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Larittrix: conheça a jovem cearense que conquistou a Nasa

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Larissa Paiva, jovem divulgadora científica brasileira, em foto. Crédito: Naiara Costa

O interesse de Larissa pela astronomia começou na infância. Foto: Naiara Costa

Maria Larissa Pereira Paiva é conhecida nas redes sociais como Larittrix, o apelido é inspirado na estrela Bellatrix, a terceira mais brilhante da constelação de Órion, onde estão as populares “Três Marias”, primeiro objeto de estudo — mesmo que não intencional — da jovem. “Aos oito anos de idade, apontei para o céu e perguntei para a minha avó se as estrelas tinham nome, então, ela me contou a história das Três Marias. Eu cresci fazendo perguntas sobre o mundo ao meu redor, mas nunca me conformei com as respostas”, conta.

A curiosidade intrínseca despertou em Larissa o desejo por mais conhecimento, porém, sem acesso à internet, a jovem buscou por respostas nos livros didáticos e nas interações com professores das escolas públicas do município de Pires Ferreira, cidade com cerca de dez mil habitantes no interior do Ceará. “Não tinha internet por aqui, o que me frustrou por um tempo, mas mantive o hábito de olhar para o céu e escrever sobre ele”, relembra Larissa.

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Em 2018, quando completou 13 anos, as portas da astronomia se escancararam diante de Larissa após uma lan house ser inaugurada. “Foi onde eu tive a oportunidade de pesquisar sobre as Três Marias pela primeira vez, foi lá que eu descobri a existência da astronomia. Depois, comecei a ensinar minha família, minha comunidade e meus amigos sobre as coisas que eu aprendia”, diz a divulgadora científica.

Larissa Paiva sentada ao lado de duas professoras em uma mesa repleta de certificados.

Larissa ao lado de suas “professoras do ensino fundamental favoritas,” Cristiane Lima e Elisiane Duarte.

O bom desempenho estudantil levou Larittrix a cidade de Ipu, a alguns minutos de distância de sua casa, para cursar administração de empresas e o ensino médio em uma escola técnica profissionalizante, momento em que conheceu as Olimpíadas Científicas, competição entre escolas brasileiras em diferentes disciplinas, entre elas: a astronomia.

“Eu encontrei um motivo pra justificar o que eu queria estudar. Além dos materiais didáticos, comecei a vasculhar a internet e as redes sociais em busca de mais conteúdo. A partir daí, foi um passo para que eu começasse a falar no Instagram sobre o assunto.”

O passo seguinte foi em direção aos asteroides. Aos 16 anos, Larissa Paiva foi certificada pela Nasa por encontrar um asteroide durante um projeto de incentivo à ciência da agência espacial norte-americana em parceria com instituições internacionais. “Hoje, já são mais de 25”, complementa.

No entanto, para participar do projeto, os candidatos precisavam, obrigatoriamente, de um computador ou notebook com acesso ao Windows. “Foi durante a pandemia, nessa época, eu assistia às aulas da escola pelo celular. Nem meus pais tinham um computador. Mas eu não desisti, pedi o notebook de um vizinho emprestado e fiquei horas caçando asteroides”, relata.

O nome Bellatrix vem do latim e significa guerreira, mais uma feliz coincidência na vida de Larissa: “Eu carrego muitas feridas, nada veio fácil, eu não sou genial, conquistei tudo com muito suor.”

O reconhecimento da Nasa trouxe a atenção de investidores, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e de um colégio particular de Fortaleza, o Farias Brito. “Eu recebi dois notebooks, um da Multilaser e o outro de um empresário local. Em seguida, ganhei uma bolsa integral para estudar em Fortaleza com tudo pago, inclusive moradia e alimentação. Por fim, fui para Brasília e conheci o presidente.”

Em 2023, ela conquistou o título de primeira astronauta análoga do Ceará. A convite da Wogel Enterprise Aerospace, estação espacial análoga móvel localizada em Brasília, Larissa fez um treinamento que simula uma viagem ao espaço, algo comum em agências norte-americanas e dentro da própria Nasa.

“Ficamos no acampamento por alguns dias e realizamos algumas atividades. Tivemos aulas de física, primeiros socorros, gravidade, simulações na cabine de um foguete, e por aí vai”, apesar disso, ela deixa evidente que ir para o espaço não é sua principal ambição, “se precisarem de uma astrônoma para participar de uma viagem e fazer pesquisa, podem contar comigo”.

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No momento, o telescópio de Larittrix está direcionado para outro sonho: inscrições para faculdades nos Estados Unidos. Enquanto isso, continua trilhando sua jornada de incentivo a meninas e mulheres brasileiras na ciência.

