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“Queremos contribuir com a construção da cultura do vinho no Brasil”

Na Inglaterra, a Berkmann Wine Cellars tem uma longa tradição entre as importadoras de vinhos. Fundada em 1964, é responsável por fornecer os rótulos que compõem a carta de grandes restaurantes, bem como as garrafas vendidas em redes varejistas. Aqui no Brasil, embora esteja presente desde 2015 e tenha em seu portfólio ícones como o toscano Tignanello, ela ainda é pouco conhecida elos enófilos. Mas a situação está mudando, e a estratégia da empresa é acelerar a percepção dos consumidores brasileiros.

Em março deste ano, a Berkmann fez dois grandes anúncios na sequência. Primeiro, assumiu o portfólio da chilena Viña Montes, muito conhecida pelos brasileiros por conta da linha Montes Alpha e de ícones como o Purple Angel e Montes Alpha M. Logo depois, divulgou que seria a nova responsável pelos vinhos portugueses Quinta de Covela e Tecedeiras. Antes de ser comprada pelo empresário brasileiro Marcelo Lima e pelo jornalista britânico Tony Smith, em 2011, a Covela não produzia como antes, mas hoje é referência em Vinhos Verdes produzidos com castas autóctones da região, agora assinados pelo enólogo Rui Cunha. Já a Tecedeiras foi pioneira em produzir vinhos não fortificados (como Porto) na região do Douro. São referência quando o assunto é boa relação custo-benefício entre os portugueses, mas que aqui não tinham o destaque que mereciam.

Há mais pela frente. Em entrevista exclusiva, o COO da Berkmann, Charles Marshall, fala sobre os planos da importadora para o Brasil, incluindo o lançamento de um e-commerce com foco no consumidor final, serviço que não oferece no Reino Unido, e os novos rótulos que pretende trazer ao país, como os vinhos que a Antinori produz além do Tignanello.

Confira a seguir:

Embora a Berkmann seja bem famosa na Inglaterra, a importadora não é tão conhecida aqui. Qual a estratégia para mudar esse cenário?
Eu não diria necessariamente que nosso objetivo principal é nos tornarmos famosos. Trabalhamos para construir a notoriedade das nossas marcas, das quais nada mais somos do que guardiões. Nesse processo, é apenas uma consequência natural trazer mais notoriedade para a Berkmann. Já temos uma posição importante no mercado brasileiro, como o 6º maior importador de vinhos italianos, além de muitas outras novidades chegando em breve, que irão apenas colaborar com esse processo. Agora, por que o Brasil? E digo: porque não? Atuamos há 60 anos no Reino Unido, um mercado mais maduro, se comparado ao Brasil, mas também cheio de semelhanças, o que nos coloca na posição singular de poder antever os movimentos e evoluções que o Brasil vive, colocando-nos à frente para melhor contribuir com a construção da cultura do vinho no país. Para isso, decidimos abrir nosso próprio negócio ao invés de comprar outra empresa, sempre buscando uma estratégia de longo prazo, como uma empresa familiar, construindo relações duradouras.

Quais as principais diferenças entre o consumidor brasileiro e o inglês que precisam ser levadas em consideração na hora de criar a estratégia para o mercado local?
Assim como o Reino Unido, o Brasil tem uma produção doméstica limitada, e oferece uma ampla seleção de vinhos do mundo, e isso estimula o consumidor a experimentar novos sabores e origens, Mas os rótulos mais vendidos são diferentes, tanto em relação a uvas quanto países e regiões. Também percebemos que tanto os consumidores quanto os profissionais brasileiros são famintos por conhecimento e informação, e estão sempre em busca de fundamentar decisões de compra – especialmente as mais caras. 

