No início do mês, as acusações contra o Centro da Indústria, Comércio e Serviços, de Bento Gonçalves, onde foram encontrados cerca de 200 trabalhadores baianos em situação análoga à escravidão, tomaram as manchetes do país.
Organizações de defesa dos direitos humanos rapidamente se posicionaram diante do absurdo, que também gerou indignação dentro e fora das redes sociais. A revolta se acentuou quando a associação gaúcha culpou a “carência de mão de obra” e “programas assistencialistas” pelo crime cometido.
Como forma de boicote aos produtores do Rio Grande do Sul, foram organizadas campanhas para conscientizar sobre os produtos disponíveis nas prateleiras de mercado que são feitos por trabalho escravo.
O que parece indefensável, no entanto, virou bandeira de parte da direita brasileira. No Twitter, uma usuária que se descreve como cristã e defensora do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou que passou a consumir propositalmente os itens das vinícolas envolvidas no crime. “Se a esquerda cancela, nós, que somos maioria, iremos exaltar”, escreveu. Nos comentários do post, que teve quase nove mil curtidas, outras pessoas também revelam que colocaram os produtos na lista de compras da semana.
Com diversos bartenders da cidade competindo entre limões e muita cachaça, o Campeonato Carioca de Caipirinha terminou no domingo (12) com vencedores que atuam em bares e restaurantes de alto nível em gastronomia e coquetelaria.
Na categoria Tradicional, aquela que envolve apenas cachaça, limões, gelo e açúcar, quem faturou o troféu foi Raí Mendes, chefe de coquetelaria do grupo Trëma, à frente de cartas como as dos restaurantes Mäska, Izär e Rudä. E na categoria Inovação o título ficou com Laila Gusmão, do Spirit, no hotel Fairmont Rio. Ela preparou o drinque com abacaxi, limão e um shot de canela, servido com dois torresminhos na guarnição.
Campeão: Raí segura o troféu recebido no último dia do Degusta Copacabana./Divulgação
Segundo as dicas do campeão Raí, uma boa caipirinha clássica é tradicionalmente mexida direto no copo, mas no Rio é comum que seja batida na coqueteleira, com resultado de maior diluição e mais refrescante.
“O grande segredo está em sempre escolher um bom limão taiti, de tamanho médio e casca lisa, assim ele terá bastante suco”, diz Raí. “Com um bom limão, no momento de fazer a caipirinha você deve amassar os pedaços sempre com as polpas para cima, para evitar contato direto com a casca, evitando um amargor desnecessário. Depois é cachaça, açúcar e gelo. Mexeu bem, diluiu e pronto”, ensina o especialista.
O torneio foi destaque da programação do fim de semana no evento Degusta Copacabana, que ocorreu na Praça do Lido com diversos expositores de gastronomia reunidos em tendas, entre shows musicais, e contou com jurados como o jornalista Juarez Becoza, especializado em bares e colunista da Veja Rio, e o sommelier José Raimundo Padilha.
Surfista desde os tempos em que morava em Búzios, e se aproximou pela primeira vez das panelas, o chef executivo Bruno Katz vai dropar uma onda oriental, aproveitando que está para peixes o mar onde ele há muito tempo rema com segurança, conforme se percebe nas influências de seu trabalho premiado à frente do Nosso, em Ipanema. O Katz-Su vai abrir as portas em abril, com a mesma qualidade e dedicação na conversa entre petiscos e coquetelaria, situado em ponto estratégico e ainda calmo da Rua Von Martius, no Jardim Botânico. A caminho do Horto, bairro que se tornará, até o segundo semestre, o mais novo polo gastronômico da cidade.
As notas asiáticas, base de um movimento crescente na restauração do Rio, soam afinadas para a sequência do movimento que Bruno empreende com talento: a descontração da cozinha de alto nível, sem abrir mão de técnicas e produtos típicos da alta gastronomia. Quem vai chefiar a cozinha do Katz-Su é o jovem Gabriel Yao, que mostrou seu talento no Nosso e, diga-se de passagem, tem ascendência oriental.
