Posted on

Koral

A onda criativa das sobremesas que mudam toda semana à hora do almoço inclui lembranças de família, como o divertido bolo de banana com chocolate branco da avó do chef Pedro Coronha. “O chocolate escorria e criava uma casquinha no fundo”, lembra. Chef revelação de VEJA RIO COMER & BEBER 2021/2022, ele convocou Mariana Inocêncio, confeitaria e sua “cúmplice” na invenção de doçuras afetivas, para levar a ideia à mesa com sorvete de chocolate e calda de canela.

Para quem vendia aos 15 anos palha italiana na escola, ver clientes sorrindo no fim das refeições é uma volta ao sentimento cercado de memórias. Além das edições especiais, há quatro sobremesas fixas, lideradas por uma favorita — o ice cream sandwich, montado com tuile crocante de amêndoas, sorvete de chocolate branco assado e calda de cereja amarena, regado em crème anglaise (R$ 41,00).

Uma alternativa imperdível nos dois salões de belos quadros e decoração minimalista, onde a cozinha fornece pratos de pegada contemporânea, a tortinha quente de queijo cremoso e massa folhada vem com pedacinhos de goiaba dentro, servida com sorvete de queijo (salgadinho) sobre farelo de leite e goiabada (R$ 41,00). Deleite a toda prova.

Preços checados em outubro de 2024.

Fonte:

Comer & Beber – VEJA RIO
Posted on

Refettorio Gastromotiva

O ano de 2024 foi de transformação significativa para o Refettorio Gastromotiva, projeto social que virou modelo no mundo. O espaço da Lapa passou a funcionar com força total nas turbinas solidárias, abrindo todos os dias ao público com menus da entrada à sobremesa pensados por grandes chefs (R$ 45,00).

A renda é revertida à realização diária de jantares solidários para pessoas em situação de vulnerabilidade, que recebem os mesmos pratos, além do financiamento de ações de educação. “É a gastronomia social na prática, que usa o poder da comida para transformar vidas”, define David Hertz, fundador da Gastromotiva, ONG que trouxe o restaurante popular para o Brasil.

A cada almoço liderado pelos chefs Rodrigo Sardinha e Laís dos Anjos, a organização consegue atender até 72 comensais carentes, num total de 20 000 por ano, e 10 000 alunos já foram beneficiados pela formação nos setores de alimentos, bebidas e empreendedorismo. Pelo efervescente salão passaram convidados como Kátia Barbosa e o peruano Virgilio Matínez, do Central, eleito o melhor do mundo pelo The World’s 50 Best.

O prêmio extrapola a mesa e abarca uma das chagas que deve ser combatida com todo o vigor: a desigualdade social.

Preços checados em outubro de 2024.

Fonte:

Comer & Beber – VEJA RIO
Posted on

Quais Regiões Vinícolas Alemãs Devemos Explorar no País Alemanha?

Quais Regiões Vinícolas Alemãs Devemos Explorar no País Alemanha?

Explorar as regiões vinícolas alemãs é uma jornada fascinante, repleta de tradições centenárias e técnicas modernas que elevam o vinho a uma forma de arte. Mas quais regiões vinícolas alemãs devemos explorar no país Alemanha? Esse artigo mergulha nas nuances destes terroirs extraordinários, oferecendo uma análise rica e informativa para amantes do vinho de todos os níveis.

1. Rheingau: O Berço dos Rieslings

Situada ao longo do Rio Reno, a região de Rheingau é conhecida pela sua produção excepcional de Rieslings. Esse terroir único oferece condições perfeitas para o cultivo de uvas que resultam em vinhos aromáticos e bem estruturados, com a acidez equilibrada que é a marca registrada dos Rieslings alemães.

A visita a Rheingau é uma experiência que desperta todos os sentidos. Não deixe de explorar os vinhedos na época da colheita para entender a paixão que move os produtores locais.

2. Mosela: O Encanto dos Vinhedos em Declive

A região de Mosela surpreende com seus vinhedos em íngremes encostas que se estendem ao longo do rio Mosela. Esta disposição única contribui para vinhos que são famosos por sua mineralidade e finesse. A complexidade olfativa dos vinhos produzidos aqui é realçada por notas de pêssego e maçã verde.

Os vinhedos de Mosela mergulham os visitantes em paisagens de tirar o fôlego, onde cada gole de vinho é uma ode à geografia espetacular.

3. Palatinado: A Terra da Diversidade Vinícola

Palatinado, ou Pfalz, como é conhecido localmente, apresenta uma diversidade memorável de variedades de uvas, desde o Müller-Thurgau até o Spätburgunder (Pinot Noir). Este mosaico de vinhos oferece desde os brancos frescos e aromáticos até os tintos robustos, capturando o espírito versátil da vinicultura alemã.

Experimente os vinhos de Palatinado ao visitar suas tradicionais feiras de vinho, onde a celebração é tanta quanto a diversidade de sabores.

