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Fundado em 1981, o Árabe da Gávea reabre as portas em novo endereço

Bem mais do que uma arejada, o Árabe da Gávea, um dos mais antigos do gênero na cidade, que fez fama e conquistou clientes do bairro funcionando no primeiro piso do Shopping da Gávea, deixou depois de 40 anos o centro comercial e ganhou ambiente confortável, com mesas externas e cardápio rejuvenescido na Rua Marquês de São Vicente, um quarteirão distante do endereço original.

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Com varanda agradável, sofá na entrada e o já famoso balanço para fotos, o restaurante tem dois ambientes, com o interior mais espaçoso do que a versão anterior, bar ao fundo e as paredes mantendo o tom terracota.

Definida pelos donos como um “bistrô árabe”, a casa destaca pedidas como a berinjela à moda israelense (R$ 41,00), cortada em cubos com azeite e especiarias, além de pão árabe. O cordeiro marroquino (R$ 88,00, individual) vem de principal, aromatizado com especiarias e ervas, servido com amêndoas laminadas e torradas sobre arroz marrakesch (açafrão-da-terra, grão-de-bico, salsa e castanha picada).

Varanda: mesas externas criam clima de bistrô árabe na nova versão do restaurante clássico da Gávea/Internet/Reprodução
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Receitas vegetarianas e veganas ganharam fôlego, caso do hambúrguer de grão-de-bico recheado com mix de cogumelos em redução de vinho (R$ 77,00), acompanhado de cuscuz marroquino e salada de folhas com nuts, frutas secas e especiarias. O cardápio executivo tem pratos variados a R$ 34,90.

Vegano: o hambúrguer de Grão de Bico com cogumelos é opção sem carne bem servida/Instagram/Reprodução

Se a ideia é um drinque com pegada do Oriente Médio, a carta autoral tem opções como o marrocos fusion (R$ 35,00), feito com gim, espuma de gengibre, cardamomo, abacaxi, caju, limão e xarope de açúcar.

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O novo Árabe da Gavea fica na Rua Marquês de São Vicente, 86 (tel.: 3128-7458). Funciona de terça a domingo, das 12h às 23h; e na segunda, até 22h.

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Fase do Pintor – Ciclo da Videira

Imagem da Fase do Pintor

Durante o ciclo da videira, as plantas passam por diversas fases . Aqui no hemisfério norte nesse momento é verão e as videiras começam a apresentar a fase do pintor que marca o início da maturação fenólica dos bagos. Durante essa fase acontece diversas transformações nos cachos : 

* Aumento dos níveis de açucares nos bagos de 4% ate 28-30% ;

* Diminuição dos ácidos málico e tartárico caindo de 3% à 1% e isso acontece devido o aumento do líquido presente na polpa o que leva a uma espécie de dissolução ;

* Aumento dos precursores aromáticos e dos pigmentos que dão cor as películas das castas tintas ;

* Maior concentração de taninos nas sementes/grainhas ;

Então para decidir qual o melhor momento para vindimar ou colher as uvas, os enólogos ou winemaker analisam os dados visando o buscar o ideal equilíbrio de ácidos, açucares , precursores aromáticos , pigmentos e de taninos . Levam em conta que estilo e tipo de vinho desejam produzir para concluirem qual o melhor momento para vindimar.

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Mundo dos Vinhos por Dayane Casal
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Feira de vinhos reúne mais de 50 vinícolas de 5 a 7 de agosto na Barra

Uma festa de arromba do vinho nacional é o que promete a ViniBraExpo, que aterrissa em sua 6ª edição no Città Office Mall, na Barra. De sexta (5) a domingo (7), estarão presentes e apresentando seus rótulos cerca de 50 vinícolas, em programação que também inclui masterclasses é um concurso aberto a público de sommelier.

+ Tudo sobre o Blend BBQ, o maior festival de churrasco do Rio

Vinhos de regiões tradicionais como Rio Grande do Sul e Santa Catarina estarão ao lado de exemplares de novos polos de produção como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Pernambuco e Bahia.

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Em área de 20 mil metros quadrados, o evento está dividido em 3 setores: degustação, masterclasses e convívio gourmet, onde haverá shows de jazz ao final das tardes de sábado e domingo. Os participantes receberão uma taça na entrada, e poderão participar de degustações dirigidas com especialistas, em aulas pagas à parte. O Prêmio Brasil Sommelier escolherá, através de competição, o melhor sommelier para vinhos brasileiros, com prática, serviço e identificação de vinhos abertas ao público.

Os ingressos de primeiro lote custam R$ 90,00 (mais taxas) e estão à venda no link do Sympla.

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O Città Office Mall fica na Avenida das Américas, 700, Barra da Tijuca. Sexta, das 16h às 21h; sábado, das 14h às 21h; e domingo, das 16h às 21h.

