Posted on

Preços do cacau sobem em meio a foco renovado em problemas de oferta

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Reuters

Reuters

Amêndoas de cacau

Os preços do cacau subiram nesta quinta-feira, recuperando algumas das quedas acentuadas desta semana, à medida que os investidores renovaram o seu foco nos problemas de oferta, após os números sobre a demanda na Ásia no segundo trimestre terem sido divulgados conforme o esperado.

O açúcar bruto caiu para o menor nível em um mês.

Cacau

  • O contrato setembro do cacau em Londres ​subiu 303 libras, ou 4,8%, para 6.623 libras por tonelada, tendo caído 3,1% na quarta-feira, após uma queda de 7,4% na terça-feira.
  • Uma importante região produtora de cacau em Gana, o segundo maior produtor de cacau do mundo, está 81% infectada com a doença dos rebentos inchados, de acordo com a Organização Internacional do Cacau (ICCO).
  • Espera-se que a colheita devastada do Gana recupere na próxima temporada graças ao clima favorável, mas os números foram um lembrete oportuno da gravidade contínua do surto da doença, disseram os especialistas.
  • Em outros lugares, a moagem de cacau na Ásia, uma medida da demanda, caiu 1,4% ano a ano, para 210.968 toneladas no segundo trimestre, um número que estava dentro do esperado, disse Steve Wateridge, chefe de pesquisa da Tropical Research Services by Expana.
  • O setembro cacau em Nova York subiu 3,9%, para 8.068 dólares a tonelada, tendo fechado com queda de 1% na quarta-feira, após uma queda de 8,7% na terça-feira.

Açúcar

  • O contrato outubro do açúcar bruto caiu 0,42 centavos, ou 2,2%, a 18,94 centavos por libra-peso, tendo perdido 1,3% na quarta-feira. Atingiu a mínima de um mês de 18,81 centavos/lb mais cedo.
  • Os revendedores observaram boas condições climáticas na Ásia, o que levou alguns analistas a rever os números da produção para cima, inclusive para a Índia.
  • O outubro do açúcar branco caiu 1,8%, para 545,50 dólares a tonelada.
  • Inscreva sua empresa na lista Forbes Agro100 2024
  • Siga a Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida

  • Siga a ForbesAgro no Instagram

Café

  • O contrato setembro do café robusta fechou a 91 dólares, ou 2%, a 4.479 dólares a tonelada, tendo estabelecido um recorde de 4.681 dólares na semana passada.
  • O setembro do café arábica caiu 0,9%, para 2,409 dólares por libra-peso, tendo atingido uma máxima de dois anos e meio de 2,5530 dólares na semana passada.

O post Preços do cacau sobem em meio a foco renovado em problemas de oferta apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Fonte:

Forbes Brasil
Posted on

Ibovespa fecha em queda de mais de 1% e dólar encosta em R$ 5,60

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

O Ibovespa caiu mais de 1% nesta quinta-feira (18), em meio a um acúmulo de fatores que pesaram negativamente no índice acionário. São eles: queda das ações em Nova York, declínio do petróleo e do minério de ferro no mercado internacional e preocupações com o cenário fiscal doméstico.

O Ibovespa fechou em queda de 1,39%, a 127.652,06 pontos, perto da mínima da sessão, de 127.522,81 pontos, segundo dados preliminares. Na máxima, chegou a 129.453,81 pontos.

Leia também

O volume financeiro somava R$ 18,07 bilhões antes dos ajustes finais.

De acordo com Alexandre Siqueira, analista CNPI-T do Grupo Fractal, o mercado seguiu penalizando as declarações do presidente Lula sobre questões fiscais. “O impacto dessas falas é visível, com o dólar em alta e a bolsa em baixa”, diz.

Outro dois fatores contribuíram para a queda do Ibovespa: a desvalorização do petróleo Brent, que negativamente a Petrobras (PETR3/PETR4), e a queda do minério de ferro, que impactou a Vale (VALE3). “De modo geral, o mercado refletiu os ruídos fiscais e o impacto das commodities, resultando em uma valorização do dólar e queda da bolsa”, resume Siqueira.

Para Anderson Silva, especialista em mercado de capitais e sócio da GT Capital, o governo ainda não deixou claro se a intenção de corte de gastos é verdadeira. “Os investidores não querem mais pagar para ver, e logo pensam em realizar lucros. Com incertezas pairando sobre o fiscal no Brasil, o dólar volta a ter um dia de alta expressiva”, afirma.

