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Comer e beber à beira-mar: orla do Rio ganha três novos quiosques

Em novembro, a orla carioca ganha três novos quiosques. Na Barra da Tijuca, o Tibar abriu suas portas próximo aos postos 7 e 8, um ponto de encontro para quem curte boa música, gastronomia e chope gelado.

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No bairro de Copacabana, a grande novidade é o quiosque Casa Fuego, ideal para os amantes de carne, que conta com shows em voz e violão, happy hour e muitas opções de grelhados.

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Já em São Conrado, a novidade fica por conta do Musa, da influenciadora Rachel Apollonio, que segue um estilo clean, ideal para quem busca uma alimentação saudável, além de smoothies, café, drinques e vinhos.

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Fim de semana tem Festival Gastronomia Preta, feira de acarajé e Rota Rio

Rota Rio chega ao Lagoon

Novo festival de gastronomia na cidade, o Rota Rio ocorre de sexta a domingo (22 a 24) no Lagoon, à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas (Av. Borges de Medeiros, 1424). Estão confirmados chefs como Jimmy Ogro, Kátia Barbosa, Heaven Delhaye, Pedro Siqueira e Rafa Gomes; além de bares e restaurantes como Bar da Frente, Bar da Gema, Cogumelo Bistrô, Dianna Bakery e Ella Pizzaria, num time com mais de 20 estabelecimentos, com todos servindo seus pratos e quitutes.

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O evento contará com cinco cervejarias como Pura Seiva, Mistura Clássica e Farra. Além da oferta de gastronomia haverá oficinas, área infantil e dois palcos para shows de artistas como Rodrigo Santos, Devir e Mulatto. O evento ocorrerá na sexta, das 17h às 22h; sábado e domingo, das 12h às 22h.

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Rota Rio: Porquinho de Quimono, do Bar da Frente./Divulgação
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Gastronomia Preta em Santa Teresa

O Festival Gastronomia Preta é a atração no Parque Glória Maria, em Santa Teresa (Rua Murtinho Nobre, 169), no sábado (23) e no domingo (24). O evento gratuito tem como foco destacar a culinária negra e a contribuição de profissionais pretos e afro-indígenas no setor de alimentos e bebidas. No espaço Cozinha Show Benê Ricardo haverá chefs convidados como Danilo Parah, Vanessa Rocha, e Gizele Martins. Eles irão preparar pratos ao vivo, interagindo com o público e permitindo degustações.

Na Praça de Alimentação haverá mais de 25 barracas de alimentos, bebidas e produtos artesanais com foco na gastronomia afro-brasileira, como acarajé, sanduíches de pernil e opções veganas.

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Na sua 3ª edição, o Prêmio Gastronomia Preta homenageará profissionais em 23 categorias, incluindo chefs, merendeiras, pesquisadores e outras figuras importantes no setor. A entrega do prêmio será no domingo (24), das 10h às 18h. Outra atração será o Curso Pretonomia, uma iniciativa para qualificar pessoas negras e pardas em situação de vulnerabilidade, com o apoio de diversas instituições. Haverá também shows de samba com Marcelle Brito.

Festival de Acarajé

Gastronomia, música e artesanato estarão mesclados no 2º Festival de Acarajé do Rio, que ocorre de sexta a domingo (22 a 24), das 10h às 19h, na Praça Mauá, próximo ao Museu do Amanhã, na Zona Portuária. A programação inclui barracas com venda do quitute e de outras iguarias da culinária baiana, além de uma feira de artesanato, duas rodas femininas de samba (Moça Prosa e Mulheres da Pequena África), roda de jongo do projeto Tambor No Valongo e o Bloco Afro Lemi Ayò.

O festival celebrar o acarajé, que desde 2023 é considerado patrimônio de valor histórico e cultural do Estado do Rio. Durante os três dias, 30 baianas e baianos especializados no preparo do acarajé se revezam nas barracas. Serão dez profissionais por dia, promovendo uma verdadeira imersão em saberes gastronomia de matriz africana.

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Legítimo representante da cultura afro-brasileira no cenário carioca, o Bloco Afro Lemi Ayò também se apresenta, assim como o projeto Tambor no Valongo, focado na preservação do jongo, dança comunitária de origem africana que combina canto, batuque e dança.

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Só dois chefes de Estado exigiram “fiscal” na cozinha da chef Morena Leite

Entre todos os chefes de Estado que participam do G20 (18 e 19/11), no MAM, dois presidentes tiveram “fiscal” na cozinha, sob o comando da chef Morena Leite: o da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e dos EUA, Joe Biden. Os integrantes das comitivas dos dois países, os “homens de preto”, experimentaram todos os pratos.

O encontro reuniu 20 dos 21 líderes dos países e blocos que compõem o grupo, além de governantes de países convidados e suas comitivas; ao todo, comida para 300 pessoas numa estrutura de quase 300 funcionários, entre cozinheiros, estoquistas, garçons e produtores.

Morena é conhecida por apresentar pratos regionais do Brasil – já serviu o francês Emmanuel Macron durante um evento no Itamaraty, no dia 28 de março, e nesta quarta (20/11), viaja a Brasília para elaborar o cardápio do jantar oferecido por Lula ao chinês Xi Jinping. “Aqui, no Rio, ele não pediu nada específico no cardápio, mas, em Brasília, vai ser diferente; vou levar o chef gaúcho Vico Crocco para participar”, diz ela, que é curadora gastronômica do cerimonial do Itamaraty.

Mais detalhes sobre o jantar são segredos de estado, mas ela diz que, por ora, não teve nenhum pedido específico, portanto, não deve fugir do seu estilo, valorizando os ingredientes nacionais. No primeiro dia do G20, foram servidos tomate com cuscuz nordestino refogado com legumes sobre cama de folhas e duas opções de principais: um espeto de costelinha com rubacão, arroz cremoso paraibano com queijo coalho e pirarucu com purê de mandioca e farofa com tucupi, além da opção vegetariana. Para sobremesa, pudim à base de castanha-do-pará e mousse. Já nesta terça (19/11), teve moqueca baiana, picadinho com rosti de mandioca e, novamente, o nhoque vegetariano.

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Em maio, Morena também cozinhou com a chef Telma Shiraishi (do Aizomê e embaixadora da gastronomia japonesa pelo governo japonês), para 180 pessoas na recepção ao primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida.
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Clima de G20: mesas internacionais vão de brunch a almoço estrelado

Almoço estrelado a 8 mãos no Marine

Em meio ao clima de premiação dos 50 melhores restaurantes da América Latina, cerimônia marcada para o dia 26 de novembro, no Museu Histórico Nacional, um almoço especial reúne quatro chefs de peso no Marine, no hotel Fairmont Rio (Av. Atlântica, 4240, Copacabana), no sábado (25). Às 12h30, o chef local, Jérôme Dardillac, recebe o chef português João Oliveira, do restaurante Vista, do Bela Vista Hotel & Spa (Portimão, no Algarve), o chef peruano Jaime Pesaque, do restaurante Mayta, classificado em 10º lugar na lista dos 50 melhores da América Latina, e a brasileira Manu Buffara, eleita a melhor chef mulher da América Latina de 2022 pela Academia 50 Best. O menu de nove etapas, contando os aperitivos, terá pratos com cavaquinha, lula, bacalhau e merluza e navajas, entre outros bons produtos.

O almoço custa R$ 650 (mais 10%), com as compras feitas pelo site do Sympla.

Marine: Jérôme Dardillac é anfitrião das estrelas no sábado (25)
Marine: Jérôme Dardillac é anfitrião das estrelas no sábado (25)./Divulgação

+ Confira todos os vencedores de VEJA RIO COMER & BEBER 2024

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Nosso recebe 6º melhor bar do mundo

Um guest bartender especial vai agitar o gastrobar Nosso (Rua Maria Quitéria, 91, Ipanema) nesta quarta (20). O evento é parte do Global Bar Exchange, promovido pelo bourbon Woodford Reserve, e levará à casa do chef de bar Daniel Estevan os bartenders Nikolaos Bakoulis e Ioannis Vavadakis, do Bar Line, de Atenas, para uma noite de drinques exclusivos. O estabelecimento grego foi eleito o 6º melhor bar do mundo no 50 Best Bars.

Reservas pelo site do Nosso: www.nossoipanema.com.

