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A ESPN, da Walt Disney, a Comcast, de propriedade da NBCUniversal, e a Amazon.com garantiram os direitos de transmissão dos jogos de basquete da NBA em um acordo de 11 anos avaliado em US$ 77 bilhões (R$ 435 bilhões), informou a liga de basquete norte-americana na quarta-feira (25).
A NBA recusou uma oferta de última hora da TNT Sports, da Warner Bros Discovery, que, segundo a liga, estava abaixo da proposta da Amazon, pondo fim ao relacionamento de quatro décadas com a empresa de mídia após a próxima temporada.
Um porta-voz da TNT Sports não pôde ser contatado de imediato para comentar.
Analistas disseram que a conquista dos direitos de transmissão exige um enorme compromisso financeiro, considerando o custo e também as taxas associadas à produção.
Cerca de 75 jogos da temporada regular serão transmitidos pela TV a cada temporada, acima do mínimo estabelecido no acordo atual, de 15 jogos, disse a NBA.
“Nossos novos acordos globais de mídia com a Disney, NBCUniversal e Amazon maximizarão o alcance e a acessibilidade dos jogos da NBA para os torcedores nos Estados Unidos e em todo o mundo”, disse o comissário da NBA Adam Silver.
“Esses parceiros distribuirão nosso conteúdo em uma ampla gama de plataformas e ajudarão a transformar a experiência dos torcedores ao longo da próxima década.”
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A WNBA, liga feminina da NBA, anunciou em paralelo que renovou parcerias com Disney, Amazon e assinou novo contrato com a NBCUniversal. Os acordos permitirão que as empresas distribuam mais de 125 jogos da temporada regular e dos playoffs da WNBA.
Charmoso quiosque e “beach club” do hotel Fairmont Rio, o Tropik será a Casa dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris 2024, uma ação de parceria entre o hotel, a Embaixada da França no Brasil e o Consulado Geral da França no Rio.
A partir de sexta (26), data da abertura dos Jogos Olímpicos, o local no Posto 6 da praia de Copacabana terá três telões para a transmissão das atividades esportivas em Paris, assim como as cerimônias de abertura e encerramento.
A experiência contará com o menu do chef executivo, o francês Jérôme Dardillac, que tem opções desde o café da manhã ao entardecer, com drinques variados.
“A Casa França no Tropik é um presente que proporcionará a inclusão de todos nessa grande celebração ao esporte e à conexão que prevalece entre as pessoas”, diz Netto Moreira, gerente-geral do Fairmont Rio. O Embaixador da França no Brasil, Emmanuel Leanin, ressalta que “numa edição que valoriza os cartões portais da Cidade Luz, que terá provas aquáticas no rio Sena, vôlei de praia aos pés da Torre Eiffel e hipismo no Palácio de Versailles, nada mais justo que ter a transmissão da abertura dos Jogos na emblemática praia de Copacabana”.
Novidade das boas em Botafogo, a Officina Local resolveu prestar uma homenagem ao tomate em suas pizzas sazonais que valorizam ingredientes de bons produtores. A Pomodori é a redonda da vez, que chega em quatro versões trazendo molho de tomate e tomates fresco, confitado e seco. Este último leva a assinatura do Vale do Formoso. Alho, alecrim, rúcula e azeite completam a composição. As quatro versões das pizas criadas por Guilardo Rocha são:
Uno (R$ 47,00), com molho de tomate, tomatinhos amarelos frescos, tomatinhos vermelhos confitados, tomates secos, alho assado, alecrim, rúcula e azeite defumado.
Due (R$ 50,00), com molho de tomate, tomatinhos amarelos frescos, tomatinhos vermelhos confitados, tomates secos, alho assado, alecrim, rúcula e queijo grana padano (zero lactose).
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Tre (R$ 59,00), com molho de tomate, tomatinhos amarelos frescos, tomatinhos vermelhos confitados, tomates secos, alho assado, alecrim, rúcula, grana padano e queijo stracciatella (recheio de burrata).
Quattro (R$ 65,00), com molho de tomate, tomatinhos amarelos frescos, tomatinhos vermelhos confitados, tomates secos, alho assado, alecrim, rúcula, grana padano, queijo stracciatella e cappicolo (embutido tipo presunto cru da Jimmy Charcuterie).
A Officina Local fica na Rua Arnaldo Quintela, 104, Botafogo.