A brincadeira presente no nome da casa vai se refletir no cardápio baseado em entradas e petiscos, num passeio divertido pelos países do Sudeste Asiático. No almoço, existe a ideia de jogar com receitas de pratos típicos da tradição carioca, dando a eles toques orientais. (A propósito: o katsu sando do Nosso é o melhor da praça, fica a dica, feito com barriga de porco crocante, acelga, maionese kewpie, molho gochujang, picles, gengibre negro).
Quem cuida da nova empreitada é o mesmo grupo do premiado gastrobar de Ipanema, uma turma que não dá ponto sem nó e acaba de reformar a calçada de pedras portuguesas do novo endereço, aplanando o terreno para o conforto das mesas e instalando um largo toldo a fim de abrigar um movimento de pessoas, espera-se, inédito no local. Com salão pequeno ocupando duas lojas, e chão vermelho que já se vê com o adianto das obras, a casa terá balcão na entrada dando para a rua.
Além do Katz-Su, e depois da recém-inaugurada Absurda Confeitaria, o Horto verá nos próximos meses as aberturas do Elena, um asiático de luxo; e do Mar Salgado, uma tasca ibérica do grupo da Adega Santiago.
Antônio Carlos Bernardes Gomes será devidamente homenageado no local onde seu famoso personagem adoraria bebericar o santo “mé” de cada dia: o Bar do Mussum abre no fim de março no Downtown, shopping ao ar livre da Barra, com fotos raras do acervo da família nas paredes e um cardápio orientado na direção dos petiscos e pratos que o homenageado gostava de comer na rua e cozinhar em casa.
A moela estará presente, portanto, assim como um bom arroz mexidinho ou, como ele chamava, “sambadis”, seguindo nessa linha o cardápio típico de boteco. Com ampla área externa e arborizada, a casa vai ter samba e outros ritmos ao vivo no fim de semana, e dois bares separados para a birita.
Um deles será exclusivo para drinques, e outro para chopes como o da Cacildis, a mais conhecida cerveja da Brassaria Ampolis, marca criada por Sandro Gomes, filho do Mussum e também sócio do bar. Estarão presentes nas torneiras outros estilos cervejaria que hoje pertence ao Grupo Petrópolis, como a Ditriguis, uma witbier que leva raspa de laranja e pimenta da Jamaica; e a Forévis, uma session IPA.
“Será um bar para toda a família, para relaxar e ser feliz com aquele sorriso que o Mussum sempre roubou da gente, sem que a gente percebesse“, diz Sandro, que cogita a ideia de levar comediantes em stand ups para a casa.
Já premiada múltiplas vezes como uma das melhores aéreas do mundo, a Emirates tem um serviço de bordo de safras raras e exclusivas de champanhes franceses
A Emirates é conhecida há tempos por seu serviço premium (e premiado), que inclui comida excepcional, assentos extremamente confortáveis e ótimas opções de entretenimento. Quem viaja na executiva e na primeira classe tem seu próprio andar superior, além de um bar onde é possível comer um lanche ou tomar um coquetel. Outra vantagem é o serviço de chofer, que pega e deixa os passageiros no aeroporto.
Mas, recentemente, a companhia aérea adotou uma abordagem ainda mais luxuosa para voar: seu novo programa “sabor das estrelas” apresenta os mais aclamados champanhes franceses.
A Emirates é, hoje, a única companhia aérea comercial do mundo a servir Moët & Chandon, Veuve Clicquot e Dom Pérignon oficialmente a bordo – um acordo global de exclusividade que estará em vigor até o final de 2024. Os passageiros da empresa podem desfrutar da melhor seleção de champanhe e brindar a qualquer ocasião especial enquanto estiverem no ar.
Na Emirates, a Dom Pérignon é servida na Primeira Classe em todas as rotas globais, enquanto a Veuve Clicquot é servida na Classe Executiva nos voos para as Américas, Reino Unido e Europa. A Moët & Chandon é servida na Classe Executiva nos itinerários para a África, Oriente Médio e Ásia-Pacífico, incluindo a região da Oceania. Os passageiros da Economy Class também podem comprar Moët & Chandon a bordo.