“Eu não sou a única que merece essas oportunidades. Existem muitas Larittrix no Brasil, precisamos fazer algo para descobrir e apoiar essas meninas. Elas não estarão sozinhas enquanto eu e mulheres como eu existirem”, finaliza.

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As 10 cidades mais ricas do mundo em 2024

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Foto: Getty Images

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Nova York é a cidade mais rica do mundo em 2024, com riqueza total dos residentes de US$ 3 trilhões

Como diz o ditado, dinheiro faz o mundo girar. Mas ele também gosta de se enraizar. Então, quais cidades são o lar dos mais ricos? O relatório World’s Wealthiest Cities de 2024 da Henley, em colaboração com a empresa global de inteligência de dados New World Wealth, responde a essas perguntas.

As 10 cidades mais ricas do mundo

Quando se trata do número de milionários residentes com riqueza líquida investível de US$ 1 milhão ou mais, os EUA lideram, com 11 cidades no Top 50. O primeiro lugar é de longe da cidade de Nova York. A riqueza total dos residentes da Big Apple agora ultrapassa impressionantes US$ 3 trilhões (R$ 16,95 trilhões, na cotação atual) — mais do que a riqueza total de muitos países do G20. Isso inclui impressionantes 349.500 milionários, 744 centi-milionários (pessoas com riqueza investível superior a US$ 100 milhões ou R$ 565 milhões) e 60 bilionários.

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Logo atrás, em segundo lugar, está a Área da Baía do Norte da Califórnia, que abrange São Francisco e o Vale do Silício. Com uma das maiores taxas de crescimento de riqueza do mundo, a população de super-ricos aumentou 82% na última década, e agora abriga 305.700 milionários, 675 centi-milionários e 68 bilionários.

A fortuna da cidade mais rica da Ásia sofreu nos últimos anos. Tóquio, a cidade mais rica do mundo há uma década, sofreu uma queda de 5% na população de indivíduos de alto patrimônio líquido e agora ocupa o terceiro lugar, com 298.300 milionários.

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Tóquio foi desbancada da posição de cidade mais cara do mundo, que ocupou nos últimos 10 anos

Esse é top 10:

  1. Nova York
  2. Área da Baía de São Francisco
  3. Tóquio
  4. Singapura
  5. Londres
  6. Los Angeles
  7. Paris
  8. Sidney
  9. Hong Kong
  10. Pequim

A cidade-estado de Singapura subiu duas posições para o quarto lugar no ranking global após um aumento de 64% no número de milionários na última década e provavelmente desbancará Tóquio como a cidade mais rica da Ásia em breve. Amplamente considerada a cidade mais amigável para negócios do mundo, Singapura também é um dos principais destinos para milionários migrantes — cerca de 3.400 se mudaram para lá apenas em 2023. A cidade agora ostenta 244.800 milionários residentes, 336 centi-milionários e 30 bilionários.

Caindo para o quinto lugar está Londres, por muito tempo a cidade mais rica do mundo. Hoje, cerca de 227 mil milionários, 370 centi-milionários e 35 bilionários chamam a capital inglesa de lar — uma queda de 10% na última década.

Nos EUA, Los Angeles está indo na direção oposta. Lar de 212.100 milionários, 496 centi-milionários e 43 bilionários, subiu duas posições nos últimos dez anos para o sexto lugar, com um crescimento de 45% na população rica. Paris mantém sua posição em sétimo no ranking com 165.000 milionários residentes, enquanto Sydney subiu para o oitavo lugar com 147.000.

Completando o top 10, a China se estabelece com a Região Administrativa Especial de Hong Kong abrigando 143.400 milionários e Pequim com 143.400, ocupando o nono e o décimo lugares, respectivamente. Pequim entra no topo pela primeira vez após um crescimento de 90% na população de milionários na última década.

Embora Hong Kong tenha caído quatro posições nos últimos dez anos para o nono lugar no ranking, Xangai, Shenzhen, Guangzhou e Hangzhou registraram aumentos significativos em suas populações de milionários.

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Shenzen, na China, é a cidade que mais cresce no mundo para os ricos

Andrew Amoils, chefe de pesquisa da New World Wealth, observa que Shenzhen é a cidade de crescimento mais rápido do mundo para os ricos, com sua população de milionários explodindo 140% nos últimos dez anos.

“Hangzhou também experimentou um aumento massivo de 125% em seus residentes de alto patrimônio líquido, e os milionários de Guangzhou cresceram 110% na última década”, diz.