Deliciar-se com o que as regiões vinícolas alemãs têm a oferecer vai além de apreciar bons vinhos — é mergulhar em uma cultura rica e vibrante que aguça cada sentido. Quais regiões vinícolas alemãs devemos explorar no país Alemanha? A resposta reside nas experiências singulares que cada região entrega. Explore, descubra e saboreie! Aproveite para deixar seus comentários sobre experiências vinícolas inesquecíveis que já vivenciou.

Perguntas Frequentes

Qual é a melhor época para visitar as regiões vinícolas na Alemanha?

A melhor época é durante a primavera e o final do verão, quando os vinhedos estão em sua plenitude e muitas vinícolas abrem suas portas para degustações e visitas guiadas.

Por que o Riesling de Rheingau é tão especial?

A especialidade do Riesling de Rheingau vem da combinação de solos pedregosos e clima frio, que prolonga o tempo de amadurecimento das uvas, resultando em vinhos vibrantes com acidez equilibrada.

Quais são as principais características dos vinhos de Mosela?

Os vinhos de Mosela são conhecidos por sua mineralidade e frescor, com aromas frutados de pêssego e maçã verde, além de uma delicada doçura residual.

Quais experiências culturais são imperdíveis nas regiões vinícolas alemãs?

Participar das festas de vinho locais, visitar as pequenas e charmosas cidades nas regiões vinícolas e explorar castelos históricos são algumas das experiências culturais que complementam a degustação de vinhos.

Fonte:

Tudo Sobre Vinho
Posted on

Quais são as Regiões Vinícolas Imperdíveis na Alemanha?

Quais são as Regiões Vinícolas Imperdíveis na Alemanha?

O universo do vinho é vasto e fascinante, com cada região oferecendo características únicas que refletem não apenas a geografia, mas também as tradições culturais e históricas locais. A Alemanha, muitas vezes subestimada nesse contexto, é um país que abriga algumas das regiões vinícolas mais intrigantes e variadas do mundo. Mas, quais são as Regiões Vinícolas Imperdíveis na Alemanha? Este artigo o guiará por um passeio detalhado e envolvente pelas famosas paisagens vinícolas alemãs.

Rheingau: A Joia do Vinho Alemão

Rheingau é um dos nomes mais reverenciados no mundo do vinho alemão. Situada ao longo das margens do Rio Reno, a região é famosa principalmente por seus Rieslings elegantes e equilibrados, que são considerados alguns dos melhores do mundo. O terroir único, composto por solo de ardósia e clima moderado, permite que as uvas desenvolvam acidez vivaz e aromas frutados complexos.

Rheingau não só oferece vinhos excepcionais, mas é também um destino cultural riquíssimo, com referências históricas e uma impressionante arquitetura medieval.

Mosel: O Encanto dos Vale dos Castelos

A região do Mosel é reconhecida mundialmente por suas íngremes encostas cobertas de vinhedos que se estendem ao longo do sinuoso rio Mosela. Aqui, mais uma vez, o Riesling reina supremo, produzindo vinhos leves e delicados, com uma mineralidade acentuada. A complexidade aromática e a longevidade destes vinhos são características que seduzem os enófilos globais.

Explorar Mosel significa se imergir em uma paisagem pitoresca onde o vinho, a história e a cultura se encontram harmoniosamente.

Franconia: O Berço do Silvaner

Franconia, localizada no coração da Alemanha, é uma região distinta que se destaca pelo uso do Silvaner. Os vinhos de Franconia são notáveis por sua textura cremosa e perfil aromático sutil, frequentemente complementados pelo uso das tradicionais garrafas ‘Bocksbeutel’. Esta área vinícola atrai não só pela qualidade de seus vinhos, mas também pelo charme de suas aldeias medievais.

Uma viagem a Franconia oferece ao visitante uma experiência inesquecível entre degustações de vinhos sublimes e cenas bucólicas.

Explorar as regiões vinícolas da Alemanha é, sem dúvida, uma aventura tanto sensorial quanto cultural. Dos Rieslings de renome mundial em Rheingau e Mosel aos expressivos Silvaner de Franconia, cada gole conta uma história rica em tradição e paixão. Se você ainda não teve a oportunidade de descobrir essas maravilhas vinícolas, agora é o momento perfeito para planejar sua visita e experimentar o que estas regiões têm a oferecer. Para mais informações e dicas de viagens, não deixe de assinar nosso boletim informativo.

Perguntas Frequentes

Quais tipos de uvas são mais comuns na Alemanha?

A Alemanha é mundialmente conhecida por seu Riesling, mas também cultiva Silvaner, Müller-Thurgau e Pinot Noir (conhecido localmente como Spätburgunder), entre outros.

Qual é o melhor período do ano para visitar as regiões vinícolas da Alemanha?

Os meses de setembro a novembro são ideais para visitar, pois coincidem com a colheita das uvas e várias festividades relacionadas ao vinho.

Mosel e Rheingau produzem apenas Riesling?

Embora Riesling seja a uva mais popular em Mosel e Rheingau, essas regiões também produzem outros vinhos maravilhosos, incluindo Pinot Blanc, Pinot Gris e alguns tintos.

