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Diversidade espanhola cresce no Brasil

A Espanha é o líder mundial em área plantada com uvas e 3º produtor mundial de vinhos, atrás apenas de Itália e França. No Brasil, contudo, o país Ibérico nunca chegou ao pódio das importações, amargando por anos a sétima colocação. Em anos recentes, contudo, vem galgando posições e hoje é quinto em volume, com cerca de 8,5 milhões de garrafas em 2022, e sexto em valor, com US$ 17 milhões (números da Product Audit).

Embora crescente em nosso mercado a Espanha ainda está sendo descoberta pelo consumidor brasileiro, suscitando grande interesse pelos importadores, que para garimpar novidades para seus catálogos, fequentam feiras, como a FENAVIN, realizada entre os dias 9 e 11 de maio passado.

Um dos principais encontros de negócios de vinhos da Espanha, a FENAVIN – Feira Nacional del Vino, acontece a cada dois anos em Ciudad Real, a uma hora de Madrid. Seu objetivo é justamente colocar em contato produtores de vinhos espanhóis, com compradores do mundo todo.

FENAVIN
<span class=”hidden”>–</span>Divulgação/Divulgação

Estive na FENAVIN à convite da organização do evento e pude constatar o grande sucesso da feira. Tive a oportunidade de realizar inúmeras reuniões de negócios e também provar dezenas de vinhos, os quais reporto ao final desta matéria.

Os números da edição 2023, que é a décima, são impressionantes. O evento que ocupou 30 mil metros quadrados recebeu 5.734 expositores e 117 mil visitantes, todos profissionais do setor. Destes, mais de 19 mil eram compradores, sendo mais de 14 mil compradores espanhóis e mais de mil internacionais, vindos de 100 países.

O evento também foi rico em atividades paralelas, com um toral de 74 palestras, degustações guiadas e mesas redondas. Eu tive a honra de ser panelista e uma delas e falar do mercado brasileiro, que repercutiu em várias mídias locais, jornais, revistas, televisões e sites, como o https://www.tecnovino.com/ que publicou estas aspas

El director de contenidos de Baco Multimidia, Marcelo Copello, procedente de Brasil, ha puntualizado que “los brasileños están aprendiendo a beber vino” y que el país “es un gran lugar para hacer dinero en torno al vino” ya que “todavía existen lugares donde no ha llegado”. En esta línea, ha explicado que el perfil del consumidor habitual de vino se sitúa en el mercado de lujo y que solo conocen el vino clásico. Por otro lado, ha dicho que la Generación Z “está aprendiendo a beber vino pero no conocen el español” y ha propuesto vender una imagen del vino español basado en la calidad.

Marcelo Copello na midia espanhola
<span class=”hidden”>–</span>Divulgação/Divulgação

A organização da feira, em seu balanço de encerramento, reporta que foram feitos durante o evento um total de 519.807 contatos comerciais, com uma estimativa de 106 milhões de Euros em negócios fechados

O Brasil esteve presente com cerca de 20 compradores, representando diversas importadoras, grandes e pequenas. Os dois maiores e-commerce brasileiros são frequentadores assíduos do evento e estavam presentes este ano: Wine e Evino.

Para German Garfinkel, Diretor de B2B e Supply ddo Grupo Wine “a Fenavin representa a oportunidade de continuar garimpando grandes achados na Espanha e de aprimorar ainda mais a nossa seleção deste marcante país”

O ponto forte da FENAVIN para os importadores brasileiros é justamente oferecer a possibilidade de garimpar bons rótulos a preço acessível, ainda não descobertos no Brasil, de regiões ou produtores emergentes.

“Na Fenavin conseguimos encontrar desde os grandes grupos engarrafadores, passando pelas maiores Cooperativas de Castilla La Mancha até as vinícolas mais prestigiosas das regiões emblemáticas da Espanha. Nesse ano, entre outras coisas, destaco o crescimento de regiões produtoras emergentes, como Vinos de Madrid, Bierzo, Manchuela e Yecla”, atesta Ari Gorenstein, co-CEO do Víssimo Group (Evino e Grand Cru).

Entre muitas reuniões proveitosas pude avaliar dezenas de vinhos. Em termos de vinhos, o forte da FENAVIN a meu ver é a possiblidade de garimpar produtos de regiões menos famosas no Brasil. Provei vinhos excelentes de origens como Valencia, Bierzo ou Jumilla, entre outras, de produtores em vários perfis, desde os artesanais, com vinhos de alta gama, até os de produção maior e com capacidade de atender grandes demandas . Abaixo os vinhos que destaco – todos os vinhos podem ser encontrado no Banco de Dados de vinhos de meu site, no link: https://www.marcelocopello.com/vinhos

A FENAVIN acontece a cada dois anos, portanto programe-se para maio de 2025!

DESTAQUES

MELHORES BRANCOS

Diversidade espanhola cresce no Brasil

– Arquela 2021, Baldovar 923

Diversidade espanhola cresce no Brasil

 

– El Toleiro Vino de Paraje 2018, Bodegas Adriá

MELHOR ROSADO

Diversidade espanhola cresce no Brasil

– Rocío Rosado 2022, Finca Albret

MELHORES TINTOS

Diversidade espanhola cresce no Brasil

– 1771 2020, Casa Los Frailes

Diversidade espanhola cresce no Brasil

– Diodoro Pascual 2018, Bodegas Pascual

MELHOR DOCE

Diversidade espanhola cresce no Brasil

– Monastrell Dulce 2019, Silvano García

MELHOR GODELLO

Diversidade espanhola cresce no Brasil

– El Toleiro Vino de Paraje 2018, Bodegas Adriá

MELHOR MONASTRELL

Diversidade espanhola cresce no Brasil

– 1771 2020, Casa Los Frailes

MELHORES GARNACHA

Diversidade espanhola cresce no Brasil

– Blaneo Garnacha 2021, Bodegas Pagoss de Araiz

Diversidade espanhola cresce no Brasil

 

– Fagus Coto de Hayas Garnacha 2020, Bodegas Aragonesas

MELHOR MENCÍA

Diversidade espanhola cresce no Brasil

– Velvet 2018, Bodegas Adriá

Diversidade espanhola cresce no Brasil

– El Origen 2018, Pago del Vicario

DESCOBERTA – MARSELAN

Diversidade espanhola cresce no Brasil

– Sueño e Megala 2018, Bodegas Enguera, Marselan

RANKING GERAL DOS VINHOS PROVADOS

BRANCOS

NOTA, VINHO, SAFRA, PRODUTOR, REGIÃO

94 – Arquela 2021, Baldovar 923, Valencia

Elaborado com a casta Merseguera, vinhedos a 850 metros de altitude, em solo de silex, fermentado em barricas de 500 litros, com levediuras autoctones. Amarelo palha. Aroma de grande elegância, ainda um pouco fechado, muito mineral, com notas florais, frutadas e de leveduras. Paladar estruturado por excelente acidez, tenso, denso, longo, 13% de álcool. Grande vinho.

