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4 dicas para te ajudar avaliar a qualidade de um vinho

4 dicas para te ajudar avaliar a qualidade de um vinho

Ao provar qualquer vinho, seja formalmente ou apenas para seu próprio prazer, existem três componentes principais que você deve examinar: aparência, nariz e paladar. Você pode até usar termos como “pernas” (uma indicação de teor alcoólico) ou recitar uma lista de frutas, especiarias ou aromas salgados que podem ser detectados no nariz ao discutir o vinho. Se você é realmente nerd, pode até começar a discutir e discernir os vários níveis de açúcar, ácido e tanino no vinho, e o que esses componentes fazem na estrutura geral do vinho.

Mas em algum momento, você fará uma pergunta muito importante: este vinho é bom?

Depois de descrever a cor do vinho, quais aromas estão presentes no nariz e que tipo de sabores e componentes estruturais são detectados no paladar, é hora de avaliar a qualidade do vinho. Lembre-se, essa é uma pergunta diferente de “eu gosto deste vinho”. Você pode amar Two Buck Chuck por várias razões, mas ao passar por esta lista de verificação de qualidade de quatro etapas, você entenderá a diferença entre determinar se você gosta de um vinho ou se é um bom vinho.

Encontre o equilíbrio

Esta palavra é usada com bastante frequência no mundo do vinho e é sem dúvida o elemento mais importante necessário para um vinho de qualidade. Mas o truque para detectar e julgar o equilíbrio é entender o que se equilibra com o quê: Fruta com tanino; álcool com açúcar; ácido com frutas. Se todas essas coisas funcionarem juntas, o que significa que um componente não está em desacordo ou dominando outro, então você pode colocar uma marca de verificação na caixa de equilíbrio proverbial.

Prolongamento dos sabores

O prolongamento descreve quanto tempo o sabor de um vinho ou outros componentes permanecem em sua língua. Ao avaliar o comprimento, pergunte-se se os sabores do vinho permanecem na boca por vários segundos ou se eles se dissipam rapidamente após a ingestão. Esses sabores são agradáveis ​​ou são um pouco ásperos, adstringentes ou amargos? O comprimento e o final de um vinho podem ser encantadores, praticamente implorando por mais um gole (ou talvez um segundo copo!). Assim, quando um vinho tem um final longo, intrigante e satisfatório, você pode marcar o comprimento como presente.

Identifique a intensidade e expressividade

A intensidade é detectável no nariz e no palato. Quando os aromas de um vinho saltam da taça, ou quando os sabores praticamente tridimensionais, são sinais de um vinho intenso. Se um vinho tem características identificáveis ​​que estão claramente ligadas a uma determinada casta, região ou terroir, pode-se dizer que é expressivo dessa uva ou região específica. Em outras palavras, quando você toma um Premier Cru Chablis e detecta frutas verdes e mineralidade, a caixa Intensidade e Expressividade pode ser marcada.

Complexidade

Alguns vinhos podem ser considerados simples se apresentarem apenas uma ou duas características. Por exemplo, um vinho Pinot Grigio de nível básico pode ter alta acidez, frutas cítricas e talvez um toque de notas florais, e seria considerado um vinho simples. No entanto, isso não indica que não seja bem-feito ou agradável; é apenas o estilo inerente de alguns Pinot Grigio. Mas para ser considerado complexo, um vinho deve ter vários aromas e sabores que são primários (frutas, especiarias, notas florais da uva), secundários (sabores e aromas que vêm da maturação em carvalho ou técnicas de fermentação como as borras). agitação) e terciário (componentes de sabor que vêm da idade da garrafa, por exemplo, terra e cogumelos). Além disso, deve haver notável acidez e/ou taninos no vinho que dão à composição estrutural uma personalidade interessante. Então, quando um vinho tem todos esses aromas e sabores gloriosos em combinação com acidez possivelmente de dar água na boca, taninos envolventes e encorpado no paladar, bem, meu amigo, você tem um vinho complexo em suas mãos.