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Brunch no Emiliano

Para aproveitar o feriadão da cidade, o Emiliano Rio (Av. Atlântica, 3.804, Copacabana) preparou um brunch especial do chef Camilo Vanazzi. De 18 a 20, a refeição explora sabores clássicos da cozinha local. O couvert traz sabores como o homus de espinafre; acarajé; croquete de feijoada com gel de pimenta; tartare de atum tartelete de alho-poró. Há também croque monsieur e croque madame (sem ovo), feitos com presunto, queijo gruyère e molho bechamel; ovo beneditino; waffle com mel ou calda de chocolate; e pudim de chia com banana caramelizada. De entrada há sabores como ceviche de peixe branco com manga; caneloni de abobrinha com caviar de quiabo; e creme de aipim com carne de sol e crisp de couve. De principais tem risoto de alcachofra; papardelle com ragu de pato e tomate confit; e a pesca da costa verde com vinagrete de feijão e cuscuz de aspargos; entre outros. O quindim de maracujá é uma das opções de sobremesa.

Os valores são de R$ 386,00 por pessoa (mais 15% de taxa de serviço), incluindo bebidas não alcoólicas, espumante Chandon Brut, Cabernet Sauvignon e Chardonnay Tantehue. Reservas pelo tel.: (21) 99245-8915 ou pelo e-mail: hostess@rj.emiliano.com.br.

Térèze vegano

No mês que tem também a marca do veganismo, cujo dia mundial foi comemorado em 1º de novembro, o restaurante Térèze, localizado no Hotel Santa Teresa MGallery (Rua Felício dos Santos, 15, Santa Teresa, tel.: 21-3380-0200), apresenta um sofisticado menu vegano criado pela chef Luanna Malheiros. A experiência inclui entrada, prato principal e sobremesa, todos elaborados sem ingredientes de origem animal. O menu abre com um rolinho de legumes na folha de arroz com molho ponzu, seguido pela couve-flor crocante com espaguete de abobrinha, molho de tomate rústico, manjericão e tapenade de azeitonas. Para finalizar tem frutas quentes com crocante de nuts e calda de laranja com canela. O Térèze oferece a opção de harmonização com vinhos orgânicos da vinícola chilena Emiliana, disponíveis em duas opções: Adobe Carmenere (tinto) e Chardonnay (branco).

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Tradição em BH, Festival Botecar chega ao Rio para eleger o melhor petisco

Vai começar o Festival Botecar, um concurso que reúne os melhores e mais premiados bares da cidade. O evento de origem mineira, que existe há 10 anos em Belo Horizonte, chega de copos cheios no Rio e começa na quinta (21), ficando em cartaz até o dia 20 de dezembro. O time de 40 bares mistura clássicos e novidades de diferentes regiões do Rio.

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Dois novos bares promissores abrem as portas e estreiam no concurso: o 5ª Categoria, de Sérgio Rabello, do Galeto Sat’s; e o Capiau, de Raphael Vidal, que se destaca pelo forno à lenha. Novatos como Portinha, Quitanda e Zuza dividirão as atenções, garfadas e votos com patrimônios como Bar Urca, Bar da Amendoeira, Bar da Portuguesa, Jobi, Pavão Azul, Real Chopp e Velho Adonis.

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Voto popular e do júri

Na estreia do festival, os petiscos terão a música carioca como inspiração. Pode ser uma canção que fale do Rio ou homenagem a algum músico que tenha nascido ou escolhido a cidade para viver. Cada bar terá um petisco concorrente inspirado na música regional. Os petiscos são de criação livre e custarão entre R$ 25,00 e R$ 40,00, e o sistema de julgamento será dividido igualmente entre a votação popular (50%) e os jurados especializados (50%). A nota única conferida a cada petisco vai de 0 a 10, levando em consideração os itens: petisco, ambiente, atendimento e temperatura da bebida. Há bares que vão entrar pedidas conhecidas de seus cardápios.

O time carioca

A lista completa de bares, petiscos e horários dos serviços, com os textos enviados pela organização:

5ª Categoria
Trocando em miúdos: moela da casa à parmegiana, bem queijuda e molhadinha, naquela porção caprichada para muquirana nenhum botar defeito (R$ 38,00).

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Inspiração: Já na primeira garfada você nem vai lembrar das marcas daquele amor que não deu certo da canção de Chico Buarque e Francis Hime e partir para outra muito melhor.

Endereço: Rua Paulo Barreto 25 Loja C, Botafogo. Telefone: 2286-2176. Dias e horários de funcionamento: Todos os dias, das 11h à meia-noite.

Fabio Rossi
5ª Categoria: novo bar tem moela da casa à parmegianaFabio Rossi/Divulgação

Aconchego Carioca
Down no High Society: três pastéis redondos com barriga de porco desfiada com chutney de maçã (R$ 30,00).

Inspiração: Elis Regina! “Você não imagina a loucura! O ser humano está na maior fissura!”.

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Endereço: Rua Barão de Iguatemi 245, Praça da Bandeira. Telefone: 2273-1035. Dias e horários de funcionamento: Terça a quinta, das 12h às 23h; Sexta e Sábado, das 12h à meia-noite; Domingo, das 12h às 17h. @aconchegocariocarj

Adega do Pimenta
Currywurst no “Samba do Avião” (Conexão Rio X Berlim): salsichão Alemão defumado com molho típico de Berlim com curry e batata frita (R$ 39,00).

Inspiração: “Samba do Avião”, de Tom Jobim, é um exemplo clássico do amor do compositor pelo Rio e de sua conexão com a Alemanha. Fortemente influenciado por Johann Sebastian Bach, Jobim também teve grande admiração na Alemanha, onde passou temporadas e colaborou com músicos locais. Embora a canção celebre o Rio, reflete as influências internacionais e clássicas, incluindo a música alemã, que marcaram sua obra.

Endereço: Rua Almirante Alexandrino 296, Santa Teresa. Telefone: 2224-7554. Dias e horários de funcionamento: Segunda a sexta, das 12h às 22h, Sábado, das 12h às 20h, Domingo, das 12h às 18h. @adegadopimenta

Bar da Amendoeira
Marra de Durão: escondidinho de aipim com a famosa carne seca da casa e quadradinhos de queijo coalho maçaricados (R$ 25,00).

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Inspiração: Um hit do Clareou inspirou o petisco. Quando o aipim ficou juntinho da nossa famosa carne seca, a marra de durão do aipim passou! Ele desmoronou, e o cara mais solteiro tá pensando em se casar.

Endereço: Rua Conde de Azambuja 881, Maria da Graça. Telefone: 2501-4175. Dias e horários de funcionamento: Segunda, das 9h às 16h. Terça e quarta, das 8h às 22h. Quinta, das 9h às 2h. Sexta, das 8h às 22h. Sábado, das 8h às 20h. Domingos, somente em dezembro, das 9h às 16h. @bardaamendoeira01

Bafo da Prainha
Lona Armada: Peito de boi defumado na churrasqueira de tambor de latão com farofa de banana (R$ 30,00).

Inspiração: Uma homenagem aos versos de “Saudades da Guanabara” do compositor Moacyr Luz, um dos primeiros a se apresentar na famosa sacada do bar.

Endereço: Largo de São Francisco da Prainha 15, Saúde. Dias e horários de funcionamento: Segunda e terça, das 17h às 23h; Quarta a Sábado, das 12h à meia-noite; Domingo, das 12h às 21h. @bafodaprainha

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Baixela
Rainha do Mar: bolinho de peixe e arroz com maionese de dendê (R$ 25,00).

Inspiração: Uma homenagem a Iemanjá e ao compositor baiano Dorival Caymmi, que foi morador de Copacabana e tem uma estátua ali bem pertinho do bar, na Av. Atlântica.

Endereço: Av. Rainha Elisabeth 85, Copacabana. Telefone: (21) 97917-0998. Dias e horários de funcionamento: Segunda a Quinta, das 12h às 21h; Sexta e Sábado, das 12h à meia-noite; Domingo, das 12h às 20h. @baixela.rio

Bar Barata Ribeiro
Tá delícia, tá gostoso!: É amor, é paixão! Quatro pastéis bem servidos com uns dos pernis mais famosos de Copacabana. O gorgonzola que não é bobo, pulou para dentro do recheio também (R$ 35,00).

Inspiração: Martinho da Vila. Para aproveitar devagar, devagarinho.

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Endereço: Rua Barata Ribeiro 698, Copacabana. Telefone: 3256-3320. Dias e horários de funcionamento: Segunda, das 8h às 16h; Terça a Sábado, das 8h às 22h; Domingo, das 9h às 19h. Funcionamento especial: 23 de novembro, 7 e 14 de dezembro, das 9h às 17h. @barbarataribeiro698

Bar da Frente
Tá ardendo, assopra!: Dupla de risoles de frango assado picante (R$ 25,00, 2 unidades).

Inspiração: Música “Tá ardendo, assopra” (69, frango assado), de Tati Quebra Barraco. A picância dos funks da Tati Quebra Barraco transformada em petisco, de ladinho, daquele jeito que a gente gosta.