Officina: homenagem ao tomate nas redondasAna Paula Santos/Divulgação
Depois do sucesso de jantares realizados em abril, o Malta Beef Club terá mais duas noites da exclusiva Wagyu A5 Experience, com a famosa carne em sua melhor versão, importada do Japão. Os jantares ocorrem nos dias 29 e 30 de julho, às 20h, no restaurante do Jardim Botânico, com harmonização de saquês e destilados japoneses, a curadoria de carnes de Marcelo Shimbo e o menu de Marcelo Malta.
A experiência terá dupla de niguiris de A5 maçaricado com uni, tartare thai com gema curada; gyosa de brisket; A5 sandu; burnt ends de costela de A5 com shari, kimchi e tempurá de shissô; ancho A5 na brasa, com fritas e espinafre sauté; e arroz de costela. De sobremesa tem profiteroles. A experiência custa R$ 600,00 (mais taxas).
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O Malta do Jardim Botânico fica na Rua Saturnino de Brito, 84. Reservas pelo tel.: (21) 97137-9882.
Nam Thai Celebra o Leblon
Para comemorar o aniversário de 105 anos do Leblon, o Nam Thai tem menu especial do chef David Zisman, disponível de 26 a 29 de julho. O esquema inclui entrada, prato principal, sobremesa e uma taça de espumante (R$ 165,00, mais taxas). O cardápio traz entrada de salada de frango laminado marinado por 24 horas em shoyu, mel, garam masala e saquê, servido em finas lâminas com macarrão de trigo sarraceno e molho especial. O prato principal é um peixe no papillote cozido no vapor com tempero especial do chef, molho de ostras, óleo de gergelim torrado, folha de limão kaffir, lâminas de alho e talos de coentro picados. A sobremesa é um kulfi de chocolate belga e banana caramelizada.
O Nam Thai fica na Rua Rainha Guilhermina, 95-B, Leblon, tel.: (21) 97042-6575.
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Nam Thai: restaurante faz homenagem ao bairro onde está há 23 anosFred Bailoni/Divulgação
Tissai Festeja com DJ
No próximo domingo (28), o Tissai também comemora o aniversário do Leblon, com ervento às 16h. O músico Fabio Santanna será o DJ e vai prestar homenagem ao bairro em tarde de música e gastronomia. Os visitantes poderão degustar criações exclusivas no almoço e entardecer do domingo.
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Divulgação
Carolina Barros Buarque Morales, Yara Prado, mãe da Cecília, Alessandra Florêncio, Cecília Prado, Tati Oliva e Olívia Negreiros
A estilista Cecília Prado, em parceria com a Cross Networking, ampliou o alcance do projeto filantrópico “CP Social – Tramando Afetos”, doando três mil gorros para crianças durante o inverno. Os gorros, confeccionados a partir de cones de fios que seriam descartados, beneficiaram três instituições: SERVAS, Instituto Sonhe e TUCCA, da qual Tati Oliva, sócia-fundadora da Cross Networking, faz parte do conselho. No total, foram utilizados cerca de 100 kg de fios reciclados.
“Eu e a Cecília iniciamos esse trabalho social juntas em 2019, com a Campanha do Agasalho; e de 2020 até 2022, em uma ação com a Unicef. Agora, nós voltamos para mais essa iniciativa com a Tucca. Trabalhamos o lado social em parcerias na Cross com bastante atenção e queremos nos conectar com marcas que tenham esse propósito de fazer o bem. Como a TUCCA atende crianças com câncer, a ideia de transformar material que seria descartado em gorros ajudou imensamente os pacientes”, comenta Tati, que transformou mais de três toneladas de tecido em mil cobertores reciclados para pessoas em situação de rua em 2019.
A TUCCA, fundada há 25 anos, assiste crianças e adolescentes com baixo acesso socio-econômico e diagnnosticadas com câncer, garantindo a elas tratamento em parceria com o Santa Marcelina Saúde, na Zona Leste de São Paulo. O projeto já atendeu mais de 5 mil pacientes e se mantém com doações e renda de eventos beneficentes, como o TUCCA Bazar, quel Tati entrou para o conselho este ano.
Após zerar os resíduos fabris com peças em patchwork, Cecília Prado expandiu o pilar de ESG da sua marca. “Este projeto, desenvolvido no ano em que completamos 40 anos de trajetória, abrange três vertentes fundamentais. No Ambiental, olhamos para a nossa volta e identificamos oportunidades para contribuir ativamente para o meio ambiente. No Social, estamos dedicados a ajudar comunidades e causar um impacto positivo na sociedade. Já no Convite à Ação, fazemos o possível para engajar as pessoas ao redor”, explica a estilista.
