jornada de décadas de produção passando anualmente por todas as fases do ciclo da videira, onde essas plantas especiais requerem cuidados especializados em cada momento do ano. Os produtores, os enólogo e os agrônomos geralmente comandam os vastos trabalhos que envolvem produzir uvas com qualidade para a produção dos vinhos. Nesta parte, além dos que comandam, vários outros profissionais são acionados como empresas de insumos agrícolas, mão de obra laboral para fazer tratamentos, podas, cuidados na condução ou algum reparo nas vinhas quando se faz necessário. Na atualidade em muitos lados do mundo esta mão de obra está cada vez mais escassa, devido a uma série de outros complexos problemas sociais que não serão abordados neste artigo.
Produção do Vinho
Para se produzir vinho tem que haver instalações adequadas de uma estrutura de adega onde envolve desde a parte engenharia civil, arquitetura, mão de obra laboral para construção, compra de equipamentos, maquinarias e etc. Com a adega instalada inicia-se outras demandas além da própria presença do enólogo, dependendo do tamanho da produção, há muitas outras pessoas que trabalham produzindo o líquido em si como os operacionais, os técnicos em enologia, técnicos em laboratório, quem recepciona as uvas, técnicos de manutenção e técnicos especializados nos equipamentos que são acionados quando há algum problema. Indiretamente a produção do líquido, mas diretamente na produção dos produtos finais da empresa estão outras empresas prestadoras de serviço ou pessoas que trabalham no setor administrativo, de contabilidade, no de desenvolvimento de produto como embalagens dos mais variados tipos e estilos, etiquetas, materiais publicitários, rolhas, caixas e os operacionais envolvidos em toda esta parte da cadeia.
Com o produto acabado e pronto para seguir para o mercado, há de se buscar parceiros que possam efetuar a distribuição dos vinhos nos mais variados pontos. Para isso, uma das principais estratégias que o produtor ou adega tem é a de participar de Feiras Nacionais e Internacionais onde o foco seja B2B e se possa prospectar propensos distribuidores e importadores em novos mercados ao qual se deseja atingir e no volume que consiga abastecer sem ruptura de produto. Nesta parte da cadeia estão envoltos desde empresas de transportes dos mais variados tamanhos e meios de transportes. Empresas de distribuição que possam criar capilaridade aos mais variados pontos de distribuição e revenda. São muitos os setores e consequentemente muitos profissionais que participam da distribuição de vinhos como grandes superfícies, lojas especializadas, grandes redes de revenda, o canal tradicional HoReCa, dentre outros.
Comercialização
A comercialização do vinho é uma atividade histórica muito antiga, os fenícios que ficaram conhecidos na história com grandes mercantes pelas margens do Mediterrâneo, produziam e vendiam os vinhos mais caros da sua época, além do vinho ter superiores características qualitativas devido ao terroir onde eram produzidos, eles sabiam gerar valor aos seus luxuosos produtos. Os egípcios pagavam em ouro pelo vinho trazido pelos fenícios e esses eram os mais especiais destinados aos Faraós e Sacerdotes.
Dito isso, importante observarmos as características da venda dos vinhos e os seus mercados. A venda dos vinhos se inicia desde a porta da adega atingindo multi-camadas da cadeia até a mão do consumidor. Cada empresa ou produtor que produz vinho decide a melhor maneira que se adeque a comercialização dos seus produtos, isso pode variar muito conforme o tamanho da produção e até a localização onde se produz o vinho e as regras na legislação para esta troca comercial poder ocorrer com outros mercados. E para comercializar vinhos são inúmeros profissionais que estão envoltos neste processo, portando com as mais variadas formações que vão desde gestão em negócios, sommeliers a atendente e vendedores de lojas.
Este é um resumo bem sintético das camadas presentes na sociedade que o vinho atravessa gerando valor econômico e social. Há um verdadeiro exército muitas vezes que parecem ser negligenciados pela própria sociedade e pelo setor público quando não se percebe que o vinho não é só um alimento nutracêutico, histórico e social, ele é um motor econômico para muitas regiões do mundo.