Endereço: Rua Barão de Iguatemi 388, Praça da Bandeira. Telefone: 2502-0176. Dias e horários de funcionamento: Quarta a sábado, das 12h às 22h. Domingo, das 12h às 17h. Segunda e terça, fechado. @bardafrente

Bar da Gema
Reza: peito de boi com aipim cozido, manteiga de garrafa, com tomate, alho e cebola assados com ervas (R$ 40,00).

Inspiração: Quem batizou o petisco foi Luís Antônio, de cinco anos, filho do Leandro, sócio da Luiza, no Da Gema. Reza foi escolhida por ser a música preferida dele e obrigatória no samba que o bar fazia com Nego Álvaro, um dos compositores, e que tem tudo a ver com a energia boa do bar.

Endereço: Rua Zulmira 134, Maracanã. Telefone: (21) 98148-4081. Dias e horários de funcionamento: Terça a Quinta, das 17h à meia-noite; Sexta e Sábado, das 12h à meia-noite, Domingo, das 12h às 18h. @bardagema

Bar da Portuguesa
Arroz carinhoso do Didi: arroz de bacalhau e camarão, com azeitona preta, pimenta biquinho e muçarela gratinada (R$ 40,00).

Inspiração: Pixinguinha, figura emblemática que frequentou o bar por anos, inspira as criações irresistíveis da Dondon.

Endereço: Rua Custódio Nunes 155, Ramos. Telefone: 3486-2472. Dias e horários de funcionamento: Terça a sexta, das 17h à meia-noite; Sábado, das 11h às 18h; Domingo, das 11h às 17h. @bar_da_portuguesa

Fabio Rossi
Bar do Momo: sonho de baroa com pernil e cebola caramelizada no vinhoFabio Rossi/Divulgação

Bar do Momo
Nosso Sonho: sonho de batata baroa com pernil desfiado e cebola caramelizada no vinho. Acompanha chantilly de limão (R$ 18,00, a unidade).

Inspiração: Uma homenagem ao funk carioca e a dupla Claudinho e Buchecha.

Endereço: Rua General Espírito Santo Cardoso, 50, loja A – Tijuca. Telefone: 2148-2874. Dias e horários de funcionamento: Segunda, Quarta, Quinta e Sexta, das 12h30 às 22h; Domingo, das 12h30 às 17h30; Terça: Fechado. @bardomomooficial

Bar do Trotta
Naquela Mesa: quatro canoinhas de baguete francesa recheadas de pernil, cobertas de queijo provolone derretido e alichela (R$ 40,00).

Inspiração: Música de Sérgio Bittencourt, eternizada por Elizeth Cardoso e Nelson Gonçalves, que inspirou a abertura do bar, em homenagem ao avó de Felipe Trotta, Adolfo Trotta.

Endereço: Rua Dona Zulmira, 109 – Maracanã. Dias e horários de funcionamento: Terça a sexta, das 17h à meia-noite; Sábado, das 12h à meia-noite; Domingo, das 12h às 22h. @bardotrotta

Bar Madrid
Que Beleza: jiló cozido recheado com camarão, molho de tomate, muçarela maçaricada e orégano (R$ 30,00)

Inspiração: Abra a porta e vá entrando para aproveitar o jiló recheado em homenagem ao tijucano Tim Maia, assim como o dono do bar, Felipe Quintans.

Endereço: Rua Almirante Gavião n°11-F e G, Tijuca. Telefone: 3594-8526. Dias e horários de funcionamento: Quarta a domingo, das 11h às 18h. @barmadrid

Bar Maravilha
Vem cá, minha flor: couve-flor empanada no tempura, finalizada com molho tonkatsu e parmesão (R$ 31,00)

Inspiração: Uma homenagem ao carnaval de rua do Rio de Janeiro.

Endereço: Rua Mena Barreto 90, Botafogo. Dias e horários de funcionamento: Terça a Sábado, das 12h à 1h; Domingo, das 10h às 20h. @bar.maravilha

Bar Urca
Deixa a Vida Me Levar: Seis unidades de minibolinhos de bacalhau (R$ 25,00, 6 unidades).

Inspiração: Deixa a vida te levar para a mureta mais emblemática da cidade. Chega lá, levanta as mãos para o céu, agradeça e aproveita para comer nossos bolinhos, agora em versão mini.

Endereço: Rua Cândido Gaffree 205, Urca. Telefone: 2295-8744 e 2542-8395. Dias e horários de funcionamento: Todos os dias, das 8h às 23h. @barurca

Bar do Bode Cheiroso
Bobóde Camarão que Dorme a Onda Leva: bobó de camarão com farofinha e pimenta para dar aquele levante até num coração de papel (R$ 38,00).

Inspiração: Uma homenagem à primeira gravação de Zeca Pagodinho do samba feito que ele fez em parceria com Arlindo Cruz e Beto Sem Braço e que todo carioca sabe cantar.

Endereço: Rua General Canabarro 218, Maracanã. Telefone: 21 99257-4883. Dias e horários de funcionamento: Terça a Sábado, das 11h30 às 22h30; Domingo, das 11h às 18h. @bardobodecheiroso

Botero
Camarão foi de arrasta!: sanduíche de camarões empanados com molho tártaro de picles da casa e queijo (R$ 39,00).

Inspiração: Os Originais do Samba são a inspiração desse sanduíche que fez uma revolução de sabores no fundo do mar.

Endereço: Rua Arnaldo Quintela 51, Botafogo. Dias e horários de funcionamento: Segunda, das 11h às 16h; Terça a quinta, das 11h à 1h; Sexta e sábado, das 11h30 às 2h. Domingo: Delivery. @boterobar

Fabio Rossi
Capiau: pão de queijo no fogão à lenha e bochecha de porcoFabio Rossi/Divulgação

Capiau
Claudinho: pão de queijo grelhado no arado do fogão à lenha e “moiado” com carne de lata de bochecha de porco (R$ 25,00).

Inspiração: Um tributo para a dupla de MC’s Claudinho & Bochecha, que na última década do século passado frequentou nas segundas-feiras de tarde o Beco das Sardinhas, lugar de referência do Movimento Funk, ao lado de outros MC’s, donos de equipe, DJ’s, produtores e fãs.

Endereço: Endereço: Rua Miguel Couto 124 A (esquina do Largo de Santa Rita), Beco das Sardinhas, Centro. Dias e horários de funcionamento: Segunda, das 12h às 22h; Terça e quarta, das 12h às 18h; Quinta e sexta, das 12h às 23h; Sábado, das 12h às 18h. Domingo e Segunda: Fechado. @capiaubotequim

Carioca Deutsch
Exagerado: cama de batata chips com iscas de lombinho suíno ao molho barbecue de goiabada (R$ 38,00).

Inspiração: O petisco surgiu de várias conversas com amigos clientes no bar e é um exagero no tamanho e no sabor. Música de Cazuza.

Endereço: Rua Jurupari 46, Tijuca. Telefone: 2026-1585; (21) 99808-9568. Dias e horários de funcionamento: Terça a Sábado, das 12h à meia-noite; Domingo, das 12h às 18h. @cariocadeutsch

Casa Porto
Gogó da Quelé: moela de pato confitada com quiabada no dendê (R$ 35,00).

Inspiração: Inspirado por Clementina de Jesus, a Rainha Quelé, e sua voz ancestral temperada pela vida caipira do Vale do Paraíba Fluminense, pelos terreiros da Praça XI e pelas escolas de samba dos anos 1920/30/40.

Endereço: Largo de São Francisco da Prainha, 4 – Sobrado, Saúde. Dias e horários de funcionamento: Terça e quarta, das 12h às 22h; Quinta a sábado, das 12h às 23h; Domingo, das 12h às 21h. @casaporto.rio

Costelas
Qui nem jiló: três jilós recheados com linguiça calabresa picada e coberto com farelo de torresmo (R$ 30,00).

Inspiração: “Ai, quem me dera voltar para os braços do meu xodó! Para a saudade não amargar, chega aqui para comer o nosso jiló”. Inspirado na música de Luiz Gonzaga, pernambucano que escolheu a Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro para viver, onde a rádio e a música aconteciam na época. Tocou em bares, cabarés e programas de calouros do Rio.

Endereço: Rua Barão de Iguatemi 408, Praça da Bandeira. Telefone: (21) 95101-8383. Dias e horários de funcionamento: Terça a Sábado, das 11h30 às 23h; Domingo, das 11h30 às 17h. Segunda: Fechado. @costelasnabrasa

Fábio Rossi
Costelas: jilós com linguiça calabresa e farelo de torresmoFábio Rossi/Divulgação

Enchendo Linguiça
O meu lugar é o nosso lugar!: linguicinha suína exclusiva, produzida na casa, regada com molho de cerveja sobre purê de aipim, acompanhada de batatas portuguesas (R$ 38,00).

Inspiração: Uma homenagem ao nosso cliente, o carioca e poeta do samba Arlindo Cruz. Tivemos a grande honra de termos sido escolhidos por ele como seu bar preferido!