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Tudo sobre o Blend BBQ, o maior festival de churrasco do Rio

O Blend BBQ Festival chega no fim de semana à Zona Oeste com 14 estações de churrasco e bandas tocando ao vivo. O evento, com muita brasa e lenha queimando, vai ocorrer de sexta (5) a domingo (7) no ParkJacarepaguá, com entrada gratuita.

+ É festa: o menu comemorativo de 6 anos do Emile

A curadoria é dos chefs Luis Felipe Carril, do Blend Steak Bar, e Luã Tavares, especialista em defumação, e assadores de diversos pontos do estado estarão presente para apresentar diversas técnicas de cocção. Do chamado american barbecue e seus cortes defumados nos pitsmokers, ao assado agentino com carnes grelhadas em parrillas, além do clássico fogo de chão, espetáculo visual e saboroso.

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Entre as pedidas haverá sanduíches de pulled pork e hambúrgueres na brasa. Receitas como o arroz de costela, o torresmo, o pão de alho com coração marinado, e as sobremesas preparadas na brasa também estão anunciadas. Estandes de cervejas artesanais e drinks garantem a parte líquida da festa.

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Pit smoker: a churrasqueira fechada e movida a lenha defuma carnes variadas//Divulgação

No palco, uma série de bandas covers, como Pepper Spray, Black Circle, e Pretenders Foo homenageiam grandes nomes do rock nacional e internacional como Legião Urbana, Pearl Jam e Red Hot Chilli Peppers, entre outros. Pais que quiserem levar as crianças contarão com espaço dedicado a elas com atividades e oficinas artísticas a exemplo de slime e pintura.

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O ParkJacarepaguá fica na Estrada de Jacarepaguá, 6069, Anil. Sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h à 0h; e domingo, das 12h às 23h.

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Cantón

Em meio à alta dos preços dos alimentos nos últimos tempos, deparar com um restaurante que ofereça pratos bem-apresentados e com ótima relação custo-benefício é um achado. Some a isso o atendimento afinado e a fusão dos sabores das culinárias peruana e chinesa, conhecida como chifa: eis a proposta deste endereço, a perfeita definição do que a categoria premia.

A empreitada do chef peruano Marco Espinoza (à frente de casas como o Lima Cocina Peruana e do El Chaco) surgiu como um delivery no fim de 2020 e, tamanho o sucesso, ganhou posto avançado em Copacabana, tendo na decoração um capítulo à parte. Guarda-chuvas coloridos e paredes repletas de dragões formam o cenário por onde passeiam receitas repletas de especiarias e molhos, surpreendendo os mais diversos paladares.

É o caso do siu may, trouxinhas no vapor de porco e camarão com molho hoisin de pêssego, levemente adocicado. Para muito além dos ceviches, que também são ótimos, as fartas porções de chaufas, receita à base de arroz frito em fogo alto na frigideira wok, vão da versão clássica, com frango, ovo e legumes, à del asador, com nacos de porco e pato assados. Uma delícia e muito bem executadas.

De sobremesa, o bao frito recheado de sorvete de baunilha, creme de chocolate branco, lichia e manga garante um final feliz — e mais leve no bolso.

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É festa: o menu comemorativo de 6 anos do Emile

O hotel Emiliano Rio comemora seu aniversário de seis anos à frente do mar de Copacabana com diversas ações em agosto, entre elas um menu comemorativo, para almoço ou jantar, servido no belo restaurante Emile, situado no térreo, onde o chef gaúcho Camilo Vanazzi apresenta repertório de apuradas técnicas francesas e bons ingredientes brasileiros.

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Além de surpresas do chef para divertir a boca no início, com taça de champagne Moët & Chandon, a entrada abre a experiência com fundo de alcachofra e tomate gratinado com queijo da Canastra, além de espuma de tucupi cítrico e gema curada.

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Para o prato principal serão duas opções: steak de wagyu grelhado ao molho Cointreau, com musseline de couve flor, gel de cebola, picles de beterraba e pólen de abelha nativa. Ou o tagliatelle de grano duro com cogumelos do Vale da Lua, e crocante de castanhas brasileiras ao pesto de spirulina amazônica. A sobremesa reúne cacau black, gergelim preto, iogurte e chocolate branco.

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O menu completo, com taça de champagne, sai a R$ 350,00 por pessoa (+ 13% de serviço). O Emiliano fica na Av. Atlântica, 3.804, em Copacabana. Reservas pelo telefone: (21) 3503-6600.

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Gajos D’Ouro

O vírus já grassava por estas bandas quando eles abriram as portas e conquistaram o primeiro título do COMER & BEBER. O segundo vem nesta edição, endossando o trabalho de excelência executado por ex-funcionários do saudoso Antiquarius. São os “gajos d’ouro”, ou meninos de ouro, apelido carinhoso que o ex-patrão Carlos Perico, já falecido, dava à equipe, comandada agora pelo sommelier André Vasconcelos e o gerente Antônio Menezes, o “Leitão”.

