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Casa Milà, em Laranjeiras, comemora dois anos com rodada grátis de drinque

Recanto de comida espanhola na Praça São Salvador, em Laranjeiras, a Casa Milà faz dois anos na próxima segunda (20) e celebra oferecendo um drinque de cortesia aos 50 primeiros clientes. Haverá DJ das 19h às 23h, além do happy hour com dose dupla de chopes, drinques e sangrias, das 17h às 19h30.

+ Pescados na Brasa promove Uma Tarde no Norte com direito a Boi Bumbá

A carta de coquetéis apresenta sabores como o Pecado Rojo, que leva vodka, purê de frutas vermelhas, sour mix, espuma de gengibre e hibisco em pó (R$ 32,00).

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A na ala das tapas, destaque para o Jamón a la Milà, uma bruschetta de jamón serrano com tomate assado, rúcula e picles de cebola sobre ciabatta crocante com aioli (R$ 14,00). Ou a Batata Marquise, temperada com especiarias espanholas e recheada de vinagrete de polvo e maionese (R$ 19,00).

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Pescados na Brasa promove Uma Tarde no Norte com direito a Boi Bumbá

Tem boi bumbá autêntico na rua, churrasqueira acesa e sabores paraenses caprichados nos pratos e copos. O bar e restaurante Pescados na Brasa, no Riachuelo, apresenta no domingo (19) o evento Uma Tarde no Norte. A partir das 13h, o grupo regional Afroribeirinhos e o cantor Ton Rodrigues receberão André Vaz, cantor de Parintins, com a participação do grupo Conexão Caprichoso.

+ Do queijo ao vinho: produtos artesanais brilham em evento no Horto

No comando da cozinheira Adriana Veloso, além dos peixes do Norte na brasa, com o tempero secreto da casa, há quitutes como o vatapá paraense, feito com azeite de dendê, farinha de trigo, camarão seco e leite de coco (R$ 31,90); e a maniçoba, que leva folha da maniva com defumados de uma feijoada tradicional, servida com arroz e farinha de mandioca (R$ 32,90).

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Para conhecer uma seleção de sabores da casa, a tábua de degustação (R$ 94,90) traz porções de tacacá, maniçoba, vatapá paraense, açaí, farinha d’água, camarão seco e costelinha de tambaqui.

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A carta de drinques do mixologista Thiago Teixeira tem caipirinha como a de taperebá com pimenta de tucupi, e coquetéis como o cupuaçu amigo, onde entram gim, suco de cupuaçu, limão e doce de cupuaçu, para comer ou misturar de colher (R$ 29,90).

O Pescados na Brasa fica na Rua Vitor Meireles, 92, Riachuelo (tel.: 2239-9540).

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Gastronomia do Rio a um passo para realizar badalado prêmio internacional

O chef Elia Schramm, do badalado Baboo Osteria, chegou da Noruega com as panelas fervendo. “Foram dias incríveis e temos vários caminhos sendo abertos com o país nórdico. Tratados sendo assinados, que serão ótimos para o Brasil”, diz o chef estrelado, que, no final do mês, fará um jantar de Páscoa com o conselho norueguês de pesca, utilizando o bacalhau Gadus Morhua, considerado o mais nobre do mundo.

A pauta da gastronomia segue em ebulição na cidade. Chefs, restaurateurs, sommeliers vivem uma enorme expectativa com a possiblidade de que o prêmio 50 best restaurants latin América aconteça na cidade do Rio de Janeiro, no final do segundo semestre. Na rádio-corredor das panelas é revelado que o Rio precisaria apenas de uma assinatura para formalização do evento, ainda esse ano.

Na rota das panelas

<span class=”hidden”>–</span>Tomás Rangel/Divulgação

Hotel Fasano abre opção de café da manhã para não hóspedes. O menu é assinado pelo chef Luigi Moressa, funciona todos os dias das 7hs às 10:30 hs e custa R$ 150,00 por pessoa + taxas.  Reservas pelo telefone 21-3202-4000.

<span class=”hidden”>–</span>divulgação/Divulgação

Dia 18 de março acontece a segunda edição do Prosa Curadoria. Rua Adalberto Ribeiro, 26, Horto, a partir do meio dia. Vinha Unna, Casa Ueda, Primavera dos Pães, Cochon Rouge, Fazenda nosso Vilarejo e Dona Farofa estão entre os produtores selecionados pela competente Manu Zappa.

 

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Do queijo ao vinho: produtos artesanais brilham em evento no Horto

O garimpo de gostosuras de feitura artesanal e pequena produção do Estado do Rio é o mote do Prosa Curadoria, uma feira de descobertas e degustações em pequena rua com jeito de vila no Horto, onde funciona a sede do Prosa na Cozinha (Rua Alberto Ribeiro, 26, tel.: 99777-2585).