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O dólar encerrou a sessão desta quarta-feira (24) em alta firme, voltando a ultrapassar a marca de R$ 5,60. O dia foi marcado por renovada queda das moedas de países emergentes diante da fraqueza nos preços das commodities. Porém, o Ibovespa conseguiu resistir à pressão e fechou estável.
Ao final da sessão regular, o principal índice de ações da bolsa brasileira fechou em leve baixa de 0,06%, aos 126.512 pontos. O Ibovespa oscilou entre os 126.823 pontos, na máxima, e os 126.218 pontos, na mínima.
O volume financeiro somou R$ 15,98 bilhões. Os dados são preliminares.
Para Felipe de Castro, sócio da Matriz Capital, o principal índice da bolsa brasileira mostrou resiliência diante de um dia negativo no exterior e também de valorização do dólar, puxada pela preocupação com o risco fiscal no Brasil. Em Nova York, os índices S&P e Nasdaq fecharam nos menores níveis em várias semanas.
“São muitas as forças que mantêm o mercado acionário brasileiro com o freio-de-mão puxado no momento”, diz o planejador financeiro.
No mercado de câmbio, o dólar à vista encerrou o dia cotado a R$ 5,6568 na venda, em alta de 1,24%. Esta é a segunda maior cotação de fechamento em 2024, abaixo apenas dos R$ 5,6665 de 2 de julho.
Para esta quinta-feira (25), o mercado aguarda a divulgação da prévia deste mês do índice oficial de preços ao consumidor brasileiro.
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Segundo Luciano Costa, economista-chefe da Monte Bravo, o IPCA-15 deve subir em meio aos reajustes dos preços da gasolina e do gás de botijão, além do início da cobrança da bandeira amarela nas contas de luz e do reajuste de passagens aéreas. Em contrapartida, a deflação de alimentos deverá amortecer parte desses impactos.
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O ano de 2024 está sendo marcado por importantes pleitos eleitorais pelo mundo. Assistimos a eleição para o parlamento europeu e presidências do México, da Índia, da Rússia e teremos a dos Estados Unidos. O que temos visto são eleições polarizadas e líderes que mostram uma inclinação ao protecionismo em muitos casos.
No parlamento europeu, apesar do centro manter a maioria do parlamento, houve um aumento da participação da direita, o que pode resultar em uma escalada protecionista para os agricultores europeus e um fortalecimento dos subsídios.
Contudo, isso também pode uma diminuição de preocupações até então latentes do parlamento, como o EUDR (Regulamentação Europeia de desmatamento). A Rússia, grande player no agronegócio mundial, está muito voltada para seus assuntos internos.
Já no México, outro grande produtor, a candidata do ex-presidente venceu as eleições. Nos últimos anos, o México vem se mostrando um grande e importante parceiro para o agronegócio brasileiro, graças à ação de Lopez Óbrador, que promulgou legislação com a retirada de impostos de importação e a facilitação comercial para algumas commodities.
O intuito do presidente era diminuir a inflação sobre os alimentos em seu país, o que resultou no estreitamento da parceria com nosso país; hoje exportamos algumas proteínas e aumentamos o comércio em outros produtos.
A Índia e a China, apesar de grandes produtores de alimentos, têm o grande desafio de alimentar mais de um bilhão de bocas cada um.
Já na mais antiga democracia do mundo, até o momento, o ex-presidente Donald Trump tem se saído melhor nas pesquisas de intenção de voto. Mas, o que um eventual retorno de Trump pode resultar no comércio global? Um Estados Unidos mais voltado para seus assuntos internos, com mais protecionismo e enfraquecimentos dos órgãos multilaterais (que vale ressaltar já vinha ocorrendo em governos anteriores).
E como fica nosso agronegócio nesse contexto? Brasil tem grandes desafios e oportunidades dentro desse novo rearranjo. Estreitar relações com parceiros antigos e preencher espaços são essenciais sempre.
Estamos surfando em boas relações internacionais, o que tem resultado, junto com o bom trabalho da equipe internacional do Ministério da Agricultura, na abertura de inúmeros mercados para nossos produtos agropecuários.