Quando se trata de potencial de crescimento de riqueza na próxima década, outras cidades entram no radar, como Bengaluru (Índia), Scottsdale (EUA) e Cidade de Ho Chi Minh (Vietnã).” Todas as três tiveram taxas de crescimento excepcionais de mais de 100% nas populações de milionários residentes nos últimos dez anos”, observa Amoils.

Por outro lado, nenhuma cidade do Brasil nem da América Latina aparece entre as 50 mais ricas de 2024.

A cidade mais cara do mundo

Já quando se trata de cidades onde os ricos adoram viver, poucas, se é que alguma, podem superar Mônaco. A riqueza média na pequena cidade-estado soberana na Riviera Francesa ultrapassa US$ 20 milhões (R$ 113 milhões).

Ou seja, nenhum lugar faz riqueza como Mônaco. Isso a torna a cidade mais bem classificada do mundo em termos de riqueza per capita.

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Em Mônaco, a média do m² é US$ 35 mil

Mais de 40% de seus residentes são milionários — a maior proporção de qualquer cidade globalmente, com estrelas do esporte, em particular pilotos de Fórmula 1, aproveitando seus benefícios fiscais e céus azuis.

Ela também ocupa o primeiro lugar na lista das Cidades Mais Caras do Mundo da Henley, com preços de apartamentos regularmente ultrapassando US$ 35 mil (R$ 197,75 mil) por metro quadrado.

Dominic Volek, chefe do grupo de clientes privados da Henley & Partners, diz que sete das 10 cidades mais ricas do mundo estão em países que hospedam programas de migração por investimento que incentivam ativamente o investimento estrangeiro direto em troca de direitos de residência ou cidadania.

“Você pode garantir o direito de viver, trabalhar, estudar e investir em importantes centros de riqueza internacionais, como Nova York, Singapura, Sydney, Viena e Dubai, por meio de investimentos”, enumera.

Para Volek, poder se realocar, sua família ou seu negócio para uma cidade mais favorável ou ter a opção de escolher entre várias cidades diferentes ao redor do mundo é um aspecto cada vez mais importante do planejamento internacional de riqueza e legado para clientes privados. “Quanto mais jurisdições uma família puder acessar, mais diversificados serão seus ativos, menor será sua exposição a riscos específicos de país e região, e maiores serão as oportunidades que poderão desfrutar. Da mesma forma, cidades e países podem usar a migração por investimento como um mecanismo inovador de financiamento para atrair os mais ricos e talentosos do mundo para suas costas.”

Para ver o ranking completo, leia o Relatório das Cidades Mais Ricas do Mundo de 2024.

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Pré-Mercado: inflação americana deve definir trajetória dos juros

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Bom dia. Estamos na sexta-feira, 26 de julho.

Cenários

O número mais esperado do mês será divulgado nesta sexta-feira (26). É a variação a inflação nos Estados Unidos em junho, medida pelo índice Personal Consumption Expenditure (PCE).

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Também chamado de “inflação do FED”, por ser usado como parâmetro pelo Federal Reserve, o banco central americano, o PCE desta sexta-feira poderá cristalizar a convicção de um afrouxamento da política monetária americana.

A mediana das expectativas dos investidores é de uma desaceleração do PCE para 2,5% nos 12 meses até junho, ante os 2,6% observados nos 12 meses até maio. Esses percentuais valem tanto para o índice geral quanto para o núcleo do PCE, que exclui os preços mais voláteis de índices como alimentos e energia.

Na quinta-feira (25) ocorreu a divulgação de um crescimento acima do esperado no Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no segundo trimestre. A estimativa preliminar era de um crescimento de 2,0%, acima dos 1,4% do primeiro trimestre.

No entanto, o resultado foi muito acima do esperado, com um avanço de 2,8%, graças aos gastos do governo, ao aumento do consumo das famílias e ao avanço dos estoques das empresas. Mesmo assim, a inflação trimestral medida pelo PCE do segundo trimestre desacelerou para 2,9% ante os 3,7% do primeiro trimestre.

Perspectivas

Todos esses números indicam um momento excelente para a economia americana, em que o nível de atividade está crescendo, mas sem que isso pressione os preços. Há várias explicações possíveis, com um arrefecimento do mercado trabalho e, em um prazo mais longo, ganhos de produtividade.

Por isso, um resultado benigno para o PCE de junho poderá confirmar as projeções de boa parte do mercado de que haverá pelo menos dois ou, na melhor das hipóteses, três cortes de juros nos Estados Unidos ainda neste ano.

