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O que experimentar no Hatch, novo japonês de requinte em Botafogo

O sobrenome atesta, de fato, a qualidade do novo restaurante japonês que merece a visita no 5ª piso do Botafogo Praia Shopping, centro comercial que se remodela e sobe alguns degraus na direção do requinte. O Hatch traz a assinatura do empresário Marcel Nagayama, terceira geração da família criadora, em São Paulo, do sofisticado Naga, que há dez anos se posiciona como um dos melhores e mais caros do gênero em seu endereço carioca do Village Mall.

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A nova casa, porém, encontra o equilíbrio não apenas no cardápio, entre aquilo que pede tradição e o que merece a modernidade – uma característica dos bons japoneses mundo afora -, mas na relação entre a qualidade e o preço. O DNA Nagayama promete e realiza uma experiência superior, mantendo cifras atraentes. A começar pela possibilidade de se beber uma taça de vinho a R$ 20,00, e saquê japonês a R$ 25,00, brindes certamente democráticos.

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O ambiente ainda não ganhou seu “prato principal”, na forma de uma senhora vista aberta para a enseada de Botafogo e a Baía de Guanabara, que vai chegar dentro de poucos meses, quando o shopping terminar a ampla reforma em curso na fachada. Mas o salão comprido com longo sofá (e uma tomada carregadora de celular disponível para cada mesa), entre galhos secos e pedras nas paredes, sugere harmonia, com a cozinha toda aberta por trás dos sushimen que trabalham no balcão.

Mas vamos ao que se provou, na degustação comandada pelo próprio Marcel, sobre o cardápio assinado pelos chefs Thiago Maeda e Marcelo Shinohara. No início, o shake nuta (salmão) e o maguro nuta (atum), ambos a R$ 35,00, trouxeram fatias seladas dos peixes com pingo de gema curada na extremidade, e molho adocicado de missô no centro de cada peça.

E os guiozas robustos (R$ 35, cinco unidades) exibem o charme de uma “telha” crocante de massa por cima, para se comer de preferência com as mãos, em recheios de cogumelos, ou suíno com copa lombo e nirá. As tsukemono (R$ 15,00, cada cumbuca) valem a atenção do freguês, e que abram-se os paladares às conservas caseiras de tradição nipônica, variando em sabores como beterraba, broto de bambu e gengibre.

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Salão ganhará ao fundo uma parede de vidro com vista da Baía de GunabaraTomás Rangel/Divulgação

A noite seguiu com o excelente usuzukuri de piraúna (R$ 45,00, em 12 cortes), em corte perfeito, regado em ácido e fresco molho ponzu, e temperado à moda “secreta” da casa. No meio do percurso, o chef Shinohara compareceu à mesa para trazer fatias de sashimi de buri fresquíssimo e bem apresentado (R$ 17,00, três unidades), exemplo de produtos da pesca de arpão que chegam periodicamente à cozinha.

Presentes em duplas ou séries, vieram peças destacadas como o salmão maçaricado com gema de codorna e molho de trufas feito na casa; o roll de camarão crocante e robusto com salmão por fora; e o imperdível sushi de lula em corte que faz o molusco “derreter” na boca, levando toque da erva shiso. No cardápio, há opções de combinados como o misto (R$ 169,00, 30 peças), especial para duas pessoas com 12 sashimis, 6 sushis, 8 rolls e 4 bateras.

O menu executivo oferece opções como a fórmula de R$ 79,00, que inclui uma salada, um tataki de salmão, e um combinado de 12 peças variadas como hot roll, batera de salmão e uramaki spicy.

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Já falamos que o shopping vertical de Botafogo passa por uma guinada na gastronomia, certo? Além do Hatch, aportaram nos últimos meses casas como a Mamma Jamma e a Ogro Steaks, de Jimmy McManis, além do concorrido terraço onde o Brewteco serve sua vasta coleção de cervejas e petiscos. Muito além da praça de alimentação.