Mas, para que possamos acessar ainda mais mercados e de forma competitiva, é vital que nosso país se volte para a celebração de grandes acordos comerciais. Precisamos negociar acordos de livre comércio com grandes players globais.
Estamos atrasados dentro desse novo rearranjo global. Os últimos acordos que o Mercosul finalizou foi com Singapura, Egito, Israel e Palestina. Recentemente o Mercosul abriu consultas para analisar um potencial acordo com bloco com Emirados Árabes, mas ainda precisamos pensar mais longe, quem sabe num eventual acordo com a gigante China.
Enquanto isso, grandes acordos vão sendo concluídos. Acordos entre grandes economias, modernos e amplos, entre eles estão o Acordo Amplo e Progressista de Associação Transpacífico (CPTPP) e a Parceria Regional Econômica Abrangente (RCEP), os quais instituem em seus instrumentos de solução de controvérsias dentro de suas cláusulas, deixando todo o imbróglio da paralisação do órgão de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC) obsoleto.
Somos competitivos dentro do agronegócio global e conseguimos contribuir para alimentar o mundo, contudo, para que isso ocorra de maneira mais eficiente precisamos de acesso a mercado, de tarifas competitivas e de requisitos justos e equilibrados. Assim, temos que correr para alcançar nossos concorrentes globais e quem sabe sonhar com o Mercosul entrando em acordos grandes e relevantes como a RCEP e o CPTPP.
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* Claudia Costa é advogada, com LL.M. em direito internacional e produtora rural. Atualmente é coordenadora do Comitê de Relações Internacionais e diretora da Sociedade Rural Brasileira. Possui experiência em comércio internacional e órgãos multilaterais.
Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.
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A América Latina fez um “progresso notável” contra a insegurança alimentar no ano passado e deverá reduzir a população afetada pela desnutrição para menos de 5% até o final da década, de acordo com relatório de especialistas da ONU (Organização das Nações Unidas) divulgado nesta quarta-feira (24).
A região tem sido marcada há décadas por desigualdades acentuadas, mas o novo relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) destacou as melhorias “encorajadoras”, especialmente na América do Sul, onde as taxas de fome diminuíram de mais de 10% em 2022 para cerca de 7% no ano passado.
Pescadores descarregando peixes no porto peruano de Chimbote
O órgão da ONU observou que a América Latina foi a única região a progredir no ano passado, em comparação com os dados de 2022, o que lhe permitiu cumprir as metas de desenvolvimento sustentável que visam um mundo livre da fome até 2030, de acordo com o relatório.
Os dados mostraram que 14 milhões de pessoas na América do Sul não se enquadram mais na categoria de “insegurança alimentar” em 2023, em parte devido ao financiamento agrícola favorável, bem como à melhor produção de grãos e capacidade industrial, mesmo com eventos climáticos extremos agravados pelo aquecimento global que atingiram a região.
O relatório da FAO apontou que a prevalência de insegurança alimentar moderada a grave caiu na América Latina de cerca de 30% em 2022 para 25% em 2023, o que equivale a cerca de 19 milhões de pessoas a menos com fome.
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As nações do Caribe e da América Central, no entanto, tiveram pouco ou nenhum progresso. O relatório mostrou que o Haiti teve um desempenho ainda pior, em grande parte devido à violência desenfreada das gangues que causou deslocamentos em massa e deixou 5 milhões de pessoas, ou quase metade da população local, enfrentando insegurança alimentar aguda.
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Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES anunciarão na quinta-feira (25) o desenvolvimento de um ETF (fundo negociado em bolsa) focado em investimentos sustentáveis na Floresta Amazônica em parceria com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), disseram duas fontes com conhecimento direto do assunto.
O objetivo, segundo as fontes, que falaram sob anonimato, é lançar o ETF “Amazônia Brasil” no mercado de capitais antes da conferência climática COP30, que será realizada em Belém no ano que vem.
BID dará apoio técnico e financeiro aos bancos brasileiros na iniciativa
A expectativa é que o novo fundo replique um índice de referência ainda a ser criado, com seus recursos alocados para empréstimos sustentáveis na Amazônia brasileira.
Banco do Brasil, Caixa, BNDES e BID não responderam a pedidos de comentários.
No ano passado, o BNDES e o BID lideraram o lançamento da chamada “Coalizão Verde” para promover soluções financeiras e facilitar investimentos sustentáveis na região.
