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Bar com a melhor trilha do Rio, 111 recebe o Victor Audio, de Buenos Aires

O 「111」, eleito melhor bar de música de VEJA RIO COMER & BEBER 2026, e o Haru, comandados por Menandro Rodrigues, recebem nesta quinta-feira (6) o Victor Audio Bar, de Palermo Soho, Buenos Aires, para uma noite dedicada à coquetelaria. A partir das 19h, o sócio Gustavo Andres Vocke e a bartender Rocio Belen Sosa apresentam no Rio alguns dos drinques que traduzem a identidade da casa argentina.

A programação começa no 「111」, onde serão servidos o pornstar martini e o matetini. As duas receitas partem de clássicos e ganham ingredientes que aproximam as referências dos dois países. O primeiro combina bourbon, maracujá, baunilha, pomelo e espumante. Já o segundo leva gim, chá-mate, laranja, jerez fino e um blend de vermutes.

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No Haru Ichiban, o destaque será o dibú martini, disponível como sugestão de coquetel ao longo do dia. A receita mistura vodca, Licor del Norte Tres Monos, Licor de Quinotos Tres Monos e blend de vermutes.

A visita coloca lado a lado duas interpretações dos chamados listening bars. No 「111」, Menandro Rodrigues aposta em uma experiência de inspiração japonesa, com sistema de som tridimensional e curadoria musical de Danny Dee, do Estúdio Rastro. O Victor Audio Bar segue uma linha inspirada nos bares de audição japoneses, mas com referências americanas, estética retrô e influência do design mid-century.

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Aberto em Buenos Aires pelas equipes dos bares Tres Monos e Niño Gordo, o Victor Audio Bar combina música, coquetelaria, gastronomia e design, com o som analógico no centro da experiência. A carta valoriza a coquetelaria clássica, especialmente o Martini, um dos símbolos da casa.

No Rio, o 「111」 tem menu assinado por Menandro Rodrigues e Thiago Ferrer e carta de drinques do chefe de bar Leonardo Santos.

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Brasa Jurema recebe Cora

Um dia antes, na quarta-feira (5), o Brasa Jurema, na Glória, promove a terceira edição do Brasa Latina, evento que reúne chefs em torno de uma cozinha de inspiração latino-americana. O convidado da vez é o argentino Pablo Inca, à frente da cozinha do Cora, em São Paulo, que integra a seleção Bib Gourmand do Guia Michelin e o 50 Best Discovery. Ele divide a noite com o chef Pedro Attayde, anfitrião da casa.

Dois homens sorridentes, um com avental marrom e outro com gorro bege, óculos e braços tatuados, posam em ambiente escuro com luzes ao fundo
Pablo Inca e Pedro Attayde se reúnem em noite latina no Brasa Jurema./Divulgação

No menu, Attayde prepara o espetinho de mortadela cochon (R$ 39,00), feito na brasa e servido com coalhada, castanha-de-caju e mel fermentado, e o camarão na brasa (R$ 58,00), com manteiga de crustáceos, milho tostado, coentro e limão.

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Inca assina três pratos: quiabos na brasa (R$ 48,00), com pasta de castanhas e crunchy chilli oil; folhas tostadas (R$ 46,00), acompanhadas de bagna cauda e queijo curado; e hummus de abóbora (a partir de R$ 68,00), com cogumelos na brasa, kale, salsa verde e pipas.

Os dois chefs também colocam a mão na massa juntos para preparar o choripán de linguiça de porco e ameixa (R$ 52,00), servido com kimchi mayo e ovas de tobiko.

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Fonte:

Comer & Beber – VEJA RIO