Desde o início de 2023, a Berkmann está fazendo barulho aqui no Brasil. Primeiro, vocês anunciaram que estavam assumindo o portfólio da Viña Montes, muito popular por aqui. Depois, os rótulos portugueses da Quinta da Covela. O que mais você está planejando para este ano?
Há muito mais! Temos muitas mais marcas desejadas, focadas na construção de uma gama com amplitude e qualidade excepcionais, mas certamente sem  esquecer de apostar em marcas que já representamos e que nos oferecem seus produtos mais prestigiosos.

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Um exemplo é a vinícola Antinori. Além de ícones como o supertoscano Tignanello, há planos de trazer os demais vinhos dos vinhedos da Antinori localizados fora da Itália para o Brasil?
Antinori é muito mais que Tignanello! No total, temos agora treze propriedades de diferentes regiões da Itália, todas pertencentes à Antinori, mas cada uma com sua singularidade e caráter. A última adição ao nosso portfólio são os deliciosos vinhos de Jermann, de Friuli, e os espumantes Franciacorta de Tenuta Montenisa, que estão a caminho. Já representamos o Haras de Pirque, do Chile, e o Tüzkö, da Hungria, ambos do portfólio da antinori. No momento, no entanto, não temos planos de trazer seus vinhos da Califórnia, Malta ou Romênia.

A Berkmann vai lançar um e-commerce com foco no consumidor final aqui no Brasil. Vocês oferecem algo semelhante no Reino Unido?
Não oferecemos e-commerce no Reino Unido, mas no Brasil, dada a escala continental do país, é fundamental fornecer aos consumidores acesso nacional às nossas marcas, embora isso seja estritamente controlado por nossa estratégia para evitar qualquer conflito de preços.

Charles Marshall, COO da Berkmann Wine Cellars –Berkmann/Divulgação

Qual o perfil de consumidor de vinhos no Brasil?
Estamos muito entusiasmados com o dinamismo do mercado que vocês têm aqui no Brasil. O interesse pelo vinho é palpável e está em constante evolução para melhor, com um consumo per capita de cerca de 2,5 litros. Vejo esse número duplicando facilmente num futuro próximo. E isso apresenta uma grande oportunidade. É um pouco arrogante pensar que vamos melhorar o mercado, que ele está atualmente faminto e precisa ser alimentado. Mas pretendemos fomentar a cultura do vinho, oferecendo grandes rótulos de todo o mundo, treinando profissionais para aumentar sua confiança nos vinhos e encontrar maneiras de oferecê-los e servi-los, além de mostrar como grandes marcas de vinho podem oferecer uma ótima relação custo-benefício.

Qual a diferença de trabalhar com marcas fortes, como Antinori e Viña Montes, em relação a outras menos conhecidas pelos consumidores?
Tentamos ao máximo tratar todas as marcas com o mesmo cuidado e atenção. Com certeza, marcas consagradas como Antinori e Montes exigem não apenas esforços de construção de marca, mas também um enorme respeito pela história que construíram no Brasil, tanto junto ao trade quanto ao público em geral. A nossa estratégia procura ter muito cuidado com o posicionamento, prestígio e distribuição das marcas, para que se mantenham como “top of mind” dos amantes do vinho em todo o país.

Na Inglaterra, a Berkmann tem outra unidade de negócios, a Spirit Cartel, focada em destilados. Aqui, no Brasil, vocês já trouxeram o Vermute Mancino. Há planos de trazer outras marcas também?
Sim! Estamos procurando introduzir uma empresa separada chamada ‘A Firma’ para contribuir com a nascente cultura de coquetéis no Brasil, que ainda sofre com pouca diferenciação entre os menus de bebidas dos bares devido à homogeneidade da oferta de rótulos.

Em que o mercado de destilados se assemelha ou difere do mercado de vinhos, tanto na Inglaterra quanto no Brasil?
Está tudo relacionado ao público e a preferências distintas. Vinhos e destilados possuem tendências diferentes e segmentos de público mais ou menos engajados. Algumas tendências são coincidentes, como o crescente interesse por produtos com baixo teor alcoólico, artesanais e exclusivos. A grande e, para nós, a mais importante coincidência está no poder da marca e na necessidade de construí-la e reforçá-la sempre.