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Viva São Jorge: feijoadas e festas para celebrar o dia do Santo Guerreiro

Domingo é dia 23, data para acender as velas em homenagem a São Jorge e aproveitar as feijoadas que fazem a festa por toda cidade. Seguindo a tradição, o Bar do Zeca Pagodinho prepara mais uma edição festiva nas unidades de Vogue Square, ParkJacarepaguá, Flamengo e Nova Iguaçu, das 13h às 18h. A feijoada tem cardápio assinado pelo chef Toninho Momo, que oferece acompanhamentos como arroz branco, torresmo, couve fatiada, linguiça, farofa da casa e rodelas de laranja. A celebração vai contar com apresentações especiais para animar o público, como Paulão 7 Cordas, Robinho, DJ Alex Filho, Kiki Marcellos, Nando do Cavaco, Vitor Rodrigues e Grupo 100%. No Vogue Square (Av. das Américas, 8585, Barra, tel.: 3030-9097) haverá open Bar com cerveja, chope, refrigerante, água e suco, até as 18h, incluído no preço da feijoada com bufê completo. Os preços são de R$ 350,00 (1º lote, 200 unidades), e R$ 450,00 (2º lote, 400 unidades). Até 15 anos paga 50% dos valores. Vendas online pelo site: bardozeca.soudaliga.com.br.

+ Pé na jaca: costelas e “podrões” se destacam na programação do feriado

Ventos do Nordeste sopram para São Jorge na rede de restaurantes Encontro Nordestino (Loja de Copacabana na Av. Atlântica, 1936, tel.: 97711-9977), que aposta na Sertãojoada (R$ 34,90, individual, e R$ 68,90, para dois): feijão preto com temperos nordestinos, arroz branco, farofa de alho, couve refogada, torresminho e laranja. O prato será servido durante o feriado, no período do almoço (das 11h às 16h), tanto na unidade de Copacabana, em frente à praia, como nas casas de Duque de Caxias, São João de Meriti, Guadalupe e Cabo Frio.

Bar do Adão: pegada clássica e carnes nobres na redeEduardo Almeida/Divulgação

No Bar do Adão (loja de Copacabana na Rua Duvivier, 101, tel.: 3208-3911), a feijoada do dia 23 traz carne seca, costela, lombo e calabresa, além de arroz, farofa de alho, couve refogada na manteiga, torresmo e laranja. O preço da feijoada para duas pessoas é a partir de R$ 89,90, com versões individuais a partir de R$ 45,90.

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Comida boa, samba de primeira e solidariedade, com feijoada gratuita. Esses são os ingredientes da tradicional festa beneficente do Beco do Rato (Rua Joaquim Silva, 11, Lapa, tel.: 2508-5600 / 97968-3670), no Dia de São Jorge, com ação para as pessoas em situação de rua e de vulnerabilidade. Em média, são doados 1000 kits com um prato de feijoada, uma bebida e uma sobremesa, além de roupas, sapatos e brinquedos arrecadados. A casa abre às 12h, e quem comanda a roda é o bamba Marquinho Sathan, às 18h30. Kako Chocolata faz o samba de abertura, às 16h. A feijoada é servida de forma gratuita aos clientes, e o valor do kit para doar é de R$ 35,00, com uma quentinha de feijoada, uma bebida e uma sobremesa.

Vizinhando: rodas de samba animam o público nas casas./Divulgação

No Vizinhando (loja de Botafogo na Rua Nelson Mandela, 100, lj 124, tel.: 99235-5140), o domingo traz feijoada com arroz branco, farofa, couve, torresmo e laranja, que pode ser individual (R$ 44,90) ou para dois (R$ 89,90), com opção da caipirinha da casa (R$ 20,00). Nas unidades de Vila Isabel, Méier e Botafogo ocorrerá uma roda de samba para animar o público.

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Famosa pelos festivais que movimentam o comércio local, o Cadeg (Rua Capitão Félix, 110, Benfica) está mobilizando pela primeira vez seus restaurantes para promover a Feijoada de São Jorge. Onze estabelecimentos vão oferecer o famoso prato que já se tornou tradição para os devotos do santo, cada um em seu estilo. A imagem do santo guerreiro ficará em um altar adornado de flores, e a loja Mercado da Fé, de artigos religiosos, abrirá no dia para atender os fiéis. Participam da festa os restauantes: Corujão, Empório Quintana, Gruta, Costelão, Barsa, Brasas, Espetáculo, Cucina, Riachão, Boteco Português, e Bora BBQ.