A moeda norte-americana emplacou nesta quinta-feira (18) a segunda sessão consecutiva de forte alta no Brasil, subindo R$ 0,10 centavos. O movimento do dólar foi impactado pelo receio de que o governo Lula não cumpra a meta fiscal.

O avanço firme da moeda dos EUA no exterior também pressionou os negócios locais, em um dia de pressão sobre os países emergentes.

A moeda à vista encerrou o dia cotado a R$ 5,5872 na venda, em alta de 1,89%. Em dois dias a divisa saltou 2,94%, ou o equivalente a R$ 0,16 centavos.

  • Siga a Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida

Às 17h07, na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 1,77%, a R$ 5,5955 na venda.

O post Ibovespa fecha em queda de mais de 1% e dólar encosta em R$ 5,60 apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Fonte:

Forbes Brasil
Posted on

Netflix supera previsão de assinantes no 2º tri e lucro sobe

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

 

A Netflix disse nesta quinta-feira (18) que adicionou mais de 8 milhões de assinantes no segundo trimestre, impulsionada pela estratégia de combate ao compartilhamento de senhas pelos usuários e por produções como “Bridgerton”, “Baby Reindeer” e “The Roast of Tom Brady”.

Embora o crescimento na base de assinantes tenha superado previsões de analistas, de 5 milhões em média, a Netflix alertou que a expansão no terceiro trimestre será menores do que um ano antes, quando a companhia havia acabado de iniciar a campanha contra o uso de senhas por mais de um usuário.

Leia também

A Netflix também disse que seu vice-presidente de vendas de anúncios, Peter Naylor, está deixando a empresa. Em uma carta aos investidores, a companhia disse que não espera que a veiculação de publicidade no serviço seja o principal impulsionador do crescimento da receita até pelo menos 2026.

As ações da Netflix caíram 2% nas negociações após o fechamento do mercado, a US$ 630,06.

A empresa teve lucro diluído por ação de US$ 4,88, em comparação com a expectativa média do mercado de US$ 4,74, de acordo com dados da LSEG. A receita do trimestre atingiu US$ 9,56 bilhões, em linha com as estimativas.

No final de junho, as novas assinaturas elevaram o número total de clientes globais da Netflix para mais de 277 milhões.

A Netflix informou que o número de assinantes do serviço que prevê exibição de publicidade cresceu 34% em relação ao trimestre anterior, mas não informou quantos usuários são clientes dessa opção.

“Nosso negócio de anúncios está crescendo bem e está se tornando um contribuinte mais significativo para o nosso negócio”, disse a Netflix aos investidores. “Mas construir um negócio do zero leva tempo – e, juntamente com o grande tamanho de nossa receita de assinaturas – não esperamos que a publicidade seja o principal impulsionador do crescimento do faturamento em 2024 ou 2025.”

A empresa disse que espera um crescimento de 14% na receita do terceiro trimestre, em comparação com o ano anterior.

  • Siga o canal da Forbes e de Forbes Money no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida

Após três anos do lançamento de uma iniciativa de streaming de videogames, a Netflix disse que planeja lançar um jogo multijogador baseado em “Round 6” ainda este ano, quando estrear a segunda temporada da série distópica sul-coreana. A companhia também planeja games relacionados às produções “Emily in Paris” e “Selling Sunset”.

Escolhas do editor

O post Netflix supera previsão de assinantes no 2º tri e lucro sobe apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Fonte:

Forbes Brasil
Posted on

Ainda viveremos em um admirável mundo livre?

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

Um mundo de sociedades prósperas, inovadoras, livres e com oportunidades de crescimento e progresso ocupa o imaginário de cidadãos otimistas que veem, no futuro, um lugar promissor. Mas será que estamos trilhando o caminho certo para alcançar esse cenário?

Em fevereiro de 2022, acompanhamos a invasão da Ucrânia pela Rússia, iniciando uma guerra que poucos imaginavam vivenciar em pleno século 21, e que se perpetua até hoje. Em outubro de 2023, vimos eclodir um novo conflito, provocado pelo brutal ataque realizado pelo grupo terrorista Hamas a civis israelenses, desencadeando um combate na Faixa de Gaza, ainda em andamento. Neste momento, há a iminência de uma nova frente de guerra de Israel contra o grupo terrorista Hezbollah, que lança ataques ao país a partir do sul do Líbano, sob o comando do Irã – que reproduz ataques em inúmeras localidades por meio de suas proxies. Para completar, os olhos se voltam à China, com apreensão acerca de uma invasão e posterior anexação de Taiwan.