Fonte:

Tudo Sobre Vinho
Posted on

Quais São as Regiões Vinícolas Imperdíveis na Geórgia?

Quais São as Regiões Vinícolas Imperdíveis na Geórgia?

Quando se pensa em vinho, muitas vezes se lembra da França, Itália, ou até mesmo da Califórnia. No entanto, um pequeno país do Cáucaso, a Geórgia, tem deixado uma marca indelével no cenário vinícola global. Descubra quais são as regiões vinícolas imperdíveis na Geórgia e mergulhe em um mundo de tradições antigas, sabores únicos e vinhos extraordinários.

A Importância Histórica da Viticultura na Geórgia

A Geórgia é amplamente considerada como uma das cradle da viticultura, onde a produção de vinho remonta a mais de 8.000 anos. Esta rica história conferiu à Geórgia não apenas uma profundidade cultural, mas também um entendimento intrínseco sobre a arte de fazer vinho, passado de geração em geração.

A autenticidade e tradição fazem da Geórgia uma verdadeira joia para os amantes do vinho em busca de autenticidade.

Kakheti: O Coração da Produção Vinícola Georgiana

Kakheti é, sem dúvida, a região vinícola mais famosa da Geórgia, responsável por mais de 70% da produção total de vinho do país. Situada no leste da Geórgia, esta região oferece um clima ideal para o cultivo de uvas. A técnica de fermentação em qvevri, ânforas de barro enterradas, é uma prática tradicional que confere aos vinhos de Kakheti seus sabores peculiares e complexos.

Racha-Lechkhumi: Vinhos de Montanha e Aromas Inconfundíveis

Localizada nas pitorescas montanhas do noroeste, a região de Racha-Lechkhumi é conhecida por seus vinhos doces e perfumados, como o Khvanchkara, que encanta os sentidos com notas de frutas vermelhas, mel e especiarias.

Imersão Cultural e Enoturismo na Geórgia

Além dos vinhos excepcionais, a Geórgia oferece uma rica experiência cultural e de enoturismo. Desde o envolvente festival Rtveli, que celebra a colheita, até passeios pelas pitorescas vinícolas familiares, os visitantes são convidados a se conectar com as tradições locais e a hospitalidade calorosa dos georgianos.

Ao explorar quais são as regiões vinícolas imperdíveis na Geórgia, embarca-se em uma jornada através do tempo e sabor, onde a tradição se encontra com a inovação. Experimente o charme e a autenticidade dos vinhos georgianos e compartilhe essa aventura com outros apaixonados pelo vinho.

Perguntas Frequentes

Qual é a técnica tradicional de vinificação usada na Geórgia?

A técnica tradicional usada na Geórgia é a fermentação em qvevri, que são ânforas de barro enterradas utilizadas desde a antiguidade.

Quais são os tipos de vinhos famosos de Kakheti?

Kakheti é conhecida por seus vinhos tintos robustos e vinhos brancos complexos, frequentemente produzidos com a técnica tradicional de qvevri.

O que torna Racha-Lechkhumi especial como região vinícola?

Racha-Lechkhumi é especial por sua localização nas montanhas e por produzir vinhos doces e aromáticos como o famoso Khvanchkara.

Como os turistas podem se envolver na cultura vinícola da Geórgia?

Os turistas podem participar do Rtveli, o festival da colheita, e explorar vinícolas familiares para uma experiência imersiva no enoturismo georgiano.

Fonte:

Tudo Sobre Vinho
Posted on

Quais Regiões Vinícolas Explorar na Fascinante Croácia?

Quais Regiões Vinícolas Explorar na Fascinante Croácia?

A Croácia é um destino vinícola emergente, ainda desconhecido por muitos, mas repleto de potencial e charme. Neste artigo, vamos explorar ‘Quais Regiões Vinícolas Explorar na Fascinante Croácia?’, revelando terroirs únicos, tradições antigas e a rica tapeçaria cultural que faz desse país um paraíso para os amantes do vinho.

Descobrindo a História Vinícola da Croácia

A Croácia possui uma história vinícola que remonta a tempos antigos, com raízes nas tradições gregas e romanas. Ao explorar ‘Quais Regiões Vinícolas Explorar na Fascinante Croácia?’, é vital entender como essa herança histórica molda os vinhos croatas. A diversidade climática e as condições geográficas do país proporcionam uma variedade rica de estilos vinícolas, desde brancos frescos e frutados até tintos robustos e complexos.

A história do vinho na Croácia é um testemunho de sua capacidade de resiliência e inovação ao longo dos séculos.

As Principais Regiões Vinícolas da Croácia

Explorar ‘Quais Regiões Vinícolas Explorar na Fascinante Croácia?’ é uma jornada que nos leva através de quatro regiões principais: Istria, Dalmácia, Eslavônia e as Ilhas Croatas. Cada uma oferece vinhos com características distintas e personalidades marcantes.

Istria é conhecida por seus Malvazija brancos, enquanto Dalmácia brilha com o Plavac Mali, um parente próximo do Zinfandel.