O hotel Hilton Barra (Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1430, Centro Metropolitano, WhatsApp.: 96738-7848) preparou eventos para todos os dias do feriado, de rodízio de pizzas a happy hour com pista de dança e DJ, mas é no domingo que o restaurante Abelardo vai abrir para o bufê de feijoada, com entradas e sobremesas, chopes e bebidas não alcoólicas inclusas, a R$ 149,00 por pessoa. Crianças de 6 a 11 anos pagam metade do valor, e menores de 6 não pagam.

Vegan Vegan: feijoada vegana e o Samba das MulheresTomás Velez/Divulgação

Veganos também tem vez nos encontros de ritmo e sabor, e o Vegan Vegan (Rua Hans Staden, 30, Botafogo) faz sua primeira Feijoada de São Jorge e Ogum. No dia 23, das 13h às 16h, a casa oferecerá um bufê de feijoada pelo preço fixo de R$ 90,00, além de promover dose dupla de caipirinha (R$ 27,00 – 2 doses) e o drinque Chuva Carioca (R$ 26,00 – 2 doses), feito com chá mate com limão siciliano, água gasosa e cachaça prata Quero Chuva. Tudo ao som do Samba de Mulheres, roda feminina. A Feijoada Light acompanha arroz integral biodinâmico e cogumelo shitake, com tofu fresco e defumado, farofa crocante e couve refogada no alho. Reservas antecipadas pelo telefone (21) 2286-7078.

Nusa: feijoada saudável à base de planta leva diversos legumesNigo Furtado/Divulgação

Saborosa versão alternativa é também opção no Nusa, em Ipanema (Rua Vinicius de Moraes, 129, tel.: 3228-3562), onde a Feijoada Vegana (R$ 45,00) é preparada à base de feijão preto, tofu defumado, abóbora cabotiá, cenoura, batata baroa, brócolis, pimentão vermelho e brotos. Para acompanhar tem arroz branco, couve refogada e farofa crocante de castanha.

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Já na Seedz (Av. Ataulfo de Paiva, 1292-B, Leblon, tel.: 99265-3623), a feijoada (R$ 49,00) plant based é preparada com cogumelo paris, tofu defumado, cenoura e abóbora, vem acompanhada de arroz integral, farofa crocante de bacon vegano, couve refogada e laranja fresca.

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Pé na jaca: costelas e “podrões” se destacam na programação do feriado

A Feira Nacional do Podrão chega à 10ª edição, marcada para os próximos dias 21, 22 e 23 de abril (de sexta a domingo), das 14 às 22h, no estacionamento do Shopping Aerotown Power Center, na Barra da Tijuca (Av. Ayrton Senna, 2.541). Com entrada gratuita, o evento contará com cerca de 30 expositores de lanches de rua consagrados. Estarão presentes “podrões” como os donuts de coxinha; o cachorro-quente prensado a metro; a torre de churros; o sorvete na chapa; a pizza de hambúrguer; e a barca de açaí, entre outros. A Feira terá uma programação de música com DJ e apresentações da Banda Netos de Dona Neves, além do cantor Rayan Alves. As crianças terão área recreativa e supervisionada por uma equipe de recreadores. Haverá barraquinha de algodão doce e brinquedos como touro mecânico, tobogã, discoplay, jacaré inflável, cama elástica e pula-pula inflável.

+ Casa 201, novidade no Jardim Botânico, aposta em menu degustação

Em São João de Meriti, o Shopping Grande Rio realizará o 1º Festival de Costela e Chopp da Baixada Fluminense, de 20 a 23 de abril, no estacionamento. A entrada é gratuita e a programação terá apresentações musicais ao vivo de artistas locais. Cerca de 30 estações com chefs especializados vão oferecer a costela preparada de diversas formas. Vai ter costela de chão, costela no bafo, costela cozida, pastel de costela, coxinha de costela, sanduíche de costela, feijoada e baião de dois. Para acompanhar haverá uma diversidade de chopes artesanais e drinques, com doces caseiros, churros, sorvetes, algodão doce e outras opções de sobremesa. O espaço infantil diverte os pequenos com brinquedos infláveis e pula-pula. O evento ocorre na quinta-feira, das 17h às 22h, sexta e sábado, das 12h às 22h, e domingo, das 12h às 21h.