Conclusão

Agora que você determinou se um vinho possui essas quatro qualidades importantes, você pode determinar a qualidade geral. Se nenhuma das caixas receber uma marca de verificação, isso pode ser sinal de um vinho malfeito, pois todos os vinhos devem apresentar pelo menos uma característica de qualidade. Se apenas uma das caixas receber um cheque, pense nesse vinho como aceitável, mas talvez nada muito especial. Se você pode provar um vinho com duas marcas de verificação, provavelmente tem um bom vinho. E quando um vinho recebe uma marca de verificação em todas as caixas desta lista, você tem a sorte de beber um vinho excelente… e a vida é boa!

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Tudo Sobre Vinho
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Micro reabre na Barra com cardápio italiano caprichado

Sabe o Micro Bar, que funcionava no Leblon? A casa tirou o “bar” do sobrenome e reabre como Micro, um restaurante italiano no centro comercial Condado de Cascais, na Barra. Sim, a carta de drinques segue como destaque a cargo do mixologista e sócio Nicola Bara, natural da Bréscia, que convocou o conterrâneo Tobia Messa para a cozinha.

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Pode-se começar com crudo de peixe em emulsão de maracujá e laranja, rabanete e ervas (R$ 40,00). E há massas caseiras, como o ravióli de mussarela e baroa ao creme de vagem e castanha-de-caju (R$ 60,00). Na sobremesa, o babbá é um pão de ló com calda de rum e chantili (R$ 25,00).

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Das 12h às 16h, o executivo inclui entrada e principal (R$ 45,00), com opção de pratos como o nhoque de batata-roxa ao molho gorgonzola.

Rua Helios Seelinger, 100, loja B, Barra, ☎ 98020-9465. 12h/1h (seg. e ter. até 16h; qua. até 0h; dom. até 20h).

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Na mesa do chef: os menus exclusivos servidos ao lado do fogão

Ousado passo do chef Claude Troisgros (foto), a Mesa do Lado (Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon) é uma degustação para doze pessoas em sala com projeções de imagens a cargo do artista Batman Zavareze, trilha sonora e cozinha aberta. O menu tem nove etapas, incluindo o salmão com azedinha que fez história na França pelas mãos de Pierre Troisgros, o pai. O jantar custa R$ 1 420,00 e as reservas são feitas no http://www.mesadolado.com.br.

Escama: Ricardo Lapeyre se vale dos frutos do mar em sua mesa exclusivaTomas Rangel/Divulgação

Ricardo Lapeyre mantém a inspiração nos frutos do mar em sua mesa do chef, no 2º andar do Escama (Rua Visconde de Carandaí, 5, Jardim Botânico). Criações como o vermelho com escama de banana e purê de banana ao curry, farofa cítrica e palmito (foto) estão no menu harmonizado de seis etapas (R$ 550,00), sob reserva para o mínimo de quatro pessoas pelo ☎ 3042-3097.

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Lasai: Rafa Costa e Silva cria receitas novas a cada dia no novo espaço./Divulgação

A nova sala do Lasai (Largo dos Leões, 35, Humaitá) recebe dez comensais por noite no balcão da cozinha de alta tecnologia, onde o chef Rafa Costa e Silva serve oito aperitivos, quatro pratos, seleção de queijos e duas sobremesas (R$ 875,00). Receitas que surgem a cada dia, como o atum com chuchu, capim-limão e batata yacon (foto). Reservas pelo http://www.lasai.com.br.

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Cipriani: a mesa fica dentro da grande cozinha no Copacabana PalaceTomas Rangel/Divulgação

Com seis lugares na grande cozinha do Cipriani (Belmond Copacabana Palace), a mesa de Nello Cassesse recebe menu de dez etapas harmonizado com vinhos. Surgem pratos de excelência, como o bacalhau em baixa temperatura com canelone de abobrinha, caviar de mujol e molho de frutos do mar. Custa R$ 950,00 (ter. a qui.) e R$ 1 150,00 (sex. e sáb.). Reservas pelo ☎ 2548-7070.

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Bão: Kiko Faria criou jantares particulares em mesa ao lado da cozinhaBeto Roma/Divulgação

O repertório que mistura a Itália com o interior mineiro do chef Kiko Faria merece a visita na charmosa mesa ao lado da cozinha aberta do Bão (Rua Raimundo Correa, 10, sl. 201, Copacabana). A experiência comporta até seis pessoas para o percurso de oito a dez passos (R$ 250,00), dos snacks às sobremesas, com receitas como o arroz de frutos do mar (foto). Reservas pelo ☎ 99812-9976.