Entendendo o Terroir Croata

O terroir da Croácia é extremamente diversificado, abrangendo desde solos vulcânicos até calcários e arenosos. Essa diversidade permite o cultivo de uma infinidade de variedades de uva, contribuindo para a complexidade e singularidade de seus vinhos.

A influência dos ventos do Adriático e a exposição solar intensa são fatores cruciais que definem o perfil dos vinhos croatas.

Cultura e Tradição no Mundo Vinícola Croata

Cada garrafa de vinho croata conta uma história. De festas tradicionais que celebram a colheita da uva a processos artesanais de vinificação transmitidos de geração em geração, o vinho é um elemento central na vida cultural e social da Croácia.

Os festivais de vinho em torno das vilas costeiras oferecem uma experiência imersiva na cultura vibrante e acolhedora da Croácia.

Experiência Sensorial: O Que Esperar dos Vinhos Croatas

Os vinhos croatas são conhecidos por seus sabores potentes e aromas complexos. O Malvazija oferece notas de pera e avelã, enquanto o Plavac Mali pode apresentar nuances de frutas escuras e especiarias. Os vinhos mostram equilíbrio harmônico entre acidez e taninos, proporcionando uma degustação memorável.

Experimente o vinho croata com um prato tradicional, como Peka, para uma combinação perfeita de sabores.

A Croácia está emergindo no cenário mundial do vinho, oferecendo experiências únicas e encantadoras. Ao responder à questão ‘Quais Regiões Vinícolas Explorar na Fascinante Croácia?’, esperamos ter despertado em você a curiosidade e a vontade de se aprofundar ainda mais nesse espetacular mundo vinícola. Visite uma adega local, e descubra por si mesmo o tesouro escondido que é o vinho croata. Prost!

Perguntas Frequentes

Qual é a melhor época para visitar as regiões vinícolas da Croácia?

A melhor época para visitar é entre os meses de maio e setembro, quando o clima é agradável e muitos eventos vinícolas ocorrem.

Quais são as variedades de uva mais populares na Croácia?

As mais populares são Plavac Mali, Graševina, Malvazija e Teran, cada uma refletindo o caráter de suas respectivas regiões.

Os vinhos croatas estão disponíveis internacionalmente?

Sim, embora ainda sejam considerados nichos, os vinhos croatas estão ganhando espaço em mercados internacionais, especialmente nos Estados Unidos e na Europa Ocidental.

Quais pratos tradicionais harmonizam bem com vinhos croatas?

Pratos como Peka e frutos do mar são excelentes para emparelhar com os vinhos brancos e tintos do país.

Fonte:

Tudo Sobre Vinho
Posted on

Quais Regiões Vinícolas Vale Conhecer no País Macedônia?

Quais Regiões Vinícolas Vale Conhecer no País Macedônia?

A Macedônia, embora muitas vezes ofuscada por outras regiões vinícolas europeias, esconde jóias enológicas fascinantes que merecem sua atenção. Neste artigo, exploraremos quais regiões vinícolas vale conhecer no país Macedônia, revelando a riqueza de sua tradição cultural, diversidade de terroirs e uvas autóctones que dão origem a vinhos de caráter singular.

Explorando a História Vinícola da Macedônia

A história do vinho na Macedônia remonta a milhares de anos, com evidências de produção de vinho na época do Império Romano. A tradição vinícola está profundamente enraizada na cultura local, refletindo tanto nas variedades de uvas utilizadas quanto nas técnicas de vinificação.

A longa história vinícola da Macedônia é um testemunho de sua resiliência e adaptabilidade cultural.

Principais Regiões Vinícolas da Macedônia

Vamos aprofundar em quais regiões vinícolas vale conhecer no país Macedônia:

  • Valle do Vardar: Inquestionavelmente a região vinícola mais importante do país, que abrange 85% da produção de vinho. As condições climáticas únicas, combinadas com solos férteis, permitem a criação de vinhos tintos estruturados e brancos aromáticos.
  • Povardarie: Conhecida pela produção de vinhos tintos encorpados, especialmente a partir da variedade de uva Vranec, que é a estrela incontestável da região.
  • Vale de Pelagonia-Polog: Região em ascensão, com microclimas que favorecem a produção de vinhos singulares com excelente potencial de envelhecimento.

Características das Uvas e Estilos de Vinhos Macedônios

O terroir da Macedônia permite o cultivo de uma ampla variedade de uvas. Entre elas, a uva Vranec, fortemente associada à identidade vinícola do país, se destaca por seus ricos taninos e complexidade de sabores. Já as uvas brancas, como Rkatsiteli e Temjanika, oferecem vinhos frescos e aromáticos.

Experimentar um Vranec é como sentir a essência da Macedônia em cada gole.

Harmonizando Vinhos Macedônios com a Gastronomia Local

Os pratos tradicionais macedônios, como tavče gravče e ajvar, harmonizam perfeitamente com os vinhos tintos robustos da região, enquanto vinhos brancos frescos complementam pratos mais leves de frutos do mar do Lago Ohrid.