A Emirates costuma servir safras exclusivas, oferecendo aos passageiros da Primeira Classe a oportunidade de provar rótulos excepcionalmente raros. Os passageiros da Business Class também terão a chance de experimentar ocasionalmente uma safra especial de Moët & Chandon ou Veuve Clicquot e, às vezes, um rosé mais incomum.
Existem várias maneiras de se desfrutar de champanhe em um voo da Emirates, seja em seu assento ou no lounge a bordo de um A380. Os passageiros da classe econômica também podem aproveitar as ocasiões especiais a bordo, reservando com antecedência um pacote de bolo e champanhe. Por pouco mais de US$ 40 (R$ 200), a tripulação de cabine surpreenderá o passageiro a bordo com uma minicomemoração – incluindo um bolo de baunilha ou chocolate acompanhado de uma pequena garrafa de Moët & Chandon Brut.
O momento antes do embarque também pode ser desfrutado com uma taça de champanhe, nos Emirates Lounges ao redor do mundo. Em Dubai, o Emirates Business Class Lounge oferece uma oferta exclusiva de champanhe Moët & Chandon, onde cada cuvée é harmonizado com canapés, criados por chefs com estrelas Michelin.
Divulgação
Champagne Bar no lounge do aeroporto de Dubai
Os passageiros podem aprender mais sobre o processo de fabricação de champanhe e a coleção da companhia aérea no Emirates Wine Channel – ou falar com a tripulação de cabine, que recebe uma aula de harmonização e notas técnicas para cada rótulo.
O Museu da República, no Catete, receberá no sábado (11) e no domingo (12), das 10h às 18h, a 20ª edição do Festival do Café, que destaca a produção de alto padrão dos cafeicultores do Estado do Rio.
Organizador e idealizador do evento, Luiz Fernando Villela vai dar a palestra Experiências Sensoriais dos Cafés do Rio de Janeiro, que ocorrerá no auditório do Festival, com senhas distribuídas na hora.
Além de cafés especiais, o evento tem expositores de gastronomia, drinques com café, cervejas artesanais, queijos, pães, geleias e mel, entre outros. Mais detalhes da programação em @festivaldocafe.
O campeonato de caipirinha, com bartenders do estado preparando coquetéis e concorrendo ao título de melhor versão do mais famoso drinque brasileiro, é destaque na programação de sabores e sons variados da primeira edição do Degusta Copacabana, evento de quatro dias que começa nesta quinta (9) e vai até domingo (12), na Praça do Lido.
As eliminatórias da competição etílica ocorrem nos três primeiros dias, e a grande final será no domingo, onde um corpo de jurados especializados vai eleger a melhor caipirinha nas categorias tradicional e inovação, onde os concorrentes poderão soltar as criatividade nos copos.
O Degusta reunirá uma seleção de expositores entre bares, restaurantes, marcas de bebidas e docerias de Copacabana e outras regiões da cidade, com diversos shows musicais em sequência e área para crianças.
Oferecendo porções a partir de R$ 10,00, estarão na praça marcas como o Bar do Adão, a Adega do Pimenta, a HOB Hamburgueria e o Cheirinho de Dendê, com os acarajés da baiana Rosa Perdigão. Também marcam presença o Angu do Gomes, o Espírito de Porco, o Quick Galeto, o tradicional Don Camilllo, que vai com seus risotos, o Lacanas BBQ, o árabe Amir, o Yapa Sushi e as carnes do La Copa, entre outros.
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O evento contará com bares que servirão chopes a partir de R$ 10,00, como os de Brahma e Colorado, Patagônia, Hocus Pocus e Hoegaarden. Marcas como a Batida Carioca e o bistrô Sabrage, que vai oferecer vinhos em taça, também confirmaram presença.
No palco haverá shows de jazz, bossa nova e MPB, com a participação de novos talentos da escola de música Guitarra Virtual de Copacabana e da Escola de Dança Valor.
O Degusta é um evento itinerante que pretende passar por outros bairros, agregando as marcas gastronômicas de cada região. O projeto é idealizado e realizado pelo restaurateur Otto Grunewald, em parceria com o Polo Gastronômico e Cultural de Copacabana para a edição deste fim de semana.