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Vinho – VEJA
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Anabolizantes proibidos para fins estéticos: o que muda a partir de agora?

Dr. Fabiano M. Serfaty: A utilização de esteroides androgênicos anabolizantes (EAA) está associada a efeitos prejudiciais, que  podem  ocorrer  mesmo  em  doses  terapêuticas, por isso o Conselho Federal de Medicina (CFM) emitiu uma nova resolução, que proíbe que os médicos de prescrevam esteroides androgênicos anabolizantes (EAA) para fins estéticos, incluindo o ganho de massa muscular e a melhora do desempenho esportivo. A nova regra vem como uma tentativa de combater o uso indevido dessas substâncias, que podem causar graves danos à saúde dos pacientes. A medida visa garantir que os médicos sigam as práticas éticas e ofereçam tratamentos seguros e eficazes aos seus pacientes. Aqueles que violarem as regras estarão sujeitos a sanções disciplinares, incluindo a suspensão ou revogação de suas licenças médicas. Convido a Dra. Annelise Meneguesso, médica endocrinologista, conselheira Federal de Medicina, coordenadora da câmara técnica de Endocrinologia do Conselho Federal de Medicina (CFM) e relatora da Resolução nº 2333/23. A partir de agora o que muda na prática?

Dra. Annelise Meneguesso: O Conselho Federal de Medicina é o órgão regulamentador da Medicina no país, com o dever de proteger a sociedade. A prescrição de esteroides androgênicos anabolizantes (EAA) com a finalidade estética, de ganho de massa muscular e melhora do desempenho esportivo nunca foi liberada em virtude da ausência de comprovação científica suficiente na literatura vigente que indique efeito terapêutico benéfico que suplante os potenciais efeitos adversos advindos dessa prática. Entretanto, o crescimento exponencial de prescrições, cursos e publicidade relacionados a este tema motivou o conselho a publicar a Resolução CFM 2333/23, vedando o uso de EAA para as situações anteriormente mencionadas. A partir de agora, os Conselhos Regionais de Medicina poderão atuar mais veemente coibindo esta prática, que passará formalmente a constituir infração ética e, portanto, passível de punição de acordo com as sanções previstas na Lei 3268/57.

Dr. Fabiano M. Serfaty: Será a resolução suficiente para inibir a prescrição?

Dra. Annelise Meneguesso: Acredito que a partir do momento em que o médico tomar ciência de que poderá sofrer penalidades éticas, culminando com a cassação do exercício profissional, ele reavaliará suas condutas, afinal, o alvo de toda a atenção do médico deve ser sempre a saúde do ser humano. Outro aspecto importante é em relação aos pacientes terem ciência acerca dos danos adversos advindos dessa prática irregular.

Dr. Fabiano M. Serfaty:Você acha que deveria haver uma campanha maior de conscientização sobre os riscos, além da resolução?

Dra. Annelise Meneguesso: Acredito que é imprescindível uma campanha de conscientização da população a respeito do uso de EAA com fins não justificados pela literatura vigente. O CFM com a publicação da resolução está empenhado nessa prática, assim como as Sociedades de Especialidade.

Dr. Fabiano M. Serfaty: Quais são os esteroides anabolizantes mais prescritos na prática?

Dra. Annelise Meneguesso: Os esteroides anabolizantes mais utilizados no Brasil são a testosterona, nandrolona e oxandrolona. Entretanto, não podemos deixar de destacar o aumento exponencial da utilização de Somatropina (hormônio do crescimento humano) e de gestrinona, esta última  especialmente através da administração sob a forma de implante.

Os esteroides anabolizantes definidos pela Anvisa estão na lista Lista “C5”:Androstanolona, Bolasterona, Boldenona, Cloroxomesterona, Clostebol, Deidroclormetiltestosterona, Drostanolona, Estanolona, Etilestrenol, Formebolona, Metandienona, Metandranona, Metenolona, Mibolerona, Noretandrolona, Oxandrolona, Oximesterona, Testolactona, Testosterona, Trembolona, Somatropina (Hormônio do Crescimento).