Explorar quais regiões vinícolas vale conhecer no país Macedônia é uma jornada de descoberta que captura a essência cultural e histórica deste país único. Encorajamos você a experimentar os sabores incomparáveis de seus vinhos e a vivenciar a hospitalidade genuína da Macedônia. Não perca a oportunidade de se aprofundar nesta experiência autêntica e inspiradora.

Perguntas Frequentes

Quais são as condições climáticas das regiões vinícolas da Macedônia?

As regiões vinícolas da Macedônia têm um clima mediterrâneo moderado, com verões quentes e secos e invernos frios e úmidos. Esse clima, aliado aos diferentes tipos de solos, contribui para a diversidade e qualidade dos vinhos locais.

Quais tipos de uvas são mais comuns na Macedônia?

As uvas tintas como Vranec e Kratosija são predominantemente cultivadas, enquanto entre as brancas, destacam-se Rkatsiteli e Smederevka, cada uma com suas características distintas que refletem o terroir único da Macedônia.

Como posso harmonizar vinhos macedônios com refeições?

Vinhos tintos encorpados como o Vranec harmonizam bem com carnes grelhadas e pratos ricos, enquanto vinhos brancos frescos são ideais com saladas, frutos do mar e pratos picantes locais.

A Macedônia possui eventos vinícolas que vale a pena visitar?

Sim, a Macedônia abriga vários festivais de vinho, como o Festival Vino-Skop em Skopje, onde visitantes podem degustar uma ampla gama de vinhos locais e conhecer produtores.

Fonte:

Tudo Sobre Vinho
Posted on

Leveduras

As máquinas por trás de um dos processos mais importantes na vinificação (transformação do mostro de uva em vinho) são as leveduras. Esses fabulosos seres vivos tão vitais para o mundo dos vinhos, são fungos, unicelulares, que giram em torno de 1 a 10 μm de tamanho, habitam de forma natural os solos, as películas das uvas aderidas a pruína, os utensílios utilizados no processo de fermentação e em todo o ambiente das adegas. São responsáveis pelo principal momento da vinificação, a fermentação alcoólica. Existem na atualidade inúmeros estudos específicos abordando diferentes espécies e suas melhores ações em determinados estilos de vinhos a que se deseja produzir. Neste artigo abordarei a história da sua descoberta, sua atuação na fermentação alcoólica, algumas espécies diferentes de leveduras usadas pelo setor do vinho, as variáveis que condicionam suas ações e citarei alguns estudos com resultados interessantes realizados com as leveduras.

A Importância Histórica de Louis Pasteur para o Mundo dos Vinhos

Este prestigioso cientista foi incansável em seus estudos sobre microorganismos e em 1864 foi contactado por vitivinicultores e produtores de cerveja para resolver um grave problema de perdas, pois as bebidas estavam azedando e causando enormes prejuízos. Os autores da obra A Deliciosa História da França, relatam que ele trabalhou até para o governo francês da época para investigar os problemas ao qual os vinhos nacionais estavam com má fama internacional, um dos principais produtos de exportações do momento. Portanto foi através de seus estudos que foi descoberto que as leveduras eram responsáveis pelo processo de fermentação do VINHO e da cerveja, e a partir daí ele propôs uma solução que foi o processo de pasteurização, com a finalidade de evitar contaminações nas bebidas e que estavam depreciando o produto. 

Crédito de Imagem : Institut Pasteur

No livro Science, Vine and Wine in Modern France (1996) aborda que Louis Pasteur “Estava interessado em tudo com relação a vinha e ao vinho: regiões, vinhedos, cultivos, variedade de uva, colheita, leveduras, fermentação, diferentes métodos de vinificação, engarrafamento, envelhecimento, preservação e provas. O tratamento as leveduras, fermentação, envelhecimento e conservação passaram a ser a base da enologia moderna.”

Atuação das Leveduras na Fermentação Alcoólica

Um dos processos mais importantes da vinificação é a fermentação alcoólica e neste momento as leveduras são verdadeiras protagonistas maestradas lógico pelos grandes enólogos e produtores de vinho. Neste momento o suco da uva “o mostro” sofre a ação das leveduras, atuando sobre o açúcar, transformando-o em álcool “etanol”, dióxido de carbono e aumento da temperatura “calor”. Neste fantástico processo bioquímico ocorrem uma série de decisões que os técnicos precisam tomar para obter o estilo de vinho que desejam produzir, pois a escolha das leveduras e o controle do processo de fermentação são cruciais para determinar as características finais do vinho, incluindo seu teor alcoólico, aroma e sabor.​​​​​​​​​​​​​​​​

Crédito de imagem: Dayane Casal

Variáveis que Condicionam as Suas Ações na Fermentação Alcoólica

Por se tratar de ser vivo em ação no processo da fermentação alcoólica, são várias as condicionantes para que ocorra esta etapa da melhor maneira possível, e assim o vinho siga os restantes dos processos de vinificação até a sua finalização. Fatores como temperatura, quantidade de oxigênio, de nutrientes, de SO2 e o pH do mostro são importantes para as atividades das leveduras durante esta etapa da produção vínica.