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Tapas em desfile no menu degustação do Marchezinho

Firme na política de tolerância zero com o mau produto, o Marchezinho lançou um menu degustação (R$ 240,00; foto) com onze tapas e sobremesa, em esquema ideal para duas pessoas. Peça uma taça de vinho da casa, como a do branco e fresco da uva moscato, feito pela vinícola Bella Quinta, e relaxe porque a sequência promete.

+ Bocca del Capo é a Itália descontraída em pratos e taças

A salada de queijo de cabra quente e crocante causa suspiros, regada por mel e nozes-pecã. O shiitake com homus e pinhão e o brócolis tostado com aioli de castanha e alho-negro mantêm o nível no alto, assim como os quiabos grelhados com guanciale. As tellines (mariscos) com polvo e o embutido nduja também brilham na experiência servida a partir das 18h, sob reserva.

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Dica: finalize com o drinque derriê do coq (R$ 32,00), de cachaças envelhecidas, vermute rosé, licor de alcachofra e queijo meia-cura sobre a taça.

Rua Voluntários da Pátria, 46, Botafogo, ☎ 96612-0561 (70 lugares). 11h30/0h (sex. até 1h; sáb. 10h/1h).

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Café Aussie é saborosa embaixada australiana escondida em Ipanema

Não se deixe enganar pelo letreiro acima de uma porta misteriosa em frente à Praça General Osório, anunciando uma loja de bijuterias. Atravesse o corredor e descubra o Aussie Coffee, do australiano Daniel Hobbs. O cheiro de café ajudará, se o dono estiver torrando os grãos na máquina ao lado do balcão.

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Com 90% da clientela estrangeira, o inglês é a língua mais falada entre a varanda de parede grafitada e os sofás para relaxar. O flat white é atração na xícara de 250 mililitros, de textura sedosa (R$ 12,00), e o esquema “all day brunch” tem torradas, quesadillas e sanduíches como o veggie club (R$ 28,00;), com abacate, tomate, queijo e cebola-roxa caramelizada no sourdough.

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Entre cangurus e coalas de pelúcia, até o Vegemite, pasta de leveduras que é mania na Austrália, está por lá. Daniel não cobra, é só pedir por cima da manteiga. Tempero para os fortes.

Rua Visconde de Pirajá, 98 (fundos), Ipanema (25 lugares). 9h/17h (fecha no último dom. do mês).

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Doce aniversário: Fabiana D’Angelo tem novidades para comemorar

São 23 anos arrancando suspiros a partir dos mais festivos e brasileiros entre os pequenos doces, os brigadeiros que foram ponto de partida para uma linha extensa de pecados açucarados — e também salgados, de uns tempos para cá. E alguém duvida que a Fabiana D’Angelo sabe festejar?

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Com quatro lojas e quiosques, ela leva às vitrines novidades, como as barrinhas recheadas em sabores como cookie com Nutella (R$ 15,00). No palco dos brigadeiros, quem anda se assanhando é o novo brûlée (R$ 6,50), maçaricado ao final com açúcar, criando aquela crostinha da famosa sobremesa.

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O éclair de chocolate recheado de brigadeiro (R$ 15,00), por sua vez, mal tem tempo de se exibir quando aparece no balcão. Até outubro, chegarão à loja do Leblon quitutes como quiches e gougères. Parabéns a todos.

Shopping Leblon, 3º piso, ☎ 2540-0402 (11 lugares). → 10h/22h (dom. 13h/21h). Mais três endereços.

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Bocca del Capo é a Itália descontraída em pratos e taças

Que mafiosos italianos comiam muito bem na Chicago dos anos 1920, isso ninguém duvida. Hoje o contexto é de paz, a proibição do álcool já vai longe, e ficamos com a parte boa da brincadeira no Bocca del Capo, o novo gastrobar do Leblon que tem pé na Itália.

+ Sente a maresia: petiscos em bares dedicados aos frutos do mar

Obra dos chefs Erik Nako, Cristiano Rangel e da turma do Pabu Izakaya, a casa tem sofá vermelho, espelhos desenhados com drinques, mesinhas de madeira em ripas e privilegiado espaço na calçada.