Leia também

Se se acreditava que as guerras expansionistas e de raiz ideológica haviam ficado para trás no caminho para uma sociedade mais desenvolvida, parece que houve um engano. Enquanto o Eixo das Ditaduras, composto por Rússia, Irã e China, somados aos seus aliados menores, Venezuela e Coreia do Norte, investe em sua luta contra os valores ocidentais de liberdade e progresso, o Ocidente se vê obrigado a juntar esforços e mostrar que os valores que norteiam a sociedade ocidental são consistentes e fortes, e que lutará por eles – ou sucumbirá ao totalitarismo.

Internamente, os países de valores ocidentais enfrentam desafios para a manutenção de seus princípios fundamentais, como a proteção aos direitos humanos, que se traduz em viver com dignidade e, portanto, em liberdade. Não há dignidade na existência humana sem a liberdade de expressão, de religião, de vivência, de desenvolvimento, de ir e vir.

No Brasil, os desafios não são poucos. Conhecido como o “país do futuro”, devido ao imenso potencial econômico e social concentrado em um território de mais de 8 milhões de quilômetros quadrados, com uma população de mais de 200 milhões de habitantes, aguardamos o dia em que poderemos dizer: o futuro chegou. Muito embora o Brasil ofereça interessantes oportunidades para empreender, com uma natureza exuberante, um mercado consumidor vasto e diverso, a burocracia e a carga tributária, associadas à sua complexidade e ineficiência estatal, representam desafios substanciais.

Por outro lado, enquanto a busca pela prosperidade necessariamente passa pela liberdade, é preciso combater a supressão dos direitos fundamentais dos cidadãos de expressarem suas opiniões e se manifestarem contrariamente a medidas adotadas pelos seus governantes. As leis deveriam preservar e ampliar a liberdade dos indivíduos, e não tolher. Para isso, o sistema de leis de um país deve ser claro, simples e cumprido por todos, inclusive (e especialmente) pelo Estado e seus agentes, de modo a permitir a vivência digna de seus cidadãos, diminuir a burocracia desnecessária e destravar processos de inovação e desenvolvimento no mundo dos negócios. A complexidade do sistema de regulamentação e legislação no Brasil acentua a insegurança jurídica local.

Para liberar o potencial brasileiro e atingirmos um cenário de prosperidade, avanço e liberdade, devemos enfrentar nossos desafios. No entanto, não é fácil encontrar soluções para esse cenário de paralisia gerado pelo gigantismo estatal e suas consequências. Com a finalidade de propor caminhos, desde 1988, o Instituto de Estudos Empresariais (IEE) viabiliza uma plataforma de debates qualificados sobre os temas mais relevantes nas sociedades atuais: o Fórum da Liberdade.

Classificado pela Revista Forbes (2013) como “o maior debate político, econômico e social da América Latina”, o evento teve a 37ª edição em abril deste ano, em Porto Alegre, e justificou o reconhecimento recebido por anos de entrega. O Fórum contou com dois palcos de debates, mais de 20 horas de conteúdo presencial e 40 conferencistas de renome nacional e internacional, além de uma linha do tempo contendo exposições sobre os desafios para a prosperidade econômica, os limites do poder do Estado, geopolítica, liberdade de expressão, sustentabilidade e histórias de empreendedorismo inspiradoras.

Ao buscar responder à pergunta se vivemos em um “Admirável Mundo Livre?”, o Fórum da Liberdade foi norteado por questionamentos sobre a necessidade de um recálculo de rota: “Como garantir que o avanço tecnológico seja um veículo para a liberdade, e não uma ferramenta de restrição e controle?”, ou “Estamos realmente caminhando em direção a um Brasil mais livre?”. Nos palcos do Fórum da Liberdade, é possível vivenciar a verdadeira experiência da construção da sociedade que queremos, por meio de análises críticas e do debate de ideias.