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Indicadores

  • Brasil

Receita tributária federal (Jun)
Esperado: ND
Anterior: R$ 202,9 bilhões

  • Estados Unidos

Índice de preços PCE (Jun)
Esperado: 0,1%
Anterior: 0,0%

Índice de preços PCE (12m)
Esperado: 2,5%
Anterior: 2,6%

Núcleo do índice de preços PCE (Jun)
Esperado: 0,2%
Anterior: 0,1%

Núcleo do índice de preços PCE (12m)
Esperado: 2,5%
Anterior: 2,6%

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5 lugares para assistir à cerimônia de abertura das olimpíadas de Paris

Hilton Copacabana

O hotel Hilton (Av. Atlântica, 1.020, Copacabana, reservas pelo WhatsApp: 21-97382-4576) entra em clima festivo e transmite a cerimônia e os Jogos no Clarí Bar, localizado no 4º andar, com dois drinques temáticos: Marta e Marianne Spritz. A primeira bebida teve como inspiração a célebre jogadora da seleção brasileira de futebol Marta Silva, que disputará os Jogos Olímpicos pela sexta vez, e é feito com uma combinação de cachaça, limão, maracujá e xarope de capim limão, que formam uma coloração verde e amarela. A segunda é uma homenagem à França por meio de Marianne, famosa figura feminina que representa a revolução e a República Francesa. O coquetel conta com bebidas à base de vinho branco e licor, limão, água com gás, espumante brut e vinho tinto. Os coquetéis custam R$ 42,00 e estarão disponíveis até o dia 11 de agosto. O Clarí é um bar com lounges à beira da piscina, com vista para a praia de Copacabana e aberto diariamente, das 11h às 22h30, também para não hóspedes.

+ Olimpíadas de Paris: o forte time de atletas cariocas que sonha com o ouro

Queerioca

Cristina Flores
Queerioca: clima de festa e show na abertura dos Jogos OlímpicosCristina Flores/Divulgação

O espaço Queerioca (Travessa do Comércio, 16, Arco do Teles, Centro) vai integrar na sexta (26) a sua programação cultural com transmissões dos Jogos Olímpicos, a exemplo da Cerimônia de Abertura, que desta vez ocorrerá ao longo do Rio Sena, em Paris. Logo depois, haverá uma apresentação da banda Futura, formada pelas travestis musicistas Angeliq Farnocchia e Nayara Danielly. Na tarde de sábado vai rolar a Roda de SambaQueer, unindo musicistas que têm desenvolvido seus processos no centro cultural.

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Oliver’s Pizza

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Oliver’s: pizza com muito chocolate é homenagem à França./Divulgação

Para entrar no clima dos Jogos de Paris, a Oliver’s Pizza, rede com quatro unidades no estado do Rio, lançou uma linha de redondas com recheios inspirados nos países participantes da competição. Entre as versões salgadas, há uma pizza de feijoada (R$ 79,00, 40 cm), feita com molho de tomate, mussarela, lombo canadense, carne seca desfiada, calabresa, bacon, ovos, cebola, azeitona, pimenta biquinho, manjericão, alho frito e gotas de Limão. Opção doce, a brownie deux chocolats (R$ 52,00, 30 cm é feita para homenagear a França com camada de chocolate ao leite, raspas de chocolate branco, raspas de chocolate preto e pedaços de brownie. As unidades da marca em São Gonçalo, Cabo Frio e Maricá transmitem a abertura e o desenrolar dos Jogos de Paris.

Tropik

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Tropik: telões à beira mar para os Jogos Olímpicos de Paris./Divulgação

O charmoso quiosque e “beach club” do hotel Fairmont Rio, o Tropik será a Casa dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, uma ação de parceria entre o hotel, a Embaixada da França no Brasil e o Consulado Geral da França no Rio. A partir desta sexta (26), data da abertura dos Jogos Olímpicos, o local no Posto 6 da Praia de Copacabana terá três telões para a transmissão das atividades esportivas em Paris, assim como as cerimônias de abertura e encerramento. A experiência contará com o menu do chef executivo, o francês Jérôme Dardillac.

Hocus Pocus

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Hocus Pocus: quesadilla vai homenagear o México na cervejaria./Divulgação

As Olimpíadas de 2024 invadiram o bar Hocus Pocus DNA (Rua Dezenove de Fevereiro, 186, Botafogo, tel.: 21-3841-6554) com comidinhas temáticas em homenagem a alguns países e continentes para acompanhar as cervejas da casa. O bar transmitirá a cerimônia de abertura e os Jogos Olímpicos, e o cardápio especial estará em cartaz. A Francesinha do Porto (R$ 46,00) é uma das especialidades olímpicas, e homenageia Portugal com fatias de pão de forma, filé bovino, copa lombo defumada e linguiça, tudo banhado em um molho com a cerveja Alma da Hocus Pocus e queijo por cima.