Endereço: Av. Engenheiro Richard 2, Grajaú. Telefone: 2576-5727. Dias e horários de funcionamento: Segunda a quinta, das 11h à meia-noite. Sexta e sábado, das 11h à 1h. Domingo, das 11h às 21h. @enchendolinguica

Gato de Botas
Feitiço da Vila: trio de croquetes de legumes com bacalhau e parmesão, acompanhados da deliciosa maionese do Gato (R$ 33,00).

Inspiração: Bacalhau do Agostinho e do nosso querido músico Noel Rosa, uma das personalidades mais queridas do nosso bairro.

Endereço: Rua Torres Homem 118, Vila Isabel. Telefone: (21) 98128-8252. Dias e horários de funcionamento: Terça a sexta, das 17h à meia-noite, Sábado, das 12h à meia-noite; Domingo, das 12h às 22h. @bargatodebotas

Jobá
Do Leme ao Pontal: um passeio pela orla com bolinho de bacalhau e croquete de costela, com geleias de goiabada e caju para dar aquele mergulho gostoso (R$ 23,50).

Inspiração: Chama o síndico: Tim Maia!

Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 1174, loja A, Leblon. Telefone: 3189-6259. Dias e horários de funcionamento: Terça a domingo, das 11h às 3h. Segunda: Fechado. @joba.botecocarioca

Jobi
Aquele abraço: quinze bolinhas de queijo da casa que dão aquele mostram que o Rio de Janeiro continua lindo! (R$ 35,00).

Inspiração: Aquele abraço do compositor baiano e morador do Rio, Gilberto Gil, você pode dar em todo mundo agora, só que em forma de bolinhas crocantes e cremosas ao mesmo tempo.

Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 1166, loja B, Leblon. Telefone: 2274-0547. Dias e horários de funcionamento: Todos os dias, das 11h às 3h. @bar_jobi

Kalango
Yes, nós temos bananas!: quatro bolinhos com massa de banana-da-terra recheados com carne seca desfiada com Catupiry e vinagrete refrescante de maxixe (R$ 39,00).

Inspiração: Uma marchinha de carnaval em forma de petisco! E tem vitamina, tá?

Endereço: Rua Arnaldo Quintela 44, Botafogo. Telefone: 3178-0811; (21) 97142-4944. Dias e horários de funcionamento: Segunda a Quinta, das 17h às 0h20; Sexta e Sábado, das 12h às 2h; Domingo, das 12h às 22h. Terça: Fechado. @barkalango

Fabio Rossi
Lá na Rosi: kafta de carne seca, pipoca de queijo coalho, melado de rapadura com cachaça e pimentaFabio Rossi/Divulgação

Lá na Rosi
A amizade…: kafta de carne seca com pipoca de queijo coalho, melado de rapadura com cachaça e pimenta, cebola e farofa (R$ 30,00).

Inspiração: Uma homenagem aos amigos compositores da Ilha do Governador, como Cleber Augusto, Djalma Falcão, Bicudo e todos que cantaram o bairro.

Endereço: Praia do Zumbi, Quiosque 0 – Pracinha dos brinquedos. Telefone: (21) 98939-3984. Dias e horários de funcionamento: Quinta a sábado, das 17h40 às 23h30, Domingo, das 12h às 17h. @lanarosibar

Maria Lôca
Ratatuia: Ratatouille com cenoura, berinjela e jiló, iscas de fígado, pimenta – biquinho e cebola roxa. Acompanha torrada com manteiga, maionese e alho e molho de mostarda com mel (R$ 35,00).

Inspiração: Como diria Zeca Pagodinho, quem nunca comeu melado se lambuza até o pé. Vai vacilar?

Endereço: Rua Engenheiro Ernani Cotrin 15 loja D e F , Tijuca. Telefone: 3128-9146. Dias e horários de funcionamento: Segunda a Sábado, das 7h às 22h; Domingo, das 8h às 19h. @barmarialocarj

Otra
Quarteto em Cy: quatro unidades de bolinhos de arroz cremoso com queijo e calabresa finalizados com molho de ostra (R$ 33,00, 4 unidades).

Inspiração: Quarteto em Cy, quarteto vocal feminino.

Endereço: Rua Belfort Roxo 58, Copacabana. Telefone: (21) 99636-0514. Dias e horários de funcionamento: Segunda a Quinta e Domingo, das 12h à meia-noite; Sexta e sábado, das 12h à 1h. @otra.bar

Pavão Azul
Emocionou: Moela no vinho e alecrim com polenta cremosa (R$ 30,00).

Inspiração: Bordão de Liebert Ferreira Pinto, produtor musical e baixista e fundador do The Fevers, banda de rock formada no Rio de Janeiro em 1964, associada à Jovem Guarda. Liebert é frequentador assíduo do bar há mais de 30 anos.

Endereço: Pavão Azul: Rua Hilário de Gouveia, 71 – Copacabana. Pavão Black: Rua Barata Ribeiro 354, loja E, Copacabana. Telefone: 21 3734-6229. Dias e horários de funcionamento: Todos os dias, das 12h à meia-noite (Pavão Black fecha na terça). @pavaoazuloficial

Petisqueira Martinho
O mar serenou: surpreendentes camarões sem cabeça, fritos, sequinhos e crocantes, com molho da casa e limão (R$ 35,00).

Inspiração: Clássico do repertório de Clara Nunes, a música do carioca Candeia é uma homenagem aos pescadores e suas vidas no mar. Vem serenar!

Endereço: Praia do Jequiá 33, Ribeira, Ilha do Governador. Telefone: 3298-5518. Dias e horários de funcionamento: Terça, das 11h às 17h; Quarta, das 11h às 23h; Quinta e sexta, das 11h à meia-noite, Sábado, das 11h30 à meia-noite; Domingo, das 11h30 às 17h. Segunda: fechado. @petisqueiramartinho

Porco Amigo
Conversa de botequim: carne de sol de porco curada com creme de queijo coalho, picles de abóbora e torradas de pão francês com manteiga (R$ 29,00).

Inspiração: Seu garçom faça o favor de me trazer depressa esse petisco, mas pode trocar a água por um chope bem gelado.

Endereço: Rua São Manuel 43, Botafogo. Telefone: 21 2137-4963. Dias e horários de funcionamento: Terça a domingo, das 12h à 0h. Segunda: Fechado. @porcoamigobar

Fabio Rossi
Porco Amigo: carne de sol de porco, creme de queijo coalho e picles de abóboraFabio Rossi/Divulgação

Portinha
Violão, Sardinha e Pão: pizza de sardinha (R$ 25,00, fatia quadrada).

Inspiração: “Violão, Sardinha e Pão”, canção de Adelino Moreira eternizada na voz de Nelson Gonçalves, que morou ali pertinho, na Rua Gustavo Sampaio, no Leme. A pedida aqui na nossa Portinha é violão, sardinha e pizza!

Endereço: Rua Prado Júnior 281, Copacabana. Dias e horários de funcionamento: Segunda e Terça, das 17h à meia-noite, Quarta e Quinta, das 17h às 4h; Sexta, Sábado e Domingo, das 12h às 4h. @portinhaprado

Quitanda
Maxixada da Luz: maxixe recheado com calabresa em molho de tomate da casa e aquele pãozinho para não sobrar nada no prato (R$ 25,00).

Inspiração: Mariana Padrão conquistou Moacyr Luz pelo estômago em seus camarins. Quando soube que ele era fã de maxixe, trocou o jiló da receita original de seu pai pelo legume, e deu samba!

Endereço: Rua Andrade Pertence 42, Catete. Dias e horários de funcionamento: Segunda, Quarta, Quinta e Sexta, das 15h às 22h; Sábado e Domingo, das 13h às 21h30; Terça: Fechado. @quitandagastronomia

Real Chopp
O feio!: dez deliciosos bolinhos de carne, crocantes por fora e rosadinhos por dentro, servidos com mostarda escura (R$ 35,00).

Inspiração: Roberto Carlos, no auge da Jovem Guarda, já dizia que era com o feio que todes querem namorar! Se ficar na dúvida, pergunta para o Seu Hermínio!

Endereço: Rua Barata Ribeiro 319, Copacabana. Telefone: 2257-2645. Dias e horários de funcionamento: Terça a sábado, das 8h à 1h. Domingo, das 9h à meia-noite. @realchopprj

Suru Bar
Meu Vício é Você, Meu Risole é Você: dupla de risoles de língua (R$ 28,00).

Inspiração: Meu Vício é Você, de Alcione! A cantora maranhense se mudou para o Rio de Janeiro nos anos 70, onde reside até hoje. Mangueirense nata, assim como um dos sócios do bar, que tem Mangueira até no sobrenome (Igor Mangueira Renovato) e é fã da cantora.