94 – El Toleiro Vino de Paraje 2018, Bodegas Adriá, Bierzo

100% Godello de vinhas de mais de 50 anos, fermenta em barrica de 500 litros, depois amadurece 12 meses em barricas usadas de 220 litros . Cor verdeal brilhante, parece novo (já tem 5 anos). Muito intenso no nariz, fresquíssimo, complexo, com notas de maçã verde, baunilha, anis. Paladar firme, ótima acidez, complexo, com camadas. Potencial de guarda para chegar a 10 anos.

93 – Godello Orange Wine, Bodegas Adriá, Bierzo,

Um Orange Wine de Godello. Fica 3 meses macerando e fermentando com as peles, em barricas abertas, depois é prensado e vai para barrica por 12 meses. Dourado, brilhante. Frutas maduras, notas de casca de laranja, anis. Paladar encorpado, com taninos que aparecem bastante, alguma salinidades, gosto de pedra salgada. Diferenciado.

92 – Go de Godello Cuvée Especial 2021, Pago del Vicario, Bierzo

Godello cultivada em solo pedregoso, com 12 meses em barricas francesas. Amarelo palha brilhante. Aroma elegante e complexo, bastante mineral, salino, com notas de anis, ervas, notas oxidativas. Paladar com bom volume de boca, bom frescor e acidez, longo e com textura macia

92 – Alma Sana 2020, Toni Beneito, Valencia

Elaborado com a variedade ancestral da região, Tortosí, de vinhedos de mais de 100 anos, com 800 metros de altitude. Elaborado como um “orange wine”, fermenta em fudres de 5 mil litros, com suas massas (uvas inteiras). Cor dourada mais carregada, alaranjada. Aroma muito expressivo com notas de fruta madura, casca de laranja, madeiras, especiarias. Paladar seco, encorpado, denso, com muita textura, algum tanino, 13% de álcool, falta um pouco de frescor e o processo encobre um pouco o que seria a tipicidade da Tortosí, mas não deixa de ser um excelente vinho.

92 – Etapa 24 2018, Bodegas Adriá, Bierzo

100% Godello, de vinhedo de 30 anos, com pré fermentação a 4oC com bagos inteiros, depois é prensado fermenta em inox por 8 meses sobre lias. Cor palha, aroma de flores brancas, maçã, pão, pastelaria, mais complexo, muito elegante, com 12,5% de álcool. Já com 5 anos e ainda super fresco, abriu-se muito na taça.

91 – Mersé 2020, Santa Bárbara coop. V. Titaguas, Valencia

Elaborado com a casta Merseguera de vinhedos com cerca de 1 mil metros de altitude. Amarelo palha claro, verdeal, aroma fresco e elegante. Paladar longo, com textura macia, acidez firme, apenas 12% de álcool. Excelente, cheio de personalidade, com algum potencial de guarda.

91 – Clos de Lôm Malvasia 2021, Valencia

100% malvasia, vinhedos de 20 anos, com 460 metros de altitude, plantadas sem condução, em solo argilo-calcário. Fermenta em inox e fica 6 meses com suas lias, com bâtonnage. Cor branco papel. Aroma delicado e muito fresco, floral, cítrico, ervas frescas. Paladar muito vivo, excelente acidez. Paladar seco, com acidez firme, longo, fresco, com textura macia, ótima tipicidade da casta,

90 – Go de Godello 2022, Pago del Vicario, Bierzo

Godello cultivada em solo pedregoso, parcialmente fermentado em barricas. Palha esverdeado. Aroma intenso e fresco, mineral, salino, com notas e ervas de frutas tropicais. Paladar leve e macio, equilibrado, delicioso.

90 – Piano del Ramo Chardonnay Barrica 2021, Bodegas Pio del Ramo, Jumilla

Chardonnay de cultivo orgânico. Fermenta em inox, faz a malolática em barrica nas quais fica 4 meses. Cor palha dourado claro. Aroma excelente, com fruta fresca e madeira integradas. Na boca tem estrutura média, acidez moderada. Tem elegância e equilíbrio.

89 – Macabeo 2022, Bodega Coop San Isidro, Bullas

Uvas Macabeo em vinhedo de 600m de altitude em solo de argila/areia. Cor palha esverdeado. Aroma intenso e limpo, fresco, mineral, cítrico. Paladar leve e de acidez excelente. Delicioso

89 – Blanco de Tempranillo 2022, Pago del Vicario

La Mancha,Um branco a uva tinta Tempranillo, em solo calcário. De cor verdeal brilhante. Aroma fresco, cítrico, com notas de morango, maçã verde, lima, amêndoas, anisa salina, not. Paladar seco, com ótima acidez, fácil de beber, 14% de álcool.

89 – Godello 2022, Bodegas Adriá, Bierzo

100% Godello, fermentado em inox, fica 2 meses com as lias, com bâtonnage. Cor verdeal brilhante. Aroma fresco, com notas de frutas brancas, maçã, pera, flores brancas, cítricos. Paladar fresco, acides alta, boa tipicidade da casta, 13% de álcool, para beber jovem, mais simples e direto.

88 – Vida Viña Tendida 2018, Bodegas Reymos, Valencia

Um Moscatel meio-doce. Cor branco papel. Aroma intenso e floral típico da casta. Paladar quase seco, acidez muito boa, apenas 9,5% de álcool, delicioso, fácil de beber.

88 – Original de Cañas & Barro 2022, Cañas & Barro, Valencia,

Elaborado com Malsavia, Merseguera e Moscatel, vinhedo com 300 metros de altitude a apenas 30km do mar.  Palha esverdeado claro. Aroma muito fresco, cítrico, floral,
Paladar seco e muito leve, com apenas 11,5% de álcool, longo, muito equilibrado. Delicioso

87 – Viña Costeira 2022, Bodega Viña Costeira, Galícia

Da D.O. Ribeiro y Valdeorras. Corte de Trajadura, Albariño, Loureiro e Godello, com 2 meses sur lie. Cor verdeal, brilhante. Aroma denso e frutado, com notas de maçã verde. Paladar um pouco magro, falou meio de boca.

82 – Amatista Moscato Blanc, Bodegas Reymos

Valencia,Um Moscato frisante com 5% de álcool. Cor branco papel, floral, leve e doce, mais simples, com 80 gramas de açúcar

ROSADOS

NOTA, VINHO, SAFRA, PRODUTOR, REGIÃO

92 – Rocío Rosado 2022, Finca Albret, Navarra

100% Garnacha. Um rosado com 2 meses em barrica. Cor intensa. Aroma com muita fruta e frescor, não se sente a madeira. Paladar com uma estrutura no meio do caminho para um tinto leve, com 12,5% de álcool. Excelente dentro deste estilo.

90 – Palacio de Sada Rosado 2022, Bodega San Francisco Javier, Navarra

100% Garnacha. Um rosé de cor mais intensa. Com aroma de intenso frescor, com foco na fruta, tutti-frutti, cereja. Paladar de leve a médio corpo, muita fruta, boa acidez. Excelente no estilo de rose mais intenso.

89 – Sirena de Maar Syrah 2022, Encomienda de Cervera, Almagro

Um rosé de Syrah, de em solo vulcânico, em estilo provençal. De cor clara em tons de casca de cebola. Aroma elegante, fresco, mineral, com frutas vermelhas discretas. Paladar leve, seco e elegante.