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Os atletas mais bem pagos da Olimpíada de Paris

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

 

A Olimpíada de Paris reunirá muitos dos maiores atletas do mundo. Mas, embora crie novos heróis, a competição dificilmente fará muitos novos milionários. “Ganhar uma medalha ajuda com oportunidades, mas, para ser honesta, isso também dura pouco”, diz Mikaela Shiffrin, esquiadora alpina que ganhou seu primeiro ouro na Olimpíada de Inverno em 2014.

Mesmo em esportes olímpicos populares como ginástica, natação ou atletismo, não há muita esperança de grandes pagamentos diretamente por meio da competição. Enquanto muitos países pagam bônus aos medalhistas — no Brasil, são cerca de R$ 350 mil para ouro, R$ 210 mil para prata e R$ 140 mil bronze —, a falta de ligas profissionais e o hiato de quatro anos entre as Olimpíadas significa que os atletas precisam ser inteligentes para capitalizar sua fama “momentânea”.

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Simone Biles, uma rara campeã olímpica que se manteve no estrelato, ganhou cerca de US$ 100 mil (R$ 562 mil, na cotação atual) em competições de ginástica em 2023. Mas, longe do esporte, ela levou para casa cerca de US$ 7 milhões (R$ 39,3 milhões) em patrocínios. A jogadora de badminton indiana PV Sindhu, uma estrela do marketing em seu país, teve ganhos idênticos, de acordo com estimativas da Forbes. No entanto, ganhadores de patrocínios desse calibre são raros fora das ligas profissionais.

Foto: Forbes US

Foto: Forbes US

Rory McIlroy, Lebron James e Iga Swiatek estão entre os atletas mais bem pagos de Paris 2024

Se classificássemos os atletas olímpicos mais bem pagos da Olimpíada sem dividi-los por esporte, a lista seria dominada por jogadores da NBA, golfistas profissionais e estrelas do tênis — atletas que a Forbes monitora ao longo do ano com grandes contratos ou prêmios em dinheiro, além de milhões de dólares em patrocínios e empreendimentos fora do esporte.

Veja os três maiores ganhadores dos esportes mais lucrativos das Olimpíadas de Paris:

Os jogadores da NBA são o grupo de atletas mais bem pago em Paris com uma boa vantagem. A equipe dos EUA sozinha tem sete dos 50 atletas mais bem pagos do mundo em todos os esportes (oito, antes de Kawhi Leonard desistir devido a uma lesão). Ainda assim, há 35 jogadores da NBA defendendo outros países na competição, e os 10 jogadores canadenses da liga, por exemplo, ganham um salário médio de US$ 16,2 milhões (R$ 91 milhões) por temporada. Como categoria, os jogadores de basquete são os ganhadores mais consistentes fora das quadras, e todos, exceto LeBron James e Giannis Antetokounmpo, ganham mais dinheiro com seus salários na NBA do que em patrocínios. James também tem o diferencial de ser o único bilionário a competir nos Jogos Olímpicos de 2024.

Entre as atletas femininas, as tenistas reinam supremas em termos de ganhos. A polonesa Iga Świątek, número 1 do mundo com apenas 23 anos, já está em nono lugar no ranking de prêmios em dinheiro da WTA de todos os tempos e tem patrocínios que incluem Rolex, Porsche, Visa e calçados e vestuário On.

Desde que venceu seu primeiro Grand Slam, no US Open do ano passado, a número 2 do mundo Coco Gauff adicionou novos patrocínios da Ray-Ban e da marca de cuidados com os cabelos Carol’s Daughter a um portfólio já robusto. E Naomi Osaka, de 26 anos , que representa o Japão nos Jogos, espera restabelecer seu jogo na quadra e recuperar sua coroa como a atleta feminina mais bem paga do mundo, um título que ela manteve por três anos consecutivos, de 2020 a 2022.

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Naomi Osaka foi a atleta feminina mais bem paga do mundo por três anos

Na final de Wimbledon deste mês, Carlos Alcaraz, de 21 anos, dominou Novak Djokovic, de 37 anos, no que pareceu uma passagem de tocha muito aguardada no tênis. O jovem também ganhou o título do Aberto da França no mês passado nas mesmas quadras onde a competição olímpica de tênis será realizada. Considerando os bônus do Grand Slam em seu acordo com a Nike e a adição da Louis Vuitton ao seu portfólio de patrocinadores no início de 2024, é provável que Alcaraz também se torne o tenista mais bem pago do mundo este ano.