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Detalhes art déco na decoração emolduram antepastos como o arancino pornô (R$ 36,00), um “bolão” queijudo com cogumelos trufados e queijo tulha. Ou os cogumelos na chapa com ovo perfeito, toucinho curado e brioche (R$ 42,00).

A carta de bebidas tem seções de vermutes e amaros, além de nove versões de negronis: o nero (R$ 42,00) leva uísques single malt e defumado, vermute rosso, Campari e vinho marsala.

Rua Rainha Guilhermina, 95, Leblon, ☎ 3592-0881 (58 lugares). 12h/23h (qui. a sáb. até 0h; dom. até 22h).

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Portinho abre com comida, diversão e arte na região portuária

Fica na aquecida região portuária, pertinho da Praça Mauá, o novo espaço colaborativo de gastronomia e arte cariocas. O Portinho ocupa o galpão de um dos imóveis históricos da Avenida Rodrigues Alves, com fachada tomada por belo grafite e o interior de paredes originais descascadas, com estrutura de ferro e peças em madeira de demolição.

+ Tapas em desfile no menu degustação do Marchezinho

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A exposição de sabores está em marcas como a Stare Cucina, de pratos italianos como o spaghetti negro al stare (R$ 36,90), ao molho cremoso de camarões; ou o bar Vintage Beer, em parceria com a cervejaria Mistura Clássica, onde petiscos como os dadinhos de tapioca (R$ 22,00) podem ganhar o acompanhamento do chope IPA (R$ 16,00, 400 mililitros).

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O Bistrô de Rua vai de costelas a hambúrgueres, como cheese bacon (R$ 33,86; foto), blend bovino de 160 gramas, american cheese, bacon crocante, cebola caramelizada e picles.

Avenida Rodrigues Alves, 135, Boulevard Olímpico, ☎ 97201-3169 (300 pessoas). 9h/23h.

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Coquetelaria musical com clássicos de Garoto na Fabro

Considerado um dos pais do violão moderno, Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto (1915-1955), deixou clássicos como Gracioso e Debussyana, transformados em drinques na Fabro.

+ Portinho abre com comida, diversão e arte na região portuária

Poderia ser apenas uma brincadeira sem conceito, não fosse o misto de padaria, empório e bar uma criação dos sócios, músicos e compositores Gabriel da Muda e Roberto Didio, sem falar na padeira e cavaquinista Ana Rabello. O mixologista Walter Garin ouviu doze músicas e pensou nas notas de sabore para cada obra.

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O enigma (R$ 33,00, foto) nasceu com gim, xarope de manjericão, shrub de uva branca e maxixe, suco de limão-siciliano, clara de ovo e bitter de lavanda. O gracioso (R$ 33,00) leva rum, Cynar, xarope de baunilha e pimenta-da-jamaica, suco de limão e bitter de grapefruit.

Olha a dica: até 15 de outubro, aos sábados, Walter estará no balcão para criar drinques novos.

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Open Mall, Avenida das Américas, 7907, loja C-101, Barra (70 pessoas). 11h30/21h (sáb. 9h/21h; dom. 9h/17h; fecha seg. e ter.).

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Donuts marcianos: Poison faz sucesso com sabores inimagináveis

A saga dos desejados disquinhos de massa fofa começou na batedeira da mãe do publicitário Filipe Magalhães, que os vendia no culto jovem da igreja. O negócio cresceu, digamos, à velocidade da luz, expressão que mantém o clima da loja que forma filas em calçada do Méier, onde há um ET e uma nave com luzes piscando.

+ Doce aniversário: Fabiana D’Angelo tem novidades para comemorar

O Poison Donuts causa furor também no BarraShopping, onde os 33 sabores, dos mais de 150 já bolados, colorem o balcão de vidro sob telas com vídeos dos preparos. O chantyninho com morango (R$ 10,00) encabeça as vendas, seguido pelo simpson (R$ 8,00), de cobertura de morango e granulado colorido.

Com a massa fresca feita diariamente, para desmanchar na boca, há sabores menos ortodoxos. Que tal cheddar com Doritos (R$ 15,00), ou caramelo e bacon (R$ 10,00)?

Rua Lopes da Cruz, 61, Méier (25 lugares). 11h/19h (fecha dom.). BarraShopping, nível Américas, 2º piso. 11h/23h (dom. 12h/22h).

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