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88 – Viñátigo Rosado de Listán Negro 2022, Bodegas Viñatigo, Tenefire

Da ilha de Tenerife, nas Canárias, feito com a casta autóctone Listán Negro, plantada em pé franco, em solo vulcânico. Cor de casca de cebola. Aroma mineral e frutado, discreto, pouco expressivo, com notas metálicas, de pêssego, morango, ervas. Paladar leve, quase neutro, com fundo mineral e agradável e discreto amargor no final.

TINTOS

NOTA, VINHO, SAFRA, PRODUTOR, REGIÃO

95 – 1771 2020, Casa Los Frailes, Valencia

Monastrell de vinhas velhas, 75 anos, sem condução, em solo calcáreo, de cultivo certificado biodinâmico. Fermentado em frudres de 5 mil litros com leveduras autoctones, e amadurece em barricas de 700 litros. Cor rubi quase escuro, violácea. Aroma muito expressivo, muito puro, fruta limpa, cerejas pretas ameixa seca, muito mineral. Paladar estruturado, com bom corpo, bom frescor e madures ao mesmo tempo, tem mineralidade bem evidente na boca, taninos finos elegante e equilibrado. Grande vinho.

95 – Diodoro Pascual 2018, Bodegas Pascual, Ribera del Duero

Elaborado com Tinta del País (Tempranillo), com 24 meses em carvalho 50% francês e 50% americano. Rubi escuro. Aroma complexo, de frutas negras maduras bem delineadas, especiarias, madeira bem integrada, café, chocolate, especiarias, balsâmicos, ervas, tabaco, pimenta. Paladar estruturado, com 14% de álcool, com taninos finos, boa acidez, concentração e elegância, boa profundidade, com camadas de sabor. Um vinho de alta gama, com bom potencial de guarda

94 – Finca CQ Monastrell 2022, Bruma del Estrecho de Marín, Jumilla

Monastrell, de vinhas de cerca de 30 anos, com 700m de altitude, com 10 meses de amadurecimento em barricas francesas de 500 litros, parte usada, parte em concreto. Rubi entre aclaro e escuro. Aroma complexo e elegante, com notas frutas vermelhas, cerejas, maduras, madeira aparece discreta no nariz. Paladar estruturado, com taninos secos e finos, acidez muito boa, longo, tem o lado da nota animal quase rústica da Monastrell, e uma textura vinda da passagem pelo concreto, mas ao mesmo tempo tem elegância. Ainda jovem, precisa de tempo de garrafa para crescer e se integrar melhor.

94 – Muri Veteres Monastrell Crianza 2017, Bodegas Carchelo, Jumilla

Monastrell de vinhedos de 70 anos, em “secano” (sem irrigação), solo calcário. Fermenta em fudres de 1900 litros a emadurece 1 ano em barricas francesas. Cor rubi-granada muito escura. Aroma concentrado, fruta madura, geleia de amora, baunilha, tostados. Paladar encorpado, com 15% de álcool, muito taninos doce e acidez muito boa, longo, com camadas de sabor, denso e complexo.

94 – El Origen 2018, Pago del Vicario, Bierzo

Mencía de vinhas de mais 100 anos plantadas sem condução, com 26 meses em carvalho francês. Cor opaca, muto escura. Aroma concentrado, precisou ser aerado, tem muita madeira aparente, com notas também de frutas negras maduras, ervas secas, frutas bem maduras, café. Paladar concentrado, com grande estrutura de taninos, excelente mas um pouco pesado.

94 – Diodoro 2011, Bodegas Pascual, Ribera del Duero

Elaborado com Tinta del País (Tempranillo). Granada escuro, já com evolução, com muita madeira (mais que o 2018 degustao no mesmo dia), taninos finos, complexo e profundo. Está no apogeu e entrando na maturidade, sem ter resolvido a madeira

94 – Velvet 2018, Bodegas Adriá, Bierzo

100% Mencía, de vinhas velhas de 60 anos, em 800m de altitude com grande inclinação. Fermenta em barricas, com 30% de engaços, por 10-12 meses em barricas 500 litros e depois um fudre de 2500 litros. Cor rubi escura. Aroma complexo, com madeira nova ainda aparecendo, com notas de alcaçuz, balsâmicos, frutas maduras. Paladar estruturado, com taninos finos, acidez correta/moderada, longo e profundo, com camada. Precisa de tempo de garrafa para melhor integrar a madeira.

93 – Viña Azeniche Syrah 2020, Bodegas Fernando Carreño Peñalver, Bullas

Syrah com 14 meses em carvalho. Cor rubi violácea escura. Aroma de frutas negras doces, ameixas, amoras, madeira presente e integrada Paladar concentrado, muitos taninos, acidez correta, com profundidade e complexidade. Bom potencial de guarda.

93 – 4T4 Tempranillo 2019, Encomienda de Cervera, Almagro

O nome 4T4 vem do fato do vinho ser elaborado com 4 clores de Tempranillo. Rubi escuro violáceo. Aroma com madeira presente, mas integrada, com frutas vermelhas maduras, notas de terra, anis, fundo mineral. Paladar de bom corpo, taninos secantes, longo e elegante

93 – Herdad de Peñalosa Reserva 2017, Bodegas Pascual, Ribera del Duero

Elaborado com Tinta del País (Tempranillo), com 24 meses em barricas francesas e americanas. Granada escuro. Aroma com madeira dominando, com notas de baunilha, coco, tostados, fruta negra bem madura. Paladar mais musculoso, onde a madeira aparece, taninos estruturados, boa acidez, 14,5% de álcool. Precisa tempo de garrafa. Estilo clássico da Ribera del Duero.

92 – Finca el Volcán Edición Limitada 2018, Gémina, Jumilla

Montastrell de uma parcela plantada em pé franco, situada a 900m de altitude, aos pés do monumento natural El Volcán de Cancarix, na Sierra de las Cabras. O rendimento é mínimo (1 garrafas por planta), com produção total de apenas 2 mil garrafas. Amadurece 24 meses em barricas. Granada escuro. Aroma com muita madeira, frutas maduras. Paladar de bom corpo, com 15% álcool, sem excessos na extração, mas com bastante madeira parecendo na boca. No fim de boca há uma nota mineral terrosa do solo vulcânico. Tem personalidade embora a madeira seja excessiva demais e falte um pouco de frescor.

92 – Altos de Luzón Monastrell 2020, Bodegas Luzón, Jumilla

Monastrell, vinhedos orgânico, de 40 anos, em solo calcáreo, amadurece 14 meses em carvalho americano e francês. Rubi escuro mas não tanto. Aroma fresco, frutas vermelhas, café, ameixa preta, defumados, elegante, mineral, com madeira esta bem integrada. Paladar de bom corpo, mas não é muito concentrado, seu forte é o equilíbrio e elegância, taninos finos, mineral no fim de boca.

92 – Men de Mencia 2018, Pago del Vicario, Bierzo

Mencía com 12 meses em barricas. Rubi violáceo escuro. Aroma intenso, de frutas maduras, ervas, tabaco, madeira integrada aparece em notas de baunilha, tostados, especiarias. Paladar concentrado, taninos aveludados, equilibrado e  longo.