Nelly Korda dominou o tour LPGA nesta temporada e ganhou mais de US$ 3 milhões (R$ 16,8 milhões) em prêmios em dinheiro até agora, vencendo cinco torneios consecutivos. A americana de 25 anos já era a melhor pitchwoman do golfe, com patrocinadores incluindo Delta Air Lines, Goldman Sachs e T-Mobile. A canadense Brooke Henderson e a sul-coreana Jin Young Ko também são estrelas do marketing em seus respectivos países, arrecadando cerca de US$ 3,5 milhões (R$ 19,6 milhões).

Jon Rahm teve o ano de maior arrecadação de qualquer golfista que a Forbes já registrou, graças à ida ao LIV Golf Tour — que veio com um pagamento inicial de US$ 175 milhões (R$ 983 milhões) dos sauditas, donos do tour de golfe separatista. Enquanto isso, Scottie Scheffler e Rory McIlroy — os golfistas nº 1 e nº 2 do mundo, respectivamente — permaneceram leais ao PGA Tour e se beneficiaram de um aumento no prêmio em dinheiro em resposta ao surgimento do LIV.

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Jon Rahm fatura alto com o golfe

Ausências notáveis da seleção feminina dos EUA em Paris são as veteranas Alex Morgan e Megan Rapinoe, as duas que mais ganharam na Copa do Mundo Feminina do ano passado. No entanto, quase uma dúzia de jogadoras da equipe norte-americana agora ganha mais de US$ 1 milhão (R$ 1 milhão), já que salários e oportunidades de patrocínio aumentaram nos últimos anos.

O primeiro lugar agora está reservado para “La Reina”, a rainha do futebol espanhol, vencedora do Ballon d’Or Féminin duas vezes, Alexis Putellas, a primeira mulher espanhola a ganhar qualquer troféu de melhor jogadora do mundo. Ela assinou mais de 10 acordos de patrocínio de longo prazo.

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Metodologia

Os ganhos publicados aqui são retirados de listas que a Forbes compila ao longo do ano e, portanto, têm janelas de relatórios diferentes. A categoria de basquete masculino vem da lista de atletas mais bem pagos, que rastreia a janela de 12 meses de maio de 2023 a maio de 2024. As categorias de tênis feminino e golfe feminino são retiradas da lista de atletas femininas mais bem pagas, rastreando o ano civil de 2023. A categoria de tênis masculino é da nossa lista de jogadores de tênis mais bem pagos publicada antes do US Open e inclui todos os ganhos de setembro de 2022 a setembro de 2023. O golfe masculino vem da nossa lista de jogadores de golfe mais bem pagos, rastreando junho de 2023 a junho de 2024. E o futebol feminino é baseado em nossas jogadoras mais bem pagas na Copa do Mundo Feminina, com uma janela de julho de 2022 a julho de 2023.

Todas essas listas são compiladas por meio de dezenas de conversas com insiders da indústria, além de notícias e bancos de dados de salários. Os ganhos em campo incluem prêmios em dinheiro, salários e bônus relacionados ao esporte. Os números de ganhos fora de campo são uma estimativa de acordos de patrocínio, taxas de aparição e memorabilia e renda de licenciamento. A Forbes não deduz impostos ou taxas de agentes.

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Carol Celico celebra aniversário com brunch

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Foto: André Ligeiro

Na última quarta-feira (24), Carol Celico abriu as portas de seu apartamento para celebrar seus 37 anos, comemorados junto com o lançamento de uma collab especial da empresária com sua marca NIINI.

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Além de soft drinks para as convidadas, foi servido um menu de frios, pratos italianos e sobremesas assinado pela Duas Gastronomia. 

O encontro contou com a presença de amigas e parceiras de Carol, entre elas: Lelê Saddi, Stephanie Garcia e Kika Simonsen. Confira na galeria abaixo. 

Foto: André Ligeiro
André Ligeiro
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LCD: entenda o que é e como vai funcionar o novo título de renda fixa

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O governo federal sanciona nesta sexta-feira (26) a lei que cria a Letra de Crédito de Desenvolvimento (LCD), em cerimônia no Palácio do Planalto. “Prima” das letras de crédito voltada às operações dos setores do agronegócio e imobiliário, as LCAs e LCIs, a LCD surge como um novo título de renda fixa voltado para captar recursos e viabilizar projetos de infraestrutura, indústria e inovação.

Assim como as Letras de Crédito Agrícola (LCA) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI), os rendimentos da LCD também serão isentos do Imposto de Renda para Pessoas Físicas (IRPF) que residem no Brasil. Já para as pessoas jurídicas, a alíquota será de 15%.

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De acordo com o texto do PL 6235/2023, a LCD poderá ser emitida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelos demais bancos de desenvolvimento autorizados a funcionar pelo Banco Central – como o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) e Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

O limite para cada instituição é de R$ 10 bilhões por ano, podendo haver exceções com o aval do Conselho Monetário Nacional (CMN). O CMN também ficará responsável por estabelecer regras para a distribuição pública da LCD, como a concessão de garantia pelo Fundo Garantidor de Crédito.