Essa área espanhola da Catalunha já produz Vitis vinífera há mais de 2000 anos, com inúmeras provas que evidenciam que a cidade Tarragona, capital da província, localizada a Este da região demarcada de Priorat foi uma colônia romana denominada Tarraco e de enorme importância ao qual a UNESCO em 2000 declarou todo o conjunto arquitetônico como Patrimônio Mundial da Humanidade.
Anfiteatro Romano de Tarragona, Março 2023 por Dayane Casal Anfiteatro Romano de Tarragona, Março 2023 por Dayane Casal Anfiteatro Romano de Tarragona, Março 2023 por Dayane Casal Anfiteatro Romano de Tarragona, Março 2023 por Dayane Casal Anfiteatro Romano de Tarragona, Março 2023 Anfiteatro Romano de Tarragona, Março 2023 Circo Romano de Tarragona, Março de 2023 por Dayane CasalCirco Romano de Tarragona, Março de 2023 por Dayane CasalCirco Romano de Tarragona, Março de 2023 por Dayane CasalCirco Romano de Tarragona, Março de 2023 por Dayane CasalCirco Romano de Tarragona, Março de 2023 Circo Romano de Tarragona, Março de 2023
1.2. Ordem Religiosa dos Cartuxos – Scala Dei
No início do século XII os monges da Ordem Religiosa dos Cartuxos implantaram um monastério num local onde foram informados que os anjos subiam através de uma escada até os céus, foi chamado de Scala Dei, “a escada de Deus”. No local começaram a cultivar vinhas e a produzir o néctar de Baco, o vinho, logo os Priores deste monastério tornaram-se muito importantes pela venda do vinho e por laços estreitos de amizades com os reis de Aragão, por consequência a região em torno do convento foi denominada de Priorat, que significa “um convento dirigido por um Prior”.
Fonte de Imagem: https://www.monestirs.cat/monst/priorat/cpr15esca.htmFonte de Imagem: https://www.monestirs.cat/monst/priorat/cpr15esca.htm
1.3. Ressurgimento Histórico entre as Décadas de 70 e 80
Após as grandes crises com os adventos da filoxera, guerra civil e guerras mundiais surge na região um novo “Prior” René Barbier, que nada tem ligado ao monastério, mas trás em sua origem genética francesa a arte de produzir vinhos, é um heróico e destemido catalão nascido em Tarragona, que vislumbrou nesta região inóspita produzir um vinho impar, que pudesse traduzir ao mundo características únicas dessa região que ele tanto ama, o Priorat.
2. Os Pioneiros do Ressurgimento
René Barbier em 1979 foi o pioneiro, recuperando vinhas antigas de Cariñena e implantando novas na região iniciando assim a história que iria circular o mundo através do seu bravo trabalho no Clos Mogador, elevando assim o vinho espanhol em qualidade e repercussão internacional. Mas como o ditado popular diz “uma andorinha só não faz verão”, em 1989 ele convenceu alguns amigos como Álvaro Palacios (L’Ermita, Finca Dofí), Carlos Pastrana (Clos de L’Obac), José Luis Pérez (Clos Martinet), Daphne Glorian (Clos Erasmus) a seguirem a jornada de juntos cultivarem vinhas e transformarem a região em algo único no setor vitivinícola.
René Barbier e Dayane Casal, Março 2023, Clos Mogador – Priorat
A tenacidade e bravura logo os fez abrir suas próprias bodegas, com características individuais mas preservando acima de tudo o DNA do terroir. O trabalho desses homens ganhou fama internacional para a região que possui uma pequena produção mas cheia de qualidade. Em 2001 receberam “Denominación de Origen Calificada” DOCa Priorat“, somente essa região e a da Rioja possuem tal distinção na Espanha.
3. Características do Terroir
Localizado na região sudeste da comarca da Catalunha, possui uma área de 17.629 ha distribuídas em 9 municípios, na atualidade possui uma superfície plantadas com vinhas com 2.163 ha, com 513 produtores e 114 bodegas, segundo o Consell Regulador DOQ Priorat. A região tem um relevo montanhoso com grandes diferenças de altitudes e inclinações, onde se destacam ao norte a serra Montsant, a oeste a serra La Figuera, a leste a serra Molló e ao sul segue o curso do rio Siurana com seus afluentes e a bacia do rio Ebro.