Dr. Fabiano M. Serfaty: O que acontece se o médico prescrever?

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Dra. Annelise Meneguesso: A resolução entra em vigor a partir da sua publicação no Diário Oficial da União, portanto, a Resolução CRM nº 2333/23 está em vigor desde o dia 11 de abril. Em caso de infração, ou seja, de prescrição de esteroides androgênicos anabolizantes com as finalidades vedadas (estética, ganho de massa muscular e melhora de desempenho físico), o médico poderá ser denunciado por qualquer cidadão, independente se paciente ou não, órgãos ou sociedades de especialidade. Mediante uma denúncia, o médico poderá ser penalizado, sofrendo as sanções previstas na Lei 3268/57, que vão desde advertência confidencial em aviso reservado até a cassação do exercício profissional.

Dr. Fabiano M. Serfaty: E o que acontece se outro profissional de saúde prescrever?

Dra. Annelise Meneguesso: A indicação de esteroides androgênicos anabolizantes baseada na literatura científica vigente consiste em um ato médico. A exceção consiste no uso odontológico, segundo as normas do Conselho Federal de Odontologia. Caso outro profissional prescreva essas substâncias poderá ser denunciado às autoridades legais por exercício ilegal da Medicina.

Profissional convidada:

Dra. Annelise Meneguesso

Médica endocrinologista

Conselheira Federal de Medicina

Coordenadora da câmara técnica de Endocrinologia do Conselho Federal de Medicina (CFM)

Fonte:

1. Resolução CRM nº 2333/23: https://sistemas.cfm.org.br/normas/visualizar/resolucoes/BR/2023/2333

2. https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/medicamentos/controlados/lista-substancias

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Brinde Verde e Rosa: Mangueira expande domínios e inaugura bar na Barra

O espaço tem túnel de neon verde e rosa, pista com DJs e variados shows de samba, e até latas de cerveja com as cores da Estação Primeira de Mangueira, que chega à movimentada Olegário Maciel, na Barra, em forma de bar.

+ Très bien: Aliança Francesa inaugura bistrô em Botafogo

A decoração do Bar Mangueira traz também adereços e instrumentos musicais utilizados pelos sambistas, assim como materiais que foram utilizados em desfiles da cultuada agremiação.

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Para comer há petiscos com jeito clássico a exemplo da porção de croquetes de pernil (R$ 55,00), ou do filé aperitivo ao molho madeira com champignons (R$ 79,00). Diversos combos de bebidas incluindo uísque, vodka, gin e cervejas estão disponíveis, além de drinques próprios como o 1928 (R$ 39,00), que homenageia as cores do estandarte com a finalização de xarope de rosas e a espuma de maçã verde.

O Bar Mangueira fica na Av. Olegário Maciel, 539, Barra da Tijuca. Funciona na quarta, a partir das 22h; sexta e sábado, das 21h às 4h; e domingos das 17h à 1h.

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Empório Jardim lança operação de café da manhã na Casa Firjan

O novo Empório Jardim, em Botafogo, é a combinação perfeita para um programa em família ou com amigos. Nos jardins da Casa Firjan é possível degustar delícias gastronômicas da operação vencedora do Comer & Beber – melhor café da manhã – dos anos de 2015 e 2020. Com dois ambientes aconchegantes, recheados de doces, pães e outras receitinhas da chef Paula Prandini, é possível  aproveitar o agradável clima de outono da cidade.

As sócias Paula Prandini, Iona Rothstein e Branca LeeDivulgação/Divulgação

No ano em que celebram nove anos, as sócias Iona, Branca e Paula apresentam essa novidade com um cardápio com mais de noventa opções.  O espaço idealizado para o café da manhã conta com capacidade para receber até 90 pessoas.