92 – Blaneo Garnacha 2021, Bodegas Pagoss de Araiz, Navarra

Garnacha, com passagem por barricas. Rubi escuro, profundo. Aroma com madeira aparecendo, mas dando espaço para frutas negras maduras, baunilha, tostados. Paladar estruturado, firme, com boa densidade e complexidade, 15% de álcool

92 – Fagus Coto de Hayas Garnacha 2020, Bodegas Aragonesas, Campo de Borja

Garnacha, com 9 meses em carvalho francês. Rubi escuro violáceo. Nariz de fruta doce e madeira, chocolate. Paladar denso, boa concentração de taninos aveludados, acidez moderada, longo, com boa profundidade.

92 – Sueño e Megala 2018, Bodegas Enguera, Valencia

100% Marselan, de uma vinhedo velho, parcela única, a 700m de altitude, em solo argilo-calcário, com 4 meses em madeira. Cor profunda. Aroma de frutas negras bem maduras, ervas, nota mineral, madeira discreta, defumados. Paladar encorpado, mas com elegância, taninos doces e de bom volume, sente-se notas minerais do calcário no palato, boa profundidade, longo.

91 – Buró Vendimia Seleccionada 2019, Bodegas Pascual, Ribera del Duero

Elaborado com Tinta del País (Tempranillo), de vinhas velhas, com 830m de altitude, com 6 meses em barricas francesas e 4 meses em barricas americanas. Rubi-granada escuro. Aroma bastante frutado, moderno, madeira aparece como adjuvante de frutas negras maduras. Paladar de bom corpo, macio, redondo, com 14,5% de álcool, boa acidez. Um Ribera del Duero em estilo mais moderno.

91 – Herdad de Peñalosa Crianza 2019, Bodegas Pascual, Ribera del Duero

Elaborado com Tinta del País (Tempranillo), com 12-14 meses em barrica. Granada escuro. Aroma frutas negras maduras, toque madeira nova, com baunilha e defumados. Paladar de bom corpo, 14,5% de álcool, com um toque rústico, com bons taninos e acidez. Ainda jovem, pode ter alguns anos de guarda. Estilo clássico da Ribera del Duero.

91 – 6 meses 2020, Pago del Vicario, La Mancha

Elaborado com Tempranillo, Garnacha, Merlot, Petit Verdot, com 6 meses em madeira (carvalho francês, americano e da Romênia). Rubi violáceo. Aroma com muita fruta fresca, muito expressivo, muito especiarias. Paladar de médio corpo, taninos um pouco porosos, a madeira aparece, mas sem dominar, acidez moderada. Expressivo e fácil de beber, com ótimo custo beneficio.

91 – Silk 2020, Bodegas Adriá, Bierzo

100% Mencía, de vinhedo em solo pedregoso, com 6 meses em madeira. Rubi violáceo. Com aroma de violetas, frutas vermelhas frescas, fundo mineral. Paladar de médio corpo, com taninos macios, acidez equilibrada, sente-se notas minerais no palato. Delicioso e fácil e beber, ao mesmo temo que tem personalidade.

90 – Huella de Garnacha 2022, Bodegas Vegamar, Valencia

Elaborado com Garnacha Tintorera (Alicante Bouschet), vinhedo em 700m de altitude em solo de argila. Passa 4 meses em barricas de carvalho americano. Cor rubi vioácea escura. Aroma de frutas vermelhas e negras frescas, morangos, amoras, com nota mineral ao fundo, madeira aparece pouco. Paladar de médio corpo, longo acidez muito boa, fácil de beber, bem elaborado.

90 – Men de Mencia Selección de Viñedos 2014, Pago del Vicario, Bierzo

100% Mencía, com 18 meses em barricas. Rubi escuro. Aroma com muitas especiarias da madeira, notas de cereja marasquino, ameixa, couro, tabaco. Paladar de médio-bom corpo, taninos aveludados, acidez moderada, falta frescor.

89 – Lospinos 2022, Bodega Los Pinos, Valencia

Vinho orgânico, elaborado com Garnacha, Monastrell e Syrah(10%), em solo pedregoso, sem sulfitos, sem filtração. Fermentado em ovos de concreto de de 5 mil litros nos quais permanece 6 meses. Rubi violáceo, não muito límpido. Aroma de frutas negras ácidas, ameixa fresca, amora fresca. Paladar de médio corpo, com taninos e acidez presentes, 13,5% de álcool. Muito bom dentro do estilo de uma “pegada” mais natural.

89 – Silvano García Monastrell 4 meses 2021, Silvano García, Jumilla

Monastrell, com 4 meses em barricas de 300 litros francesas e americanas. Rubi entre claro e escuro. Aroma intenso expressivo, frutas vermelhas, toque animal típico da Monastrell, chocolate, tostados. Paladar de médio com corpo, com boa densidade, taninos doces, acidez moderada. Um vinho comercial bem feito.

89 – Herdad de Peñalosa Tinto Roble 2021, Bodegas Pascual, Ribera del Duero

Elaborado com Tinta del País (Tempranillo), de vinhedos de 25 anos, com 4 meses de barrica. Rubi escuro. Aroma de fruta negra madura na frente, com pouca madeira. Paladar de médio-bom corpo, com 14,5% de álcool, boa densidade, taninos e acidez presentes. Estilo jovem e gastronômico.

89 – Mencía 2022, Bodegas Adriá, Bierzo

100% Mencía, sem madeira, com 2 meses de amadurecimento com suas borras. Rubi violáceo. Aroma fresco e frutado, com notas de frutas vermelhas, cerejas, morango, framboesa. Paladar de médio corpo, com 13,5% de álcool, taninos e acidez moderados, mantendo o frescor, algo mineral no fim de boca. Estilo jovem.

89 – Ilagares 2022, Bodegas San Martin, Navarra

100% Garnacha. Aroma com muitas ervas, balsâmicos, especiarias, geleias, flores. Paladar de médio corpo, taninos e acidez vivos e gastronômicos, uma delicia fácil de beber, apesar dos 14,5% de álcool.

88 – Monastrell Ecológico 2022, Parajes del Valle Bodegas e Viñedos, Jumilla

Monatrell, vinhas de 10 a 25 anos sem madeira, fermenta em inox com leveduras autoctones, amadurece em concreto. Rubi claro. Aroma de especiarias, nota animal e frutas vermelhas ácidas. Paladar leve, fresco e maci. Estilo jovem, com taninos e acidez presentes, gastronômico.

88 – Pinodoncel Black 2022, Castillo de Jumilla, Jumilla

Monatrell com 5 meses de madeira. Cor entre claro e escuro. Aroma frutado, com especiarias doces. Paladar de médio corpo, macio, fresco, fácil de beber, muito bem elaborado, em estilo mais comercial.

88 – Guertano Monastrell 2020,Bodegas Salzillo, Jumilla

Monastrell, vinhas de 25 anos, em solo de argila, 700m de altitude, com 4 meses em barricas. Rubi escuro. Aroma com muita tostado, café, mocha, fruta madura, ervas. Paladar de bom corpo, com muita madeira aparecendo no palato, taninos presentes, 14,5% de álcool, cai um pouco no meio de boca, acidez moderada, falta um pouco de frescor.