Ao longo de 37 anos de realização, o Fórum da Liberdade já teve mais de 80 mil participantes, 400 conferencistas, 123 palestrantes estrangeiros, 27 chefes e ministros de Estado, cinco prêmios Nobel, bem como mais de 50 lideranças políticas nacionais e estrangeiras presentes. Os números grandiosos do evento atestam a vontade de encontrar soluções diante da complexidade e da dificuldade de mudar um país que sofre para avançar, carregando nas costas uma máquina estatal pesada que freia o desenvolvimento de toda uma nação.

A discussão sobre como alcançar um mundo melhor seguirá colaborando em alto nível com ideias para atingir esse objetivo em 2025, na 38ª Edição do Fórum da Liberdade. Após vivenciar a maior catástrofe ambiental do estado, o povo do Rio Grande do Sul experimenta, hoje, uma prova de força e resiliência, com o apoio de tantos outros brasileiros que mostraram, desde maio, o poder de ação do indivíduo. Essa é a força motriz que gera mudanças e traça caminhos para o futuro próspero que tanto se almeja, e, portanto, não haveria local mais adequado para abrigar esse debate.

É com esse pano de fundo repleto de conflitos, tragédias ambientais e desafios para a democracia ocidental que nos perguntamos se ainda viveremos em um admirável mundo livre ou se o apogeu da liberdade já passou. As respostas só serão possíveis com diversidade de ideias, pensamento crítico e amplo debate, que são os alicerces do Fórum da Liberdade. Só assim poderemos construir uma sociedade próspera enraizada no presente, e não na promessa de um futuro que nunca chega.

Escolhas do editor

*Por Daniela Russowsky Raad – Diretoria de Relações Institucionais e Fórum da Liberdade do IEE

Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.

O post Ainda viveremos em um admirável mundo livre? apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Fonte:

Forbes Brasil
Posted on

Braskem estrutura 1º projeto de baterias para descarbonizar processo produtivo no RS

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

A Braskem está avançando com seu primeiro projeto para utilizar baterias de grande porte em suas unidades industriais com o objetivo de substituir parte da geração térmica própria. Além de reduzir emissões de carbono, a iniciativa que já foi validada tecnicamente e poderá iniciar operação em 2026, disse um executivo da empresa à Reuters.

A primeira etapa do plano, que integra uma série de outras iniciativas para descarbonização industrial da petroquímica, prevê a instalação de um sistema de armazenamento de energia em baterias (BESS) de 9,5 megawatts (MW) em uma unidade no Rio Grande do Sul, com potencial de atingir redução de emissões de CO2 de até 65 mil toneladas/ano.

Leia também

A aplicação já passou por uma validação técnica, para garantir que a bateria responderá às necessidades do sistema da companhia. Agora, o projeto entra em fase de recebimento de propostas comerciais em conjunto com modelos de negócio, explicou Gustavo Checcucci, diretor de energia e descarbonização industrial da Braskem.

“Caso tenhamos sucesso na avaliação de viabilidade, estimamos que a bateria entre em operação em 2026”, disse à Reuters.

Ele destacou que esses sistemas têm potencial de alterar a forma como as petroquímicas operam. Por se tratar de uma indústria eletrointensiva, com um processo produtivo que exige suprimento de energia elétrica ininterrupto, a Braskem tem hoje geração térmica própria em seus “sites”, uma vez que não pode ficar sujeita a eventuais quedas da energia proveniente da rede elétrica nacional.

A proposta agora é substituir parte dessa geração termelétrica — baseada na queima de combustíveis fósseis como combustíveis residuais, gás natural e óleo — pela energia elétrica do “grid” suportada por baterias.

“A ideia é vir com baterias industriais de grande porte que vão permitir que a minha geração interna reduza… Porque vou acreditar que, quando tiver algum evento na rede (elétrica), o que vai acontecer, a bateria vai responder de maneira instantânea e garantir a confiabilidade”, disse.

O executivo afirmou ainda que o uso de baterias em sistemas industriais é algo relativamente novo, embora já se verifique em alguns países da Ásia. “É uma solução disruptiva”.

A iniciativa da Braskem se soma a de outras grandes indústrias brasileiras que vêm testando a tecnologia, de formas distintas, em seus planos de descarbonização.

A Vale (VALE3), por exemplo, já utiliza baterias para armazenar energia durante o dia e utilizá-la nos horários de pico de demanda, quando a energia é mais cara, uma aplicação chamada de “peak shaving”.