<span class=”hidden”>–</span>Divulgação/Divulgação

O ambiente interno fica dentro do Palacete e é decorado por azulejos e pisos que remontam histórias de um Rio de Janeiro do início do século XX. A parte externa é convidativa para dias de sol e fica com a vista dos belos jardins da Casa Firjan.  

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No menu de café da manhã, que é feito de forma customizada, é possível encontrar ovos beneditinos com salmão defumado (R$ 34,90); tapioca com queijo meia cura da Serra da Canastra (R$ 20,50); croque monsieur (R$ 27,90) e até o joelho da casa (R$ 14,90). 

Serviço:

Empório Jardim – Casa Firjan 

Rua Guilhermina Guinle, 211 

Terça a domingo – 9h às 19h

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Très bien: Aliança Francesa inaugura bistrô em Botafogo

A Aliança Francesa do Rio, em Botafogo, ganha nesta semana um restaurante a caráter, e anuncia para quarta (26) a abertura do Chez Ri Bistrô, coordenado pelo Chef Ricardo Freitas. Aberta ao público, a casa de decoração aconchegante oferece de croissants, sanduíches em baguetes e vienoisserie, a pratos de almoço com receitas clássicas francesas, vinhos e drinques.

+ Um brinde lusitano: restaurantes têm semana dedicada a vinhos portugueses

Para o almoços há pedidas como o boeuf bourguignon, ou o peixe à meunière, com manteiga, limão e alcaparras (ambos a R$ 50,00, ou R$ 40,00 no executivo, com opção de salada antes, e sobremesa do dia).

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O croque monsieur (R$ 25,00) está entre as opções de lanche, e na área das sobremesas há sabores como a mousse de chocolate meio amargo com geleia da casa (R$ 20,00).

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O almoço executivo funciona de segunda a sábado, das 11h30 às 15h; e a cafeteria vai de segunda a sexta até às 20h, e sábado das 8h às 11h, para café da manhã.

O Chez Ri fica na Rua Muniz Barreto, 730, Botafogo, tel.: 2286-4248. Contato para reservas pelo tel.: 97450-2861.

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Um brinde lusitano: restaurantes têm semana dedicada a vinhos portugueses

Vinhos portugueses para menus bem escolhidos, com rótulos que apresentam a qualidade e o estilo do que se faz em importante região produtora lusitana. É esse o mote da Semana Gastronômica dos Vinhos da Península de Setúbal, promovida pela Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal (CVRPS), evento inédito no Brasil. No Rio, a ação vai desta segunda (24) ao dia 30 de abril, envolvendo sete restaurantes de diferentes vertentes gastronômicas.

+ Templo da culinária japonesa, Azumi fecha as portas em Copacabana

As casas que vão harmonizar seus pratos com os vinhos são Didier, Rancho Português e Mercearia da Praça (Ipanema), Adega Santiago (Barra), Il Leone, Tasca da Mercearia e Assunção (Botafogo).

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Para que todos degustem os vinhos disponíveis na semana, os restaurantes participantes darão de cortesia uma taça de vinho, entre as opções de tinto, rosé, branco e moscatel. Será possível adquirir as bebidas em carta dedicada à ação, com sugestão de harmonização feita pelo chef ou sommelier.

Estarão em cada endereço os rótulos de dez vinícolas da região de Setúbal. Entre os produtores, nomes como José Maria da Fonseca, Adega de Pegões, Ermelinda Freitas, Adega Fernão Pó Winery, Bacalhôa, Sociedade vinicola de Palmela, Quinta do Piloto, Herdade da Gâmbia, Adega de Palmela e Cadeado Wine.

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Entre as delícias que sem das cozinhas estrão o arroz de pato do Rancho Português; polvo e lula grelhados com risoto de brócolis do II Leone; a torre de mignon com queijo da Canastra, molho de mostarda Dijon, crispy de alho poró e batata rústica do Assunção; e a massa folhada com gorgonzola, fatias de pêra, balsâmico, geleia de pimenta e brotos do Didier, prato que será harmonizado com o vinho branco Adega de Pegões, colheita selecionada de 2021, da vinícola homônima.