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O centro-sul do Brasil produzirá cerca de 2 milhões de toneladas de açúcar a menos do que o previsto anteriormente na safra 2024/25, com menos cana do que o esperado sendo destinada para a fabricação do adoçante, de acordo com relatório da consultoria StoneX divulgado nesta quarta-feira.
Na avaliação da StoneX, embora o açúcar ainda esteja mais “vantajoso” que o etanol em termos de preços relativos, a demanda pelo combustível no Brasil tem limitado a destinação de cana-de-açúcar para a fabricação do adoçante.
Plantação de Cana-de-açúcar – Foto: Wenderson Araújo/CNA
Plantação de cana-de-açúcar
Já a moagem de cana do centro-sul do Brasil, principal região produtora de açúcar do mundo, foi estimada nesta quarta-feira em 602,2 milhões de toneladas no ciclo 2024/25, estável ante a projeção de maio, mas uma queda de 8% ante o recorde de 2023/24, em meio ao clima adverso.
Com a redução na estimativa para o açúcar, a produção do centro-sul foi estimada em 40,55 milhões de toneladas, versus um recorde de 42,43 milhões de toneladas na temporada passada.
Em maio, a StoneX havia previsto a produção de açúcar em 42,3 milhões de toneladas para a safra atual.
Para fazer tal diminuição, a StoneX mexeu na previsão de “mix” açucareiro da safra de 52% para 50,5%. Ainda assim, o patamar está acima do visto no ano passado (48,9%).
“Mesmo com o açúcar se mostrando mais vantajoso que o etanol — na paridade entre os dois produtos, o açúcar negociado em Nova York registra uma diferença positiva de 3,5 centavos de dólar por libra-peso — o aumento no consumo de biocombustível tem limitado o uso da cana para a produção do adoçante”, destacou a StoneX.
Já a produção total de etanol (incluindo a fabricação a partir do milho) foi estimada em 32,5 bilhões de litros em 2024/25 no centro-sul, aumento em relação aos 32,1 bilhões de litros da projeção anterior, em meio à mudança do “mix” baseada no forte consumo de etanol.
Ainda assim, a produção do biocombustível cairia 3,3% ante a safra passada, com a quebra de safra de cana.
“Analisando a oferta de etanol, desde o primeiro trimestre de 2024, o consumo de etanol hidratado tem ganhado mais espaço no centro-sul brasileiro”, destacou a StoneX.
“Com a elevada produção na safra anterior, os estoques atingiram patamares recordes, o que levou as usinas a reduzirem os preços, tornando o etanol mais competitivo que a gasolina e favorecendo seu consumo”, pontuou.
A StoneX estima um crescimento no consumo de combustíveis do Ciclo Otto (gasolina e etanol) de 2,0%, renovando o recorde do setor e alcançando 44,5 bilhões de litros no centro-sul.
“Além disso, seguindo a tendência de ganhos na competitividade do etanol em relação à gasolina, foi estimado um share do etanol hidratado de 29% — 3,1 pontos percentuais acima do fechamento da safra 2023/24, que totalizou uma participação do biocombustível de 25,9%”, destacou o relatório.
Dessa forma, a demanda por etanol hidratado (usado diretamente nos carros) foi estimada em 18,5 bilhões de litros, um crescimento de 14,2% em relação à safra 2023/24.
A consultoria destacou que, ao contrário do etanol derivado da cana, que deve registrar uma queda em comparação com a safra 2023/24, a produção do combustível a partir do milho continua a ganhar espaço no mercado.
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De acordo com as estimativas da StoneX, o setor de milho pode apresentar um crescimento anual para 8 bilhões de litros, versus 6,3 bilhões na temporada passada.
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Com Vini Jr e Carlo Ancelotti como técnico, Real Madrid é atual campeão da Champions League
Com os resultados da temporada 2023/24, o Real Madrid se tornou o primeiro clube da história do futebol a arrecadar 1 bilhão de euros (R$ 6,1 bilhões) em receita. O time espanhol anunciou esta semana o faturamento recorde, que não considera o valor de vendas para jogadores.
A receita exata foi de 1,073 bilhão de euros, um aumento de 27% em relação aos 843 milhões de euros da temporada passada. O lucro total depois de impostos no ano fiscal foi de 15,6 milhões de euros (R$ 94 milhões).
O valor do time cresceu 48% nos últimos cinco anos e teve um aumento exponencial desde a temporada de 2021 – quando acumulou uma receita de 722 milhões de euros.