O FGC garante a restituição do dinheiro investido (até R$ 250 mil), caso a instituição financeira tenha problemas para honrar seus compromissos. Também serve para o resgate antecipado do valor.

Sobre a remuneração

A remuneração da LCD estará atrelada à variação de índice de preços, ou, no caso dos títulos federais, à taxa Selic ou à taxa DI Over – conhecida como taxa CDI.

Essa taxa é um dos principais parâmetros utilizados no mercado financeiro para remunerar algumas aplicações, como as LCAs e LCIs e os certificados de depósito bancário (CDBs). Também serve para comparar o desempenho de fundos de investimento.

Segundo o texto do PL, a data de vencimento da LCD não poderá ser inferior a 12 meses. A LCD poderá estar vinculada a uma garantia real constituída mediante penhor ou cessão de direitos creditórios.

Vale a pena investir? O que dizem os especialistas

A Forbes Brasil conversou com especialistas para entender a visão do mercado sobre esse novo título de renda fixa. Para Beto Saadi, diretor de investimentos da Nomos, a LCD pode ter uma boa aceitação por ter a emissão por bancos de desenvolvimento e, sendo bancos públicos, ter baixo risco de mercado.

“A Lei de Crédito de Desenvolvimento deve ter remunerações moderadas para baixas, mas deve ser um título muito bem aceito pela pessoa física, principalmente para compor o seu portfólio”, diz Saadi.

Gabriel Almendra, líder do segmento Wealth da Warren Investimentos, explica que, como os títulos têm prazos de vencimento não inferiores a 12 meses, não são adequados para investidores que buscam opções de investimento de curtíssimo prazo.

Rodrigo Azevedo, economista e sócio-fundador da GT Capital, acredita que, com o amadurecimento que o mercado de capitais tem passado nos últimos anos, com investidores cada vez mais familiarizados com emissões de títulos bancários e de crédito privado, as LCDs serão “muito vantajosas para os investidores”.

“Elas trarão mais uma oportunidade para diversificação de carteira de renda fixa com produtos isentos, principalmente em relação a novos emissores”, explica Azevedo. “Então, é mais uma oportunidade de diversificar e isso, sem dúvidas, é benéfico para o investidor.”

Para Saadi e Almendra, a LCD vem em boa hora. “Com mais investimento nesses setores, poderemos competir com a China e países desenvolvidos, como Estados Unidos, fomentando o nosso setor industrial.” 

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“Esse novo título pode ajudar no desenvolvimento e acessibilidade do mercado de capitais para novas empresas”, finaliza Almendra.

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(Com informações da Agência Senado)

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Moagem de cana do CS recua 11% na 1ª quinzena de julho; produção de açúcar cai 9,7%

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A moagem de cana do centro-sul do Brasil somou 43,17 milhões de toneladas na primeira quinzena de julho. Um recuo de 11% na comparação com o mesmo período do ano passado, em meio a chuvas que atingiram parte da região, afetando a colheita, afirmou nesta quinta-feira (25) a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica).

Já a produção de açúcar da principal região produtora do mundo atingiu 2,94 milhões de toneladas no período, baixa de 9,7% na mesma comparação, segundo a entidade que representa as usinas.

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Pouco antes da divulgação dos dados, os contratos futuros do açúcar bruto já saltavam quase 4% e mantinham a tendência de alta, sendo negociados a US$ 18,66 por libra-peso, por volta das 11h30 (horário de Brasília).

Segundo o diretor de Inteligência Setorial da Unica, Luciano Rodrigues, a retração constatada no processamento de cana nos primeiros 15 dias de julho se deve à condição climática desfavorável para colheita.

Ele citou “chuvas leves que impactaram o ritmo de moagem no Paraná, Mato Grosso do Sul e nas regiões de Assis, São Carlos e Piracicaba”, importantes regiões de São Paulo, o principal produtor nacional.

Em relação à qualidade da matéria-prima, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) registrado na primeira quinzena de julho atingiu 143,27 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar, alta de 1,85% ante o mesmo período do ano passado.

Apesar do recuo na quinzena, no acumulado da safra desde 1º de abril, a produção de açúcar do centro-sul aumentou 10,37%, para 17,14 milhões de toneladas, com um aumento de 8,7% na moagem de cana.

Já a alocação de cana para o açúcar no acumulado da safra atingiu 48,92%, versus 48,17%, um patamar aquém do previsto inicialmente pelo mercado.