Endereço: Rua da Lapa 151, Lapa. Telefone: 21 3591-1524. Dias e horários de funcionamento: Segunda, das 19h às 2h; Quarta, das 17h à 1h; Quinta e Sexta, das 12h às 2h; Domingo, das 12h às 19h. Terça: Fechado. @surubar.rj

Tô Careca de Saber
Croquete Ben Jor: cinco croquetes feitos com aquela costela que fica 6h no bafo servidos com molho de manga para dar aquela chuchadinha (R$ 35,00).

Inspiração: Assim como Jorge Ben Jor mistura os ritmos com maestria, a gente por aqui resolveu combinar o doce com salgado que é puro swing, balanço e funk.

Endereço: Rua Cachambi 402, Cachambi. Telefone: 21 98666-9746. Dias e horários de funcionamento: Terça a Sábado, das 18h às 23h59, Sábado, das 11h às 23h59, ⁠Domingo, das 11h às 17h. @tocarecadesaberoficial

Velho Adonis
Ora pois, pois. Bacalhau!: massa de bacalhau frita com ovo estrelado e torresmo de bacalhau (R$ 32,00).

Inspiração: Delírio da Baixa Gastronomia, de Moacyr Luz, cita pratos e bares tradicionais do Rio, como o próprio Adonis. O músico, aliás, tem cadeira cativa no botequim de Benfica.

Endereço: Rua São Luiz Gonzaga 2156, Benfica. Telefone: 2026-4186. Dias e horários de funcionamento: Terça a sábado, das 10h30 às 22h30. Domingo, das 10h30 às 19h. @velhoadonis

Xepa
Bloquinho de Baião: baião de dois empanado na panko com maionese de coentro (R$ 35,90, 8 unidades).

Inspiração: Essa é a mistura do talento do Gonzagão e o borogodó do carnaval do Rio numa mordida só.

Endereço: Rua Arnaldo Quintela 87, Botafogo. Dias e horários de funcionamento: Terça a quinta, das 12h à 1h. Sexta e sábado, das 12h às 2h. Domingo, das 12h à meia-noite. @xepa.bar

Zuza Fish Bar
Veleiro azul: cabecinhas de lula crocantes com páprica defumada e servidas com maionese de polvo (R$ 45,00).

Inspiração: Passa a vida, passa o ar e todo mundo vai querer encontrar essa versão de “torresmo do mar”, que remete ao ícone dos botequins.

Endereço: Rua Marquês de Abrantes, 1 – loja A. Telefone: 98777-6385. Dias e horários de funcionamento: Terça a sábado, das 12h às 23h. Domingo, das 12h às 17h. @zuzafishbar

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Mel de abelhas sem ferrão: o novo caviar

Boca de ralo, mombucão, caga fogo, canudo, boca de renda…

O mundo das abelhas brasileiras é muito divertido. Já o meu primeiro encontro com o inseto, nem tanto.

Morava em Petrópolis e, pronta para tirar uma soneca no sofá da sala, suspendi os cabelos antes de pousar a cabeça na almofada. Zzzzing! Da ferroada veio o pescoço inchado, muita dor e uma apreensão que trago até hoje.

Cresci com a convicção que abelha, meeeesmo, era aquela de desenho animado, riscadinha de preto e amarelo (apis mellifera); uma criatura dissimulada que fazia um líquido tão gostoso só para disfarçar a intenção de nos pegar desprevenidos no sofá. Também tinha a certeza de que todas faziam apenas UM tipo de mel, sempre com o mesmo gosto, doce e viscoso, naquele tom dourado que todos conhecemos.

Mal sabia em que mundo iria mergulhar.

Meu primeiro contato com a complexidade do assunto foi na Nova Zelândia, em 2002, quando me apresentaram o mel de manuka, um arbusto local. O que o fazia tão diferente do que eu comia no Brasil? Foi a ponta do iceberg entender, por mais óbvio que possa parecer, que havia mais de uma espécie de abelha (só da tribo Apis, são 8), muitas flores, climas e biomas diferentes no mundo. E eu queria provar todos.

Fui de mel em mel, vida afora, e lembro a primeira vez que me espantei ao entender que ele nem sempre era doce, caso do corbezzolo, mel amargo da Sardenha. Mas nada me preparou para a total mudança de paradigma que foi a primeira prova do néctar das nossas abelhas nativas, sem ferrão.

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Foi em 2017, o nosso primeiro e inesquecível encontro. Era o mel de abelha jataí: menos doce, ligeiramente ácido e bem mais perfumado. Um mundo à parte.

É fácil entender a popularidade da Apis, uma abelha importada que chegou com os jesuítas, no século XIX. Afinal, seu mel é bem doce e muito mais produtivo que o das Meliponini (as nossas nativas, sem ferrão). A questão é que foi nele que baseamos a nossa legislação e referências gustativas, esnobando o riquíssimo universo de aromas e sabores do mel das abelhas indígenas, um absurdo estratégico para o nosso país, que felizmente começa a ser revertido.

O Brasil vem acordando para o seu imenso potencial, tanto na boca, quanto na preservação e no reflexo da nossa biodiversidade, na maior ação antioxidante (cobiçada pela indústria de cosméticos) e no potencial de desenvolvimento econômico de áreas carentes.

Temos 244 abelhas sem ferrão catalogadas. Se considerarmos a nossa riquíssima flora, nem o céu é o limite.

Eugênio e Marcia Basile, da MBee mel, 10 anos de desenvolvimento de mercado
Eugênio e Marcia Basile, da MBee mel, 10 anos de desenvolvimento de mercadoCristiana Beltrão/Arquivo pessoal
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MEL DE ABELHA SEM FERRÃO, O NOVO VINHO NATURAL

O movimento de méis de abelhas indígenas pode ser comparado ao movimento de vinhos naturais e, assim como eles, não significam um atestado de qualidade em si, mas uma importante mudança de paradigma DO SABOR.

A legislação datada empacou o desenvolvimento da produção, mas o mercado sempre existiu. Há méis nativos comercializados por colecionadores do mundo todo, abelhas sem ferrão são levadas clandestinamente para outros países e há néctares que valem 5 vezes mais que os das Apis.

Pós-graduados no assunto, mesmo, só os indígenas, que muito antes da chegada das variedades europeias, já criavam nossas abelhas e tinham batizado a turma toda: mombuca, tiúba, uruçu, tubuna ou irapuá, e por aí vai. Além disso, já usavam o produto para fins medicinais e cosméticos.

O crescimento do mel de abelhas nativas é uma “onda sem volta”.

Aqui no Sudeste, não há dúvida quanto ao papel que o casal Márcia e Eugênio Basile, da MBee Mel, teve na aproximação do produto com a alta gastronomia. Através de aulas, visitas e degustações infinitas foram mostrando aos melhores chefs do país a riqueza que tínhamos debaixo do nosso nariz.

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Quando inauguraram a empresa, há 10 anos, apenas dois ou três chefs tinham acesso a produtores, e sempre num mercado informal.

Foi um grande trabalho de desenvolvimento, desde então, tanto do mercado quanto dos produtores, a quem o casal faz questão apoiar e pagar o preço justo, fundamental para uma cadeia produtiva sustentável. Hoje, comercializam méis de todo o país, sempre fuçando novas abelhas, biomas e sabores.

Não à tôa, o casal participou da banca de jurados do 8º. Concurso Nacional de Méis de Abelhas Nativas, organizado pela Associação dos Meliponicultores do Rio de Janeiro (AME-Rio). Além deles, Jérôme Dardillac, o chef dos restaurantes Hotel Fairmont e antigo apaixonado pelo tema. Por fim, a quarta jurada da banca: esta colunista, que vos escreve.

Além de palestras excelentes, tínhamos a missão de provar 65 tipos de mel.

Luiz Medina, da AME-Rio, coordenador do 8o concurso nacional de méis de abelhas nativas
Luiz Medina, da AME-Rio, coordenador do 8o Concurso Nacional de Méis de Abelhas Sem FerrãoCristiana Beltrão/Arquivo pessoal
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OS MÉIS NATIVOS CAMPEÕES

O primeiro impacto é a cor.

Os potinhos enfileirados e catalogados sob a coordenação de Luiz Medina (AME-Rio) tinham cores incríveis: iam de completamente transparentes, passavam pelo amarelo brilhante, migravam para um dourado escuro, cor de âmbar e até um, que parecia um licor de cereja.

Foram 65 amostras, provadas às cegas. Quase metade era do Amazonas, reflexo da linda biodiversidade, além dos 7 potes paraenses, 7 do Rio de Janeiro, 4 do Maranhão, 3 baianos, 3 de Pernambuco, 2 do Acre, 2 do Paraná, 2 de Rondônia, 2 de São Paulo, 1 do Rio Grande do Norte e 1 do Piauí.