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Em Nova Iguaçu, município vizinho, a 3ª edição do Festival Comida di Rua será realizada no Shopping Nova Iguaçu, de quinta-feira (20) a sábado (22), das 14h às 23h, e no domingo (23), das 14h às 22h. O evento de gastronomia popular e entrada gratuita terá barracas e trucks com quitutes como a Batata de Marechal, o Acarajé da Lenaide, de dois quilos, e o cachorro-quente de um metro.

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Casa 201, novidade no Jardim Botânico, aposta em menu degustação

No animado cenário de 2023, com aberturas em sequência de bares e restaurantes relevantes, um das melhores notícias do ano vem da alta gastronomia, e terá como residência uma casa reformada com esmero no número 201 da Rua Lopes Quintas, endereço novo para as atividades de garfo e faca.

+ Da fazenda para a mesa: pizzarias do Rio apostam em queijos brasileiros

Da mesma que forma que inédito será o modelo criado pelo chef João Paulo Frankenfeld para a Casa 201, restaurante que receberá 20 pessoas por noite, a princípio, para menus degustação em ambiente intimista e de cozinha aberta, separada do salão por largo balcão de mármore preto, aposento onde o próprio chef e seus cozinheiros servirão os pratos aos clientes nas mesas. A inauguração está prevista para o início de maio.

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De longa experiência internacional e base profissional forjada em técnicas francesas, com passagem como head chef pela escola Le Cordon Bleu do Rio, João vinha há tempos fazendo jantares para clientes selecionados em sua casa, e a ideia é receber da mesma forma o público no novo e aconchegante ambiente.

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Os menus terão cerca de dez etapas, a partir de uma cozinha de autor onde pães, sorvetes e até queijos serão feitos pelo chef, assim como as conservas e fermentados, curas e maturações de carnes e peixes, uma charcutaria própria que será servida na abertura dos menus.

Seguindo as influências da carreira, João diz que seus menus terão inspiração nas cozinhas de França, Alemanha e Itália, com abordagens contemporâneas. Formado no Instituto Paul Bocuse, em Lyon, na França, João Paulo cozinhou no Guy Savoy, um três estrelas Michelin em Paris, e no restaurante do Trianon Palace, em Versalhes, de Gordon Ramsey, entre outras casas importantes na Europa.

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A Casa 201 começará funcionando de terça a sábado, apenas através de reservas para o jantar, e a ideia é promover workshops durante o dia. O restaurante contará com estacionamento próprio, um trunfo em região de poucas vagas.

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Olha a marola: nova cerveja da Hocus Pocus tem aroma de Cannabis

Que os lúpulos são parentes próximos da cannabis, plantas aromáticas do universo botânico, é fato conhecido no universo cervejeiro. Mas a Hocus Pocus vai além, no lançamento da cerveja A última tentação de Arjuna Mai, que segue o estilo batizado de skunk IPA. O segredo está na adição dos terpenos, compostos responsáveis pelos aromas da cannabis sativa. O lançamento da cerveja será na quinta (20), véspera de feriado, às 16h20, na Hocus Pocus DNA, bar da cervejaria em Botafogo.

+ Cesta de 3 pontos: os destaques do cardápio do inédito NBA Café, na Barra

O evento Terp Session vai apresentar ainda quatro experimentos exclusivos de terpenos, de aromas distintos, em cervejas que podem ser saboreadas de forma individual (R$ 26,00, 300 ml), ou na régua de degustação com cinco chopes (R$ 62,50). O growler de um litro, também disponível no delivery, custará R$ 83,00.

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Haverá bebidas com os terpenos Lavender Kush, que traz um aroma floral e condimentado, com notas de lavanda, violeta e pimenta do reino, e o Chemdawg, uma combinação de aromas frutados de morango e mirtilo, com a refrescância herbal e um toque de madeira, entre outras. Todas as cervejas ainda utilizam o lúpulo Strata, que traz aromas de maracujá.

A Hocus Pocus DNA fica na Rua Dezenove de Fevereiro, 186, Botafogo.

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Cesta de 3 pontos: os destaques do cardápio do inédito NBA Café, na Barra

A imensa NBA Store inaugurada no shopping Uptown, na Barra, loja oficial da amada liga de basquete norte-americana, abriga um café com lanchonete que vai matar a fome de basquete, de sanduíches e shakes dos fãs.