+ Para onde vai o Empório Jardim durante a reforma do IMS

O evento concebido pela cozinheira e curadora Manu Zappa é neste sábado (18), das 12h às 20h, levando barraquinhas e mesas à calçada e ao interior da casa, com a presença dos produtores para oferecer, vender e falar sobre suas delícias. O espaço conta ainda com uma área de exposição de design brasileiro sob a curadoria de Tulio Mariante.

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Estarão presentes marcas como a premiada Queijaria Cinquenta (Itanhandu, MG), a Casa das Meninas, de Paraty, com sua instignte charcutaria do mar, e as farofas da Dona Farofa. Os pães orgânicos da Primavera dos Pães confirmaram presença, assim como os incríveis doces da Afagá, os cafés especiais da Fazenda Nosso Vilarejo, e as compotas da Laura Cozinha. Nos copos e taças brilham os vinhos naturais da Vinha Unna, representante do Rio Grande do Sul. A carioca Casa Ueda garante os petiscos e especialidades japonesas.

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Para onde vai o Empório Jardim durante a reforma do IMS

O belo jardim aberto ao público da Casa Firjan é o palco perfeito para receber a premiadíssima casa de gostosuras que tem plantas e flores sugeridas no nome. Ao deixar o cenário igualmente privilegiado do Instituto Moreira Salles, que fechará suas instalações na Gávea para reformas pelos próximos quatro anos, o Empório Jardim passará a ocupar em abril o palacete no terreno gramado que é um oásis na agitação de Botafogo.

+ Desce o chope verde! Um roteiro etílico para brindar o St Patrick’s Day

Haverá também um segundo ponto de atendimento na área externa, com balcão onde a chef Paula Prandini pretende exibir novidades como a sua releitura do joelho, o famoso empadão em versão empadinha, e outras surpresas pensadas para o espaço ao ar livre.

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Empório Jardim: o ovo marroquino é uma das inúmeras opções da casa//Divulgação

A chegada do Empório Jardim ao novo endereço, em versão ampliada, embarca nas comemorações dos nove anos da casa tricampeã do VEJA RIO COMER & BEBER, um misto de empório e bistrô onde Paula está à frente da cozinha, com Iona Rothstein cuidando da extensa área de panificação.

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Nas unidades do Jardim Botânico, onde tudo começou, e no bairro de Ipanema, são cerca de 90 itens de café da manhã que podem ser escolhidos e combinados a qualquer hora do dia, pães de alta qualidade, receitas frescas e coloridas para o almoço e uma confeitaria irresistível.

Há bolos, croissants, sanduíches e a variada sessão de ovos como o marroquino e o grego, que vem pochê ao molho de tomate com especiarias, queijo de cabra, espinafre e tapenade de azeitona. Uma festa que vai do pão queijo gruyère ao croissant de chocolate belga, e exibe números de respeito: a casa divulgou a venda de 24 mil cafés da manhã por mês, 11 mil pães de queijo, 15 mil cafés e dois mil ovos beneditinos.

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A próxima parada tem entrada pela Rua Guilhermina Guinle, 211, onde ergue-se o Palacete Linneo de Paula Machado, edificação de dois andares em estilo romântico construída em 1906 e projetada pelo arquiteto francês Joseph Gire, o mesmo de construções icônicas como o Copacabana Palace e o Hotel Glória.

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Desce o chope verde! Um roteiro etílico para brindar o St Patrick’s Day

Chegou a hora do chope verde, que vai abrir o fim de semana em bares e restaurantes cariocas com a tradição que vem de longe. O dia 17 de março ficou marcado pela morte de São Patrício, o padroeiro da Irlanda, e o St. Patrick’s Day promove encontros mundo afora regados a música, fantasias e muita cerveja com corante comestível na fabricação, para ganhar a famosa coloração sem alterações no sabor.

+ Cinco estrelas: café da manhã do Fasano volta a ser aberto a não-hóspedes

Sendo assim, a sexta (17) traz agitos cervejeiros como a festa tradicional da Rio Tap Beer House (Travessa dos Tamoios, 32-C, Flamengo, tel.: 3258-4168). A casa vai oferecer enfeites e chapéus customizados, e premiar com um chope aqueles que tirarem fotos e marcarem no Instagram. O chope verde St. Patrick Pilsen Old School (R$ 9,00, o pequeno, ou R$ 14,00) estará plugado, e o prato especial da festa é o Irish’s Starter (R$ 59,00), um fiambre artesanal acompanhado de picles de pepino, crispy de shitake, molho de mostarda e melaço, com pão de pretzel. Na quinta (16), haverá show ao vivo da banda Dryrocking, de Niterói, e no sábado (18) é a vez do músico Gui Lopes tocando rock.