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Templo da culinária japonesa, Azumi fecha as portas em Copacabana

Depois de 34 anos abrindo caminhos para a culinária japonesa no Rio, da forma com que ela é tradicionalmente preparada e consumida no Japão, o restaurante Azumi, inaugurado pela família Ohara em 1989, fechou as portas no conhecido endereço da rua Ministro Viveiros de Castro, no Leme. Com os negócios abalados desde a pandemia, a casa não resistiu à crise e encerrou as atividades neste domingo (23).

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Nas últimas três décadas, não foram poucos os clientes e os prêmios conquistados, assim como a admiração de celebridades de todas as áreas. No último sábado (23), uma cliente postou a foto de um autógrafo de 1995, exibido em quadro com a foto do ídolo no restaurante: “Para o Azumi, com a amizade do Rei Pelé“.

Considerado um templo da cozinha japonesa e idolatrado por duas gerações de fregueses, o Azumi surgiu pelas mãos de Isao Ohara, que nasceu em Tóquio e chegou ao Brasil em 1963, trabalhando primeiro na agricultura e depois na área de minérios, até resolver se dedicar à gastronomia e abrir a casa para a frequência de imigrantes japoneses.

O criador faleceu em 2018, ficando a casa nas mãos da filha Alissa Ohara, que manteve o endereço como um centro de preservação da tradição nipônica, ao mesmo tempo em que nasciam no Rio numerosos restaurantes japoneses e orientais com tendências a fusões e invenções.

No ambiente único com a entrada nos fundos de um prédio de Copacabana, um cardápio com cerca de 300 itens formou-se entre as vitrines de peixes e o balcão de grelhados, assim como as disputadas ozashikis – salas reservadas com tatames -, palcos de um repertório que incluía também sugestões diárias empolgantes de uma equipe que nunca abriu mão de trabalhar com peixes e frutos do mar sazonais e frescos.

“Com o fechamento do Azumi, o Rio perde sua grande referência e o grande norte da comida japonesa, nas mãos de uma família que preza pela tradição e o embasamento cultural. Uma casa que ficou décadas no imaginário carioca”, disse o restaurateur Menandro Rodrigues, dono do premiado Haru Sushi, em Copacabana, ao saber da notícia do fechamento, na noite desse domingo (23).

No momento em que o número de novos restaurantes aumenta, e as pesquisas apontam um reaquecimento do setor, a despedida do Azumi é uma notícia triste e um prejuízo irreparável à restauração carioca neste outono de 2023.

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MGallery Santa Teresa: refúgio urbano entre as zonas sul e central

Com um perfil de refúgio urbano, o MGallery Santa Teresa apresenta uma linha de serviços e produtos de alto padrão para quem precisa descomprimir as tensões do dia a dia. Spa, piquenique, art project, refeições no restaurante Térèze, áreas específicas para leitura de um bom livro, bar dos descasados, além de passeios guiados pelo bairro.

Sob o comando da francesa Sophie Bárbara, que assumiu a gerência geral há poucos meses, o hotel ganhou ares personalizados.

<span class=”hidden”>–</span>Reprodução/Instagram

É comum observar a hoteleira circulando o dia inteiro nas dependências do endereço e conversando com todos os hóspedes.

O Santa Teresa ganhou notoriedade em 2010, quando Amy Whinehouse se hospedou na suíte 51 e provocou um rebuliço no bucólico endereço. Esse apartamento, especificamente, possui um piano preto em que a cantora se divertiu quando se hospedou. A suíte tem uma varanda panorâmica com vista de 180º para a Serra de Petrópolis e de Teresópolis, Baía da Guanabara e outros ‘pontos turísticos’ bem diferentes da orla da zona sul, como o Morro da Providência, Favela da Mangueira e  Central do Brasil. Outra suíte com destaque é a 49, que possui uma enorme varanda com uma banheira de pedra charmosa. Os espaços levam mobiliário assinado pelos premiados designers Sergio Rodrigues e Rock Lane, uma mistura de obras de arte do século XIX e contemporâneas.