+ Dez petiscos imperdíveis para experimentar no Comida di Buteco

O NBA Café traz pedidas como o big smoked picanha, hambúguer defumado com queijo; e o king pastrami, dupla que vem acompanhada de batata chips (ambos a R$ 49,00).

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As opções de bebidas vão desde o affogato NBA ice cream, com gelato de chocolate ou fior di latte mergulhados no café (R$ 18,00), à bebida bat bat, que mistura gelato, frutas e vodka, em sabores como açaí , manga e maracujá (R$ 20,00, 300 ml). O milkshake gourmet NBA special (R$ 28,00) traz nomes de times de basquete como Chicago Bulls (sabor Kit Kat) e Los Angeles Lakers (sabor paçoca).

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A NBA Store tem mais de 1.700m², sendo a maior da América Latina e a terceira maior do mundo, e oferece experiências como áreas interativas, exposição de memorabília, espaço para eventos, vestiários, mais de 3 mil itens licenciados e oficiais, e a única quadra oficial da NBA no país.

A loja fica no Uptown. Av. Ayrton Senna, 5.500, loja 101, bloco 11, tel.: (21) 98123-9102. De segunda a sábado, das 12h às 21h, domingos e feriados, das 13h às 20h.

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Sotaque francês: chef Heaven Delhaye cria menu especial na Le Cordon Bleu

Ela está de volta ao Le Cordon Bleu para um jantar com os chefs da casa. A chef Heaven Delhaye vai cozinhar no restaurante Signatures nesta quarta (19), dividindo a noite com Yann Kamps, Jonas Ferreira e Philippe Brye.

+ Dez petiscos imperdíveis para experimentar no Comida di Buteco

Jonas Ferreira e Yann assinam as entradas da noite: primeiro, salmão gravlax à parisienne, com casamento de pupunha e salsinha no jardim de outono, prato criado com legumes da estação. A entrada quente será um ravioli de camarão com vieira, nabos glaceados, emulsão ao leite de coco e toque de maracujá.

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Heaven vai assinar o prato principal da noite, uma paleta de cordeiro lentamente assada, desfiada e prensada, acompanhada do seu suco, com alho confit e gremolata, além de gnocchi fresco e fondant de queijos grana padano e gruyère.

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Para finalizar, Philippe Brye apresentará o doce “Lembranças da infância”, com sabores de morango e maçã.
O jantar começa às 19h e custa R$ 280,00, sem bebidas incluídas.

O Signatures fica na Rua da Passagem, 179, Botafogo. Reservas pelo tel.: (21) 97236-3218.

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No Dia do Malbec, comemore com os melhores rótulos da uva

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17 de abril é comemorado o Dia do Malbec

Desde 2011, a data de 17 de abril é conhecida como o Dia do Malbec. A comemoração foi criada pela organização Wines of Argentina, como um esforço para enaltecer a uva emblemática que colocou a indústria vitivinícola hermana no mapa do vinho – especialmente entre os brasileiros. Por aqui, os rótulos de Malbec são os mais consumidos entre 45% da população adulta, de acordo com pesquisa da Wine Intelligence de 2021.

Mas apesar da forte associação com os argentinos, a história da uva malbec começa do outro lado do Atlântico – mais precisamente no sudoeste da França. Foi nas regiões de Bordeaux e Cahors que os primeiros registros da varietal surgiram, no século 18. “O nome Malbeck vem de um viticultor húngaro, que disseminou a variedade em Bordeaux. Ele comercializava mudas de vinhas e, com o passar do tempo, os tipos de uvas que vendia ficaram conhecidas como ‘uvas do Malbeck’”, explica Alexandra Corvo, sommelière há 24 anos e professora da escola Ciclo das Vinhas.

Seu capítulo argentino data no século 19, quando a uva chega em terras hermanas junto a outras variedades francesas, a pedido de Domingo Faustino Sarmiento, segundo presidente e considerado o “pai da educação” na Argentina. Segundo a história, Sarmiento contratou o enólogo Michel Aimé Pouget para a criação de um viveiro em Mendoza.

Leia mais: 10 garrafas de Malbec entre as mais caras disponíveis no Brasil

Com um verão ensolarado e firme, não demorou para que a uva se adaptasse à região e, aos poucos, conquistasse expressividade. “Na década de 1970, os argentinos decidem propagandear a malbec como a sua uva mais icônica, uma bandeira do país. Foi por vontade de se diferenciar, já que muitos países do Novo Mundo estavam plantando cabernet sauvignon e chardonnay”, diz a sommelière. O marketing, afinal, deu muito certo: hoje é quase impossível pensar na varietal sem associá-la à Argentina.