Sabe-se que de modo geral as leveduras são sensíveis a elevadas temperaturas chegando a ser letal quando se atinge 50º a 60ºC. As temperaturas consideradas excelentes são as que as leveduras completam uma geração num menor tempo, entre 31º a 33ºC. Mas avaliando por outros parâmetros pelos técnicos conforme os estilos de vinhos que se desejam produzir, este momento pode se estabelecer temperaturas diferentes, os brancos, os rosés e alguns tipos de tintos por exemplo são utilizadas temperaturas entre 15º e 18ºC, objetivando preservar os aromas mais frutados e florais. Já os tintos de modo geral são usadas as temperaturas mais próximas a 30ºC, com o foco em melhorar as condições de extração de cor “antocianas” e de taninos (Fonte : Livro O Vinho da Uva à Garrafa).

Já o oxigênio é também importante para as necessidades das leveduras, devido ele promover a quebra “síntese” de esteróis que tem atuação na permeabilidade da membrana celular das leveduras. Durante a repisa ou também a remontagem do mostro esta oxigenação necessária ocorre. O azoto amoniacal, aminoácidos e outros fatores como a presença de tiamina (Vit. B1) são importantes e atuam no processo (Fonte : Livro O Vinho da Uva à Garrafa).

Tipos de Leveduras

A espécie mais comum que atua na fermentação alcoólica é a Saccharomyces cerevisiae, devido ser mais resistentes ao etanol. Já a Saccharomyces bayanus é a mais resistente a baixas temperaturas “criotolerantes” e são mais utilizadas para a produção de espumantes. As leveduras Schizosaccharomyces veronae apresentam multiplicação por cissiparidade e atuam na degradação do ácido málico, produzindo o etanol, mas possuem uma certa dificuldade de implantação no meio. Há outras estirpes de leveduras que são as diretamente responsáveis por defeitos nos vinhos como as do gêneros Cândida, Pichia e Bretannomyces.

Alguns Estudos com Leveduras

Na atualidade muitos são os estudos realizados com diferentes estirpes de leveduras no processo de vinificação, objetivando conhecer mais detalhes destes microorganismos e com isso escolher qual usar para produção de determinados estilos de vinhos ou detalhes técnicos importantes durante o processo de fermentação. Fazendo uma pesquisa pude compilar algumas interessantes pesquisas que compartilho a seguir com você leitor.

*Quanto a Seleção de Leveduras Autóctones para Vinhos Exclusivos

Pesquisadores da Embrapa têm enfatizado o uso de leveduras autóctones, ou seja, aquelas que ocorrem naturalmente em determinadas regiões, para conferir tipicidade aos vinhos locais. Essas leveduras garantem características únicas à bebida, valorizando sua origem geográfica e fortalecendo a identidade dos vinhos com indicação de procedência. O trabalho é apoiado por um banco de microrganismos da Embrapa, que possui aproximadamente 4.500 linhagens de leveduras coletadas em todo o Brasil.  

*Quanto a Influência de Leveduras Autóctones nas Características Organoléticas de Vinhos Tintos

O produtor português localizado na região Herdade do Esporão analisou o impacto do uso de estirpes autóctones no perfil aromático de vinhos tintos. As fermentações foram conduzidas com as seguintes estirpes:
• S. cerevisiae ESP72 (SC72): Levedura autóctone.
• M. pulcherrima ESP13 (MP13): Levedura autóctone.
• S. cerevisiae AWRI Maurivin 796 (SC796): Levedura comercial.
Os resultados mostraram que as leveduras autóctones originaram vinhos mais adstringentes, associados a descritores aromáticos como herbáceo, frutos secos e evoluídos. A apreciação global foi positiva, especialmente para a combinação MP13/SC72, evidenciando o potencial dessas estirpes na produção de vinhos com caráter mais complexo. Esses estudos destacam a importância da seleção de leveduras específicas para a produção de vinhos com características desejadas, seja para realçar a tipicidade regional ou para atender às preferências dos consumidores.

Célebre Personalidade Mundial Sobre Leveduras

O Professor Francisco Carrau Bonomi,PhD , é amplamente reconhecido por suas contribuições significativas no estudo de leveduras aplicadas à enologia, por suas pesquisas sobre fermentações vínicas, especialmente no que diz respeito à variedade Tannat no Uruguai. Ele também contrubui com diversas instituições internacionais de pesquisas sobre o tema das leveduras.

No estudo intitulado “Yeasts for low input winemaking: Microbial terroir and flavor” o Prof. Carrau e seus colegas pesquisadores destacam a importância de respeitar o “terroir microbiano” ou seja, as leveduras nativas, as selvagens conhecidas como as autóctones, para diferenciar os vinhos e conferir-lhes um sentido da especificidade da origem. Ele argumenta que a “tecnologia humana” deve ser aplicada de maneira e informada para permitir que o “terroir microbiano” influencie o produto final regional.  

No estudo “Seleção e caracterização de leveduras ‘starter’ a partir de populações autóctones para a produção de vinho Alvarinho” ele foca na seleção e caracterização de leveduras autóctones para a fermentação do vinho Alvarinho, visando otimizar o processo fermentativo e melhorar as características sensoriais do vinho.