88 – Juan de Juanes  Bronze 2022, Anecoop Bodegas, Valencia

Corte de Garnacha, Tempranillo e Syrah. Rubi escuto violáceo. Aroma de frutas vermelhas bem frescas, quase ácidas, framboesas, amoras. Paladar de leve a médio corpo, com muita fruta, 13,5% de álcool, fácil de beber em estilo jovem.

87 – Baron de Turis Reserva 2019, La Baronía de Turis, Valencia

Elaborado com 95% Tempranillo e 5% Merlot, com 12 meses de estágio em barricas americanas e húngaras. Rubi claro. Aroma com madeira aparecendo e nota verde herbácea. Paladar de médio corpo, taninos um pouco verdes

DOCES

NOTA, VINHO, SAFRA, PRODUTOR, REGIÃO

93 – Monastrell Dulce 2019, Silvano García, Jumilla

Um Monastrell doce, de colheita tardia, com 15% de álcool e açúcar residual. Granada escuro. Aroma rico, cheio de notas de especiarias, geleias, chocolate, melaço, sândalo. Paladar doce, denso, longo.

91 – Ochoa Moscatel Vendimia Tardía 2021, Bodegas Ochoa, Navarra

Um Moscatel doce, para sobremesa, com 15% de álcool. Cor dourada clara. Aroma fresco floral, com notas de mel, frutas cristalizadas. Paladar denso, com boa acidez, não muito doce, para aperitivo, panetone ou sobremesas não muito doces.

90 – Cañamar, La Baronía de Turis, Valencia

100% Malvasia, uma mistela feita pelo método de solera. A fermentação vai só até 2% de álcool e depois é fortificado até 15%. Lembra um pouco um Jerez pois tem notas de acetaldeído. O paladar é doce, oxidativo, diferente de tudo o que provei, algo como um Jerez Fino (que é seco), porém doce, com notas de mel e frutas maduras

84 – Mistela Moscatel de Turis, La Baronía de Turis, Valencia

Um Moscatel doce fortificado, para sobremesa, com 15% de álcool (não tem fermentação, o álcool é 100% adicionado). Cor palha claro. Aroma muito intenso, com notas de menta, notas balsâmicas e de mel. Paladar bastante doce, alcoólico, o alcool aparece no nariz e na boca, álcool um pouco descasado, algo exótico.

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Arraiá lusitano: Tasca Miúda promove festa junina em calçada no Leblon

O chef Luiz Petit, da Tasca Miúda, leva neste domingo (4), das 12h às 18h, comidinhas típicas e brincadeiras tradicionais para a calçada da Humberto de Campos, no Leblon. Haverá bebidas e música para os adultos, e atividades como pula-pula para as crianças.

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Além dos petiscos que fazem parte do cardápio, opções especiais serão servidas no dia: cachorrinhos (como os cachorros-quentes são conhecidos no Porto); prego (o clássico sanduíche lusitano de carne), sanduíche de pernil com cebolas assadas e aioli; empadinhas abertas de camarão com catupiry; milho quentinho com ailoi e mix de temperos; caldo verde e canjica de pato.

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Entre as sobremesas, o doce chamado domingo é feito com sorvete de chocolate, chantilly de chocolate branco e pé de moleque de amêndoas. De bebidas especiais haverá licor de ovos e vinho quente.

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A Tasca Miúda fica na Rua Humberto de Campos, 827-B, Leblon.

 

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Conexão Rio-Paris: chef carioca com estrela Michelin vai cozinhar no Copa

A rodada de jantares inéditos Master Series, que comemora os 100 anos do Copacabana Palace, contará com a presença do chef Raphael Rego, do restaurante OKA, de Paris, na noite de sábado (3). O brasileiro, radicado na capital francesa há 17 anos, está à frente do único restaurante de fusão franco-brasileira no exterior que é detentor de uma estrela do guia Michelin.

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O chef Nello Cassese, Diretor Culinário de todas as propriedades Belmond na América do Sul, e chef executivo do Ristorante Hotel Cipriani, desenvolveu um menu de sete tempos em parceria com Rego, com foco nos ingredientes locais. Para começar, o chef convidado preparou quatro opções de snacks inusitados, um bombom de batata doce e carambola, tarteletes de laranja com galabé e atum, suspiro de biquinho e maria mole de açaí. Em seguida, Nello apresenta um amuse bouche de cappuccino de bacalhau e Cornetto all’italiana.

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As entradas ficam por conta dos camarões carabineros brasileiros na brasa com condimentos, e o feijão com alga e jambu franceses e brasileiros, servidos com ostra, kiwi, banana e pimenta de cheiro fermentada, idealizados por Rego, seguido do preparo exclusivo de wagyu A5 tonnato, criado por Cassese.

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Os pratos principais ficam por conta do bouillabaisse com moqueca e safran de montaignac, servidos com vegetais brasileiros em diferentes texturas, idealizado por Raphael, assim como um delicioso cordeiro com cenouras e gremolata, criado por Nello.

As sobremesas incluem uma cocada pralineé com sorbet de milho e baunilha brasileira, assinada por Rego, e um Pasticciotto Napoletano, doce tradicional de Nápole, que representa a origem de Nello.

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O valor do menu harmonizado de sete tempos é de R$ 1.550 por pessoa, e R$ 850 sem harmonização. Quem quiser desfrutar de uma experiência imersiva poderá reservar a Mesa do Chef, localizada dentro da cozinha e com apenas seis lugares, onde será possível acompanhar de perto toda a movimentação dos cozinheiros por R$ 2.750 por pessoa.

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Thomas Troisgros promete paella de pato com laranja em festival do Venga!

Chegou a vez do pato, muito bem acompanhado nas panelas da Pella Fest do Venga de Ipanema (Rua Garcia D’Ávila, 147, tel.: 2247-0234), que recebe neste domingo (4) o chef Thomas Troisgros.

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O chef vai preparar uma versão do prato espanhol com confit de pato, laranja, molho francês gastrique e ervilha-torta. A criação estará disponível das 12h às 17h, a R$ 74,00, e 20% das vendas serão revertidos para a instituição Abraço Campeão, organização que faz trabalho social e de cidadania com crianças e adolescentes no Complexo do Alemão.

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No evento dominical, a paella é preparada na porta da casa, com estação montada na calçada, em duas grandes panelas típicas. Já passaram pelo evento cozinheiros como Rafa Costa e Silva (Lasai), Lucio Vieira (Lilia) e Pedro de Artagão (Grupo Irajá).

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Tá dominado! Baixada Fluminense conquista o pódio do Comida di Buteco 2023

Já tem gente sugerindo que o nome do concurso seja mudado para “Baixada di Buteco”. Assim como em todas as últimas seis edições, a Baixada Fluminense dominou o Comida di Buteco 2023. Só que dessa vez, como dizem, foi “barba, cabelo e bigode”: os cinco primeiros colocados vieram da região.

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O campeão do ano foi o Boteco do Teixeira, de Duque de Caxias. O Boteco do Portuga, bicampeão (2018 e 2021), de Nova Iguaçu, ficou em segundo lugar. O restaurante Carpaccio, de São João de Meriti, terminou em terceiro. O quarto e o quinto colocado foram, respectivamente, o Quintal do Peter Espetaria, de Nova Iguaçu, e o Beer Soccer Club, de Caxias.