Espero que você leitor tenha apreciado esta leitura e que possa lhe gerar reflexão sobre a importância econômica desta bebida sagrada. Gostaria de conhecer o que você pensa sobre este assunto através dos comentários abaixo. Desejo boas provas e saúde !
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Floral, cítrico e borbulhante, o coquetel roselle (R$ 36,00) é sugestão no Meza Bar (Rua Capitão Salomão, 69, Botafogo) para acompanhar os petiscos da chef Andressa Cabral. A taça reúne gim, rosas, hibisco, limão-siciliano e água tônica.
Suru Bafo: seu gostoso tem morango e a bebida jurupingaRodrigo Azevedo/Divulgação
O Suru Bafo(Rua da Lapa, 128) segue assando carnes na brasa e servindo drinques refrescantes sob o comando de Igor Renovato e Raí Mendes. O seu gostoso vem com gim, xarope de morango, Jurupinga e tônica cítrica (R$ 27,00).
Eleninha: licor limoncello é outra tendência na área do spritzTomás Rangel/Divulgação
Seguindo a tendência consagrada no calor do verão carioca, o Eleninha(Rua Pacheco Leão, 780, Horto) aposta no limone spritz (R$ 42,00), feito com espumante brut, licor limoncello, limão-siciliano, mel e manjericão. Perfeito para um fim de tarde.
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P’Alma: melão laranja e tangerina no drinque refrescanteNubra Fasari/Divulgação
A mixologista Jessica Sanchez capricha na carta do P’Alma, bar da Casa Horto (Rua Pacheco Leão, 696, Horto), onde se encontra o sophia (R$ 42,00), que leva gim Oby, cordial de tangerina, melão laranja e limão-siciliano.
O Glorioso Sushi: a carta de highballs é destaque na casa./Divulgação
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É toda feita de drinques gasosos a carta autoral de O Glorioso Sushi (Rua Fernandes Guimarães, 53, Botafogo), onde o mixologista Jonas Aisengart sugere o suzukinha (R$ 28,00), com o destilado soju infusionado com wassabi e cajuína.
Caju Gastrobar: aposta em água tônica e gengibreBruno de Lima/Divulgação
Fruto proibido é o nome do verdejante coquetel do Caju Gastrobar(Praça Demétrio Ribeiro, 97, Copacabana), preparado com gim, xarope artesanal de gengibre, xarope de maçã verde, limão, água tônica e espuma de gengibre (R$ 35,00).
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Bar de Sto António: um highball com acento português./Divulgação
Casa portuguesa no Leblon, o Bar de Sto António(Rua Humberto de Campos, 827-B, Leblon) tem drinques como o highball do alexandre (R$ 36,00), com licor Beirão, uísque, limão-siciliano, angostura e ginger ale.
Jurema: o Guaraná Jesus chegou à coquetelaria./Divulgação
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O capivara de jesus (R$ 22,00) é opção no Jurema (Rua Moraes e Vale, 47, Lapa), inspirado no drinque capivara, sucesso na noite do Rio, e feito com Guaraná Jesus, cachaça e limão.
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A Casa Horto, complexo gastronômico do Jardim Botânico, está lançando a Confraria Casa Horto, capitaneada pela sommeliére Elaine de Oliveira. O encontro contará com cinco edições, que ocorrerão sempre nas últimas quartas do mês, na varanda do restaurante P´Alma.
“Acreditamos que o vinho requer boas companhias, comida e um ambiente especial, e é isso que a confraria da Casa Horto oferece. Selecionamos um menu harmonizado criado especialmente para a ocasião, para fazer cada taça brilhar ainda mais, em um clima leve, onde a conversa sobre vinho acontece naturalmente no meio de risadas e boas conversas. É um encontro para quem deseja ampliar o repertório, experimentar vinhos escolhidos com muito critério e, acima de tudo, aproveitar o momento”, diz Elaine de Oliveira.