De um modo geral, os méis de ASF são muito mais ácidos, alcóolicos e têm menos açúcar do que os de Apis. Eu adoro. A viscosidade também varia bastante, de algumas amostras completamente líquidas até outras bem densas como caramelo.

Minhas notas de degustação eram loucas: alguns tinham aromas lácteos, anotei “queijo parmesão (!)”, por exemplo. Quando vi o resultado, mais tarde, a maioria era mel de borá. Muitas tinham um cheiro terroso, como de cogumelos; algumas vinham com notas de ervas; muitos eram florais; vários eram cítricos; outros com forte aroma de resina, vinda do armazenamento na colmeia (aliás, abelhas indígenas constroem potes e não favos). Por fim, havia méis com lindos aromas de frutas, tão diversas quanto laranja, jabuticaba ou fruta de conde

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Quando foram revelados os resultados de tudo que pontuei às cegas, entendi que tenho uma clara predileção por mel uruçu-amarela. Na média, é muito complexo: tem notas, frutadas e florais, além de grande harmonia entre doçura e acidez. Além dele, pontuei muito bem os de jataí e amei o mel da abelha “brabo”, raríssima (Eugênio disse que ainda não foi catalogada pela ciência), a única amostra enviada pelo Piauí. Quero mais.

Para o concurso, são separados entre:

1) refrigerados: aqueles que não passam por fermentação e são mantidos em geladeira para preservar suas características, após a coleta;

2) processados: que podem ser desumidificados ou maturados (num processo de fermentação que pode levar até 3 meses e os torna mais ácidos).

Na média, não pontuei com particular diferença as duas categorias. Ambas têm interesse.

Na colocação geral (abrangendo refrigerados e processados), o grande campeão foi Caio Luiz Gomes Vieira, criador baiano, do meliponário Meldoyá. A abelha era uruçu nordestina. Perfumado, complexo, frutado. Delicioso.

O segundo lugar na colocação geral foi uma surpresa: uma amostra enviada aos 45 do segundo tempo, de Bela Vista, Piauí, com uma abelha não catalogada: a “brabo”. Demais! Floral, fruta, acidez, tudo de bom.

O terceiro lugar foi do Meliponário Iraê, também baiano, com mel de uma de minhas abelha preferidas: a uruçu amarela. Achei encantador, frutado, floral e complexo.

Celicina Ferreira, Presidente da AME-Rio e Eugênio Basile, sócio da MBee Mel, amizade de longa data
Celicina Ferreira, Presidente da AME-Rio e Eugênio Basile, sócio da MBee Mel, amizade de longa dataCristiana Beltrão/Arquivo pessoal

E VIVA O RIO DE JANEIRO!

A boa notícia é que os méis do Rio de Janeiro são espetaculares, mesmo os feitos no perímetro urbano, para meu grande espanto.

O quarto melhor mel processado do concurso foi de Denilson Barros, 48 anos, que tem um meliponário em Jacarepaguá com mais de 100 colmeias e 15 espécies do nosso bioma, coisa pacas…

A paixão é de família. Seu pai, há mais de 50 anos trabalha com mel no Rio Grande do Norte, especialmente com a jandaíra, abelha típica de lá. Seu avô também criava abelhas, mas sem o conhecimento ambiental que hoje temos. “As gerações mais antigas não sabiam lidar com a abelha sem ferrão. Achavam que podiam derrubar uma árvore e que elas fariam ninho em outro canto. Mal sabiam que a abelha rainha não voa. Se não for transferida de forma correta, a colmeia morre”.

Anda apaixonado pelo mel de uma abelha subterrânea, a guiruçu, ralo, floral e clarinho e fala de outra subterrânea: a feiticeira. “Dizem que é alucinógeno, mas depende muito da flor que a abelha visita. Eu não senti nada”.

Sem bairrismos e, revendo minhas notas, o mel de Denilson estava entre os 3 primeiros da minha lista particular. Era de quê? Uruçu-amarela. Ele disse que foi Celicina, presidente da AME-Rio, que insistiu para que mandasse. Sorte a minha.

Outros espetaculares foram os de Ricardo Siri, artista e meliponicultor de Santa Teresa, bairro do Rio de Janeiro. Seus méis foram o 7º, o 9º e o 13º lugar, entre os processados, com excelente pontuação. As abelhas eram, respectivamente, a jataí, a uruçu-amarela e a tubuna.

Ricardo é um engenheiro, que começou a vida como músico e depois foi para as artes plásticas. Como sempre fez trabalhos com elementos da natureza, mergulhava num tema por 1 ou 2 meses, até criar sua obra. No caminho, começou a estudar méis de abelhas nativas e acabou se apaixonando. Além do estudo ter inspirado várias obras de arte (esculturas com própolis, “ninhos” de 50m2 inspirados em colmeias, quadros feitos com favos etc), acabou se formando em meliponicultura na pandemia.

Ficou surpreso quando enviou o primeiro mel para concurso e tirou 3º lugar. Hoje, considera as abelhas suas parceiras artísticas. Seu próximo trabalho vai incluir sons de abelhas num disco. Amei.

Os volumes anuais retirados de cada uma das colmeias, é mínimo. Pode ser de meio litro, apenas, especialmente num ano de seca, como esse.

Dentre os produtos raros, como trufa ou caviar, o mundo dos méis de abelhas sem ferrão é, para mim, muito mais interessante. São o paraíso da língua, céu do estômago e têm o lindo efeito colateral de salvar o planeta.

Viva elas.

Cristiana Beltrão
frascos de mel para julgamento às cegasCristiana Beltrão/Arquivo pessoal
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Comer & Beber – VEJA RIO
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Rio de Janeiro conquista pela primeira vez medalhas no World Cheese Awards

Pela primeira vez na história, o Estado do Rio de Janeiro garantiu medalhas – uma de prata e outra de bronze – no renomado concurso internacional World Cheese Awards, um dos maiores e mais prestigiados do setor queijeiro. O feito foi alcançado pelos queijos produzido no Capril do Lago, uma pequena propriedade localizada na cidade de Valença, no interior do Estado, que há anos se dedica à produção artesanal de queijos de leite de cabra.

Divulgação
Fabrício Vieira, de Valença, conquista pela primeira vez medalhas no World Cheese AwardsDivulgação/Divulgação

A premiação acontece hoje (17), em Viseu, Portugal, em um torneio que reuniu 4.778 queijos, de 47 países e 22 produtores brasileiros. Entre os medalhistas, se destacou o nosso queijo negro da Capril, com 45 dias de maturação, massa orgânica cozida prensada e uma capa de cacau.

Essa iguaria é produzida em pequenos lotes, utilizando métodos artesanais e com leite proveniente do próprio rebanho do Capril do Lago, criado de forma sustentável e livre de aditivos químicos. “Esse prêmio é o reconhecimento de anos de dedicação e paixão pelo que fazemos. Nossa missão sempre foi mostrar que o Brasil também pode produzir queijos de altíssima qualidade, respeitando a tradição e valorizando o nosso terroir”, declarou o proprietário Fabrício Vieira, que assume a narrativa de uma produção baseada em práticas sustentáveis, com a valorização do bem-estar dos animais.

Rio de Janeiro conquista pela primeira vez medalhas no World Cheese Awards
<span class=”hidden”>–</span>Divulgação/Divulgação

A propriedade já era conhecida entre chefs e restaurantes do Estado do Rio de Janeiro, mas o reconhecimento no World Cheese Awards coloca o Capril do Lago em destaque no cenário internacional.  A conquista de medalhas representa um marco para o setor de queijos artesanais no país, que nos últimos anos vem ganhando relevância pela diversidade e qualidade de seus produtos. Apesar dos desafios regulatórios e de mercado enfrentados pelos produtores nacionais, a conquista reforça o potencial do Brasil, e do nosso Rio de Janeiro, como protagonista da produção de queijos especiais.