Segundo Checcucci, o uso da bateria para reduzir geração térmica será a primeira aplicação de BESS de grande porte na Braskem, mas a empresa já explora outras possibilidades, como a utilização para correção do fator de potência, resposta à demanda e também “peak shaving”.

O plano atual da Braskem para baterias tem potencial de reduzir emissões em até 170 mil toneladas anuais de carbono na operação, mas a expectativa é que, com a consolidação dessa solução, esse ganho possa ser maior no futuro.

  • Siga a Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida

A Braskem assumiu o compromisso de reduzir as emissões de carbono em 15% até 2030 e alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Para isso, a petroquímica avalia uma série de alternativas de descarbonização, como aumento da contratação de energia renovável, eletrificação de seus processos, uso de hidrogênio verde e outros.

Escolhas do editor

O post Braskem estrutura 1º projeto de baterias para descarbonizar processo produtivo no RS apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Fonte:

Forbes Brasil
Posted on

FMI diz que EUA deveriam elevar impostos e não reduzir juros antes do final do ano

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

O Fundo Monetário Internacional (FMI) disse nesta quinta-feira (18) que o Federal Reserve (Fed) não deveria cortar os juros “antes do final de 2024”. Além disso, o governo precisa aumentar os impostos para desacelerar o crescimento da dívida federal, inclusive sobre famílias que ganham menos do que o limite de US$ 400 mil por ano estabelecido pelo presidente Joe Biden.

As sugestões constam do relatório detalhado da revisão anual do “Artigo 4º” do FMI sobre as políticas econômicas dos EUA, divulgado nesta quinta-feira (18).

Leia também

Nas últimas semanas, o Fundo tem enfatizado a necessidade de maior prudência fiscal, uma vez que os déficits dos EUA continuam aumentando, apesar do crescimento econômico robusto.

O economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas, disse à Reuters na terça-feira (16) que o Fed pode se dar ao luxo de esperar mais tempo para começar a afrouxar sua política monetária devido a um mercado de trabalho forte.

Mas o relatório especifica que essa mudança deve ocorrer somente “antes do fim de 2024”, para evitar mais surpresas positivas nos dados de inflação.

  • Siga a Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida

“Dados os riscos salientes de alta para a inflação – evidenciados pelos resultados dos dados no início deste ano – seria prudente reduzir a taxa somente depois que houver evidências mais claras nos dados de que a inflação está retornando de forma sustentável à meta de 2%.”

Escolhas do editor

O post FMI diz que EUA deveriam elevar impostos e não reduzir juros antes do final do ano apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Fonte:

Forbes Brasil
Posted on

Ibovespa cai e dólar sobe mais de 1% com preocupações fiscais

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

O Ibovespa cai nesta quinta-feira (18), à medida que investidores retomam posições defensivas em meio ao aumento das preocupações do mercado com o ajuste das contas públicas brasileiras. O dólar sobe mais de 1% e é negociado acima dos R$ 5,40.

Às 10h30, o Ibovespa tinha queda de 0,36%, aos 128.980,43. O dólar à vista subia 1,13%, a R$ 5,5487 na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento avançava 0,89%, a R$ 5,547 na venda.

O mercado oscila após declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na terça-feira (16), em que questionou o cumprimento do arcabouço fiscal caso existam “coisas mais importantes para fazer”. As falas do presidente reacenderam temores do mercado sobre o compromisso do governo com o equilíbrio fiscal, dias antes da divulgação do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do terceiro bimestre, em que o Executivo precisará apontar como pretende cumprir a meta de déficit zero neste ano.

Nesta manhã, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse que Lula determinou que o governo não deve gastar mais do que arrecada, premissa que, segundo ela, deve se refletir no Orçamento para o próximo ano. “Nós temos um compromisso com o país, por determinação do presidente e da equipe econômica, de não gastar mais do que arrecada,” disse Tebet em entrevista ao programa “Bom dia, ministra,” do CanalGov.

Os comentários da ministra não pareceram aliviar os investidores.

“Foi uma boa sinalização em termos de falas, mas o mercado fica um pouco cético sobre se isso vai ser efetivamente colocado em prática,” disse Gabriel Mota, operador de renda variável da Manchester Investimentos.

No cenário externo, os mercados analisavam a decisão de juros do Banco Central Europeu e dados de auxílio-desemprego nos Estados Unidos.