A primeira edição será na quarta (26), às 19h30, com o tema ‘Chardonnay pelo mundo: uma uva, mil expressões’. Na ocasião, serão servidos o vinho italiano Franco Conterno Langhe Chardonnay D.O.C. 2022; o chileno Punti Ferrer Memórias Chardonnay Gran Reserva 2022; e o libanês Château St. Thomas Chardonnay 2020. Para fechar, o icônico francês Chablis Louis Jadot 2022.
Giro
A confeiteira Luísa Jungblut, vice-campeã do MasterChef e ex-chefe de confeitaria dos hotéis Emiliano, lançou uma coleção de Páscoa para se aplaudir de pé. Na sequência de produtos feitos com cacau fino, no esquema ‘bean to bar’, há tentações criativas com o ovo de milho tostado com chocolate branco caramelizado e flor de sal, feito com manteiga de cacau e baunilha da Bahia (R$ 85,00, 150 gramas). Pedidos pelo https://giro-chocolates.goomer.app. @giro.chocolates
Creamy: cor e sabor unidos pelo chef Itamar AraújoTomás Rangel/Divulgação
Creamy Patisserie
Na Creamy, sempre uma das mais gostosas e criativas pedidas da Páscoa, o ovo Arco-íris do chef Itamar Araújo encanta pelo visual e traz chocolate belga ao leite, brigadeiro cremoso e castanhas de caju caramelizadas (R$ 225,00, 300 gramas). Pedidos pelo WhatsApp: (21) 97504-0783. @creamypatisserie
Vulpes: biscoito sablée, caramelo e sal de Maldon na casca./Divulgação
Vulpes
Confeitaria de sucesso na Junta Local, a Vulpes está com uma coleção de Páscoa irresistível. Impossível ficar indiferente a ovos como o Sablée e caramelo: chocolate belga amargo 54%, caramelo com toque de sal Maldon e lascas de patê sablée, que vem com dois biscoitinhos (R$ 175,00, 340 gramas; R$ 88,00 a metade). Encomendas pelo WhatsApp: (21) 99818-2561. Ou no https://vulpes-doces.goomerapp. @vulpesdoces
Dengo: chocolate de alta qualidade para as crianças colorirem antes de comer./Divulgação
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Dengo
Repleta de combinações de frutas e ingredientes brasileiros no chocolate fino e crocante, caso da consagrada linha “quebra-quebra”, a Dengo tem no vasto catálogo uma opção divertida para as crianças, e estimuladora da criatividade. O Dengo de colorir é feito de chocolate ao leite com ovinhos coloridos, e acompanha um pincel para pintar o ovo com tinta comestível (R$ 129,90, 140 gramas). Outra boa opção é o Cacau pralinê com rochedos de castanhas, feito com chocolate ao leite com mais cacau e recheado com pralinê de castanha de caju, noz pecã caramelizada e flor de sal, com mais 100 gramas de crocantes de castanha de caju e noz pecã caramelizadas, cobertas com chocolate ao leite (R$359,90, 450 gramas). Loja de Ipanema na Rua Garcia D’Ávila, 102. Compras também pelo site www.dengo.com.br. @dengochocolates
Gamô: a pink lemonade virou ovo na confeitaria do FlamengoGabriel Diogo/Divulgação
Gamô
É vasta a coleção de delícias doces da Gamô Confeitaria, de Aline Carmel e Tainá Daumas. Pensando fora da caixa dos tradicionais, a coleção vai desde o Brasilidade (R$ 110,00), com ganache de baunilha do cerrado, gel de cupuaçu e castanha-do-Pará, ao Pink lemonade (R$ 135,00), que traz casca de chocolate branco recheada com creme de limão siciliano, geleia de frutas vermelhas e brigadeiro de baunilha. Rua Marquês de Abrantes, 168, loja 16, Flamengo. Tel.: (21) 98150-0560. Os pedidos podem ser feitos até o dia 16 de abril.