O Térèze, no final de março, passou a ser comandado pela chef Luana Malheiros,

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<span class=”hidden”>–</span>Reprodução/Instagram

que participou da implementação do restaurante ao lado do chef francês Damien Montecer. A profissional que transformou hobby em profissão, preza por leveza e frescor em cada uma das suas criações. Destaque fica para a salada Térèze – com cores vibrantes – e para o ceviche de lichia.

O descanso pode se tornar balada. A poucos metros, é possível encontrar  agitos de um bairro boêmio repleto de bares com roda de samba e comidinhas de buteco.

Serviço

Instagram @santateresamgallery

https://www.santateresahotelrio.com

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Conheça a carta de vinhos do restaurante Bocca del Capo

Marcelo Copello: Vocês tem sommelier(ère)? Qual o nome dele(a)? Senão quem é o responsável pelos vinhos?

BOCCA DEL CAPO: Os vinhos são selecionados pelo sócio Cristiano Lanna, sempre com o aprazimento do Maurício Szapiro, amante e profundo conhecedor da bebida e também sócio da casa.

 

MC: Quantos rótulos aproximadamente tem sua carta de vinhos?

BOCCA DEL CAPO: Temos na carta aproximadamente 50 rótulos, entre tintos, brancos, rosês, laranjas, naturais e espumantes.

 

MC: Qual o rótulo mais barato e qual o mais caro da carta?

BOCCA DEL CAPO: Temos vinhos em taças (tinto e branco) são dois rótulos de cada ( consultar a carta): R$ 27 e R$ 36

Mais barato: Garrafa Merlot Reserva cristófoli, R$ 108

Mais caro: Garrafa Amarone Tommasi, R$ 723

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MC: Quais são os vinhos mais vendidos?

BOCCA DEL CAPO: Sangiovese Caparzo é uma ótima pedida de custo x benefício

MC: Quanto custa a taxa de rolha?

BOCCA DEL CAPO: Aderimos à rolha-amiga, uma garrafa por uma da casa, ou, a rolha de R$ 50.

MC: Qual a harmonização campeã de prato do menu com vinho da carta?

BOCCA DEL CAPO: Arancione Villagio Conti, um vinho laranja de Santa Catarina, traz uma experiência  sensorial única.

Endereço: Rua Rainha Guilhermina 95, loja C – Leblon

Telefone para reservas: 21- 3592-0881

 

Obs: Os preços são do dia 19/04/2023, após esta data os preços podem sofrer alterações

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Bisou Bisou

Uma França kitsch dos anos 80 ambienta a nova empreitada do grupo 14zero3 (Posì, Pici, Oia e Spicy Fish). O clima retrô propicia cliques por todos os lados, das figuras coloridas em neon e estantes espelhadas às flores decorativas na varanda — nem o banheiro, com iluminação de LED do chão ao teto, escapa.

Para harmonizar, o menu do chef Rodrigo Guimarães resgata clássicos do passado em releituras modernas, a exemplo do coquetel de camarões VG (R$ 89,00) e da sopa de cebola com gruyère gratinado (R$ 38,00).

Da ala principal, o canard au vin (R$ 118,00) traz coxa e sobrecoxa de pato cozidas lentamente em molho ao vinho com champignon, minicebolas e bacon, escoltadas por purê de batata à moda do chef francês Joël Robuchon. Salve espaço para a brincadeira final: versão francesa da rabanada, o pain perdu (R$ 42,00) é servido com caramelo trufado, nozes e sorvete de baunilha bourbon.

Preços checados em novembro de 2022.

Fonte:

Comer & Beber – VEJA RIO