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Os Imortais: a pipoca de quiabo é novo petisco do bar em Copacabana/Tomás Rangel/Divulgação

Ponto de petiscos e biritas de primeira linha, o bar Os Imortais (Rua Ronald de Carvalho, 147, Copacabana, tel.: 3563-8959 comemora com promoções. Para começar, quem for na sexta-feira vestido a caráter ganha um chope verde. E das 18h à 1h, a cada cinco chopes pilsen verdes (R$ 9,00, 300 ml) o cliente ganha brindes como a cartola característica da festa. Criado exclusivamente para a data, o coquetel Patrício leva gim, suco de limão, xarope de maçã verde, tônica e espuma de gengibre com espirulina e folhas de hortelã (R$ 28,90). Para comer, há novidades como o Explode Coração, porção de corações de galinha empanados e servido com molho de azeite e ervas (R$ 29,50), e a Pipoca de Quiabo, porção de quiabo empanado (R$ 16,50).

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Entre os hotéis, o Hilton Copacabana (Av. Atlântica, 1020, tel.: 99282-8682) terá na sexta uma noite de jazz, com show de Tamara Salles, participante do The Voice Brasil, menu temático e dose dupla de chope Cacildis verde R$ 16,00). A apresentação ocorre no Clari Bar, no 4º andar, das 19h às 21h, com vista da praia. O menu especial terá hambúrguer de fraldinha com queijo azul, picles, alface romana, cebola confit e redução de balsâmico, com opção de salada ou batata frita como acompanhar (R$ 49,00). E o drinque verde terá whisky Jameson, xarope de maçã, suco de limão-taiti, soda verde e espuma de abacaxi (R$ 45,00).

Hilton: hotel de Copacabana vai ter jazz e hambúrguer vestido a caráter//Divulgação

Na área de eventos do Uptown Barra (Av. Ayrton Senna, 5.500), de sexta (17) a domingo (19), o St. Patrick’s Festival contará com diversos expositores de gastronomia, apresentações de grupos de música e dança celta, e bandas tocando clássicos do rock nacional e internacional. O chopp verde está garantido, entre mais de 50 torneiras de cervejarias do Rio, como Hocus Pocus, Noi, Antuérpia, Farra, e Mistura Clássica. Também vai ter beer pong e concurso de chope a metro. Estarão presentes sabores como os de Adega do Pimenta, Vulcano, Dulcara (pão de alho) e outros, com área de recreação para as crianças. Sexta, das 18h à 0h; sábado, das 14h à 0h; e domingo, das 14h às 23h.

No Boteco do Raoni (Rua Barão de Mesquita, 965-B, Grajaú), um dos mais divertidos bares da cidade, as comemorações entram pela madrugada de sexta a domingo com chope e drinque verdes, hambúrguer de cordeiro, petiscos como fish and chips (de molho verde) e karaokê com prêmios.

Forneria: delivery de chope verde Three Monkeys no litroRaphael Nogueira/Divulgação

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E tem comemoração boa também no delivery. A rede de pizzarias Forneria Original fez parceria com cervejaria Three Monkeys e venderá o chope verde em growler de um litro por (R$ 35,00). A bebida estará disponível em todas as unidades em edição limitada, de acordo com a disponibilidade de cada loja. Os pedidos podem ser feitos pelo iFood, aplicativo da marca ou pelo telefone 0800-333-5555.

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Cinco estrelas: café da manhã do Fasano volta a ser aberto a não-hóspedes

Está aberta também para quem não é hóspede a temporada de cafés da manhã no Hotel Fasano, endereço luxuoso na ponta da Av. Vieira Souto, em Ipanema. O serviço no Fasano Caffè, que atende regularmente a quem se lá se hospeda, está disponível sob reserva e o acesso livre ao bufê completo custa R$ 150,00 por pessoa, incluindo uma pedida entre os itens servidos à la carte, como os ovos beneditinos, waffles e sanduíches.

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No salão do primeiro andar, área onde também há quartos de hóspedes, com varanda de teto retrátil e espaço de mesinhas ao ar livre com vista para o mar, vale atentar para as especialidades italianas capitaneadas na cozinha pelo chef Luigi Moressa. É o caso dos maritozzi (“bons maridos”), pães macios feitos com azeite e recheados de chantilly, comum nas mesas romanas. Ou o croffin, este de inspiração novaiorquina, sucesso de comentários e curtidas que é uma mistura de croissant e muffin, em pequena torre recheada com doce de leite.

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Croffin: gostosura recheada com doce de leite está no bufêPedro Landim/Veja Rio

O bombolone, “sonho” italiano recheado com creme de confeiteiro, raspas de limão siciliano e baunilha também está presente, além de itens numerosos como granola e iogurte feitos na casa, frutas da estação, leites com ou sem lactose, geleias, compotas, requeijões, salmão defumado, frios, queijos e itens para a montagem de saladas frescas, frutas secas, ovos mexidos e bacon. Nos pratinhos que esperam os clientes em cada mesa há pequenos mimos em potinhos fechados de alta qualidade: doce de leite Rocca, mel da Mbee, e geleias francesa Bonne Maman.