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O Teixeira venceu com um petisco à base de bacalhau chamado Bomboteco: quatro “bombons” de bacalhau cremoso, enrolados no bacon e servidos molho da casa. Sandro Teixeira, o dono, fez discurso empolgado no palco do Rio Scenarium, na Lapa, na festa da premiação, na noite de terça (30). “É o primeiro bombom de buteco do mundo!”, vibrou.

Fernando Salles
Bacalhau: bombom feito com o peixe e bacon roubou a cena na BaixadaFernando Salles/Divulgação

O Comida di Buteco teve a participação recorde de 132 bares espalhados pela capital, além de Niterói e Baixada Fluminense.

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Os vencedores

1º lugar — Boteco do Teixeira. O bar de Duque de Caxias arrematou o campeonato com o Bomboteco: quatro bombons crocantes com recheio de bacalhau cremoso, embalados no bacon e servidos com molho especial. Rua General Venâncio Flores 594, Jardim Vinte e Cinco de Agosto, Duque de Caxias.

2º lugar — Buteco do Portuga. Em Nova Iguaçu, o petisco vice-campeão foi batizado de Nosso Presente é Você. Trata-se de uma tigelinha de creme de bacalhau, servido com batatas chips. Rua Coronel Francisco Soares, 1351, Nova Iguaçu.

3º lugar — Carpaccio. Servido em uma caravela, o petisco Vasco da Gama: O Heróico Português, que traz bacalhau desfiado, cebola, mostarda preta e purê de aipim, gratinados com requeijão e queijo parmesão e acompanhados de molho de ervas e especiarias, levou a medalha de bronze. Rua Joana Kalil 9, Jardim Meriti, São João de Meriti.

4º lugar — Quintal do Peter Espetaria. O Barriga da Sogra consiste em uma barriga de porco com tempero especial de família, acompanhada de suculenta porção de aipim na manteiga de garrafa e molho de ervas finas. Rua Áurea Fonseca de Jesus 204, Califórnia, Nova Iguaçu.

5º lugar — Beer Soccer Club. Também de Duque de Caxias, o quinto colocado trouxe a Cavadinha do Patrono: camarão cinza salteado com molho triplo burro intercalado com mouselline de batata baroa. Rua Passo da Pátria 228, Jardim Vinte e Cinco de Agosto, Duque de Caxias.

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Sussex, A Terra Mágica dos Espumantes Ingleses

Localizada no sul da Inglaterra a região de Sussex engloba os condados de West Sussex e East Sussex. Os produtores de vinhos entraram em 2015 com um processo no Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais (DEFRA) do Reino Unido, e em junho de 2022 receberam o reconhecimento do status do vinho de Sussex como uma Denominação de Origem Protegida (PDO), a primeira desta pátria.

A região concentra grande parte dos vinhedos com cerca de 700 ha dos 3.800 ha que estima-se ter em todo o Reino Unido. É a casa de inúmeros rótulos premiados e aclamados pela crítica especializada e nela está localizada também a Faculdade Plumpton, que tem formado inúmeros Bacharéis e Mestres em viticultura e em enologia, profissionais estes, de suma importância para o maior desenvolvimento da cadeia do vinho com qualidade.

1.Clima de Sussex

Na região Sul da Inglaterra, local cravado fora do que se conhecia das áreas para melhor produção das Vitis, tem se concentrado diversos produtores ingleses e também vários outros ligados as mais famosas casas de Champagne francesas, e isso tem acontecido pelo favorecimento das alterações climáticas, tornando possível a maturação fenólica das uvas ocorrerem de forma completa e apta para a vinificação de vinhos com qualidade.

O Rathfinny Wine Estate é um dos produtores aclamados pela crítica especializada e se localiza em Alfriston na área East Sussex, possui vinhedos com cerca de 140 ha de Vitis viníferas plantadas e estão implantados no Cradle Valley à 5 km do Canal da Mancha. Devido a proximidade com o mar a região venta bastante e uma das técnicas utilizadas na viticultura para dirimir o problema é utilizando paredes naturais de plantas entre as parcelas de vinhas com o objetivo de quebrar o vento.

2.Solo de Sussex

Os solos ingleses da região de Sussex são semelhantes aos solos da região Champagne, acredita-se até que eram interligados antes das separações das terras e dos continentes há milhões de anos atrás. Na verdade de modo geral são semelhantes, mas há algumas pequenas diferenças entre as áreas onde hoje se produzem videiras destinadas a produção de vinhos. No sudoeste da Inglaterra há a presença de ricos minerais e restos de microorganismos marinhos, evidenciando solos do período do cretáceo com riqueza de calcário. Há também a presença do solo chamado “Greensand” uma espécie de areia cinza que quando envelhece fica na cor branca e bege.

3.Principais Regras dos Vinhos Espumantes PDO Sussex

Várias normas são impostas para receber o selo desta denominação objetivando alcançar níveis qualitativos constantes desta área que já mostrou-se capaz de competir de igual a igual aos grandes Champagnes franceses. A seguir algumas das principais regras para o vinho espumante receber a classificação PDO Sussex.

3.1.Método Permitido para os Espumantes PDO Sussex

Para os sparkling wines de Sussex o método deve ser sempre o Clássico a semelhança dos Champagnes. Aproveito para informar que li recente no livro The Rydon Guide to English Sparkling Wine que na verdade o método tradicional ou clássico já era produzido pelos ingleses desde 1600, antes dos franceses, esse dado é comprovado por um documento do Royal Society de 1662 escrito por Dr. Christopher Merret, um cientista inglês. Ele atesta que por lá já se fazia a segunda fermentação em garrafa, trinta anos antes de Dom Pérignon, na mesma altura que as garrafas receberam fortalecimento em seus fundos para suportarem a pressão através do “Merret’s Process“.

O autor informa que apesar dos ingleses já produzirem espumantes pelo método tradicional foram os franceses que aprimoraram o método, o refinando cada vez mais.

3.2.Castas Permitidas para os Espumantes PDO Sussex

As castas utilizadas para os espumantes PDO Sussex devem seguir as principais já produzidas na região da Champagne, a Chardonnay, a Pinot Noir e a Pinot Meunier, essas devem dominar no blend e serem produzidas dentro da região, é permitido pequenas proporções das castas Arbanne, Pinot Gris, Pinot Blanc, Pinot Noir Precoce e Petit Meslier. O rendimento máximo de uva deve ser de 14 toneladas por hectare.

3.3.Alguns Padrões Analíticos Exigidos para Espumantes os PDO Sussex

O espumante deve conter o mínimo de 11% de teor alcoólico. Deve possuir um mínimo de 6g/L de ácido tartárico, um máximo de 0,5g/L de ácido acético e no máximo 150mg/L de sulfitos.

3.4. Outras Exigências para Espumantes os PDO Sussex

Cada lote de vinho é submetido a avaliação de peritos degustadores de uma organização credenciada que faça parte da Agência de Padrões Alimentares do Governo. Neste processo são avaliados a cor e a intensidade, características da perlage, do aroma e do sabor presente no vinho espumante. Na regra cada amostra deve seguir todos os padrões e obter determinado número de pontos dentro do padrão exigido.