Por lá, é a uva mais plantada, com domínio de 24,3% da área total de videiras cultivadas – concentrada especialmente em Mendoza. Sua expansão foi, inclusive, exponencial: em termos territoriais, seu cultivo aumentou 185% desde 2000, segundo dados do Wines of Argentina. Em 2022, 150 milhões de litros de Malbec argentino foram exportados.

O MALBEC NA BOCA

Dominada pelo estilo frutado, a malbec é considerada pelos enólogos como uma uva versátil, que se adapta a diferentes climas.

Seu perfil “fácil de agradar” caiu rapidamente no gosto (e bolso) dos brasileiros. “O Malbec argentino conquista muito o paladar de quem está iniciando nos vinhos por ter características bem definidas, com muito gosto de fruta madura, além de serem muito acessíveis. É um ponto de partida no mundo da enologia”, diz Alexandra. Já os Malbecs da região de Cahors são mais frescos, com acidez mais evidente.

“Malbec, se fosse uma pessoa, seria aquela super carismática, simpática e que não teria muita dificuldade para conquistar sua amizade, por mais exigente que você seja. Foi justamente esse carisma que encantou os brasileiros e a tornou uma das uvas mais populares por aqui no Brasil”, afirma Philippe Rothschild, fundador da importadora PNR Group.

Leia mais: Vale de Uco: roteiro de luxo mostra nova identidade do vinho argentino

Na mesa, a harmonização mais famosa e sugerida é com carnes bovinas – especialmente cortes argentinos. Mas, para Alexandra, não é bem assim: “Tecnicamente não é uma combinação que funciona. Como o Malbec da Argentina é muito alcoólico, é difícil harmonizá-lo, é um vinho muito mais gostoso para tomar sozinho, no máximo com um queijo parmesão”. A proposta vale mais para o francês, o qual ela recomenda harmonizar com carnes suculentas, com mais gordura.

A seguir, especialistas renomados indicam seus rótulos favoritos de Malbec:

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Notícias sobre vinhos – Forbes Brasil
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Saiba mais sobre os vinhos do Piemonte para além dos 3Bs – Barolos, Brabarescos e Barbera

A complexidade do vinho piemontês é única, assim como seu terroir e, o que não muitos sabem, sua grande diversidade. Conhecemos os Barolos, Brabarescos e Barbera, que são produzidos em regiões demarcadas no sul do Piemonte, ao sul da capital, Turim. Ocorre que afora as regiões próximas a Asti, Alessandria e Alba, se produz excelentes vinhos tintos e que são mais antigos que os produzidos no sul. Refiro-me a regiões próximas as cidades de Biella, Novara e Vercelli, ao sul do fantástico Lago de Maggiore, que banha a Cidade de Verbania. No norte do Piemonte a casta Nebbiolo é frequentemente misturado com Croatina, Bonarda ou Vespolina. Especialmente a Vespolina pode ser muito interessante como a de Pietro Cassina. As misturas produzidas como Coste della Sesia DOC também podem ser bastante interessantes. Verdade é que os vinhos do Piemonte do Norte têm uma grande história. Os primeiros vinhos engarrafados da Itália são desta área (Lessona, Gattinara e Ghemme), especialmente Gattinara era bem conhecido nos círculos internacionais no século XVI, 200 anos antes do primeiro Barolo ser engarrafado. É no norte do Piemonte que encontramos duas regiões vinícolas quase esquecidas que continuam a história e o fazem com talento e paixão, mas ainda não foram bem descobertas: Lessona e Bramaterra, talvez os vinhos mais esquecidos do Piemonte.