O Prof. Carrau liderou projetos inovadores que envolvem a cuidadosa seleção de leveduras nativas dos vinhedos locais da Bodega Cerro Chapeu. Essas leveduras são isoladas e aplicadas em técnicas de vinificação de mínima intervenção, resultando em alguns dos melhores Tannat do Uruguai.  Além disso, ele é reconhecido por desvendar as condições ideais de fermentação para o Tannat, contribuindo significativamente para a compreensão e aprimoramento da vinificação dessa variedade no país.  Além desses estudos, o Prof. Carrau possui um índice H de 39 no Google Scholar, posicionando-o como um dos principais cientistas no Sistema Nacional de Pesquisadores do Uruguai (SNI) nível III. Seu trabalho abrange o desenvolvimento de práticas sustentáveis de viticultura e estratégias de “vinificação de baixo impacto” para aumentar a qualidade e a diferenciação dos vinhos.  Esses e inúmeros outros estudos refletem o compromisso do Prof. Carrau em aprofundar o entendimento sobre o papel das leveduras na vinificação e em promover práticas que valorizem a identidade regional dos vinhos. Ele ficou conhecido como o “Papa das Leveduras” devido seu grande empenho de estudos neste tema.

Por fim, espero que estas informações que compilam histórias e assuntos mais técnicos no mundo dos vinhos possam lhe abastecer de conhecimentos para ampliar as suas percepções dentro do universo do vinho. Se você gostou de saber disso, deixe um comentário com seu feedback aqui neste artigo.
Desejo excelentes provas e saudações báquicas !

Conheça o Livro Vinho Viagem Cultural

Se você tem interesse em adquirir o livro Vinho Viagem Cultural é so clicar no link que está aqui abaixo, que ele é enviado para todos os países com dedicatória especial. 

CLIQUE AQUI E COMPRE AGORA !

Desejo boa jornada através desta rica leitura!

Interessados em editar o livro em outros países, entrar em contato com a própria autora (Dayane Casal), através do e-mail dayanecasal@yahoo.com.br ou casaldayane@gmail.com

Fonte:

Mundo de Baco por Dayane Casal
Posted on

Quais são as Principais Regiões Vinícolas na Suíça para Explorar?

Quais são as Principais Regiões Vinícolas na Suíça para Explorar?

Quando pensamos em vinhos de qualidade, a Suíça pode não ser o primeiro país a vir à cabeça, mas este pequeno país europeu tem terroirs únicos e uma tradição vinícola fascinante que merece ser explorada. Neste artigo, vamos descobrir quais são as principais regiões vinícolas na Suíça para explorar, analisando suas características únicas, influências culturais e as uvas que as tornam especiais.

O Caráter Único dos Vinhos Suíços

Os vinhos suíços são uma fusão de geografia, clima e inovação, produzidos em vinhedos que se beneficiam de microclimas variados. O solo rico em minerais, combinado com práticas tradicionais e modernas, cria vinhos que expressam verdadeiramente o terroir. Cada região na Suíça oferece algo distinto, desde os vinhos brancos refrescantes até os tintos encorpados, refletindo a diversidade do país.

Quais são as Principais Regiões Vinícolas na Suíça para Explorar?

Cada uma das principais regiões vinícolas suíças possui características únicas e merece destaque:

  1. Valais: Conhecida pelas altitudes elevadas e um dos climas mais ensolarados da Suíça, produzindo vinhos como o Fendant e o Petite Arvine.
  2. Vaud: Famosa por seus vinhos brancos de Chasselas, oferece paisagens espetaculares com vinhedos escalonados sobre o Lago Léman.
  3. Ticino: A influência italiana prevalece aqui, especialmente nos encorpados vinhos Merlot.
  4. Genebra: Esta região produz uma variedade de vinhos, destacando-se pelos tintos como Gamay e os rosés frescos.

Famplemos a intrigante composição mineral do Valais, que confere aos vinhos um caráter distintamente suíço.

O Impacto Cultural e Histórico dos Vinhos na Suíça

A viticultura na Suíça tem raízes que remontam aos romanos, sendo um marcante elemento cultural. O cultivo das vinhas nos vales e ao longo das montanhas confere não apenas um sabor único aos vinhos, mas também resgata tradições centenárias. Muitas das práticas vinícolas tradicionais são mantidas vivas, enquanto se incorporam técnicas modernas de vinificação, proporcionando uma ponte entre o antigo e o novo.

A Experiência Sensorial dos Vinhos Suíços

A degustação dos vinhos suíços é uma experiência rica e complexa. Os brancos frequentemente oferecem aromas de frutas cítricas, flores brancas e uma mineralidade cortante. Já os tintos podem variar de frutas vermelhas a notas terrosas profundamente encorpadas. A variedade e a intensidade dos sabores proporcionam uma experiência memorável para qualquer amante do vinho.