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O café da manhã funciona de segunda a sexta, das 7h às 10h30, e aos sábados e domingos até as 11h. Reservas pelo telefone 3202-4000, incluindo a realização de eventos privativos nos períodos de tarde e noite.

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Vinícola chilena faz aporte milionário em produção de baixo teor alcoólico

A vinícola chilena Concha y Toro, dona da marca Casillero del Diablo, uma das líderes de mercado, decidiu apostar em um novo tipo de produto. A empresa está lançando sua linha Belight, com dois rótulos de baixo teor alcoólico e com menos calorias. A empreitada demandou um investimento de mais de 1 milhão de reais para a produção dos novos modelos, um Rosé (58 calorias por taça) e um Sauvignon Blanc (52 calorias por taça). Cerca de 50 mil garrafas chegarão em breve às gôndolas brasileiras. A vertente Belight chega ao mercado com 8,5% de teor alcoólico, menor porcentagem se comparado com os demais vinhos e destilados no mercado, possuindo até 42% menos calorias e 32% menos álcool que suas versões regulares. Segundo o diretor de marketing da Concha y Toro no Brasil, Pietro Capuzzi, o objetivo com a chegada dos produtos no mercado é atender às novas demandas de consumo.

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Bolsonaristas incentivam compra de produtos de trabalho escravo

No início do mês, as acusações contra o Centro da Indústria, Comércio e Serviços, de Bento Gonçalves, onde foram encontrados cerca de 200 trabalhadores baianos em situação análoga à escravidão, tomaram as manchetes do país.

Organizações de defesa dos direitos humanos rapidamente se posicionaram diante do absurdo, que também gerou indignação dentro e fora das redes sociais. A revolta se acentuou quando a associação gaúcha culpou a “carência de mão de obra” e “programas assistencialistas” pelo crime cometido.

Como forma de boicote aos produtores do Rio Grande do Sul, foram organizadas campanhas para conscientizar sobre os produtos disponíveis nas prateleiras de mercado que são feitos por trabalho escravo.

O que parece indefensável, no entanto, virou bandeira de parte da direita brasileira. No Twitter, uma usuária que se descreve como cristã e defensora do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou que passou a consumir propositalmente os itens das vinícolas envolvidas no crime. “Se a esquerda cancela, nós, que somos maioria, iremos exaltar”, escreveu. Nos comentários do post, que teve quase nove mil curtidas, outras pessoas também revelam que colocaram os produtos na lista de compras da semana.

 

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Vinho – VEJA
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Afinal, qual é a melhor caipirinha do Rio? Concurso elege duas versões

Com diversos bartenders da cidade competindo entre limões e muita cachaça, o Campeonato Carioca de Caipirinha terminou no domingo (12) com vencedores que atuam em bares e restaurantes de alto nível em gastronomia e coquetelaria.

+ Chef do Nosso e Chanchada, Bruno Katz aposta em bar asiático no Horto

Na categoria Tradicional, aquela que envolve apenas cachaça, limões, gelo e açúcar, quem faturou o troféu foi Raí Mendes, chefe de coquetelaria do grupo Trëma, à frente de cartas como as dos restaurantes Mäska, Izär e Rudä. E na categoria Inovação o título ficou com Laila Gusmão, do Spirit, no hotel Fairmont Rio. Ela preparou o drinque com abacaxi, limão e um shot de canela, servido com dois torresminhos na guarnição.

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Campeão: Raí segura o troféu recebido no último dia do Degusta Copacabana./Divulgação

Segundo as dicas do campeão Raí, uma boa caipirinha clássica é tradicionalmente mexida direto no copo, mas no Rio é comum que seja batida na coqueteleira, com resultado de maior diluição e mais refrescante.

“O grande segredo está em sempre escolher um bom limão taiti, de tamanho médio e casca lisa, assim ele terá bastante suco”, diz Raí. “Com um bom limão, no momento de fazer a caipirinha você deve amassar os pedaços sempre com as polpas para cima, para evitar contato direto com a casca, evitando um amargor desnecessário. Depois é cachaça, açúcar e gelo. Mexeu bem, diluiu e pronto”, ensina o especialista.

O torneio foi destaque da programação do fim de semana no evento Degusta Copacabana, que ocorreu na Praça do Lido com diversos expositores de gastronomia reunidos em tendas, entre shows musicais, e contou com jurados como o jornalista Juarez Becoza, especializado em bares e colunista da Veja Rio, e o sommelier José Raimundo Padilha.

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