A primeira vez que tive contato com os vinhos do Norte Piemontês foi no saudoso Mássimo Ristorante, de São Paulo, que importava vinhos daquelas regiões para sua carta. São regiões demarcadas e cito Gattinara e Ghemme como as mais conhecidas; entretanto merecem menção Carema, Lessona e Bramaterra. Por Carema, na época romana, passava a Via delle Gallie, uma via consular romana construída por Augusto para ligar o vale do Pó à Gália e a fama e difusão dos vinhos de  Carema deveu-se em parte à presença da zona de produção da Olivetti (máquinas de escrever), que frequentemente distribuía garrafas deste vinho como presentes a clientes e fornecedores. Ghemme é um vinho DOCG, cuja produção é permitida no município de mesmo nome e parcialmente no município de Romagnano Sesia, na Província de Novara, a partir de  vinhas Nebbiolo (biótipo Spanna) e Vespolina (até um máximo de 15%) e/ou uvas eventualmente raras (Bonarda Novarese); teor alcoólico mínimo 12% e envelhecimento mínimo de três anos, dos quais pelo menos vinte meses em barricas de carvalho e pelo menos nove meses em garrafa. A primeira menção de Ghemme, como região vinícola, remonta a uma inscrição romana na lápide de Vibia Earina, propriedade de Vibio Crispo, senador romano na época de Tibério, encontrada perto de Ghemme, um achado arqueológico que comprova o cultivo na área de vinhas desde os tempos romanos. Estes Romanos possuíam nestas terras verdadeiras plantações modelo que cultivavam seguindo regras estabelecidas em todas as fases da produção, desde a plantação das vinhas à vinificação. A localidade, que conhecemos hoje, chamava-se “Pagus Agamium”, que dá origem  ao nome Ghemme. Lessona e Brameterra têm uma história peculiar, assim como seus esplêndidos e longevos vinhos.

O escritor britânico Greg Hughes, ao falar das duas regiões afirma que “o que é tão impressionante nas vinhas aqui, em comparação com o resto do mundo vitivinícola, é como as vinhas brotam espontaneamente no coração de alguns dos lugares mais belos e históricos”. As vinícolas de Lessona e Bramaterra já faziam sucesso no século XIX e eram consideradas do mesmo nível de qualidade de Gattinara. O clima de Lessona e Bramaterra é moderado pelo ar fresco das montanhas alternado pelo ar quente das planícies. Os solos, porém, não poderiam ser mais diferentes em uma escala tão pequena. A verdade é que a região de Lessona (e também Bramaterra) foi o próspero centro da vinificação piemontesa centenas de anos atrás, até que o golpe duplo da depressão econômica do século XX e a pandemia de filoxera fecharam as portas de muitas grandes propriedades. Há vários produtores que acreditaram nesta região e os vinhos que de lá vêm, especialmente os tintos, são excepcionais. Difíceis de encontrar, exceto o Gattinara, mas cuja procura compensa até pela raiz histórica a que remetem. Salut! 

Fonte:

vinho – Jovem Pan
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A crítica da mulher de Galvão Bueno sobre governo Lula

Nas contas de Desirée Soares, 53, casada há 22 anos com Galvão Bueno, 72, ela já conheceu 41 países. Após férias do casal por Dubai, Tóquio e Maldivas, passa temporada na sua vinícola em Candiota, interior do Rio Grande do Sul. Em conversa por videochamada com a coluna, a empresária se atrapalha com o fone de ouvido: “É que peguei o fone do meu marido”. Em seguida, lista seus lugares preferidos no mundo e palpita sobre a atual realidade brasileira com o início do governo Lula (PT): “Muita coisa precisa mudar”.

Como está a rotina do Galvão sem compromissos com a Globo? Já arrumou várias coisas (para fazer). Já teve a primeira narração dele no YouTube, né? Ele abriu o canal GB há alguns dias. Fez Brasil e Marrocos, com o Zico e convidados. E teve Fla x Flu. Justamente quando achei que fosse sossegar, não vai não.

Você também participa do documentário sobre a trajetória dele, que está sendo rodado pela Globoplay?  Faço parte da vida dele e vou aparecer, a família toda vai, todo mundo deu depoimento, vai ser bem emocionante. Talvez ele nem saiba o quanto a gente gravou. A gente é muito unido. Só não fui amiga do Ayrton Senna, porque quando conheci Galvão, ele já tinha morrido. Mas sou amiga de todos: Arnaldo César Coelho, Reginaldo Leme, Felipe Massa, Rubinho Barrichello. Toda essa história que ele viveu, eu também vivi.