Se o vinho estiver no seu rótulo que é uma varietal tem que ter no mínimo 90% da variedade declarada. Se for um Blanc de Blancs por exemplo conterá pelo menos 90% Chardonnay. Se for um Blanc de Noirs, contém menos de 90% de Pinot Noir ou Pinot Meunier ou com as duas. Os vinhos vintages devem conter ao menos 85% do vinho daquele ano indicado e todas as uvas devem ser produzidas em Sussex.

Sussex é uma terra mágica com lindíssimas paisagens na Inglaterra que são de tirar o fôlego, e está sendo privilegiada assim como em outros lugares com as alterações climáticas, favorecendo o desenvolvimento da Vitis vinífera e produzindo deslumbrantes Sparkling Wines. Em outro artigo que escrevi sobre os vinhos ingleses citei um dado interessante de avaliação de um pesquisador que tem uma teoria de que durante um longo período na história houveram diferenças na temperatura e que isso que estamos assistindo hoje seria uma espécie de ciclo, por isso, vai de encontro a Vitis já ter sido produzida nesta área há muito tempo atrás, segundo dados achados desde a era do ferro. Mas polêmicas climáticas a parte, o importante nesse momento e neste artigo é transmitir o que essa magnífica pátria está apresentando atualmente ao mundo dos vinhos com seus fantásticos espumantes.

Desejo excelentes provas com os vinhos espumantes ingleses e saúde.
Saudações báquicas!

Fonte:

Mundo dos Vinhos por Dayane Casal
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Longevos e tradicionais, vinhos libaneses são um mergulho na história; conheça

O mercado nacional vem recepcionando vinhos de procedências não tão conhecidas do consumidor brasileiro. Importadoras, muitas vezes incentivadas pelas câmaras de comércio consulares e organizações não governamentais culturais, que surgiram em consequência de diásporas diversas, têm buscado vinhos nos países do Leste Europeu, Grécia e do LíbanoHá poucos anos, eram mínimos os rótulos de vinhos libaneses disponíveis no mercado nacional; na verdade cingia-se ao trio Musar, Ksara e Kefraya, os três originários do, incrível, Vale de Bekaa. Entretanto, há outras regiões produtoras no Líbano, que são marcantes: Mount Lebanon, Batroun (ao norte) e Jezzine (sul do Líbano). Quando olhamos para os vinhos libaneses, temos que considerar que o Líbano é um país pequeno, equivalente a um quarto do Estado brasileiro do Espírito Santo, com cerca de 10.452 km², mas é notavelmente diverso em termos de clima e relevo. Há duas cadeias de montanhas norte-sul, o Monte Líbano, no oeste, e as montanhas Anti-Líbano a leste, na fronteira com a Síria. Entre as duas cadeias de montanhas, fica o famoso vale de Bekaá, sendo verdade que esta situação topográfica favorece a diversidade de terroir entre as regiões produtoras de vinho. 

Não há dúvidas que a região do Vale de Bekaa é a mais importante das quatro regiões, e tem em Baalbek, mais especificamente no bem preservado Templo de Baco, uma prova irrefutável de sua aptidão para vinicultura e de sua importância na produção da bebida durante os tempos da dominação Romana, demonstrando que a cultura do vinho nessa terra já vem de muito tempo. As vinhas dentro do vale de Bekaa estão em um platô a 900 metros de altitude. Eles desfrutam de um microclima ideal de verões quentes, noites frias e baixa pluviometria. O platô do vale está protegido contra os ventos pelas montanhas circundantes que trazem água para as vinhas (Marcio Oliveira – Vinoticias). O estilo do vinho que é produzido no Líbano se aproxima daquele que encontramos em Bordeaux, entretanto, afora as tintas tradicionais de Bordeaux, também temos relevantes culturas de Syrah, Cinsault, Carignan, Grenache e Mourvèdre. O vinho branco libanês carrega especiais características e traços oxidativos que os tornam ímpares e de agradabilidade a toda a prova. A casta branca Obaideh foi reconhecida como 100% libanesa por meio de um teste de DNA em Montpellier, e hoje é considerada, das brancas, icônica por lá. Outras castas brancas cultivadas em solo libanês são as Chardonnay, Sauvignon Blanc, Semillon, Viognier, Muscat, Riesling e Clairette. Os vinhos do Líbano são longevos, inclusive e especialmente os brancos, gastronômicos e, em que pese a influencia francesa, guardam o terroir libanês.

Vou sugerir mais alguns vinhos do Líbano, de ótimo custo, que guardam tipicidade e bem representam o País. E começo com o de uma vinícola boutique, a primeira fundada no Norte do Líbano, em Darbechtar, região de Koura, trata-se do  Ishtar Domus, um tinto do curioso corte de 35% Cabernet Sauvignon, 25% Merlot, 25% Syrah e 15% Sangiovese, que é aveludado no paladar, com aromas florais. A Château St. Thomas, de Bekaa, está inovando positivamente e colocando no mercado vinhos de extrema qualidade, a começar pelo Clos St Thomas, Les Goumets Rouge, tinto de personalidade, gastronômico e de uma cor incrível. Da casta Obaideh, a Ishtar produz o sensacional  Ishtar Obeidy, branco, seco e de agricultura orgânica, com aromas de frutas cítricas, banana e amêndoa e que vai muito bem com sushi, peixes, frutos do mar e massas. Outro vinho branco libanês que vale a pena ser provado é o Les Bretèches Blanc, marcado por uma variedade de uvas nobres (Muscat à Petits Grains, Bourboulenc, Sauvignon Blanc, Viognier, Verdejo e Clairette) plantadas no Vale Bekaa que expressam o terroir libanês. Com um nariz de flores brancas, combina intensas notas refrescantes de frutas exóticas e cítricos no paladar. Um vinho libanês tinto com mais complexidade é o B-Qa de Marsyas Rouge, elaborado a partir de um blend das uvas Cabernet Sauvignon , Syrah , Merlot , Petit Verdot e Cabernet Franc, é um vinho caprichado, elegante e de um potencial gastronômico soberbo. O Ixsir Altitudes Red, que passa por seis meses em barril de carvalho francês, é um ótimo exemplar da região de  Batroun e prima por ser um vinho macio, agradável e acessível. Os vinhos libaneses carregam uma tradição de seis milênios, conhecê-los é mergulhar na história. Salut!

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vinho – Jovem Pan
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Exportando Bossa

Esperava encontrar um chef ansioso; grande engano. Alberto Landgraf inaugura seu Bossa, em Londres, com tranquilidade invejável.

Talvez porque esteja trabalhando com um time já bastante afiado, vindo do seu carioca Oteque. É o caso, por exemplo, de Laís Aoki, sommelière, e Nilson Chaves, o braço direito de Alberto no Rio, que agora comanda a cozinha londrina.

Apesar da equipe expatriada, a casa nada tem a ver com o projeto carioca: os investidores são ingleses e o “namoro” entre o chef e o grupo começou quando Alberto cozinhou no Lyle’s, em Londres, no início do ano passado.

Com um pé direito altíssimo e 40 lugares com ótimo espaço entre as mesas, a casa é bem maior do que eu imaginava. A cozinha aberta para o salão imponente pode sugerir uma cozinha ambiciosa, como a do Oteque, mas a ideia do chef é apenas mostrar para o público que existe uma comida brasileira além da feijoada e do churrasco que, claro, têm seu papel, mas não são os únicos representantes do que somos. Antes de mais nada, quer que o Bossa seja um bom restaurante.