Como no antigo endereço, o couvert vale cada caloria, contida em azeitonas temperadas, ovos de codorna, croquetes, bolinhos de bacalhau, patê de fígado, queijo fresco tipo ricota e Serra da Estrela fumegante escoltados por torradinhas. Clássicos imbatíveis de outrora, como o molhadinho arroz de pato com carne da ave, paio e azeitonas e o bacalhau ao forno, regado de azeite e com batata, cebola, brócolis, tomate, ovo cozido e alho, seguem liderando a preferência da clientela, em meio a vinte receitas à base do pescado.

Uma seção autoral ainda entrou em cena para dar ares criativos ao cardápio, trazendo um delicado tartare de bacalhau com laranja, erva-doce e endívia. A seleção doce também é caprichada, resguardada por delícias como os ovos nevados.

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Spicy Fish

Coreia e Japão fazem fronteira com Ipanema nesta embaixada da cozinha asiática aos cuidados do restaurateur Leonardo Rezende, à frente de outras casas bem-sucedidas na cidade, como a Pici Trattoria, o Oia e o Posì Mozza & Mare. Com imponente fachada que remete a escamas de peixe, o imóvel de quatro andares proporciona uma experiência completa, sob diversos ângulos. Toda a decoração, do vistoso sushi-bar ao rooftop defronte à Praça Nossa Senhora da Paz, lembra a atmosfera de uma elegante ilha tropical asiática. Para garantir fidelidade à tradicional cultura do Oriente, a consultora em hospitalidade Yasmin Yonashiro assumiu o treinamento da equipe e o chef Emerson Kim (ex-Nobu Mikonos e Munique) veio comandar as panelas

Descendente direto de coreanos, ele, que também é pescador, lança mão de insumos de qualidade e peixes frescos, oriundos da costa carioca e até da Europa. Tire a prova com a dupla de bluefin otoro, a mais nobre variedade do atum. O passeio pelos mais sofisticados sabores orientais vem à mesa em montagens impecáveis, um capítulo à parte por aqui, e pode seguir com o shrimp, reunião de sete camarões VM marinados em molho cítrico que chegam à mesa na grelha dourados na manteiga de missô — experimente comer a cabeça, crocante e com sabor concentrado.

A incursão pode ser elevada a outro patamar com a porção de 50 gramas de wagyu A5 de Kagoshima, servida em meio a pedras vulcânicas quentes. Uma iguaria que vale a visita.

 

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Escama

A inspiração surgiu durante uma viagem, em 2012, quando o chef carioca Ricardo Lapeyre visitou o L’Avant Comptoir de la Mer, um descontraído ponto parisiense tocado pelo chef Yves Camdeborde. Engavetada por quase uma década, a ideia de colocar de pé um restaurante casual e sem frescuras, voltado para peixes e frutos do mar, ganhou solidez já na pandemia.

Trata-se de uma autêntica cozinha de produto — aquela em que os ingredientes são os grandes protagonistas dos pratos —, muito bem-vinda em uma cidade que, apesar de litorânea, dispõe de poucas opções similares. Diariamente, mais de uma dezena de pescadores de rede, linha, arpão ou mergulho é procurada pelo próprio Lapeyre, que seleciona os insumos. Eles brilham em preparos de sabores delicados, como o carpaccio de vieira com pipoca de quinoa e salicórnia, conhecida como “aspargo do mar”, da ala de entradas.

Na etapa principal, o comensal escolhe a forma de preparo (brasa, forno ou poché) para degustar exemplares de vermelho, da lagosta de Marataízes, de lula, e ainda sugestões menos convencionais, como garoupa, prejereba, piraúna e sargo-de-dente — só não espere salmão, porque lá não tem.

Acompanhamentos à parte revelam a coleslaw com almeirão paulista e palmito fresco, o purê de banana da fazenda Três Marias ao curry e a guarnição da vovó Lapeyre, com batata sautée, cogumelo-de-paris, cebola, calabresa, salsa e alho. A mesma dedicação às comidas é dispensada às bebidas, com caprichada carta de vinhos e ótimos drinques executados pela bartender Laura Paravato. Um programa completo.

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Rei dos Galetos

Há três gerações dirigido pela família do senhor Celestino, que abriu a casa no fim da década de 60, o restaurante chegou às mãos de Daniela Pereira, a neta, que investiu no serviço e nas instalações, reformando as duas unidades no Centro com o arquiteto Chico Gouvêa. Nos ambientes com paredes descascadas, que revelam as pedras das construções originais, e luminárias em barris de madeira cortados no teto, a estrela é o galeto feito na brasa de carvão, com a opção da ave desossada. Ótimas apostas, os combos executivos chegam em versões como o trio do rei, com meio galeto ou steak de alcatra acompanhados de arroz de brócolis, batatas fritas e a farofa com cebola da casa.

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