Recomendações Práticas para Exploradores de Vinhos

Para aqueles que desejam explorar os vinhos suíços, aqui estão algumas dicas práticas:

  • Visite as vinícolas durante o verão para um cenário deslumbrante e a oportunidade de participar de eventos de degustação.
  • Não deixe de provar o Chasselas do Vaud e o Merlot do Ticino para uma experiência completa da paleta suíça.
  • Leve em consideração a diversidade geográfica e organize uma viagem de degustação que permita explorar diferentes terroirs e estilos de vinho.

Em suma, os vinhos suíços oferecem uma fascinante combinação de cultura, história e terroir. Explorando estas principais regiões vinícolas, você não apenas saboreia vinhos excepcionais, mas também mergulha na rica tapeçaria cultural do país. Experimente, explore e desfrute do que a Suíça tem a oferecer. A aventura lhe renderá momentos inesquecíveis cheios de sabor e tradição.

Perguntas Frequentes

Qual é a melhor época para visitar as vinícolas suíças?

A melhor época para visitar as vinícolas suíças é durante o verão, de junho a agosto, quando o clima é ameno e há muitos eventos de degustação.

O que torna os vinhos suíços tão especiais?

O caráter especial dos vinhos suíços vem de seu terroir único, práticas vinícolas inovadoras e uma rica tradição cultural que se reflete em cada garrafa.

Quais são algumas uvas notáveis da Suíça?

Algumas das uvas notáveis da Suíça incluem a Chasselas, excelente para vinhos brancos, e o Merlot, que é particularmente renomado na região de Ticino.

Fonte:

Tudo Sobre Vinho
Posted on

Quais são as Principais Regiões Vinícolas na Suíça?

Quais são as Principais Regiões Vinícolas na Suíça?

A Suíça, uma nação conhecida por suas paisagens pitorescas e chocolates mundialmente famosos, também possui uma rica tradição vinícola. Para os entusiastas do vinho, conhecer quais são as Principais Regiões Vinícolas na Suíça é uma porta de entrada para explorar um mundo de sabores únicos e terroirs variados. Vamos juntos desvendar este encantador universo enológico.

O Fascínio das Regiões Vinícolas Suíças

A Suíça, apesar de seu pequeno tamanho, apresenta uma diversidade surpreendente de regiões vinícolas. Cada região oferece uma combinação distinta de clima, solo e tradição que se refletem nos vinhos produzidos.

Experiência pessoal: Visitar essas regiões vinícolas é como embarcar em uma viagem sensorial através dos Alpes.

Região de Vaud: Lar dos Chasselas

Vaud é a maior região vinícola da Suíça, famosa pelo cultivo da uva Chasselas. Esta uva é conhecida por originar vinhos brancos, leves e refrescantes, com sabores sutis de frutas e uma mineralidade marcante.

  • Principais áreas de cultivo: Lavaux, La Côte.
  • Certificação: Patrimônio Mundial da UNESCO em Lavaux, reconhecendo a importância cultural e histórica do cultivo de vinhedos em terraços.

Valais: O Coração do Vinho Suíço

Valais é outra região proeminente, responsável por cerca de um terço da produção de vinho na Suíça. Com um clima continental e sol intenso, Valais oferece condições ideais para o cultivo de uvas locais como a Cornalin e a Petite Arvine.

  1. Características: O sol abundante e as terras bem drenadas produzem vinhos elegantes com uma rica paleta de aromas.
  2. Variedades: Além das uvas locais, a região também cultiva Pinot Noir e Syrah.

Genebra: Vinhedos Urbanos

A cidade de Genebra, mais conhecida por sua liderança em diplomacia internacional, também possui vinhos que rivalizam em qualidade. Os vinhedos na periferia da cidade produzem vinhos brancos e tintos de alta qualidade.

Genebra é a terceira maior região vinícola na Suíça e destaca-se pela sua tradição em vinhos orgânicos e biodinâmicos.

Conclusão e Chamada para Ação

Explorar as regiões vinícolas da Suíça é uma experiência que vai além do mero degustar. A diversidade de terroir e de técnicas de vinificação proporciona vinhos com características únicas próprias de cada cantão. Convido você a descobrir esses sabores e, quem sabe, visitar a Suíça para uma experiência in loco. Brinde à diversidade e à tradição vinícola suíça!

Perguntas Frequentes

Quais são as uvas típicas de Vaud?

As uvas típicas de Vaud incluem a Chasselas, conhecida por seu vinho branco refrescante e de mineralidade pronounced. Algumas regiões também cultivam Pinot Noir e Gamay para os vinhos tintos.

O que torna o vinho de Valais especial?

Valais é especial devido ao seu clima continental e solos bem drenados, que resultam em vinhos ricos em aromas. A região cultiva variedades locais como Cornalin e Petite Arvine, proporcionando vinhos com personalidade única.

Genebra é uma boa região para vinhos tintos?

Sim, Genebra é conhecida por produzir vinhos tintos de qualidade excepcional, especialmente utilizando uvas Pinot Noir e Gamay. A prática de vinhos orgânicos e biodinâmicos aprimora ainda mais a qualidade dos seus produtos.

Fonte:

Tudo Sobre Vinho