Alberto tem uma longa relação com o país: formado em gastronomia no Westminster College, trabalhou com o Gordon Ramsay (quando ainda habitava cozinhas), Tom Aikens e Anthony Demetre – que, aliás, me deu uma bela lista de ótimos restaurantes em Londres quando visitei seu Wild Honey St James, mas isso é outro post.

tutano na brasa com picles de cebola roxa e tapioca com creme de castanha de caju, para brincar...
tutano na brasa com picles de cebola roxa e tapioca com creme de castanha de caju, para brincar…Cristiana Beltrão/Arquivo pessoal

Um moqueca de frutos do mar entra como representante dos clássicos brasileiros. De resto, ingredientes bem nossos aqui e ali, mas sem caricaturas. Comecei com um bom olho de boi com bottarga, frutas vermelhas e alga kombu; depois parti para o vinagrete de polvo com ervilhas frescas, maçãs e creme de páprica; as gigantes vieiras com alho poró, trigo sarraceno e tucupi; um ótimo tutano na brasa com picles de cebola roxa e tapioca ao lado, com creme de castanha de caju; secretos de porco com purê de maçã e berinjela; e ainda um linguado no vapor com abobrinha, soja fermentada e leite de castanha de caju. Tudo muito bom.

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Laís Aoki quer mostrar a diversidade brasileira através de sua carta de vinhos
Laís Aoki quer mostrar a diversidade brasileira através de sua carta de vinhosCristiana Beltrão/Arquivo pessoal

Para rimar com o cardápio, uma carta cheia de sazonalidade e frescor, como comenta Laís. A ideia é mostrar um país diverso, de dimensões continentais e grande influência de imigrantes através de suas bebidas. São 120 rótulos de vinhos, saquês, cervejas e bebidas não alcoólicas, na carta que ainda aguarda a chegada de algumas garrafas, sempre pouco convencionais como é a assinatura da sommelière. Apesar de priorizar vinhos de mínima intervenção, entendeu que alguns clientes do bairro são mais conservadores, então não levanta grandes bandeiras. O importante é ser uma carta boa com castas, regiões e produtores menos óbvios.

Danilo Nakamura, responsável pelo conceito, criação e treinamento da carta de coquetéis
Danilo Nakamura, responsável pelo conceito, criação e treinamento da carta de coquetéis, executada à perfeição por Vinicius KodamaCristiana Beltrão/Arquivo pessoal

Last, but not least, o bar, por si só, vale a visita. “Londres é o epicentro da coquetelaria mundial e é um prazer poder usar esse nível de garrafas para as bebidas de base”, diz Danilo Nakamura, responsável pela criação, conceito e treinamento da carta do bar comandado pelo competente Vinicius Kodama. Ter liberdade de criação com liberdade financeira para servir as melhores bebidas de base é algo que fica claro no caso do Dream of Adonis, uma releitura do drink clássico, só que feita com um Jerez da Equipo Navazos e Sacred English Spiced Vermouth (que tal?); ou ainda o Black Pepper, em que a pimenta entra tostada e “tremendo” antes de prepararem o xarope, como brinca Danilo, e vem com nada menos que Monkey Shoulder Blended Scotch e um toque de Laphroaig emprestando a nota defumada. Divino. E sim! O balcão tem a melhor caipirinha que você provou, além da Mezcladinha, feita com cachaça e mezcal, em porções iguais. Dá para morar ali.

Fiquei pensando na conveniência que é ter um restaurante desse nível no mesmo prédio do Consulado do Brasil em Londres. Melhor cartão de visitas não há.

 

O salão do Bossa, em Londres
O salão do Bossa, em Londresdivulgação/Divulgação
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A boa para o friozinho: vinhos brilham em festivais no Rio e em Petrópolis

A 10ª edição do Rio Wine & Food Festival está em no ar e traz diversos eventos ao Rio até o dia 4 de junho. Nesta quarta (31), o Copacabana Palace receberá e Feira Show de Vinhos e diversas master classes. No modelo “Walk around tasting”, a feira permitirá que os participantes circulem degustando vinhos de diversas regiões, das 15h30 às 19h30, com valor do ingresso a R$ 180,00 e direito à prova de todos os rótulos.

+ Que experiência! San Omakase promove viagem inédita a sabores japoneses

Nos dias 2, 3 e 4 de de junho, o shopping Village Mall, um dos patrocinadores do RWFF, receberá pela primeira a Let’s Wine Feira de Vinhos, voltado ao consumidor final. O público compra as taças coloridas, que já vêm com a primeira dose de vinho (120 mililitros), e passa o dia assistindo a shows e consumindo vinhos e comidinhas à venda nas barraquinhas.

A programação completa de casa dia está no Instagram, no perfil: @riowineandfoodfestival.

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A região serrana também tem festival robusto de vinhos, e o Serra Wine Week ocorre entre os dias 1º e 18 de junho, em Petrópolis, com a participação de mais de 20 estabelecimentos, entre restaurantes, bistrôs e delicatessens, com a venda de vinhos de diversas nacionalidades e descontos em torno de 70%.

Selecionados por sommeliers junto à importadora parceira Del Maipo, os rótulos terão preços entre R$59,90 e R$269,90. No total, cerca de 3 mil garrafas foram encomendadas para o evento, que inclui degustação de aproximadamente 100 rótulos em locais charmosos de Petrópolis.

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O Mercado do Vinho é uma grande feira que será montada em Itaipava, no Shopping Vilarejo, e no Centro, no Shopping Pátio Petrópolis, para importadores e lojistas locais venderem vinhos a preços promocionais. Jantares harmonizados serão promovidos em alguns dos restaurantes participantes. Mais informações sobre os estabelecimentos participantes serão disponibilizadas no https://www.serrawineweek.com.br.

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Com consultoria de Meguru Baba, pizzaria Vezpa muda receitas e amplia menu

Aos 14 anos de vida, a pizzaria Vezpa traz diversas novidade em reposicionamento da marca, com a transformação do endereço inicial do Leblon em loja conceito, e nova receita para as pizzas, de longa fermentação. O cardápio ganhou novos itens, aprimorado com a consultoria do chef Meguru Baba, de trabalho reconhecido no Coltivi, em Botafogo.

+ Que experiência! San Omakase promove viagem inédita a sabores japoneses

Além de qualidade superior da massa aos ingredientes, a pizzaria ganha lasanhas, saladas, café da manhã e um brunch caprichado. As fatias de pizza retangulares (“al taglio”) são novidades no balcão, em sabores como batata com pesto de manjericão; marguerita com burrata (ambas a R$ 16,00); e cogumelo com cimichurri (R$ 17,00).

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Entre as redondas individuais há pedidas como abobrinha com queijo de cabra (R$ 39,90, individual), e bacon philadelphia (R$ 37,90, individual). As unidades franqueadas vão adotar em breve os novos modelo e cardápio.

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A loja conceito fica na Rua Ataulfo de Paiva, 1063, Leblon (97879-1011). Segunda-feira à sexta-feira, de 12h às 23h30. Sábado e domingo, de 12h à 1h.

 

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