A autoridade monetária da zona do euro decidiu manter sua taxa de depósito inalterada em 3,75%, como esperado por analistas, após um corte de 25 pontos-base na reunião anterior, o que havia iniciado um ciclo de afrouxamento monetário há muito aguardado.

As autoridades do BCE também reiteraram seu compromisso com o retorno da inflação na zona do euro a sua meta de 2%, afirmando que os juros permanecerão suficientemente restritivos pelo tempo necessário. Eles não sinalizaram como devem agir nos próximos encontros.

Investidores também digeriam novos dados de auxílio-desemprego dos EUA, que vieram acima do esperado, reforçando o argumento de que o mercado de trabalho passa por um processo de moderação.

O Departamento de Trabalho relatou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 20.000 em relação à semana anterior, a 243.000, acima da expectativa de 230.000 de especialistas consultados pela Reuters.

O dado, somado a números de inflação mais benignos no segundo semestre, deve reforçar a expectativa de um corte de juros pelo Federal Reserve em setembro.

Os operadores estão precificando um corte inicial em setembro, com a possibilidade de dois cortes adicionais até o fim do ano.

(Com Reuters)

O post Ibovespa cai e dólar sobe mais de 1% com preocupações fiscais apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Fonte:

Forbes Brasil
Posted on

Super-ricos mantêm preferência pela renda fixa, apesar da mira do governo

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

A mira do governo sobre os “super-ricos”, em meio à taxação na indústria de fundos, não afetou a preferência dos mais endinheirados pela renda fixa. Ao contrário. 

Levantamento mensal da fintech Smartbrain divulgado nesta quarta-feira (17) mostra que as pessoas físicas com grande patrimônio aumentaram a participação em títulos e fundos, em meio à pausa nas quedas da taxa Selic

Leia também

Em junho, a renda fixa voltou a dominar os portfólios dos investidores de renda elevada, com a alocação representando 43,55%. Em maio, o percentual era de 40,63%. 

Segundo o levantamento da Smartbrain, o segmento de varejo de alta renda refere-se ao perfil entre R$ 300 mil e R$ 3 milhões. Já o de ultra high tem acima de R$ 50 milhões. Desse total na renda fixa, 38,63% são de alta renda e 3,32%, ultra high. 

Completam a alocação em renda fixa os segmentos varejo (30,39%), que representa renda entre R$ 50 mil e R$ 300 mil, e private (27,66%), com renda entre R$ 3 milhões e R$ 50 milhões. 

O foco do portfólio dos super-ricos nessa classe de ativos está concentrado em fundos pós-fixados e os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) atrelados ao CDI. As letras financeiras de crédito e os certificados de recebíveis em operações dos setores imobiliário e do agronegócio – conhecidos pelas siglas LCIs, LCAs, CRIs e CRAs – também agradam.

Na mira do governo

Vale lembrar que desde o fim do ano passado o governo federal empenhou uma artilharia pesada contra os super-ricos no Brasil. Tudo começou com a taxação dos investimentos no exterior, chamados de fundos offshore, que foi seguida pelos “onshore”, como eram chamados os fundos exclusivos pela equipe econômica. 

Na sequência, o Ministério da Fazenda publicou novas resoluções que fecharam o cerco sobre os planos de previdência privada  Depois, foi a vez da “sopa de letrinhas” formada por LCIs, LCAs, CRIs, CRAs e LIGs.

Na ocasião, as medidas foram vistas pelo mercado financeiro como parte dos esforços para melhorar a situação fiscal do país.

Cautela entre os ricos

Ainda conforme o levantamento da Smartbrain, os fundos multimercados aparecem em segundo lugar entre os preferidos. No entanto, o percentual de alocação caiu de 36,43% em maio para 32,46% em junho. Porém, as ações e fundos de ações tiveram ligeira alta, indo de 9,74% para 9,97% no período. 

Já a participação em fundos imobiliários (FIIs) ficou estável em 2,05% do portfólio dos super-ricos, assim como os produtos de previdência, que oscilaram de 6,67% para 6,62% entre o mês passado e o anterior.

O levantamento da Smartbrain consolida as posições em mais de 250 mil carteiras de investimento e acompanha cerca de R$ 270 bilhões em patrimônio, sendo que 70% dos clientes têm entre R$ 300 mil e R$ 50 milhões investidos. 