Você e Galvão não pararam depois da Copa do Mundo. Como estão as férias prolongadas? Maldivas era o único lugar que eu estava muito a fim de ir. Passamos uma semana no natal e, na hora de ir embora para passar o ano novo em Dubai, falei: ‘Ai, que vontade de ficar’. Dubai a gente vai todo ano, Galvão tinha Fórmula 1… Aí foi uma tristeza sair de Maldivas.

Passou algum perrengue chique? Dessa não me recordo. Mas teve uma viagem que a gente fez, primeiro para Indonésia e depois Tailândia. Na primeira semana a gente ia ao restaurante e o cardápio era assim: uma pimenta, duas pimentas, três pimentas… E eu amo pimenta. O garçom falou: ‘A senhora sabe que a nossa pimenta é forte?’. Galvão falou: ‘Pode trazer, ela gosta’. E eu: ‘Isso, pode trazer que gosto de pimenta’. Comi no primeiro dia, no segundo dia… No quarto dia estava com uma dor de estômago imensa. Galvão chamou médico no hotel, não aguentava de dor (risos). A gente se adapta a qualquer país, mas o corpinho sentiu.

Você já viajou o mundo. Quais são suas cidades imperdíveis? Toscana para quem gosta de verde. Grécia para quem gosta do mar. Rio de Janeiro, não existe cidade mais linda, mas infelizmente a segurança… E Paris para os românticos. Amamos Paris! É engraçado, na época que moramos fora do Brasil, ficaríamos em Paris. Só que pela segurança dos nossos filhos, que tinham 6 e 14 anos, a gente escolheu Mônaco. Eles andavam sozinhos à noite. Era muito mais fácil. Foram oito anos em Mônaco.

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É o lugar preferido do Galvão? Ele ama o Japão. Sempre que estamos lá, quer visitar os templos, conhecer mais a cultura do oriente. Ele é curioso, quer conversar com as pessoas, ele engole livros.

Por que resolveram agora passar parte das férias no sul no país? A gente não planeja muito as férias, porque viaja tanto durante o ano por trabalho… A gente está na vinícola desde que chegou do Japão, no final de janeiro. Agora é a colheita da uva e da azeitona. A gente gosta de ficar em casa, quando não tem nada para fazer, o trabalho é viagem.

Quando surgiu a paixão por vinícolas? Quando morei em Mônaco, tinha um amigo que morava em Milão e fui visitá-lo. Convidei Galvão para ir comigo, no Fashion Week de Milão. Esse amigo, que não tem a ver com vinho, era do mundo da moda, conhecia pessoas e, num jantar, apresentou enólogos e produtores ao Galvão, que se apaixonou.

Qual é o seu vinho ideal? Tem tudo lá, até com o meu nome, que eu amo. Particularmente sou do espumante, agora para um jantar, prefiro encorpado, o cabernet sauvignon.

Você tem uma agência de modelos. É forte entre as new faces a busca pelo corpo perfeito. O que fala a elas? Passei por isso, né? Fui modelo e depois abri a escola, tenho ela há muito tempo. Falo durante as aulas, elas têm aula de psicologia, para cuidar da cabecinha. A gente não está atrás de um corpo perfeito, não existe um padrão de beleza. Tem aí meninas que são mais cheinhas que trabalham no plus size. No Fashion Week de Paris vários desfiles tinham a mulher mais cheinha. Embora o perfil internacional seja o 1m78 para cima, 90 de quadril. Mas mesmo sem esse perfil, consegue trabalhar.

É a favor da harmonização facial? Sou contra. Harmonização facial muda o rosto. Quanto mais natural, mais bonito é. Mas se te incomoda o nariz, vai lá e faz uma cirurgia de nariz. Agora se transformar para ficar outra pessoa porque acha aquilo perfeito, não existe isso. Botox, sou a favor. Cremes, laser para tirar mancha, tudo ótimo; organização facial, não!

Para terminar, como acompanha o começo do governo Lula? Muita coisa precisa mudar, a gente ainda não tem noção do que vai acontecer. Não vou falar sobre política, porque mesmo na família é dividido em dois lados, é polêmico. O Brasil merecia uma política mais séria há anos, não estou falando desse mandato, nem de quatro anos atrás. Foi uma sequência que a gente não teve sorte. O Brasil não vai mudar em quatro, oito anos. Mas tenho fé que um dia tenha saúde, educação de qualidade. É de pequeno que se faz uma nação.

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Fonte:

Vinho – VEJA