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Comer & Beber – VEJA RIO
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A volta da churrascaria Plataforma; desta vez, em Ipanema. Veja fotos!

maître
Lenise Figueiredo, Catito Peres, Ursula Corona e o mestre Garrincha, o maître que foi a atração da noiteCristina Granato/Divulgação
O casal Chico e Eliana Caruso - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
O casal Chico e Eliana CarusoCristina Granato/Divulgação
O casal Luiz Oscar Niemeyer e Antonia Leite Barbosa - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
O casal Luiz Oscar Niemeyer e Antonia Leite BarbosaCristina Granato/Divulgação
Rejane Guerra , Lenise Figueiredo , Yacy Nunes e Maria Teresa Freire - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
Rejane Guerra, Lenise Figueiredo, Yacy Nunes e Maria Teresa FreireCristina Granato/Divulgação
O casal Jefferson Svoboda e Monica Sanches - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
O casal Jefferson Svoboda e Monica SanchesCristina Granato/Divulgação
O casal Martha Rocha e Eduardo Moreira - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
O casal Martha Rocha e Eduardo MoreiraCristina Granato/Divulgação
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Vagner Victor e Renata Medeiros - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
Vagner Victor e Renata MedeirosCristina Granato/Divulgação
O casal Ricardo e Lucia Brandão - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
O casal Ricardo e Lucia BrandãoCristina Granato/Divulgação
O casal Paula e Wilson Rondó - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
O casal Paula e Wilson RondóCristina Granato/Divulgação
Mariana Camargo e Marco Altberg com a filha Violeta - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
Mariana Camargo e Marco Altberg com a filha VioletaCristina Granato/Divulgação
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Maria Clara Peres entre seus pais Catito e Monica Botelho - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
Maria Clara Peres entre os pais Catito e Monica BotelhoCristina Granato/Divulgação
_DSC3973 O casal Marcos Uchôa e Tereza - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
O casal Tereza e Marcos UchôaCristina Granato/Divulgação
_DSC4076 Monica Sanches e Viviane Mosé - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
Monica Sanches e Viviane MoséCristina Granato/Divulgação
_DSC4027 O casal Cecila Maia e Heraldo Pereira - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
O casal Cecila Maia e Heraldo PereiraCristina Granato/Divulgação
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_DSC4054 Maria Clara Peres , Isabela Francisco e Liliana Rodrigues - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
Maria Clara Peres, Isabela Francisco e Liliana RodriguesCristina Granato/Divulgação
_DSC3985 Ursula Corona , Eliana Caruso , mestre Garrincha e Chico Caruso - NOV 2024 - CG
Ursula Corona, Eliana Caruso, mestre Garrincha e Chico CarusoCristina Granato/Divulgação
_DSC4002 Catito Peres e Chico Caruso cantando TE VOGLIO BENE ASSAI - CHURRASCARIA PLATAFORMA - NOV 2024 - CG
Catito Peres e Chico Caruso cantando “Te voglio bene assai”Cristina Granato/Divulgação

Nostalgia e reencontros na reinauguração da churrascaria Plataforma, em novo endereço, Ipanema, nessa sexta (15/11), mas mantendo a alma do negócio, digamos assim, que funcionou desde a década de 1980 até 2015 no Leblon, incluindo o mestre Garrincha, famoso maître que atravessava os salões equilibrando os pratos nos seus primórdios.

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Mestre Garrincha foi o mais comemorado da noite, que ainda teve convidados que frequentaram por décadas com muitas histórias, algumas, impublicáveis. Em determinado momento, o cartunista Chico Caruso cantou a música italiana “Te voglio bene assaie” à capela pelos salões em homenagem ao empresário Omar Peres, o Catito, à frente do tradicional restaurante. A jornalista Mônica Sanches aproveitou para divulgar seu novo livro, “Pretos Novos no Valongo —  escravidão e herança africana no Rio de Janeiro”(Editora Bazar do Tempo).

A Plataforma foi demolida em 2018, apagando de vez o antigo letreiro neon num dos pontos mais tradicionais da vida carioca. No lugar, foi construído o residencial Plataforma Leblon, com nove andares e 61 apartamentos. A churrascaria chegou a ter 200 funcionários. Parte da notoriedade veio da amizade entre Tom Jobim (1927-1994), frequentador assíduo e uma espécie de garoto-propaganda involuntário, e o fundador, Alberico Campana.

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Comer & Beber – VEJA RIO
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Os Encantadores Vinhos com Perlages

A palavra perlages deriva da palavra francesa “perles” que significa pérolas. Os vinhos que apresentam gás carbônico e que lembram aos belos colares de pérolas recebem vários nomes dependendo do local onde são produzidos, o tipo de vinificação e algumas regras de entidades reguladoras. Podem ser chamados de Espumantes, Champagnes, Franciacortas, Corpinnats, Cavas, Sparkling Wines, Proseccos, Sekts, Crèmant e etc. Hoje no mercado há inúmeros estilos, origens e cores de espumantes disponíveis aos consumidores e existe uma enorme oferta dos mais variados tipos de produtos, com diferentes preços, com diferentes porcentagens de açúcar residual, com diferentes métodos de produção e diferentes castas usadas. E tantos produtos assim e em franco crescimento de consumo global destes tipos de vinhos, muitas vezes podem deixar os consumidores em dúvida de qual consumir em determinado momento. A seguir preparei algumas curiosidades sobre esta bebida que inspirou o Dom Pérignon a proferir a célebre frase “estou bebendo estrelas“.

A American Association os Wine Economist (AAWE) publicou recente em suas redes este gráfico com diversas fontes que evidenciam o crescimento do consumo global dos vinhos com perlages entre 1960 a 2022. Neste gráfico este segmento de vinho está representado pela cor amarelo.

1. RESUMO DOS DOIS PRINCIPAIS MÉTODOS

Método Champanoise
Esse método é chamado também de método Clássico ou Tradicional e na África do Sul os sparkling wines elaborados com este método recebem a denominação de Cap Classique. O método se inicia com um vinho base selecionado pelo enólogo ou produtor e a segunda fermentação acontece dentro da garrafa por meses ou até anos dependendo do produto, o vinho fica em contato com as leveduras ou seus resíduos conhecidos por “lees“, durante este período de autólise o vinho vai adquirindo muito mais complexidade e detalhes organolépticos diferenciados. Os produtores têm imenso trabalho e são extremamente detalhista em todas as etapas do processo envolvido, o que gera um produto com mais sofisticação, com mais tempo de vinificação e que contribui para produção de um vinho muito mais nobre e elegante. Os grandes espumantes podem durar décadas e ainda estarem divinais para o consumo.

Método Charmat
Já o método Charmat que foi inventado pelo enólogo italiano Frederico Martinotti, mas patenteado pelo pelo francês Eugène Charmat em 1907 é caracterizado pela segunda fermentação acontecer em enormes tanques de aço inox , em cubas fechadas “autoclaves”, são produzidos em maiores volumes, em larga escala e seus preços costumam ser infinitamente mais baratos devido o custo de produção ser muito menor e suas qualidades organolépticas serem menos complexas quando comparados com os vinhos produzidos pelo método tradicional, os tornando muito mais democráticos e acessíveis ao público geral.

2.SOBRE O TEOR DE AÇÚCAR

Quanto ao teor de açúcar os espumantes na União Europeia podem ser classificados como:
Brut-Nature – 0 – 3g de açúcar por litro
Extra-Brut – 0 – 6g de açúcar por litro
Brut – 0 – 12g de açúcar por litro
Extra-Sec (ou Extra-Dry) : 12 – 17 g de açúcar por litro
Sec (ou Dry17) : 17 – 32 g de açúcar por litro
Demi-Sec (ou Medium-Dry): 32 – 50 g de açúcar por litro
Doce: mais de 50 g de açúcar por litro

Quanto ao teor de açúcar os espumantes no Brasil podem ser classificados como:

Nature – 3g de açúcar por litro
Extra-Brut – 3,1g – 8g de açúcar por litro
Brut – 8,1g – 15g de açúcar por litro
Seco – 15,1g – 20g de açúcar por litro
Semi-doce – 20g – 60g de açúcar por litro
Doce – superior a 60g de açúcar por litro

3.DICAS DE SERVIÇOS

Após decidir qual o estilo de espumante você irá servir, se atente a temperatura ideal, que deve ser entre (6° à 8°C). Quanto a forma de abrir nunca sacuda a garrafa para não desperdiçar nenhuma gota dessa delícia, retire a cápsula que geralmente é metálica e após afrouxe a gaiola, em seguida pressione o seu dedo polegar sobre a rolha e gire a garrafa, tente não fazer barulho ou obter o som bem discreto, é assim que os profissionais abrem os espumantes. Após abrir a garrafa se for servir em taças estilo flute ou tulipa não ultrapasse 2/3 de vinho, se optar por outro estilo com bojo maior para melhor avaliar o vinho sirva só o suficiente para análise e depois pode ir servindo mais caso a pessoa deseje.

Crédito de Imagem : Nyetimber

Antigamente se ensinava que devíamos avaliar as perlages em taça, observando se o produto apresentava bolhas finas, persistentes e se formava coroa, mas na atualidade sabe-se que devido aos mais variados estilos de taças, de materiais e até a forma que foram limpas esta avaliação pode nos levar a cometer enganos, por isso em época contemporânea os profissionais do vinho, gostam de avaliar as perlages quanto ao ataque em boca que as bolhas provocam, se é um delicado mousse ou se é mais agressivo. Outra informação preciosa e até de etiqueta dentro do mundo dos vinhos é não pegar no bojo da taça e sim na haste ou base, independente se você já viu alguma celebridade cometer esta deselegância, o motivo deste “ato de descuido” é para não passar a temperatura da sua mão para o produto, o levando a aquecer mais rapidamente e também para não deixar a taça cheia de impressão digital e com marca da mão, tornando a imagem deselegante.