Escolhas do editor

O post Super-ricos mantêm preferência pela renda fixa, apesar da mira do governo apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Fonte:

Forbes Brasil
Posted on

Pré-Mercado: Banco Central Europeu pode indicar rumo do Federal Reserve

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Bom dia. Estamos na quinta-feira, 18 de julho.

Cenários

Os investidores em todo o mundo estão na contagem regressiva para a reunião do Federal Reserve (FED), o banco central americano, agendada para os dias 30 e 31 de julho. Enquanto isso não ocorre, o mercado volta suas atenções para o encontro do Banco Central Europeu (BCE), agendado para esta quinta-feira (18).

Leia também

A expectativa é de poucas mudanças. A taxa de juros de referência da Zona do Euro deverá permanecer inalterada em 4,25% ao ano, nível em que se encontra desde a reunião do BCE de 12 de junho. Antes disso, desde setembro de 2023, a taxa estava em 4,50% ao ano, nível mais elevado desde o ano 2000.

Assim como nos Estados Unidos, a zona do Euro sofreu com a inflação devido ao excesso de estímulos monetários durante a pandemia e teve de elevar os juros para conter a alta de preços. No entanto, a capacidade de reação da zona do euro é menor que a da economia americana, devido às restrições no mercado de trabalho e à disparidade entre as economias dos países-membros.

Perspectivas

A estimativa dos investidores é que, apesar de manter as taxas inalteradas, o BCE indique uma trajetória de baixa para os juros na Zona do Euro. No entanto, não há garantias de que isso ocorra.

Ainda há poucas certezas com relação à trajetória de longo prazo da inflação. Os índices de preços não apresentam tendências consistentes de queda apesar de os juros terem começado a subir em 2019.

Porém, se o BCE indicar que espera índices de preços em baixa apesar de manter os juros, isso poderá sinalizar um arrefecimento na inflação europeia e balizar as expectativas para a reunião do FED.

  • Siga o canal da Forbes e de Forbes Money no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida

Indicadores

  • Brasil

Sem indicadores relevantes

  • Estados Unidos

Pedidos iniciais de seguro desemprego

Esperado:229 mil
Anterior: 222 mil

  • Zona do Euro

Taxa de juros (Jul)
Esperado: 4,25%
Anterior: 4,25%

O post Pré-Mercado: Banco Central Europeu pode indicar rumo do Federal Reserve apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Fonte:

Forbes Brasil
Posted on

Oportunidades de investimento: como identificar as melhores para você

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

O mercado financeiro tem boas oportunidades todos os dias, independente do cenário. Identificar quais as melhores não tem a ver com sorte, mas sim com dedicação e com a disciplina de seguir alguns passos básicos.

Uma boa oportunidade no mercado financeiro é aquela que te coloca mais próximo daquilo que você definiu como sua linha de chegada. Aprender a identificar os bons investimentos passa por alguns passos relativamente simples e que você pode começar a pôr em prática agora mesmo.

Leia também

Defina seus objetivos financeiros

Definir suas metas de curto, médio e longo prazo é fundamental. Sem isso, não tem como saber se um determinado investimento é ou não uma boa oportunidade.

Suponhamos que você tenha R$ 10 mil para investir e sua meta para este dinheiro é fazer um intercâmbio nos Estados Unidos daqui a um ano e meio. Um investimento com uma rentabilidade projetada acima da inflação, mas com prazo de vencimento para daqui a cinco anos é uma boa oportunidade? Certamente não, pois você precisa do dinheiro antes disso. Contudo, para alguém que esteja investindo para longo prazo, provavelmente é uma chance e tanto.

Lembre-se que oportunidades não têm a ver apenas com preço ou rentabilidade, mas sim com a meta que se tem para o valor a investir. Para alguém que esteja construindo patrimônio para longo prazo, ações de uma empresa de crescimento que estejam descontadas são um excelente negócio, enquanto que para uma outra pessoa, cuja meta sejam dividendos perenes para complementar a renda, provavelmente não, pois empresas de crescimento reinvestem o lucro no próprio negócio e, portanto, pagam dividendos bem menores.

Treine o olhar para interpretar tendências

Os ciclos econômicos se alternam o tempo todo, influenciados por inúmeros fatores, e os movimentos de resposta do mercado aos acontecimentos, produzem padrões que possibilitam avaliar as principais tendências. Esse é, inclusive, o trabalho que os analistas técnicos fazem em seu cotidiano, avaliando gráficos de ativos financeiros do mercado.