Mapa de região do Priorat, Crédito de Imagem Atlas Mundial do Vinho 7* Edição
Apresenta um clima mediterrânico e temperado, o índice pluviométrico anual é baixo com cerca de 380 mm e apresenta por volta de 3000 horas de luz sol por ano, os ventos fortes são amortecidos praticamente por todas as áreas da região pelas cadeias de montanhas, salvo algumas exceções de áreas. O seu solo é um dos fatores que o distingue de qualquer outra área vitivinícola, é pobre de matéria orgânica e com uma fração importante denominada “licorella“, uma rocha com tons marrom-escuro a acinzentado que tem características peculiares e que permite que a viticultura seja possível nesta região tão seca e agreste. Um detalhe importante explicado de forma simples e pedagógica por René Barbier é como se a licorella fosse uma “camada de plástico” que com o calor faz suar a parte de baixo formando pequenas gotículas e que juntas se convergem nas frestas dos fragmentos de pedras, assim as raizes das videiras que buscam água conseguem absorve-la. Outro detalhe é que são uma espécie de “mica”, onde a sua superfície brilha com os raios solares, refletindo e absorvendo o calor contribuindo assim para a maturação fenólica dos bagos de uva.
A Garnacha é a principal casta cultivada na atualidade e faz geralmente par com a Cariñena formando o blend mais típico da região, também são autorizadas as castas tintas Tempranillo, Picapoll Negre, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Pinot Noir, Merlot e Syrah. Já nas cepas brancas estão autorizadas a Garnacha Blanca, Macabeu, Pedro Ximénez, Chenin Blanc, Moscatel de Alejandría, Moscatel de Grano Menudo, Blanquilla, Picapoll Blanc e a Viognier.
Crédito de Imagem : Clos Mogador, Priorat
Sem dúvida o que compõe o conceito terroir completando tudo o que foi dito anteriormente é a bravura dos homens que além de todas as decisões tomadas na viticultura, vinificação e estágios, não se acovardam com as dificuldades do terreno e sobretudo do mercado. Trabalham diariamente com o objetivo de produzirem vinhos únicos como fator de diferenciação frente ao consumidor cada vez mais exigente.
René Barbier, Priorat, março 2023, por Dayane CasalColaborador Clos Mogador, Priorat, março 2023, por Dayane CasalColaborador Clos Mogador, Priorat, março 2023, por Dayane CasalColaboradora Clos Mogador, Priorat, março 2023, por Dayane CasalRené Barbier e Dayane Casal, Clos Mogador, Priorat
4. Características do Vinho
Num local com um cenário tão difícil de produzir vinhos, claro que a quantidade de vinhos produzidos neste terroir é baixa, sendo a maioria tintos. Os vinhos de Priorat de modo geral se caracterizam por serem vinhos diferentes, o açúcar das uvas acumulam níveis altos e seus graus alcóolicos variam de 14 a 15%, são menos ácidos e mais concentrados, com uma mineralidade evidente conferida pelo solo licorella, em sua vinificação na grande maioria são utilizadas as leveduras autóctones. Os aromas são de frutas madura e seca, não são marcados por madeira como grande parte dos vinhos espanhóis.
Março 2023, por Dayane CasalMarço 2023, por Dayane CasalMarço 2023, por Dayane CasalMarço 2023, por Dayane CasalMarço 2023, por Dayane CasalMarço 2023, por Dayane CasalMarço 2023, por Dayane CasalMarço 2023, por Dayane Casal
5. Clos Mogador
Fundado em 1979 por René Barbier, o Clos Mogador está localizado no coração de Priorat no município de Gratallops, possui 60 ha de vinhas plantadas principalmente com as castas Garnacha, Cariñena, Cabernet Sauvignon e Syrah nas tintas e nas brancas Garnacha branca, Macabeu e Picapoll Blanc. A Bodega está num local com uma visão panorâmica lindíssima para os vinhedos, onde fica claro através da própria vista a filosofia de trabalho da família com o compromisso de serem biodinâmicos, com uma agricultura regenarativa, com muita biodiversidade presente. Além dos vinhos especiais o Clos Mogador produz azeite de olivas e também um mel delicioso.
Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal Clos Mogador, março 2023, por Dayane Casal
Em 2006 o Vinho Clos Mogador recebeu a classificação diferenciada de “Vinho de Finca” que se soma ao status de ser produzido na D.O.Ca. Priorat. Essa designação que foi concedida pela primeira vez na Espanha garante que todas as uvas da parcela Clos Mogador sejam utilizadas para a sua exclusiva elaboração pelo menos nos últimos cinco anos comprovados com o trabalho de rastreabilidade, e também são concedidos com base na existência de um reconhecimento nacional e internacional do vinho nos últimos dez anos.
Março 2023, por Dayane CasalMarço 2023, por Dayane CasalMarço 2023, por Dayane Casal
Espero que você leitor tenha gostado deste compilado de informações curiosas sobre a região vitivinícola espanhola icônica Priorat, desejo que possas ter despertado o uma vontade de degustar um vinho deste terroir tão especial do mundo dos vinhos. Boas provas e saúde!
A dupla formada pela chef Andressa Cabral e a confeiteira Carola Troisgros, filha de Claude, vai celebrar a data em jantar especial no Signatures, o restaurante-escola do Le Cordon Bleu, em Botafogo. O Jantar Por Elas, com a assinaturas das duas, também homenageará grandes mulheres da história no menu de oito etpas. A primeira, Iyá Nlá, terá creme de cogumelos defumados acompanhado de ovas pretas. A segunda, Maat, será com pirarucu em escama de banana e nibs de cacau. Joana D’Arc é terceira etapa com vieiras, textura de couve-flor e crocante de castanhas. Maria de Padilla é a quarta etapa, com frescor de melancia e tomate e cheiro de jamón. Já na quinta, Rosa Egipcíaca, o público pode aguardar uma deliciosa barriga de porco em especiarias com tutu e taioba. As sobremesas são um capítulo à parte, assinadas por Carola. Kali, a sexta etapa, será um sorbet de cacau e chuva de hibisco. Ísis é o grande nome da sétima etapa, com maçã, canela e crumble. E para finalizar a experiência, Pandora chega com bouchées de chocolate, cachaça com caju, cupuaçu e dendê com pimenta. O jantar começa às 19h e custa R$ 380,00, sem bebidas incluídas. Rua da Passagem, 179, Botafogo. Reservas pelo tel.: 97236-3218.
Zazá: drinque de clitória em cartaz no bistrô tropical//Divulgação
O Zazá Bistrô, das sócias Zazá Piereck e Preta Moysés, preparou supresas para este dia 8: as clientes que almoçarem ou jantarem em qualquer das casas do Grupo Zazá ganharão um mimo para cuidar da beleza dos cabelos: a proteína Ela é Carioca, da Lola Cosmetics. No mês de março, está em cartaz no bistrô da Rua Joana Angélica o drink clitoria flower (R$ 35,00), criado em homenagem às mulheres pelo mixologista Rausley Cler: vodka Ketel One Botanical Grape Fruit infusionada com flor de clitória, licor Saint Germain, sour mix e espumante. O Zazá Bistrô Tropical fica na Rua Joana Angélica 40; o Zazá Bistrô Travessa Ipanema na Rua Visconde de Pirajá, 573; e o Zazá Café fica no shopping Rio Design Leblon.
A referida flor aparece também em delicado dim sum criado para a data pelo chef Vladmir Reis, do Dim Sum Rio. A iguaria tem formato da flor e massa azul feita com a própria. O flor celeste (R$ 41,50, quatro unidades) é feito no vapor e recheado com tofu, broto de bambu, acelga chinesa e ervas doces. O Dim Sum Rio fica no Largo do Machado, 48, tel.: 99434-4264.
Dim Sum: formato de flores delicadas no Largo do Machado//Divulgação
No Peixoto Sushi, no Leblon, as mulheres que pedirem qualquer item do cardápio ganham um voucher do Spa do Pé no salão Be You Concept, do Hotel Fairmont, em Copacabana. O spa começa com escalda pés, feito com água quente e sais, seguido de esfoliação, massagem relaxante e finalizado com creme e óleo essencial. O restaurante sugere para a data o carpaccio do chef, feito com 12 fatias de barriga de salmão, finalizadas com azeite trufado, limão siciliano e ovas de ikura (R$ 60,00). O Peixoto Sushi fica na Rua Conde de Bernadotte, 26, Leblon, tel.: 99839-3895.