Matheus Santanna: a tendência dos biscoitos vem forte em 2025./Divulgação
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Matheus Santanna Patisserie
O chef confeiteiro Matheus Santanna leva a sua linha de Páscoa criações como o ovo Caramelo Lótus Specullos (R$ 159,90, 340 gramas), com casca feita com chocolate belga e pedaços de biscoito Lótus, recheada com creme caramelo de biscoito Lótus Specullos. As encomendas devem ser feitas pelo site: www.matheussantannapatisserie.com.br. Mais informações no WhatsApp: (21) 99858-3287.
Louzieh: capricho no visual com ‘pétalas’ de cocoRicardo Pereira/Divulgação
Louzieh Doces
A Louzieh capricha em sua linda loja em galeria de Ipanema. A Páscoa traz delícias criativas como o ovo de Brigadeiro com morango (R$ 159,90, 385 gramas), que leva brigadeiro branco, coulis de morango e suspiro. Já o Pétalas de coco (R$ 149,90, 385 gramas) tem casquinha de chocolate branco, recheio de coco queimado e tiras de coco. Rua Visconde de Pirajá, 444, Loja 119, Ipanema. Encomendas pelo telefone: (21) 99494-8667.
Chocolat du Jour: polvo e caranguejo em linha de luxo inspirada no fundo do mar./Divulgação
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Chocolat du Jour
Trazendo algumas obras de arte em formato de ovo, a marca que cultiva o próprio cacau em fazenda no sul da Bahia apresenta a coleção O Melhor Chocolate da Terra e do Mar, inspirada em seres marinhos e nos peixes, que também simbolizam a Páscoa. Há ovos que ganham formato de bichos em cores especiais, como o Caranguejo e o Polvo, exibidos na foto (R$ 990,00 cada um). Shopping Leblon. Av. Afrânio de Melo Franco, 290, loja 103. WhatsApp: (11) 3168-2720. Loja virtual em www.chocolatdujour.com.br.
Cordon Bleu: chocolate ao leite e frutas secasSamanta Toledo/Divulgação
Le Cordon Bleu
A internacionalmente prestigiada escola de culinária Le Cordon Bleu comemora 130 anos de existência em 2025, e a filial carioca tem o head chef Phillipe Brye à frente da produção de ovos variados, a exemplo do Rendado de chocolate ao leite, que exibe na casca uma profusão de frutas secas com damasco, amêndoas, pistache e cranberries (R$ 190,00, 440 gramas). Ele vem com cinco bombons, recheados de ganache de chocolate ao leite com praliné de amêndoas. Pedidos de reserva até 11/04 via whatsapp: (21) 99872-2502, ou no site https://lcbl.eu/pascoalcbrj2025. @lecordonbleubrasil
Dom Casero: ovo tem crocância de pistache e kataifi./Divulgação
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Dom Casero
A loja especializada em biscoito e outras gostosuras traz como novidade o Ovo de Dubai (R$ 289,90, 400 gramas), que combina o sabor do pistache com a crocância do kataifi, espécie de massa tipo cabelo de anjo, envolvidos em um chocolate. Loja do Rio Design Barra na Av. das Américas 7777, PISO 1, Q3, Barra da Tijuca. Compras também no site: https://www.domcasero.com.br. @domcasero
Mr. Cheney: cookies assados em formato de ovos com os sabores e coberturas da marca./Divulgação
Mr. Cheney
A rede nacional de franquias inventou o Ovo de cookie, que permite aos clientes escolherem o sabor do cookie, que é assado na hora em formato de ovo, e incrementado à escolha entre 11 opções de cobertura (bolacha Oreo, M&Ms, Barrinhas de Kit Kat Dark, entre outros). O produto tem 120 gramas e custa até R$ 30,50, e pode vir em sabores como Cookie double chocolate, Red velvet, Cookie avelã, Brownie cookie e outros, em uma embalagem especial. Loja do Rio Sul na Av. Lauro Sodré, 445, loja 401, parte D-44, Botafogo. @mrcheneyoficial
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