É claro que a maioria dos investidores não é e nem pretende ser um analista técnico, além do mais, a rotina de trabalho não permite que alguém de fora do mercado use seu tempo para ficar lendo gráficos. Contudo, existe uma leitura de cenário mais fácil de fazer, e que não depende dessa formação mais específica.

Há certos movimentos que se repetem dentro de contextos similares, e se você cria o costume de acompanhar o noticiário econômico, muito rapidamente passa a identificar esses padrões de repetição nos comportamentos do mercado.

Acompanhe o noticiário econômico

O simples hábito de acompanhar diariamente o noticiário econômico sobre empresas e mercado, vai te ajudar a perceber muitas oportunidades alinhadas aos seus objetivos.

Durante a pandemia, por exemplo, quando as restrições sanitárias fecharam o comércio, os fundos imobiliários que tinham shoppings em seu patrimônio passaram a pagar proventos bem menores, o que fez com que muitos cotistas vendessem seus ativos.

Como acontece na lei de oferta e procura, muita gente vendendo, derrubou o preço das cotas, abrindo uma excelente janela de oportunidade para quem investe para longo prazo e pode esperar que a economia do varejo se recupere. Esse perfil de investidor teve então a chance de comprar muito mais cotas usando menos capital.

Dessa forma, com a recuperação do varejo, quando esses fundos de shopping voltarem a distribuir proventos maiores, quem tiver maior número de cotas, receberá mais dinheiro, não é mesmo?

Mesmo em meio à crise de um setor, se você souber analisar quais são as boas empresas com capacidade de atravessar a crise e se recuperar na mudança de ciclo, encontrará boas pechinchas que, no longo prazo, podem ser as “galinhas dos ovos de ouro” de sua vida financeira.

Analise as empresas

Todas as empresas listadas em bolsa de valores possuem em seus sites uma área chamada de RI (relação com investidores) e o acesso é público.

No site de RI você consegue ver como está a saúde financeira da empresa, se ela tem mais ativos ou passivos, se possui capacidade de quitar seu endividamento, sua participação de mercado, novos projetos e etc.

Nas primeiras vezes que você acessar esses documentos, talvez muita coisa pareça difícil de entender, mas com a prática e pesquisando sobre o assunto, comparando a evolução dos resultados de um ano para outro, garanto que vai ficar simples distinguir empresas que dão lucro ou prejuízo, empresas que estão crescendo ou estagnadas, entre outras coisas.

Aprenda a correlacionar acontecimentos

O mundo é dinâmico, inconstante e tudo muda o tempo todo. Políticas fiscais ou tributárias, governos, guerras, desastres naturais e tantas outras coisas podem afetar o desempenho dos mercados.

Se acontecer, por exemplo, um desastre natural em um local que é o principal produtor da matéria-prima usada pela empresa em que você pretende investir, talvez seja conveniente adiar o investimento para acompanhar o quanto o desastre ocorrido irá afetar seus negócios e, consequentemente, o preço das ações.

Ou ainda, se você investe em uma empresa cuja produção depende inteiramente da matéria-prima de um país que esteja enfrentando uma guerra, será que seus próximos aportes devem continuar sendo nesta mesma empresa? É necessário avaliar o cenário, entender os rumos que a tal guerra pode ter e só depois disso definir se faz sentido continuar aportando na empresa.

Invista tempo em aprender

Investir é uma tarefa que envolve planejamento, estudo, paciência e atenção ao que acontece no mundo. Ao comparar números e planejar seus investimentos com base nas tendências de mercado, você tem grandes possibilidades de obter sucesso no longo prazo.

Ponderar todas as variáveis é um equilíbrio delicado que pode impactar positiva ou negativamente a sua carteira de investimentos. Se você fizer bem este exercício, é provável que consiga multiplicar seu patrimônio de forma consistente, mesmo não sendo um especialista em investimentos.

Eduardo Mira é investidor profissional, analista CNPI, pós graduado em pedagogia empresarial, coordenador do MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos da Anhembi Morumbi, sócio do Clube FII e sócio fundador da holding financeira MR4 Participações.

Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.

Escolhas do editor

O post Oportunidades de investimento: como identificar as melhores para você apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Fonte:

Forbes Brasil