É samba que elas querem? No Beco do Rato, na Lapa, a roda de samba desta quarta feminina é comandada por Joana Nascimento e convidados de peso como as cantoras Teresa Cristina e Marina Íris, além de Xande de Pilares e Mosquito. Cervejas, drinques e bons petiscos (o clássico pastel de angu a partir de R$ 8) completam a festa. O Beco do Rato fica na Rua Joaquim Silva, 11, Lapa, tel.: 2508-5600. Ingressos a partir de R$ 25,00.
Os Imortais: Perfetto Lemone é drinque com desconto em Copacabana/Tomás Rangel/Divulgação
Ainda na onda da botecagem, o bar Os Imortais, em Copacabana, vai fazer uma dobradinha da TPM (Terça para Mulheres), que rola toda terça-feira na casa, com 30% de desconto nos drinques e chope de 300 mililitros a R$6,90, exclusivamente para elas. Também na quarta, a noite toda, coquetéis do bartender Thiago Teixeira, como o Perfetto Lemone, feito com bourbon, limoncello, xarope artesanal de maracujá com pimenta e mix de limões, saem com desconto. O citado vai de R$ 35,00 para R$ 24,50. O bar Os Imortais fica na Rua Ronald de Carvalho, 147, tel.: 3563-8959.
Bar Urca: bem-casado com doce portugês recebe as mulheres//Divulgação
No Bar Urca, as mulheres que forem ao bar ou restaurante ganham um bem-casado de ovos moles da marca Marta Proto. E mais: quem fizer o registro marcando a casa no Instagram pode ganhar um prato do menu executivo, a escolha da melhor foto será feita pela família Gomes, dona do bar, na quinta (9). O Bar e Restaurante Urca fica na Rus Cândido Gaffrée, 205, Urca, tel.: 2542-8395.
E também tem doçura na Chocolate Lugano do Cosme Velho, onde as mulheres ganham 15% de desconto em todos os produtos da loja até o dia 12 de março. A barra de chocolate ao leite (25 gramas), que custa R$ 5,90, sai por R$ 5,00, por exemplo. O coração trufado, coração recheado com ganache sabor morango, vai de R$ 54,90 para R$ 46,66. A Chocolate Lugano Corcovado fica na Rua Cosme Velho, 513, tel.: 97510-9384.
O Alcaparra está de volta em cores vivas, um clássico carioca da restauração na Praia do Flamengo que, devido à pandemia, ficou fechado por mais de dois anos, deixando saudades em frequentadores de diferentes gerações. A casa voltou a funcionar nesta terça (7), com uma varanda ao ar livre e pratos novos no cardápio focado na tradição da “cozinha internacional”, na definição do estabelecimento.
Na nova divisão de ambientes há pilastras espelhadas e salões mais arejados. De entrada, o Alcaparra caminha da casquinha de siri (R$ 27,00) à burrata com tomate confitado e presunto Parma (R$ 63,00), e a menos ortodoxa salada de queijo de cabra com ovas tobiko e folhas roxas (R$ 42,00).
O ravioli de costela à moda amatriciana (R$ 65,00) aparece entre as massas, e sugestão de peixe de gosto clássico é o salmão com purê de baroa e alcaparras (R$ 85,00). Há seção vegetariana com receitas como o “bife” de shitake com arroz de tomate e farofa de coco (R$ 75,00). De sobremesa, reza na cartilha da casa a pera ao vinho com sorvete (R$ 32,00). O almoço executivo inclui entrada e sobremesa, ou café, em pratos principais de R$ 40 a R$ 70.
A carta de vinhos traz cerca de 100 rótulos de todas as partes do mundo, incluindo champagnes, fortificados (de sobremesa) e garrafas em tamanho magnum (1,5 litro). Também há carta de coquetéis clássicos e quatro tipos de chope da Ambev nas torneiras: Brahma claro ou escuro, Stella Artois e Colorado.