4.Alguns Detalhes da História dos Champagnes

Crédito de Imagem : Dayane Casal

A história do mais famoso vinho do mundo com perlages teve seu início na França, no século XVII, na região de Champagne. Essa região francesa sempre foi produtora de vinhos tranquilos brancos e tintos. Nesse período histórico os vinhos eram comercializados em tonéis, e como fator de desvalorização, caracterizavam-se por apresentar uma tendência efervescente, que era um grande entrave para a conservação e para o transporte para os locais mais distantes. Com a invenção das garrafas em 1680 pelos ingleses, a comercialização dos vinhos ganhou maior praticidade. A partir daí começaram os problemas para os vinhos da região de Champagne, que sofriam uma segunda fermentação na garrafa, pressurizando lançando as rolhas longe e explodindo as garrafas, situação extremamente perigosa e crítica economicamente.

Dom Pérignon, monge beneditino e tesoureiro da abadia de Hautvillers era responsável pelos vinhos e teve a missão de solucionar esse problema desta segunda fermentação. Sendo assim, ele começou a estudar esse fenômeno e compreendeu que o que ocorria era devido ao gás carbônico (CO2), recomendando assim, que as garrafas fossem reforçadas em seu fundo.

Segundo a tradição, conta-se que, ao abrir uma garrafa que estava com a rolha, Dom Pérignon foi surpreendido pela espuma da bebida, hoje o que chamamos de mousse, e quando provou, disse “estou bebendo estrelas”. Dom Pérignon foi quem mais se dedicou ao processo da segunda fermentação na garrafa, chamado de método Champenoise, como explicado acima.

Dom Thierry Ruinart, era também um monge e amigo de Dom Pérignon, eles tiveram uma grande participação na história dos vinhos Champagnes. A histórica marca do Champagne “Ruinart”, o mais consumido na atualidade pelos franceses, foi a primeira a comercializar o vinho Champagne. Os relatos são que em 1729, após o rei Luís XIV permitir o armazenamento dos vinhos em garrafas, o Nicolas Ruinart, que foi um habilidoso comerciante criou a Maison “Ruinart”. Mas um detalhe é bem curioso nessa história, pois as primeiras garrafas nem chegaram a ser vendidas, devido elas terem sido oferecidas aos melhores clientes de Ruinart, gentileza essa replicada até os dias atuais por empresários com visão de agradar e surpreender seus clientes presenteando com vinhos. 

Mapas das cinco sub-regiões de Champagne, onde dominam as castas Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier.

Por volta do século XVIII, sabendo que estava na região das crayères, que são grutas e túneis subterrâneos construídos na época dos romanos, Nicolas decidiu usar esse local embaixo da terra como adega natural para envelhecer as garrafas de Champagne e até os dias de hoje são utilizadas. Ao passar o tempo, diversas outras empresas  de Champagnes pareceram no mercado e se instalaram na mesma região. Por ter chegado em primeiro lugar nessa área, a marca “Ruinart” obteve a garantia por maior número crayères, cerca de 25% das que existem em Reims, e as mais profundas, com 40 metros de profundidade.

Por aqui finalizo estas curiosidades sobre um dos vinhos mais nobres e também mais democráticos do mundo, os vinhos com perlages sempre são associados a celebrações, festividades, comemorações e muita alegria. Vale sempre lembrar que esse versátil vinho pode ser consumido no dia a dia das pessoas, pois são frescos, agradáveis e muito elegantes. Podem ser servidos desde welcome drink , acompanhando uma refeição completa, à beira da piscina, nos passeios de barcos e nos encontros com os amigos e familiares.
Desejo Boas Provas e Saudações Báquicas !

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Fonte:

Mundo de Baco por Dayane Casal
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Os Heróicos Vinhos Antigos

Os vinhos antigos carregam em seus DNA muita história, cultura e árduos trabalhos, que os permitem após décadas serem apreciados com prazer por enófilos que gostam deste estilo de vinho. Fatores como qualidade da matéria-prima, estilo de vinificação e a guarda da garrafa ao longo dos tempos influenciam de forma significativa na capacidade de longevidade destes vinhos, que possuem excelente carga de polifenóis e ótimo balanceamento entre álcool e acidez. Estes néctares de fato especiais e diferenciados apresentam características de aparências, aromas e sabores completamente dispares da época que foram engarrafados, os tornando tão desafiantes no momento da degustação, requerendo muito mais do cérebro para os interpretá-los.

Crédito de imagem : Dayane Casal

O Cérebro e os Vinhos Antigos

Segundo Gordon M. Shepherd (autor do livro Neuroenology) degustar um vinho envolve mais o cérebro do que qualquer outro comportamento humano. O vinho aguça o cérebro desencadeando uma série complexa de interplays, impulsos e conexões. A língua, mandíbula, garganta e o diafragma assim como os receptores de odor e gostos se envolvem para enviar sinais ao cérebro que desencadeia um grande trabalho cognitivo. No ato de degustar um vinho sobretudo os complexos vinhos antigos, o cérebro ativa o sistema de memórias e a ação envolve profundamente o cérebro ativando todos os sentidos com afinco mental, procurando maximizar a produtividade do que se está avaliando. Esta é uma das explicações tão importantes para entendermos quão especiais são os momentos de provas desses estilos de vinhos com brutal profundidade em informações.

Aspectos Visuais dos Vinhos Antigos

Quando analisamos visualmente um vinho antigo algo que chama logo a atenção é a cor, e isso ocorre pela metamorfose em decorrência de uma série de reações químicas que essa bebida passa ao longo dos tempos, alterando completamente seu aspecto. Os vinhos tintos geralmente são descorados ao longo dos tempos e os brancos ao contrário coram-se com o passar dos anos. Além da cor observa-se claridade, intensidade, depósito e lágrimas destes néctares para uma boa avaliação visual.

Figura didática das cores do vinho ao longo do tempo

Aromas e Sabores dos Vinhos Antigos

Uma das partes mais interessantes de degustar vinhos sobretudo os complexos vinhos antigos é avaliarmos os aromas e sabores, além de percebermos a acidez, taninos, álcool, corpo e a doçura. Vinhos evoluídos tem características de aromas e sabores terciários muito mais expressivos e que dominam as percepções dos que os estão avaliando. No caso de vinhos tranquilos tintos os aromas e sabores exuberantes podem ser provindos das moléculas que nos levam a memória do couro, terra, cogumelo, piso florestal, caça, carne, estrebaria dentre tantos outros. Já os vinhos brancos o que predominam em seus aromas e sabores devido a evolução de décadas em garrafas são as moléculas que nos remetem ao petróleo, feno, mel, frutos secos, dentre outras. Interessante ressaltar que alguns vinhos antigos mesmo após décadas possuem complexidade de tal forma que nos remetem aos aromas e sabores primários, secundários e terciários em conjunto, estes vinhos são bem mais raros e mostram que ainda estão cheio de vida.

Harmonização com Vinhos Antigos

A busca em reunir o prazer entre os sabores dos alimentos com os estilos e características dos vinhos, sem dúvida é uma arte e que nos pode proporcionar sensações de bem estar sobretudo à alma. Unir ou complementar os sabores dos alimentos nos proporciona uma experiência que ativa, inspira e agrada nossos sentidos. Para uma boa harmonização é necessário ter respeito a três condições, condição de analogia , de associação e de sensibilidade sensorial. Geralmente é o prato que determina qual vinho escolher, mas mediante termos como tema deste artigo os vinhos antigos, levamos eles e suas complexidades para determinar qual o melhor prato.

No caso de vinhos tranquilos tintos da Bairrada associam-se de forma impecável com uma Chanfana, também outra sugestão e essa de forma mais gourmet é um prato com carne de caça, purê de nabiças, figos, gengibre e nozes. Já um vinho branco antigo pode harmonizar bem com uma bela posta alta de bacalhau acompanhado de batatas ao murro com azeite e alhos. Há vinhos brancos que tem alma de tinto, podendo inclusive acompanhar uma carne bovina grelhada. O bom de colocarmos em prova de harmonização quando se é possível vários pratos e percebemos qual a combinação agrada melhor aos nossos próprios sentidos, pois pode ter uma grande variação entre as pessoas.

Imagem de prova histórica com vinhos antigos. Crédito de imagem: Dayane Casal

Finalizo convidando você leitor a quando for degustar um vinho antigo, coloque ainda mais a sua atenção para tentar recolher ao máximo as informações que ele transmite da sua história. Desejo boas provas, saúde e saudações báquicas.

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Fonte:

Mundo de Baco por Dayane Casal