Na véspera, a consultoria StoneX reduziu em cerca de 2 milhões de toneladas a projeção de produção do adoçante na temporada 2024/25 citando um “mix” menos açucareiro que o previsto, já que a demanda por etanol tem sido forte no mercado doméstico.

Rodrigues também citou a condição climática desfavorável, que tem afetado a produtividade agrícola.

Na primeira metade de julho, a fabricação de etanol pelas unidades do centro-sul atingiu 2,13 bilhões de litros (-6,28%), sendo 1,29 bilhão de litros de etanol hidratado (-1,02%) e 835,53 milhões de litros de etanol anidro (-13,39%).

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No acumulado do atual ciclo agrícola, a fabricação do biocombustível totalizou 13,14 bilhões de litros (+9,73%), sendo 8,35 bilhões de etanol hidratado (+21,83%) e 4,79 bilhões de anidro (-6,44%).

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Agência da ONU pede resposta urgente ao aumento “alarmante” da gripe aviária na Ásia-Pacífico

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A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) pediu na quinta-feira (25) uma resposta urgente e unificada para combater o aumento “alarmante” de casos de gripe aviária em humanos e animais na região da Ásia-Pacífico.

O vírus H5N1 se espalhou mais amplamente, chegando até a América do Sul e a Antártida e infectando novos animais selvagens e domésticos, disse a organização em um comunicado.

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“Desde o final de 2023, observamos um aumento nos casos humanos e a disseminação do vírus para novas espécies animais”, disse Kachen Wongsathapornchai, gerente regional do Centro de Emergência para Doenças Transfronteiriças de Animais da FAO.

“O surgimento de novas cepas de A/H5N1, que são mais facilmente transmissíveis, aumenta a ameaça de pandemia. Medidas preventivas imediatas e coordenadas são essenciais.”

A agência da ONU contabilizou 13 novas infecções humanas relatadas no Camboja desde o final de 2023, com casos adicionais na China e no Vietnã.

Indonésia e Filipinas estão com segurança reforçada devido à sua paisagem ecológica diversificada e medidas limitadas de biossegurança, enquanto Índia, Nepal e Bangladesh também estão lutando contra surtos, disse.

A organização pediu aos países membros que trabalhem juntos para implementar sistemas de vigilância abrangentes, incluindo o sequenciamento completo do genoma, para rastrear a disseminação e a evolução do vírus.

Também pediu aos governos, organizações internacionais e ao setor privado que compartilhem informações de forma transparente e enfatizou a necessidade de o setor avícola fortalecer as medidas de biossegurança.

A gripe aviária se espalha para animais de criação a partir de aves selvagens.

A cepa H5N1 da gripe aviária varreu o mundo nos últimos anos, matando bilhões de aves de criação e selvagens e se espalhando para dezenas de espécies de mamíferos.

A Austrália, que está lidando com três surtos paralelos de gripe aviária, relatou um caso humano de H5N1 em maio.

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Neste ano, uma mulher chinesa morreu em decorrência de um raro subtipo H3N8 de gripe aviária, a primeira morte no mundo por essa cepa.

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Ibovespa tem queda pelo terceiro dia seguido

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O Ibovespa fechou em queda nesta quinta-feira (25), mantendo o viés de realização de lucros e caindo pelo terceiro dia seguido. Porém, o principal índice acionário da bolsa brasileira conseguiu se afastar do pior momento do dia.

Segundo dados preliminares, o Ibovespa caiu 0,25%, a 126.108,08 pontos, após marcar 125.626,28 pontos na mínima. Na máxima, foi aos e 126.422,73 pontos.

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Alexsandro Nishimura, economista e sócio da Nomos, destaca que o terceiro pregão consecutivo de queda do Ibovespa é algo não visto desde a passagem de maio para junho. Portanto, há quase dois meses.

Entre as ações, destaque para a Vale (VALE3), que reporta balanço ainda nesta quinta. O volume financeiro somava apenas R$ 15,7 bilhões antes dos ajustes finais.

Já o dólar perdeu força, após se aproximar da marca de R$ 5,70 no início da sessão. A moeda norte-americana terminou o dia em leve baixa.

O dólar à vista encerrou o dia cotado a R$ 5,6474 na venda, em leve baixa de 0,17%. No mês a moeda acumula alta de 1,01%.

Profissionais do mercado financeiro citaram um movimento de realização de lucros para justificar a queda do dólar, em um dia de números ruins sobre a inflação no Brasil e sinais mistos para a moeda norte-americana no exterior.

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Lá fora, apesar da manutenção das apostas de início de corte dos juros americanos em setembro, dados com resultados divergentes dos EUA, informados hoje, reduziram as chances de queda das taxas em dezembro.

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